Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia clínica infantil, adulto e terapeuta de casal


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Terapia em Jundiaí pelo convênio Bradesco Saúde

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Usuários do convênio médico Bradesco Saúde já podem realizar psicoterapia em Jundiaí com a psicóloga Sílvia Regina Simões. Para agendar sua primeira consulta, ACESSE AQUI ou entre em contato por WhatsApp no telefone (11) 9 9615 8632. Há horários nos três períodos do dia, inclusive aos sábados.

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Para iniciar a psicoterapia pelo convênio Bradesco Saúde, basta ir até um médico e solicitar um encaminhamento para tal e depois agendar sua sessão com psicóloga Sílvia Regina Simões. O consultório fica no Centro de Jundiaí, com fácil acesso.

Caso você não tenha o convênio médico Bradesco, a psicóloga Sílvia Regina Simões faz atendimento particular, individual e para casal e fornece documentação necessária para reembolso em diversos planos. Consulte condições.

SERVIÇO

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O quê: Psicoterapia em Jundiaí pelo convênio Bradesco Saúde
Quem: Psicóloga Sílvia Regina Simões
Como: Basta solicitar a qualquer médico um encaminhamento simples para psicoterapia
Quando: Após ter em mãos o encaminhamento, agende sua sessão
Onde: Rua Anchieta, 204, 16º andar, sala 1602 – Uffizi Business & Medical Center, Jundiaí, SP


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O AMOR QUE MERECEMOS – avalie aqui seu amor próprio

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Você se ama? Não estou perguntando se gosta do que vê no espelho. Não quero saber se você se sente bonito ou orgulhoso de si mesmo. Quero saber se você SE AMA.

Amar-se está ligado a atitude que você tem diante de si mesmo. Responda às perguntas abaixo e some sua pontuação para avaliar seu amor próprio, sendo que a resposta negativa não pontua:

  • Você respeita sua opinião sobre as situações que vive? (Sim = 1 ponto)
  • Você reconhece e protege seus limites? (Sim = 1 ponto)
  • Você busca cuidar de si mesmo em primeiro lugar, das suas necessidades básicas ou não? (Sim = 2 pontos)
  • Você puxa para si a responsabilidade de se agradar? (Sim = 2 pontos)
  • Você evita energicamente situações e pessoas que lhe colocam em risco? (Sim = 1 ponto)
  • Você respeita seu tempo e seu espaço para descansar, refletir e se cuidar? (Sim = 1 ponto)
  • Você busca ajuda quando não dá conta de alguma situação? (Sim = 1 ponto)
  • Você aceita aquilo que não depende de você mudar e luta pelo que está ao seu alcance? (Sim = 1 ponto)

O amor próprio completo e saudável soma 10 pontos no questionário acima. Quanto menor sua pontuação, mais prejudicada está sua capacidade de se amar e mais difícil será estabelecer boas relações afetivas com as pessoas. Isso afeta seu bem estar como um todo.

Se você não agir amorosamente para consigo mesmo, ninguém fará isso por você.

E aí está a dificuldade de satisfazer-se nos relacionamentos, sejam familiares, de amizade, trabalho ou românticos.

É inapropriado dizer quais opiniões devem ser respeitadas, quais limites devem ser protegidos, quais cuidados são necessários, pois cada pessoa é uma e tudo isso é resultado de uma experiência individual, única, consigo mesmo. É ilusão esperar que outra pessoa seja capaz de fazer isso pela gente.

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Nós aceitamos o amor que achamos que merecemos. A não ser que tenhamos uma experiência amorosa conosco, bem sucedida, bem ajustada, dificilmente saberemos selecionar e cultivar o amor dos outros que nos satisfaça.

A psicoterapia está apta a lhe ajudar a mudar seu resultado ou utilizá-lo da forma mais proveitosa possível. Experimente!

Uma ótima semana!

 


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O genioso, o agitado e o sincero – por que são assim e não mudam?

