Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – avaliação neuropsicológica de crianças e adultos, psicoterapia comportamental individual e terapia de casal


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DICA DA PSICÓLOGA – Como educar seu filho – vídeo

Cada fase do desenvolvimento, uma necessidade. E o papel dos pais/cuidadores é de extrema importância para a formação plena da criança e do adolescente.

No vídeo abaixo, dou dicas gerais sobre como educar os filhos em cada fase da vida, em diferentes idades.

Vale sempre lembrar que as faixas de idade não são arbitrárias e variam de pessoa para pessoa. Há princípios que norteiam nosso entendimento do comportamento humano e qualquer instrução taxativa vai excluir particularidades importantes. Na dúvida, procure um profissional para analisar seu caso especificamente.

Um abraço!

Dica da psicóloga: o direito de errar e ser responsável

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O 12° direito humano básico da lista do professor Vicente Caballo diz: “(Você tem) O direito de cometer erros – e ser responsável por eles”. Um dos maiores atrasos na vida de alguém é não admitir erros, pois eles vão acontecer. E evitar se responsabilizar é fugir do impulso que ofertam em direção ao sucesso, se estiver disposto a supera-los. Repito: melhor do que evitar uma dor é saber lidar com ela.

Como você lida com seus erros?


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Terapia em Jundiaí pelo convênio Bradesco Saúde

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Usuários do convênio médico Bradesco Saúde já podem realizar psicoterapia em Jundiaí com a psicóloga Sílvia Regina Simões. Para agendar sua primeira consulta, ACESSE AQUI ou entre em contato por WhatsApp no telefone (11) 9 9615 8632. Há horários nos três períodos do dia, inclusive aos sábados.

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Para iniciar a psicoterapia pelo convênio Bradesco Saúde, basta ir até um médico e solicitar um encaminhamento para tal e depois agendar sua sessão com psicóloga Sílvia Regina Simões. O consultório fica no Centro de Jundiaí, com fácil acesso.

Caso você não tenha o convênio médico Bradesco, a psicóloga Sílvia Regina Simões faz atendimento particular, individual e para casal e fornece documentação necessária para reembolso em diversos planos. Consulte condições.

SERVIÇO

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O quê: Psicoterapia em Jundiaí pelo convênio Bradesco Saúde
Quem: Psicóloga Sílvia Regina Simões
Como: Basta solicitar a qualquer médico um encaminhamento simples para psicoterapia
Quando: Após ter em mãos o encaminhamento, agende sua sessão
Onde: Rua Anchieta, 204, 16º andar, sala 1602 – Uffizi Business & Medical Center, Jundiaí, SP


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O AMOR QUE MERECEMOS – avalie aqui seu amor próprio

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Você se ama? Não estou perguntando se gosta do que vê no espelho. Não quero saber se você se sente bonito ou orgulhoso de si mesmo. Quero saber se você SE AMA.

Amar-se está ligado a atitude que você tem diante de si mesmo. Responda às perguntas abaixo e some sua pontuação para avaliar seu amor próprio, sendo que a resposta negativa não pontua:

  • Você respeita sua opinião sobre as situações que vive? (Sim = 1 ponto)
  • Você reconhece e protege seus limites? (Sim = 1 ponto)
  • Você busca cuidar de si mesmo em primeiro lugar, das suas necessidades básicas ou não? (Sim = 2 pontos)
  • Você puxa para si a responsabilidade de se agradar? (Sim = 2 pontos)
  • Você evita energicamente situações e pessoas que lhe colocam em risco? (Sim = 1 ponto)
  • Você respeita seu tempo e seu espaço para descansar, refletir e se cuidar? (Sim = 1 ponto)
  • Você busca ajuda quando não dá conta de alguma situação? (Sim = 1 ponto)
  • Você aceita aquilo que não depende de você mudar e luta pelo que está ao seu alcance? (Sim = 1 ponto)

O amor próprio completo e saudável soma 10 pontos no questionário acima. Quanto menor sua pontuação, mais prejudicada está sua capacidade de se amar e mais difícil será estabelecer boas relações afetivas com as pessoas. Isso afeta seu bem estar como um todo.

