Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia comportamental – terapia de casal, terapia para adulto e terapia infantil


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TESTE: Você se comporta como pai ou mãe nos seus relacionamentos?

FAMILIA

“Pai e mãe são sagrados”. Partindo desse pressuposto, temos uma infinidade de complicações na vida que poderíamos evitar, caso tivéssemos uma visão mais realista da paternidade e da maternidade praticada por seres humanos, para seres humanos, na nossa sociedade. Quando esses papéis são desempenhados no lugar de outros, dentro de relações amorosas românticas, por exemplo, o estrago é enorme. O mesmo vale para filhos que querem se tornar pais dos pais, chefes com funcionários e amigos que exercem uma função maternal ou paternal entre si.

SAUDADE IDEALIZADA

Há uma tendência, em especial na vida adulta, a romantizar os papéis dos pais deixados há muito para trás. Cumprida a função de ensinar como sentir, como cuidar de si mesmo e do que é certo ou errado, amadurecemos e nos tornamos independentes, aumentando assim nossa responsabilidade sobre o que queremos e o que fazemos. Então, nos lembramos com saudade quando nossa preocupação era brincar e querer coisas, enquanto todo o resto era feito por alguém.

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No entanto, relembrando racionalmente o processo de participação dos nossos pais na nossa vida, a história é diferente. Quando nosso corpo é pouco desenvolvido e nossas funções cognitivas e repertório comportamental são reduzidos, os adultos responsáveis por nós ensinam como devemos fazer as coisas, o que é certo ou errado, nos dão modelos e fazem por nós aquilo que ainda não somos capazes. Num crescimento saudável, conforme adquirimos habilidade biológicas e comportamentais de fazer as coisas, requeremos responsabilidades e questionamos, a partir da comparação com o mundo externo, o que nos passaram como sua verdade.

LIBERDADE PARA SER HUMANO – MUITO ALÉM DE PAI OU MÃE

Quando chegamos à fase adulta, a responsabilidade pesa e gera sentimento de cansaço e solidão. Então, quando isso se torna grande demais e nos deparamos com outro adulto disposto a fazer papel de pai ou mãe, logo lhe entregamos todo nosso carinho – até que estejamos saciados – e sufocados! – de tal atenção e passemos a reivindicar nossa liberdade.

A pessoa que exerce a função maternal e paternal também quer ser livre! É claro, quando são pessoas saudáveis. Costumo dizer que cada ser humano tem capacidade de cuidar bem de apenas UM ser humano, A SI PRÓPRIO! Por isso ser pai ou mãe, de verdade (de crianças e adolescentes) ou não, é tão desgastante fisicamente, profissionalmente, socialmente. Nossa sociedade até se organizou em torno de um modelo em que há o pai, a mãe, padrinhos, avós, tios e tias, etc. Todos ajudando na missão de criar alguém. A independência é fundamental para que os esses seres humanos possam voltar a cuidar plenamente de suas próprias vidas em algum momento, seguir planos individuais. 

Será que você faz papel de pai ou mãe no seu relacionamento, seja ele romântico amoroso, de filho e pais, com seus amigos, seus funcionários? Faça o teste e descubra:

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TESTE – VOCÊ SE COMPORTA COMO PAI OU MÃE NAS SUAS RELAÇÕES?

A. Você avalia a vida do outro e determina o que é bom pra ele. (3 PONTOS)

B. Faz coisas por ele como se ele fosse incapaz de fazer sozinho. (3 PONTOS)

C. Acha que tem que ensinar coisas tais como poupar/administrar dinheiro ou escolher amizades. (3 PONTOS)

D. Toma decisões que afetam o conjunto, sem consultar a parte envolvida. (1 PONTO)

E. Emite opiniões de advertência, para poupar o outro de uma conseqüência desagradável – que está  nas leis, normas éticas ou só na sua avaliação. (2 PONTOS)

F. Diz ao outro como fazer as coisas, tais como organizar o guarda roupa, cuidar do carro, conduzir as coisas no emprego. (2 PONTOS)

G. Coloca como um peso a expectativa de não ser decepcionado pelo outro, em atitudes que influenciam principalmente a vida dele. (2 PONTOS)

H. Pune com sermões e/ou indiferença os comportamentos que estão na esfera individual e que pouco ou nada afetam a relação ou você. (3 PONTOS)

RESULTADOS

Até 3 pontos
Pode ser que a forma como você trata o outro seja reflexo de dificuldades individuais mais genéricas, como perfeccionismo, carência afetiva ou imaturidade.