“Ele(a) tem gênio forte!”
“Eu não gosto de ficar parado(a), sou agitado(a)!”
“Sou sincera, não gosto de meias palavras e nem fico de enrolação, mando a verdade na cara mesmo”.

Quem nunca foi atropelado por pessoas entoando, de peito estufado, tais sentenças? Essas geralmente são as pessoas que mandam outras para psicoterapia, a fim de aprender a lidar com elas!

Mas se está causando desconforto, confusão, afastamentos, demissões, rompimentos, por que essas pessoas não mudam?

PRIMEIRO, POR QUE SOMOS COMO SOMOS?

Nossas escolhas, posturas e ações são multi determinadas. Em resumo, nosso comportamento é influenciado por:

Bipedismo

  • Fatores selecionados ao longo da história da espécie – daquela história do “mais adaptado é o que sobrevive”. Dormir, sentir raiva, ciúme, defender-se do perigo, praticar sexo, almejar e buscar sustento, etc.

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  • História de vida – aquilo tudo que vivemos (e não vivemos) ao longo da vida até o presente momento influencia como percebemos, sentimos, pensamos, reagimos ao que acontece.

Cultura

  • Ambiente em que vivemos – isso inclui tanto a cultura, quanto as circunstâncias que nos cercam a cada ação que praticamos – incluindo nosso organismo e outras pessoas, além dos lugares e objetos, regras de conduta vigentes, etc.

Percebem o quão pouco podemos controlar de tudo isso citado acima? Não controlamos a história da espécie e os genes que herdamos. Em partes, controlamos nossas circunstâncias ambientais, a partir de certa parte da vida, conforme adquirimos autonomia. Ainda assim não controlaremos completamente nunca o ambiente, que controla nossa história de vida e nosso presente.

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Ainda, o senso comum construiu toda uma constelação de “conhecimentos universais” que criam obstáculos na discriminação de nossos comportamentos. “Arianos são impulsivos e agressivos”. “Cancerianos são emotivos”. “Quem nasceu dia 15 é paciente e compassivo”. “Quem tem o dedão do pé maior que os outros dedos é uma pessoa de opinião”. Poucos são os conhecimentos populares que nos conduzem na compreensão da interação entre nós e os fatores citados acima.

POR QUE OS GENIOSOS, AGITADOS E SINCEROS NÃO MUDAM?

Cada uma dessas maneiras de ser obtém, em meio aos prejuízos, seus benefícios – e não são poucos ou pequenos.

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Pessoas ditas geniosas – intimidam com a imposição dos seus delicados limites, vencem pelo cansaço, são vistas muitas vezes como confiáveis (de opinião) e conseguem colaboração de pessoas que não toleram mais sua insistência e agressividade. Persistem mirando na certeza de estarem certas, acertam por se manterem um longo tempo firmes enquanto as circunstâncias mudam em torno delas.

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Pessoas ditas agitadas – perturbam todos a sua volta com sua ansiedade, por tentarem adiantar, superar circunstâncias fora de seu controle. Atropelam o andamento das coisas e as pessoas envolvidas, mas em grande parte das vezes são vistas como competentes e motivadas, pois, entre erros e acertos, obtém resultados diferenciados em relação aos outros.

 

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Pessoas ditas sinceras – são muito autocríticas e têm argumentos complexos. Controlam aqueles que sabem que não adianta argumentar com elas. Conseguem colaboração das pessoas que o fazem para se verem livres delas e suas palavras ferinas. Algumas pessoas mais inseguras e frágeis colocam os sincericidas em alta conta por ser culturalmente desejável “falar a verdade”, se tornando “discípulas” dessas pessoas. Mas a verdade dessas pessoas, em grande parte, não passa de conclusões e percepções estritamente pessoais e altamente questionáveis.

Deu pra ter uma ideia da complexidade do comportamento humano, não é?

 

ENTÃO, O QUE FAZER?

Pois não há porque se desesperar! É possível tanto aprender a conviver melhor com pessoas como as citadas acima quanto tais perfis são passíveis de superação dessas características que as encarceram para uma vida mais baseada na conquista positiva de bem estar e felicidade!