Se você não agir amorosamente para consigo mesmo, ninguém fará isso por você.

E aí está a dificuldade de satisfazer-se nos relacionamentos, sejam familiares, de amizade, trabalho ou românticos.

É inapropriado dizer quais opiniões devem ser respeitadas, quais limites devem ser protegidos, quais cuidados são necessários, pois cada pessoa é uma e tudo isso é resultado de uma experiência individual, única, consigo mesmo. É ilusão esperar que outra pessoa seja capaz de fazer isso pela gente.

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Nós aceitamos o amor que achamos que merecemos. A não ser que tenhamos uma experiência amorosa conosco, bem sucedida, bem ajustada, dificilmente saberemos selecionar e cultivar o amor dos outros que nos satisfaça.

A psicoterapia está apta a lhe ajudar a mudar seu resultado ou utilizá-lo da forma mais proveitosa possível. Experimente!

Uma ótima semana!

 


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O genioso, o agitado e o sincero – por que são assim e não mudam?

“Ele(a) tem gênio forte!”
“Eu não gosto de ficar parado(a), sou agitado(a)!”
“Sou sincera, não gosto de meias palavras e nem fico de enrolação, mando a verdade na cara mesmo”.

Quem nunca foi atropelado por pessoas entoando, de peito estufado, tais sentenças? Essas geralmente são as pessoas que mandam outras para psicoterapia, a fim de aprender a lidar com elas!

Mas se está causando desconforto, confusão, afastamentos, demissões, rompimentos, por que essas pessoas não mudam?

PRIMEIRO, POR QUE SOMOS COMO SOMOS?

Nossas escolhas, posturas e ações são multi determinadas. Em resumo, nosso comportamento é influenciado por:

Bipedismo

  • Fatores selecionados ao longo da história da espécie – daquela história do “mais adaptado é o que sobrevive”. Dormir, sentir raiva, ciúme, defender-se do perigo, praticar sexo, almejar e buscar sustento, etc.

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  • História de vida – aquilo tudo que vivemos (e não vivemos) ao longo da vida até o presente momento influencia como percebemos, sentimos, pensamos, reagimos ao que acontece.

Cultura

  • Ambiente em que vivemos – isso inclui tanto a cultura, quanto as circunstâncias que nos cercam a cada ação que praticamos – incluindo nosso organismo e outras pessoas, além dos lugares e objetos, regras de conduta vigentes, etc.

Percebem o quão pouco podemos controlar de tudo isso citado acima? Não controlamos a história da espécie e os genes que herdamos. Em partes, controlamos nossas circunstâncias ambientais, a partir de certa parte da vida, conforme adquirimos autonomia. Ainda assim não controlaremos completamente nunca o ambiente, que controla nossa história de vida e nosso presente.

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Ainda, o senso comum construiu toda uma constelação de “conhecimentos universais” que criam obstáculos na discriminação de nossos comportamentos. “Arianos são impulsivos e agressivos”. “Cancerianos são emotivos”. “Quem nasceu dia 15 é paciente e compassivo”. “Quem tem o dedão do pé maior que os outros dedos é uma pessoa de opinião”. Poucos são os conhecimentos populares que nos conduzem na compreensão da interação entre nós e os fatores citados acima.

POR QUE OS GENIOSOS, AGITADOS E SINCEROS NÃO MUDAM?

Cada uma dessas maneiras de ser obtém, em meio aos prejuízos, seus benefícios – e não são poucos ou pequenos.

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Pessoas ditas geniosas – intimidam com a imposição dos seus delicados limites, vencem pelo cansaço, são vistas muitas vezes como confiáveis (de opinião) e conseguem colaboração de pessoas que não toleram mais sua insistência e agressividade. Persistem mirando na certeza de estarem certas, acertam por se manterem um longo tempo firmes enquanto as circunstâncias mudam em torno delas.

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Pessoas ditas agitadas – perturbam todos a sua volta com sua ansiedade, por tentarem adiantar, superar circunstâncias fora de seu controle. Atropelam o andamento das coisas e as pessoas envolvidas, mas em grande parte das vezes são vistas como competentes e motivadas, pois, entre erros e acertos, obtém resultados diferenciados em relação aos outros.