De 4 a 8 pontos 
Você exerce papel maternal ou paternal sobre a pessoa com quem se relaciona. Procure ajuda para lidar com suas dificuldades em se comportar com maturidade e respeito.

Mais de 9 pontos
Sua relação está doente e vocês precisam de ajuda. A pressão que exerce sobre o outro pode gerar stress e fragilizar sua/seu companheiro ou vínculo numa dificuldade pré existente, como ansiedade ou depressão.

RELAÇÕES ABUSIVAS – leia também aqui

casal-brigandoSe você obteve mais de 4 pontos, há risco de estar vivendo uma relação abusiva com alguém. Entenda, pessoas frágeis que buscam e aceitam que o outro seja maternal ou paternal com elas são vulneráveis a relações abusivas também. Os buracos existentes nas habilidades de viver relacionamentos nelas dão oportunidade às pessoas com tendências emocionalmente predominantes e agressivas a estabelecerem o abuso. Todos sofrem. Relações não devem causar sofrimento em si, mas ser um desafio funcional no desenvolvimento das partes.

Na dúvida, procure o apoio de um psicólogo e CONTE COMIGO!

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Palestra no Nemp do UniAnchieta é sucesso de público

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Os personagens dificeis de lidar na vida real, que convivem conosco no trabalho e na faculdade, foram o tema da palestra gratuita ao público, oferecida pelo Núcleo de Empregabilidade (NEMP) do UniAnchieta Jundiaí, no sábado (24), pela manhã. A psicóloga Sílvia Regina Simões foi a profissional convidada pelo núcleo e sugeriu o tema, muito bem aceito pelos estudantes e comunidade que compareceram em massa ao evento.

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A palestra foi estruturada de forma a dar uma noção sobre o conceito de personalidade do ponto de vista do behaviorismo de B.F. Skinner, teórico da área, bem como caracterizar quem são, como se apresentam e de onde vêm as pessoas que costumam desafiar o bom senso e causar danos no convívio em grupo organizacional e acadêmico. Além disso, a parte “Manual de Sobrevivência” ensinou os presentes a já lidarem com situações críticas a partir dali.

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“São personagens manipuladores, opressores, que tomam nosso tempo e energia, ajudam muito pouco e comprometem a qualidade de nossa produtividade e relações. O trabalho e a faculdade podem representar 1/3 e às vezes até 2/3 do tempo que vivemos num dia e saber lidar melhor com as pessoas faz muita diferença”, afirma a psicóloga Sílvia Regina Simões.

É o terceiro ano consecutivo que a profissional apresenta conteúdo no UniAnchieta, através do Nemp. Nos anos anteriores falou-se sobre a Técnica Pomodoro de administração de tempo e foco nos estudos e Administração de Conflitos.

As inscrições para as vagas limitadas se esgotaram rapidamente e a sala esteve lotada no dia da apresentação. Os próximos temas levados aos alunos e comunidade pelo Nemp são:

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CONTEÚDO DA PALESTRA

Conforme prometido na ocasião, a psicóloga Sílvia Regina Simões disponibiliza o material da oficina no UniAnchieta para os interessados. Basta entrar em contato pelo email s.silvia.psicologa@gmail.com para solicitar os slides. Seguem abaixo, os vídeos e a lista de direitos mencionada na palestra, para uso dos interessados:

VÍDEO ILUSTRATIVO “O CHATO DO CONTRA” – GILMAR MENDES E BARROSO

VÍDEO INSTRUTIVO EMOÇÕES E SENTIMENTOS – PEDRO CALABREZ

VÍDEO ILUSTRATIVO “A FÁBULA DOS PORCOS E ESPINHOS”