  • Não discuta! – o embate verbal deprecia a relação e, como visto acima, nós pensamos como pensamos como resultado de uma interação de muitos fatores.
  • Tenha bem claro quais são os seus limites e desejos – é na sua fragilidade que essas pessoas conquistam aquilo que querem. Voltado para si mesmo, você é capaz de reduzir a pressão exercida pela insistência e agressividade do outro e continuar no SEU caminho.
  • Previna-se – uma breve observação sobre o comportamento de um desses tipos ou uma única experiência diante deles é informação suficiente para que você passe a prevenir encontros e envolvimentos futuros.

A grande dificuldade desses tipos que citei neste artigo, é que eles obtém grandes ganhos frequentes com suas agressões e estão convictos de que só existe uma forma de fazer as coisas. Mas, assim como aprenderam a ser assim, podem aprender a ser diferentes.

A psicoterapia é a melhor opção! Se não podemos mudar os outros, mudamos a nós mesmos. É fundamental que se queria mudar, melhorar. Comece por si mesmo.

Uma frase que adoro:

“Comece de onde você está, com o que você tem, um passo de cada vez”.

Forte abraço*

 

 


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Como combater o cansaço e a falta de ânimo

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Será que é você o principal responsável pela falta de ânimo e cansaço que batem quase todos os dias da semana? O jeito de acordar, as pessoas com quem convive e tipo de comida que você come podem ser vilões do seu bem estar!

Veja a lista de condições que contribuem para o cansaço e a falta de ânimo:

1. Você não está acordando cedo o suficiente
2. Você pode estar cercado por pessoas tóxicas
3. Você pode estar com deficiência de magnésio
4. Você odeia o seu trabalho
5. Você não está se exercitando
6. Você não está tomando sol o suficiente
7. Você é um “poço” de estresse
8. Você possui alguma desordem de auto-imunidade
9. Seu quarto é um caso de calamidade pública!
10. Você come muita comida processada (industrializada)

Leia o artigo completo no site Tudo Interessante.

E não se esqueça que se está tentando lutar contra o cansaço, o stress e a falta de motivação e não está obtendo êxito sozinho, é hora de buscar ajuda de um psicólogo.

Forte abraço*


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TERAPIA DE CASAL – 8 condições básicas para um relacionamento feliz

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Viver a dois não é fácil, pois nem conviver consigo mesmo as vezes o é! Quando juntamos a subjetividade de um e de outro, nossas experiências passadas e jeitos diferentes de ver a vida, então… os conflitos aparecem! De outro lado, estar junto e ter um projeto de vida, ter apoio e companhia, a maneira como o outro nos faz sentir especial, aquilo tudo que construímos juntos mais do que justificam tentar seguir adiante!

A seguir, listo 8 condições básicas para um relacionamento dar certo. Acompanhe!

1 – Ter interesses em comum

Se um quer ter filhos, um cachorro, ser funcionário público concursado e o outro quer viver estilo nômade pela Europa, temos um problema aí. Abrir mão de um sonho por amor parece lindo, mas se esse sonho reflete toda uma forma de encarar e sentir o mundo, o sacrifício pode tornar-se pesado demais para o casal no futuro. É importante avaliar, não se o relacionamento é importante  bastante, não é isso! Mas ter autoconhecimento para saber os limites e aspirações de cada um na vida.

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2 – Sentir atração sexual pelo outro

Essa história de que você deve se casar com alguém com quem gosta de conversar é verdade, mas deve buscar alguém com quem goste, na mesma medida, de fazer sexo. A prática sexual é fundamental para o ser humano, tem funções específicas e abrangentes para a saúde e do ponto de vista psicológico, mantém o vínculo do casal fortalecido, o humor estável e positivo e combate a depressão.