 

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Pessoas ditas sinceras – são muito autocríticas e têm argumentos complexos. Controlam aqueles que sabem que não adianta argumentar com elas. Conseguem colaboração das pessoas que o fazem para se verem livres delas e suas palavras ferinas. Algumas pessoas mais inseguras e frágeis colocam os sincericidas em alta conta por ser culturalmente desejável “falar a verdade”, se tornando “discípulas” dessas pessoas. Mas a verdade dessas pessoas, em grande parte, não passa de conclusões e percepções estritamente pessoais e altamente questionáveis.

Deu pra ter uma ideia da complexidade do comportamento humano, não é?

 

ENTÃO, O QUE FAZER?

Pois não há porque se desesperar! É possível tanto aprender a conviver melhor com pessoas como as citadas acima quanto tais perfis são passíveis de superação dessas características que as encarceram para uma vida mais baseada na conquista positiva de bem estar e felicidade!

  • Não discuta! – o embate verbal deprecia a relação e, como visto acima, nós pensamos como pensamos como resultado de uma interação de muitos fatores.
  • Tenha bem claro quais são os seus limites e desejos – é na sua fragilidade que essas pessoas conquistam aquilo que querem. Voltado para si mesmo, você é capaz de reduzir a pressão exercida pela insistência e agressividade do outro e continuar no SEU caminho.
  • Previna-se – uma breve observação sobre o comportamento de um desses tipos ou uma única experiência diante deles é informação suficiente para que você passe a prevenir encontros e envolvimentos futuros.

A grande dificuldade desses tipos que citei neste artigo, é que eles obtém grandes ganhos frequentes com suas agressões e estão convictos de que só existe uma forma de fazer as coisas. Mas, assim como aprenderam a ser assim, podem aprender a ser diferentes.

A psicoterapia é a melhor opção! Se não podemos mudar os outros, mudamos a nós mesmos. É fundamental que se queria mudar, melhorar. Comece por si mesmo.

Uma frase que adoro:

“Comece de onde você está, com o que você tem, um passo de cada vez”.

Forte abraço*

 

 


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Como combater o cansaço e a falta de ânimo

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Será que é você o principal responsável pela falta de ânimo e cansaço que batem quase todos os dias da semana? O jeito de acordar, as pessoas com quem convive e tipo de comida que você come podem ser vilões do seu bem estar!

Veja a lista de condições que contribuem para o cansaço e a falta de ânimo:

1. Você não está acordando cedo o suficiente
2. Você pode estar cercado por pessoas tóxicas
3. Você pode estar com deficiência de magnésio
4. Você odeia o seu trabalho
5. Você não está se exercitando
6. Você não está tomando sol o suficiente
7. Você é um “poço” de estresse
8. Você possui alguma desordem de auto-imunidade
9. Seu quarto é um caso de calamidade pública!
10. Você come muita comida processada (industrializada)

Leia o artigo completo no site Tudo Interessante.

E não se esqueça que se está tentando lutar contra o cansaço, o stress e a falta de motivação e não está obtendo êxito sozinho, é hora de buscar ajuda de um psicólogo.

Forte abraço*


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TERAPIA DE CASAL – 8 condições básicas para um relacionamento feliz

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Viver a dois não é fácil, pois nem conviver consigo mesmo as vezes o é! Quando juntamos a subjetividade de um e de outro, nossas experiências passadas e jeitos diferentes de ver a vida, então… os conflitos aparecem! De outro lado, estar junto e ter um projeto de vida, ter apoio e companhia, a maneira como o outro nos faz sentir especial, aquilo tudo que construímos juntos mais do que justificam tentar seguir adiante!

A seguir, listo 8 condições básicas para um relacionamento dar certo. Acompanhe!

1 – Ter interesses em comum

Se um quer ter filhos, um cachorro, ser funcionário público concursado e o outro quer viver estilo nômade pela Europa, temos um problema aí. Abrir mão de um sonho por amor parece lindo, mas se esse sonho reflete toda uma forma de encarar e sentir o mundo, o sacrifício pode tornar-se pesado demais para o casal no futuro. É importante avaliar, não se o relacionamento é importante  bastante, não é isso! Mas ter autoconhecimento para saber os limites e aspirações de cada um na vida.