LISTA DE DIREITOS HUMANOS BÁSICOS DE VICENTE CABALLO – COMPLETA

1. O direito de manter sua dignidade e respeito – inclusive se outra pessoa sente-se ferida – enquanto não viole os direitos dos outros.
2. O direito de ser tratado com respeito e dignidade.
3. O direito de negar pedidos sem ter que sentir-se culpado ou egoísta.
4. O direito de experimentar e expressar seus próprios sentimentos.
5. O direito de parar e pensar antes de agir.
6. O direito de mudar de opinião.
7. O direito de pedir o que quiser (entendendo que a outra pessoa tem o direito de dizer não).
8. O direito de fazer menos do que é humanamente capaz de fazer.
9. O direito de ser independente.
10. O direito de decidir o que fazer com o próprio corpo, tempo e propriedade.
11. O direito de pedir informação.
12. O direito de cometer erros – e ser responsável por eles.
13. O direito de sentir-se bem consigo mesmo.
14. O direito de ter suas próprias necessidades e que essas sejam tão importantes quanto as dos demais.
15. O direito de pedir (não exigir) aos demais que correspondam às nossas necessidades.
16. O direito de decidir se satisfaremos as necessidades das pessoas.
17. O direito de comportar-se seguindo seus interesses – sempre que não viole os direitos dos demais.
18. O direito de ter opiniões e expressá-las.
19. O direito de decidir se satisfaz as expectativas dos outros.
20. O direito de falar sobre o problema com a pessoa envolvida e esclarecê-lo, em casos em que os direitos não estão totalmente claros.
21. O direito de obter aquilo pelo que se paga.
22. O direito de escolher não se comportar da maneira mais adequada.
23. O direito de ter direitos e defendê-los.
24. O direito de ser ouvido e levado a sério.
25. O direito de estar só quando quiser.
26. O direito de fazer qualquer coisa enquanto não viole os direitos de outras pessoas.

***

QUER LEVAR ESSA OU OUTRA PALESTRA COM A ESPECIALISTA PARA A SUA EMPRESA OU INSTITUIÇÃO GRATUITAMENTE? ENTRE EM CONTATO.

 

Dica da psicóloga: o direito de errar e ser responsável

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O 12° direito humano básico da lista do professor Vicente Caballo diz: “(Você tem) O direito de cometer erros – e ser responsável por eles”. Um dos maiores atrasos na vida de alguém é não admitir erros, pois eles vão acontecer. E evitar se responsabilizar é fugir do impulso que ofertam em direção ao sucesso, se estiver disposto a supera-los. Repito: melhor do que evitar uma dor é saber lidar com ela.

Como você lida com seus erros?


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Psicólogas realizam palestra sobre Administração de Conflitos no Nemp do UniAnchieta Jundiaí

No último sábado, 6 de maio, as psicólogas Sílvia Regina Simões e Raquel Araujo ministraram palestra sobre Administração de Conflitos no Nemp (Núcleo de Empregabilidade) do UniAnchieta (Centro Universitário Padre Anchieta), em Jundiaí, SP. O evento contou com grande público participativo, que promoveu uma grande troca entre profissionais e alunos.

Veja fotos do evento:

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As palestrantes estarão com o mesmo tema no próximo dia 17 de maio na cidade de Lorena, SP, participando da Feira de Engenharia de Produção do curso de mesmo nome na USP (Universidade de São Paulo).

*Caso queira levar esse tema ou outros para sua instituição, escola ou empresa, entre em contato conosco! Telefone (11) 9 9615 3632 ou email: s.silvia.psicologa@gmail.com


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Feliz ano novo! 5 dicas para viver melhor em 2017

FELIZ ANO NOVO!

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O que a virada calendário civil muda na sua vida? Trata-se de uma oportunidade de rever hábitos e resultados em desajuste e recomeçar as coisas em sua vida também.