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3 – Conversar

Não se trata aqui apenas de discutir o filme que assistiram, a crise econômica mundial ou a educação dos filhos, mas o comportamento um do outro e como isso os afetam. Conversar, em um relacionamento, envolve uma série de temas que, talvez, individualmente, até evitemos explorar no nosso ping pong mental. Aquelas coisas que adoraríamos que o outro percebesse devem necessariamente serem ditas – e de forma assertiva.

Conversar também engloba demonstrar interesse real e vívido pela vida do outro. Como? Muitas vezes simplesmente sabendo ouvir!

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4 – Ter companheirismo

Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, porque a vida é feita de altos e baixos e um relacionamento é algo assim tão especial por incluir essa premissa de que estaremos ali, um pelo outro, outro pelo um, haja o que houver.

Não é preciso cair com o outro, sentir o que ele sente, mas dar suporte, estar ao lado. Às vezes, um abraço ou a simples presença são extremamente terapêuticos.

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5 – Demonstrar confiança

A confiança é tanto construída pelo comportamento confiável de ambos, quanto pelo apego seguro de cada um, aquele moldado desde a infância. Ciúme excessivo pode sinalizar um problema a ser tratado individualmente em terapia. Em casos gerais, parte da confiança é acreditar no amor e caráter do outro e parte é ter, no comportamento dele, sinais de respeito e consideração pelos seus sentimentos.

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6 – Tratar com respeito

Sabe aquela máxima “Posso discordar do que diz, mas defenderei até o fim o direito de dizê-lo”? Vale aqui, para dizer e fazer. Aceite, observe, acolha, não tente mudar, não corrija, não satirize, não julgue. Deixe o outro ser o outro e aprecie o outro deixar que você seja você.

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7 – Sentir falta, saudade

Não importa quanto tempo vocês passam juntos. Aquele tempo de qualidade, dedicado um para o outro, deve fazer falta no dia a dia quando a relação é saudável. Afinal, é muito bom passar um tempinho com quem nos dá atenção, respeita quem somos, nos apóia nos momentos bons e ruins, demonstra interesse real pela nossa vida e ainda nos faz sentir especial, né?

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8 – Foco no aqui e agora

Ambos têm uma história anterior ao relacionamento e do aqui e agora, há uma história de relacionamento de vocês também. Remoer o passado não contribui para a construção de novos aspectos sadios da relação. Foco no momento atual é o que você pode mudar.

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Ao ler tudo isso você sentiu que seu relacionamento está deixando a desejar em algum aspecto? Converse! Se está com dificuldades, procure terapia! Enquanto houver desejo de estarem juntos, vale a pena lutar por essa relação!

Um forte abraço*

Estresse – vídeo mostra como estresse pode se transformar em doenças e matar

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Quem nunca sentiu um conjunto desses sintomas?

Quem nunca sentiu um conjunto desses sintomas?

Nosso dia a dia tem sido tão corrido e exaustivo que as pessoas têm se conformado com a irritação iminente, as dores de cabeça e no corpo, a impaciência, dor no estômago e fadiga. Quando tais sintomas sao sinais de estresse, parece que a constatação traz algum alívio e a premissa de ser “psicológico” é reconfortante.

No vídeo abaixo fica clara algumas das consequências graves à frequente exposição ao estresse.

A psicoterapia, através de mudanças propostas no comportamento, pode gerar com o paciente uma série de estratégias de enfrentamento para as causas do estresse. Experimente!

Enquanto isso, nesse link, você encontra sugestões de artigos relacionados ao estresse já publicados aqui no blog: EXERCÍCIOS, BICHOTERAPIA, DICA no combate ao estresse.

Fico, como sempre, à disposição!

Um forte abraço*


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INFORME – Recesso, agendamentos e retorno às atividades

O atendimento psicológico está em recesso tanto na clínica Estrutura (convênios) quanto na Interanálise (particulares) e retorno às atividades no dia 5/01/2015 (segunda-feira).

Agendamentos podem ser feitos nos dias 26, 29 e 30 deste mês e 2 de janeiro, pelos telefones abaixo e/ou e-mail.

Um ótimo finalzinho de ano a todos!

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