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2 – Sentir atração sexual pelo outro

Essa história de que você deve se casar com alguém com quem gosta de conversar é verdade, mas deve buscar alguém com quem goste, na mesma medida, de fazer sexo. A prática sexual é fundamental para o ser humano, tem funções específicas e abrangentes para a saúde e do ponto de vista psicológico, mantém o vínculo do casal fortalecido, o humor estável e positivo e combate a depressão.

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3 – Conversar

Não se trata aqui apenas de discutir o filme que assistiram, a crise econômica mundial ou a educação dos filhos, mas o comportamento um do outro e como isso os afetam. Conversar, em um relacionamento, envolve uma série de temas que, talvez, individualmente, até evitemos explorar no nosso ping pong mental. Aquelas coisas que adoraríamos que o outro percebesse devem necessariamente serem ditas – e de forma assertiva.

Conversar também engloba demonstrar interesse real e vívido pela vida do outro. Como? Muitas vezes simplesmente sabendo ouvir!

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4 – Ter companheirismo

Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, porque a vida é feita de altos e baixos e um relacionamento é algo assim tão especial por incluir essa premissa de que estaremos ali, um pelo outro, outro pelo um, haja o que houver.

Não é preciso cair com o outro, sentir o que ele sente, mas dar suporte, estar ao lado. Às vezes, um abraço ou a simples presença são extremamente terapêuticos.

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5 – Demonstrar confiança

A confiança é tanto construída pelo comportamento confiável de ambos, quanto pelo apego seguro de cada um, aquele moldado desde a infância. Ciúme excessivo pode sinalizar um problema a ser tratado individualmente em terapia. Em casos gerais, parte da confiança é acreditar no amor e caráter do outro e parte é ter, no comportamento dele, sinais de respeito e consideração pelos seus sentimentos.

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6 – Tratar com respeito

Sabe aquela máxima “Posso discordar do que diz, mas defenderei até o fim o direito de dizê-lo”? Vale aqui, para dizer e fazer. Aceite, observe, acolha, não tente mudar, não corrija, não satirize, não julgue. Deixe o outro ser o outro e aprecie o outro deixar que você seja você.

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7 – Sentir falta, saudade

Não importa quanto tempo vocês passam juntos. Aquele tempo de qualidade, dedicado um para o outro, deve fazer falta no dia a dia quando a relação é saudável. Afinal, é muito bom passar um tempinho com quem nos dá atenção, respeita quem somos, nos apóia nos momentos bons e ruins, demonstra interesse real pela nossa vida e ainda nos faz sentir especial, né?

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8 – Foco no aqui e agora

Ambos têm uma história anterior ao relacionamento e do aqui e agora, há uma história de relacionamento de vocês também. Remoer o passado não contribui para a construção de novos aspectos sadios da relação. Foco no momento atual é o que você pode mudar.

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Ao ler tudo isso você sentiu que seu relacionamento está deixando a desejar em algum aspecto? Converse! Se está com dificuldades, procure terapia! Enquanto houver desejo de estarem juntos, vale a pena lutar por essa relação!

Um forte abraço*

Estresse – vídeo mostra como estresse pode se transformar em doenças e matar

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Quem nunca sentiu um conjunto desses sintomas?

Quem nunca sentiu um conjunto desses sintomas?

Nosso dia a dia tem sido tão corrido e exaustivo que as pessoas têm se conformado com a irritação iminente, as dores de cabeça e no corpo, a impaciência, dor no estômago e fadiga. Quando tais sintomas sao sinais de estresse, parece que a constatação traz algum alívio e a premissa de ser “psicológico” é reconfortante.

No vídeo abaixo fica clara algumas das consequências graves à frequente exposição ao estresse.

A psicoterapia, através de mudanças propostas no comportamento, pode gerar com o paciente uma série de estratégias de enfrentamento para as causas do estresse. Experimente!