E como meu papel é ajudar você a ter uma vida mais satisfatória e plena, vou deixar algumas dicas para viver melhor em 2017, do ponto de vista da psicologia:

dicas24-0415 DICAS PARA VIVER MELHOR EM 2017

  1. Experimente diariamente interações sociais de qualidade: esteja em contato o mais direto possível com pessoas que você gosta;
  2. Agradeça pelas pequenas coisas que lhe fazem bem e/ou elogie alguém: pare e pense ao menos 3x/dia (manhã, tarde e noite) nas coisas em sua vida pelas quais você é grato ou busque algo a que elogiar em alguém – são formas de tirar o foco natural do seu cérebro sobre que lhe ameaça ou descontenta para manter-se positivo;
  3. Enfrente e transforme os sentimentos ruins: encare raiva, nervosismo, irritação, decepção, como sinais da necessidade de mudança; identifique a situação vivida que os gerou e tome outra atitude diante dela;
  4. Respire profundamente: Ao fazer isso, você controla a região do seu cérebro que lhe mantém em estado de tensão e preparado para a ação mediante uma ameaça iminente, situação que comumente leva ao estresse.
  5. Durma bem, faça uma pausa, evite alimentos ultraprocessados: não estou falando de uma dieta ou mudança radical. Apenas vá se deitar mais cedo, evite luzes de eletrônicos, tome uma bebida morna; organize-se para fazer uma pausa de hora em hora e tomar um copo de água fresca e evite ficar letárgico durante o dia consumindo gorduras e açúcares em excesso.

E lembre-se:

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É seu direito irrevogável ser respeitado em seus sentimentos, pensamentos e necessidades e ser tratado com dignidade. O mesmo vale para o outro.

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Se você cansar, descanse primeiro e só depois decida por desistir ou não.

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Uma situação é apenas um momento ruim. A vida é um oceano formado por infinitas gotas de situações, sejam elas boas ou ruins. Diante de um oceano inteiro, uma gota não define nada.

Um excelente ano a todos!


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Experiência, reconhecimento, sabedoria e a ‘aposentadoria psicológica’

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Ao contrário da famigerada aposentadoria trabalhista, agir de forma “generosa”, “sacrificar-se”, “cuidar de outro” a vida inteira não garante, lá na frente, uma recompensa na qual podemos descansar ou usufruir. Não há, afinal, uma poupança de ‘bom comportamento” a ser desfrutada lá na frente.

RECONHECIMENTO QUE CONSQUISTAMOS POR
COMPORTAMENTOS AO LONGO DO TEMPO

É claro que nos resta um reconhecimento, uma “fama” que é carregada quando vivemos por algum tempo entre as mesmas pessoas. Mas da mesma forma que um artista famoso pode ter imenso reconhecimento do público e não conseguir ter recursos práticos para viver (trabalho e dinheiro), podemos ser uma pessoa ótima que, ainda que haja gratidão de quem beneficiamos, não há uma reserva com a qual contar sem continuar agindo em prol de.

APRENDIZAGEM COMO
EXPERIÊNCIA E SABEDORIA

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Há a aprendizagem, também chamada de experiência e sabedoria, que faz com que partamos de certos conhecimentos previamente adquiridos e nos garantem alguma vantagem em nos comportar no futuro, por meio de coisas que fizemos ao longo da vida.

Nosso agir, pensar, fazer, sentir geram consequências de intensidade similar a que as gerou. Algumas das nossas repostas no ambiente vão gerar consequências e influenciar nossas ações por toda uma vida, como um casamento, por exemplo. A maior parte, será média, curta e restrita.

TRIPÉ DO BEM ESTAR

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Por isso existe uma necessidade imperiosa em cuidar de si mesmo, respeitar os outros nesse processo e ainda viver um dia de cada vez. Não passar a juventude trabalhando tanto que não sobre tempo para amar e estar na presença das pessoas importantes. Não sacrificar-se inteiramente para facilitar a vida do outro, etc. Esse modo de vida gera imensa frustração ali adiante.

Sempre digo aos meus pacientes que é preciso viver de tal forma que contemplemos alguma atividade de trabalho, em que transformamos o mundo e somos transformados em troca; vivenciar boas interações sociais com família e amigos e cuidar do corpo, atendendo às suas necessidades de alimentação, cuidados pessoais, higiene, etc. Isso dá um norte sobre de que forma organizar nossa vida diária.

Esse fim de ano é uma ótima oportunidade para repensar como temos levado nossa vida!

Se precisar de uma ajudinha, fico à disposição!

Um forte abraço*