Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia clínica infantil, adulto e terapeuta de casal


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Como combater o cansaço e a falta de ânimo

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Será que é você o principal responsável pela falta de ânimo e cansaço que batem quase todos os dias da semana? O jeito de acordar, as pessoas com quem convive e tipo de comida que você come podem ser vilões do seu bem estar!

Veja a lista de condições que contribuem para o cansaço e a falta de ânimo:

1. Você não está acordando cedo o suficiente
2. Você pode estar cercado por pessoas tóxicas
3. Você pode estar com deficiência de magnésio
4. Você odeia o seu trabalho
5. Você não está se exercitando
6. Você não está tomando sol o suficiente
7. Você é um “poço” de estresse
8. Você possui alguma desordem de auto-imunidade
9. Seu quarto é um caso de calamidade pública!
10. Você come muita comida processada (industrializada)

Leia o artigo completo no site Tudo Interessante.

E não se esqueça que se está tentando lutar contra o cansaço, o stress e a falta de motivação e não está obtendo êxito sozinho, é hora de buscar ajuda de um psicólogo.

Forte abraço*


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8 mudanças simples no ambiente para uma dieta mais saudável

Quais alimentos estão mais visíveis e acessíveis quando você abre a geladeira? Você tem um baleiro ou um pote de vidro com guloseimas bem coloridas na mesa do escritório? Quando faz suas refeições, dispõe a comida toda sobre a mesa? Pois bem, mudando essas situações simples e outras mais, você poupa energia e cria oportunidades mais satisfatórias para conseguir grandes avanços numa dieta, seja para  reeducação alimentar ou para perda de peso.

Lave e pique antecipadamente legumes, frutas e verduras e deixe nas prateleiras mais altas e na frente de outros alimentos, aumentando a disponibilidade e praticidade de consumir esses alimentos

Preparando seu ambiente para ofertar melhores alimentos e evitar atiçar o apetite, você pode controlar o impulso de alimentar-se com o que está mais acessível ou suprir uma ansiedade momentânea com alimentos – gordurosos ou açucarados. Ter autocontrole é ótimo, não precisar lançar mão dele por prevenir respostas ansiosas e impulsivas, é melhor ainda!

O site BBC lista 8 truques surpreendentes que fazem a diferença no dia a dia de quem está decidido a não dar vez para o impulso de comer alimentos de baixa qualidade ou em excesso.

CONFIRA AQUI –  8 truques surpreendentes para emagrecer sem pensar

Comece a segunda com essas dicas e conquiste mais qualidade de vida!

Forte abraço*


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Rotina – um recurso fundamental e determinante na vida

 

Rotina é o ambiente controlado por você em que se passa a maior parte útil de sua vida, que determina desenvolvimento pessoal e onde suas habilidades de se sentir motivado, desanimado, feliz ou deprimido são cultivadas com base nas consequências de seus hábitos. Afinal, você se torna aquilo que faz frequentemente.

“Detesto rotina!” “Saia da rotina!” “Não deixe cair na rotina” O que será que as pessoas que querem lhe vender algo veem de tão errado na rotina? Bem, levando em consideração que a maior parte das pessoas vive uma rotina que é um subproduto da conciliação de obrigações e necessidade, há aí um grande vazio que o marketing e a publicidade podem tirar proveito e se dispor a preencher.

rotina

Na psicologia, a rotina é encarada como um recurso fundamental e determinante. A alegria de ir jantar em um lugar bacana ou sair com o amigos, estar num parque lindo no final de semana ou realizar a viagem dos sonhos é esporádico. A maior parte de nossas vidas é vivida na rotina entre casa, trabalho, cônjuge, filhos ou pais e irmãos, administrando o dia a dia.

Como é a sua rotina?

– É pensada e organizada para incluir como habituais interações sociais de qualidade?

Dedicar meia hora de foco mútuo em uma conversa sobre seu dia com alguém que convive com você pode ser tão terapêutico quanto tomar antidepressivos toda manhã! Experimente!

– Prima por melhorar com pequenas trocas e ajustes o que é obrigatório e indispensável? 

Uma flor sobre a mesa de trabalho, um chocolate no meio da tarde, um sabonete gostoso na hora do banho ou um arroz recém preparado para o jantar congelado podem fazer MUITA diferença.

– Traz segurança e tranquilidade ou é caótica e exaustiva?