Enquanto isso, nesse link, você encontra sugestões de artigos relacionados ao estresse já publicados aqui no blog: EXERCÍCIOS, BICHOTERAPIA, DICA no combate ao estresse.

Fico, como sempre, à disposição!

Um forte abraço*


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INFORME – Recesso, agendamentos e retorno às atividades

O atendimento psicológico está em recesso tanto na clínica Estrutura (convênios) quanto na Interanálise (particulares) e retorno às atividades no dia 5/01/2015 (segunda-feira).

Agendamentos podem ser feitos nos dias 26, 29 e 30 deste mês e 2 de janeiro, pelos telefones abaixo e/ou e-mail.

Um ótimo finalzinho de ano a todos!

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Ampliação do atendimento em psicoterapia em Jundiaí com a psicóloga Sílvia Regina Simões

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A partir de janeiro de 2015 a psicóloga Sílvia Regina Simões passará a atender em mais horários e dias da semana, tanto na Estrutura – Clínica de Psicologia (psicoterapia individual por meio de convênios), quanto na Interanálise Clínica (psicoterapia individual particular, casais, família, grupos e serviços).

Novos horários serão abertos na agenda em dias úteis, inclusive, entre 18h e 20h, faixa de grande demanda para quem trabalha em horário comercial. Aos sábados, é possível ser atendido em toda a parte da manhã.

A psicóloga faz pacotes especiais de psicoterapia para familiares que desejam fazer terapia em conjunto ou não, aposentados, bem como para estudantes de graduação matriculados sem convênio. Consulte!

Para agendar sua sessão ligue para (11) 99615 8632 ou mande um e-mail para s.silvia.psicologa@gmail.com.


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Evitar a dor e valorizar o que nos cura

É comum que, na dor, sejamos capazes de perceber melhor aquilo que nos dá alívio, suporte e cura nossas feridas. A presença carinhosa de um ente querido, a prática de uma atividade prazerosa, são muitas as possibilidades. No entanto, é possível reconhecer quais são as ações capazes de nos trazer alívio e prazer antes de sermos atingidos pela dor e cultivá-las evita muito sofrimento. O autoconhecimento é a ferramenta chave para tanto e a terapia é o meio pelo qual ela pode ser alcançada com muito sucesso!

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Psicóloga Clínica
Jundiaí – SP


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Saber não ouvir – Diga NÃO à fofoca!

É muito desagradável e por vezes fere profundamente ouvir fofocas, críticas negativas e infundadas a nosso respeito e sobre quem amamos. Não é possível ou desejável ser capaz de controlar o que os outros dizem a nosso respeito, mas para evitar frustrações e todos os sentimentos ruins que tal situação nos causa, podemos sim ouvir apenas aquilo que vale a pena.

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Ok, você pode dizer que já pensou sobre isso, mas que colocar em prática é outra história.

No senso comum, não raro, as pessoas dizem que mudar a postura/comportamento é uma questão de “força de vontade”. Não, não é. É necessário fortalecer-se em diversos aspectos, para que lutar contra dificuldades em outros.

No caso de ouvir apenas o que soma, o que agrega, o que nos inspira e conduz a ser melhores, é preciso que se faça uma avaliação refinada de alguns aspectos. Estar atento ao impacto de nossas ações nos outros e saber quem são as pessoas que estão conosco quando estamos em dificuldades e tem afeto por nós, mutuamente, são os mais importantes deles.

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Uma vez que sabemos a quem (aqueles que amamos e com quem interagimos) e o que (o impacto de nossas ações nos outros), já temos um grande referencial de quem ouvir. Aqueles que não podem ser incluídos nesses critérios, quando dizem algo infundado e/ou desagradável, podem ser ignorados.

Cultivar essas pessoas com quem podemos contar e moldar nossas ações de acordo com o impacto que causam, é fundamental e algo que se faz deliberada e diariamente.

Uma ótima semana a todos, lembrando que o silêncio do outro, somos nós que fazemos!

 

 
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Silvia Regina Simões
Psicóloga Clínica
Jundiaí – SP


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Tristeza e violação de limites – Citação

“Aquela tristeza que parece surgir sem motivos pode ser uma resposta à sucessiva violação de seus limites. Reconheça quais são os seus e cuide para que sejam respeitados!”

