Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia clínica infantil, adulto e terapeuta de casal


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O AMOR QUE MERECEMOS – avalie aqui seu amor próprio

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Você se ama? Não estou perguntando se gosta do que vê no espelho. Não quero saber se você se sente bonito ou orgulhoso de si mesmo. Quero saber se você SE AMA.

Amar-se está ligado a atitude que você tem diante de si mesmo. Responda às perguntas abaixo e some sua pontuação para avaliar seu amor próprio, sendo que a resposta negativa não pontua:

  • Você respeita sua opinião sobre as situações que vive? (Sim = 1 ponto)
  • Você reconhece e protege seus limites? (Sim = 1 ponto)
  • Você busca cuidar de si mesmo em primeiro lugar, das suas necessidades básicas ou não? (Sim = 2 pontos)
  • Você puxa para si a responsabilidade de se agradar? (Sim = 2 pontos)
  • Você evita energicamente situações e pessoas que lhe colocam em risco? (Sim = 1 ponto)
  • Você respeita seu tempo e seu espaço para descansar, refletir e se cuidar? (Sim = 1 ponto)
  • Você busca ajuda quando não dá conta de alguma situação? (Sim = 1 ponto)
  • Você aceita aquilo que não depende de você mudar e luta pelo que está ao seu alcance? (Sim = 1 ponto)

O amor próprio completo e saudável soma 10 pontos no questionário acima. Quanto menor sua pontuação, mais prejudicada está sua capacidade de se amar e mais difícil será estabelecer boas relações afetivas com as pessoas. Isso afeta seu bem estar como um todo.

Se você não agir amorosamente para consigo mesmo, ninguém fará isso por você.

E aí está a dificuldade de satisfazer-se nos relacionamentos, sejam familiares, de amizade, trabalho ou românticos.

É inapropriado dizer quais opiniões devem ser respeitadas, quais limites devem ser protegidos, quais cuidados são necessários, pois cada pessoa é uma e tudo isso é resultado de uma experiência individual, única, consigo mesmo. É ilusão esperar que outra pessoa seja capaz de fazer isso pela gente.

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Nós aceitamos o amor que achamos que merecemos. A não ser que tenhamos uma experiência amorosa conosco, bem sucedida, bem ajustada, dificilmente saberemos selecionar e cultivar o amor dos outros que nos satisfaça.

A psicoterapia está apta a lhe ajudar a mudar seu resultado ou utilizá-lo da forma mais proveitosa possível. Experimente!

Uma ótima semana!

 

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SEUS DIREITOS, SEUS DEVERES -Justiça condena pai por abandono afetivo

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Nesta semana, o site G1 divulgou a decisão da justiça em condenar um pai a pagar indenização ao filho por “abandono afetivo”. Este tipo de negligência parental está sendo cada vez mais denunciada e o Superior Tribunal de Justiça (STJ) tem entendido como crime que pode resultar na condenação ao pagamento de indenizações, como no caso noticiado no portal.

O abandono afetivo é caracterizado pela indiferença afetiva de um genitor em relação a um ou mais filhos. Mesmo que o pai ou a mãe não pratique abandono intelectual e material (previstos expressamente em lei), pode ser constatado o abandono afetivo.

“Apesar desse problema familiar sempre ter existido na sociedade, apenas nos últimos anos o tema começou a ser levado à Justiça, por meio de ações em que as vítimas, no caso os filhos, pedem indenizações pelo dano de abandono afetivo. Algumas decisões do Superior Tribunal de Justiça (STJ) são no sentido de conceder a indenização, considerando que o abandono afetivo constitui descumprimento do dever legal de cuidado, criação, educação e companhia presente, previstos implicitamente na Constituição Federal”, descreve matéria do site do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A reportagem do G1 descreve a fala da juíza que julgou o caso “Ele detalha as muitas vezes que esperou pelo pai e ele não apareceu; a sempre alegada falta de tempo; o fato de o pai achar ruim sua aproximação da família paterna e tantas outras desfeitas, como: nunca ligar no seu aniversário; nunca estarem juntos em datas festivas; nunca ter ido na casa do pai etc.”

LEIA AQUI A DESCRIÇÃO DOS CRIMES DE ABANDONO NO CNJ.

LEIA AQUI A REPORTAGEM DO G1 SOBRE A CONDENAÇÃO DO PAI POR ABANDONO AFETIVO

Infelizmente, este tipo de abandono chega a ser comum entre pais separados. Geralmente acontece por conta do genitor. A família, por vezes, se sente intimidada a entrar na justiça. Mas o impacto negativo sobre a saúde das crianças é enorme.

Fique atento e reivindique os direitos de seu filho!