Se planejada e realista, ou seja, se colocar a quantidade e tipos de atividades distribuídas de uma forma não sacrificante de serem realizadas, o sentimento de segurança e satisfação de ser capaz de concluí-la diariamente vão contribuir para enfrentar aquilo que não é rotineiro e por vezes é estressante, sem desabar.

– Tem um tempo reservado a sair da rotina?

Deixe uma folga para fazer atividades variadas, simples e rápidas que rompa o ciclo do tédio também proporcionado pela repetição de eventos.

Sugestões:

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Ainda, a rotina planejada e incluindo os fatores acima citados reduzem ansiedade, angústia, cansaço e consequentemente o estresse.

Se para adultos a rotina tem tamanha importância, imagine para crianças! A rotina para uma criança é o terreno seguro em que ela se desenvolve de forma biopsicossocial. Um exemplo de como seria uma rotina de criança:

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Não devemos sair nunca da rotina? Claro que sim! Mas, para isso, é preciso tê-la em grande consideração cuidado, antes de tudo.

Forte abraço*


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Como encontrar a medida da preocupação e tirar proveito disso

Preocupação é um dos sentimentos mais angustiantes que podemos manifestar. Ele deve ser completamente eliminado de nossas vidas? Não! Sentimentos tidos como negativos podem ser combustível para buscarmos soluções que muitas vezes nos ajudam a crescer como seres humanos.

No entanto, excesso de preocupação gera demasiada ansiedade, nos empurra para maus hábitos e comportamentos compulsivos, perturba o sono, irrita o estômago e tira nossa paz.

Como medir então o limite de uma preocupação?

Veja:

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Avalie sua capacidade de intervir no problema. De um problema de tamanho 10, você tem poder 3 de resolvê-lo? Então se permita preocupar-se num nível 3 de um total de gravidade 10 desse problema. É um exercício para tomar tempo e energia, mas que preserva você de todos os inconvenientes da preocupação excessiva, tornando sua vida mais plena e feliz!

Um forte abraço*

Estresse – vídeo mostra como estresse pode se transformar em doenças e matar

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Quem nunca sentiu um conjunto desses sintomas?

Quem nunca sentiu um conjunto desses sintomas?

Nosso dia a dia tem sido tão corrido e exaustivo que as pessoas têm se conformado com a irritação iminente, as dores de cabeça e no corpo, a impaciência, dor no estômago e fadiga. Quando tais sintomas sao sinais de estresse, parece que a constatação traz algum alívio e a premissa de ser “psicológico” é reconfortante.

No vídeo abaixo fica clara algumas das consequências graves à frequente exposição ao estresse.

A psicoterapia, através de mudanças propostas no comportamento, pode gerar com o paciente uma série de estratégias de enfrentamento para as causas do estresse. Experimente!

Enquanto isso, nesse link, você encontra sugestões de artigos relacionados ao estresse já publicados aqui no blog: EXERCÍCIOS, BICHOTERAPIA, DICA no combate ao estresse.

Fico, como sempre, à disposição!

Um forte abraço*


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Fracasso – atenção em quem colocar a culpa

Li uma frase ontem que dizia “É melhor encontrar 10 defeitos em você antes de encontrar um no outro, pois os seus defeitos você pode consertar, o dos outros, não”. Era de um desses pensadores orientais e carrega uma grande lição, a de que somos capazes de mudar o nosso próprio comportamento, portanto, cada um deve ocupar-se de cuidar do seu.

Daí surgiu-me o seguinte pensamento: “Você começa a fracassar, não quando falha, mas quando passa a culpar os outros por isso”.

culpa fracasso psicologia jundiaí silvia regina simoes

Quando falhamos, observamos nosso histórico de ações e identificamos o comportamento que pode ser alterado para buscarmos novos resultados, estamos, na realidade, obtendo sucesso. Pois nada mais promissor que ser capaz de autocriticar-se e analisar-se, propor e efetivar uma mudança, para obter novas consequências.

No entanto, quando apontamos como causa de nossas falhas o comportamento do outro, nos colocamos em um falso estado de vítima das circunstâncias e abrimos mão do protagonismo, delegando a tarefa de realizador e agente de mudança da situação aos outros. Quando assumimos uma falha e voltamos o foco para nosso comportamento, já começamos a vencer.

Um ótimo final de semana a todos, com menos culpa e mais novas tentativas!

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foto site círculo silvia regina simoes psicologaSilvia Regina Simões
Psicóloga Clínica
Jundiaí – SP