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Silvia Regina Simões
Psicóloga Clínica
Jundiaí – SP


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Mudar hábitos degrau por degrau

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Quando um hábito começa a incomodar e as tentativas de exterminá-lo começam a falhar repetidamente, a vontade de lançá-lo pela janela como única solução é enorme.

No entanto, quem já tentou acabar com um comportamento inadequado sabe que não é assim que funciona. Como um bumerangue, o hábito volta ao lançador igual, senão pior!

Em geral, chamamos de hábitos os comportamentos que são difíceis de evitar apenas pela boa vontade ou consciência da inadequação dos mesmos. Alguns são muito importantes para nosso bem estar, nos ajudam a evitar o perigo ou preservar nossa saúde. Outros, no entanto, são nossos carrascos!
Fumar, beber, comer mal, manter-se sedentário, roer unhas, cutucar a pele, responder sem pensar, procrastinar obrigações, são infinitos exemplos a citar.

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Quando fala-se de descer degrau a degrau, o conhecimento usado pela psicologia contido na afirmação está em dividir o plano da mudança de comportamento em pequenas etapas progressivas, “à prova de fracassos”, para chegar lá.

Mas que escada é essa? Como encontrá-la? Como usá-la?

Seja para substituir um comportamento inadequado por outro, seja introduzir um novo hábito, avaliar a função daquela ação na nossa dinâmica de vida e trabalhar sobre o contexto em que ela acontece e sobre as consequências que a mantém são a chave da mudança.

Um hábito não surge espontaneamente e nem acontece “do nada”, de alguma forma ele conduz ao bem estar ou evita o mal estar implícita ou explicitamente.
Cada pessoa vive um hábito de uma forma muito particular, dentro de suas experiências e contexto de vida. E para cada pessoa, uma ação tem um signficado dentro desse cenário.
Uma vez identificados esses elementos, a possibilidade de atuar sobre o próprio comportamento aumenta consideravelmente.

Acredite, mudar de comportamento é possível e existe toda uma ciência, técnicas e profissionais voltados a conhecer seus hábitos, desenhar escadas e usá-las com você!
Até a próxima!

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Psicóloga Clínica
Jundiaí – SP


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Pais que gritam com filhos

Olá a todos! Vamos falar sobre relacionamento entre pais e filhos?

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Quantas vezes nos deparamos com pais e mães que, aos berros, repreendem o comportamento dos filhos? É uma cena bem frequente, né?

Para os pais, muitas vezes ignorados e suplicantes, parece ser a única alternativa. Afinal, depois de alguns berros e ameaças, os pequenos param de fazer o que estavam fazendo.

Mas quais as consequências dessa abordagem a médio e longo para as crianças?
Estamos realmente educando, ou seja, ensinando as crianças a se comportarem ou, numa medida extrema da perda de paciência, apelamos para cessar a irritação que o que ela está fazendo nos causa?
Se berramos exasperados ao nos sentirmos contrariados com alguém, que exemplo estamos dando às crianças sobre como agir na mesma situação?

Estudiosos do comportamento humano defendem que punir a criança com gritos e ameaças não ensina a ela como comportar-se e tampouco extingue aquela prática repreendida do seu repertório. Na presença daquele adulto que pune seu comportamento, ela pode deixar de realizá-lo. Longe dele, “caminho livre” para fazer o que bem entender.

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Além disso, repreender uma criança com um grito ou ameaça inespecíficos e, sem descrever uma forma alternativa de comportar-se áquela punida, pode gerar ansiedade e insegurança no pequeno que não identifica o motivador exato da bronca e não dispõe de alternativas para mudá-lo.

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Nesse texto que compartilho com vocês, o relato de uma mãe que se fez essas perguntas, mudou sua forma de tratar as crianças e vislumbrou um resultado comovente.

PARE DE GRITAR COM SEUS FILHOS – RELATO DE UMA MÃE

Alguma dúvida? Deixe registrada aqui nos comentários que, em breve, retornarei para você!
Até a próxima!

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Psicóloga Clínica
Jundiaí – SP