Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – avaliação neuropsicológica de crianças e adultos, psicoterapia comportamental individual e terapia de casal


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“Ele(a) me irrita!” – Como lidar

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Isso é porque você age de maneira menos habilidosa sob efeito da irritação, no sentido de reduzí-la. Se os ovos estão podres, não tem como o bolo ficar bom!

Quem nunca sentiu raiva, irritação, frustração ao conviver ou se comunicar com outra pessoa? Seja porque o outro não nos entende, não nos deixa falar, critica tudo o que dizemos, nos acusa de fazer ou sentir o que vemos como a pessoa fazendo ou sentindo… São muitas as razões pelas quais podemos nos sentir raivosos ou irritados.

Pois vamos pensar nessa situação da seguinte forma:

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Vai chover. As janelas de casa estão abertas. Se não fechá-las e chover dentro de casa, a responsabilidade sobre o ocorrido é minha ou da chuva?

A CHUVA SÃO AS OUTRAS PESSOAS: Eventos da natureza são incontroláveis. Vamos nos construindo em torno deles de forma a prevenir prejuízos ou tirar proveito máximo de seus fenômenos.

A CASA SOMOS NÓS: Na casa sim podemos atuar. Construí-la de palha ou de tijolos, com janelas amplas para aproveitar a iluminação natural, cuidar do telhado e, principalmente, cabe a nós estarmos atentos aos eventos externos e incontroláveis que podem nos causar prejuízos e tomar as providências para evitá-los.

13912749_1313190772025661_5536711739650854768_nAmarga realidade, não é? “Quer dizer que outra pessoa insuportável me irrita e sou eu quem deve tomar medidas para não me irritar?”
A resposta é: A princípio, sim.
“Mas ela está certa, então?”
Depende. Se certo for fazer a coisa exata que gera tais consequências que desejo, pode ser que sim.
É mais importante estar certo ou resolver o problema?

Mas o que seria FECHAR A JANELA?

– Estar atento aos seus limites,
– Priorizar o amor própio,
– Saber exatamente quais são suas cartas e suas possibilidades naquela jogada. Seria saber dar o real peso que a opinião e posição outro tem sobre você,
– Não esperar CONVENCER o outro daquilo que é importante para SI,
– Não esperar OBTER SUPORTE IRRESTRITO do outro,
– Não depender da APROVAÇÃO do outro para atitudes que VOCÊ deve tomar,
– Não deixar a AUTONOMIA ALHEIA lhe ferir, pois você só pode trabalhar com A SUA PRÓPRIA.

SUGESTÃO DE LEITURAS COMPLEMENTARES SOBRE:
Limites, Amor próprio, Autoconfiança

Viver pequenos momentos de irritação é comum a todas as pessoas do mundo. Ninguém é tão vigilante e adequado que esteja com a janela sempre fechada aos primeiros pingos. Sendo assim, OUÇA antes de falar e mantenha como regra REFLETIR E ANALISAR ANTES DE RESPONDER. Pensar a respeito é a forma mais garantida de conseguir recorrer aos recursos que citei acima. Além disso, há o conteúdo verbal e não verbal da fala. A forma e como isso lhe afeta é um bom referencial sobre a hora de parar de responder e refletir.

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Costumo dizer: “Essa interação não atingiu níveis mínimos de segurança para ser realizada”. Esteja atento a analisar tais níveis para saber quando fechar a janela.

ATENÇÃO! 
Alguns comportamentos alheios são violentos ou doentios e causam um estrago imediato ou a médio e longo prazo em nossas vidas. Nesses casos, é preciso intervir, não só fechando a janela, mas às vezes recorrendo à nossa rede de apoio e até às autoridades que orientarão ou apoiarão a produzir formas mais efetivas de proteção e prevenção de danos.

Um forte abraço*

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Como encontrar a medida da preocupação e tirar proveito disso

Preocupação é um dos sentimentos mais angustiantes que podemos manifestar. Ele deve ser completamente eliminado de nossas vidas? Não! Sentimentos tidos como negativos podem ser combustível para buscarmos soluções que muitas vezes nos ajudam a crescer como seres humanos.

No entanto, excesso de preocupação gera demasiada ansiedade, nos empurra para maus hábitos e comportamentos compulsivos, perturba o sono, irrita o estômago e tira nossa paz.

Como medir então o limite de uma preocupação?

Veja:

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Avalie sua capacidade de intervir no problema. De um problema de tamanho 10, você tem poder 3 de resolvê-lo? Então se permita preocupar-se num nível 3 de um total de gravidade 10 desse problema. É um exercício para tomar tempo e energia, mas que preserva você de todos os inconvenientes da preocupação excessiva, tornando sua vida mais plena e feliz!

Um forte abraço*

Estresse – vídeo mostra como estresse pode se transformar em doenças e matar

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Quem nunca sentiu um conjunto desses sintomas?

Quem nunca sentiu um conjunto desses sintomas?

Nosso dia a dia tem sido tão corrido e exaustivo que as pessoas têm se conformado com a irritação iminente, as dores de cabeça e no corpo, a impaciência, dor no estômago e fadiga. Quando tais sintomas sao sinais de estresse, parece que a constatação traz algum alívio e a premissa de ser “psicológico” é reconfortante.

No vídeo abaixo fica clara algumas das consequências graves à frequente exposição ao estresse.

A psicoterapia, através de mudanças propostas no comportamento, pode gerar com o paciente uma série de estratégias de enfrentamento para as causas do estresse. Experimente!

Enquanto isso, nesse link, você encontra sugestões de artigos relacionados ao estresse já publicados aqui no blog: EXERCÍCIOS, BICHOTERAPIA, DICA no combate ao estresse.

Fico, como sempre, à disposição!

Um forte abraço*


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Como educar os filhos? Tempo de qualidade, fundamental para o desenvolvimento infantil

Um conflito doloroso para os pais nos tempos atuais quando pensam sobre como educar os filhos é: trabalhar para garantir conforto para a família ou estar presente o máximo de tempo possível, para educá-los e criá-los? Como costumo dizer aos meus clientes na terapia clínica, o importante é que haja um tempo, todos os dias, em que pai e mãe (ou cuidador/responsável) dediquem atenção de qualidade para os filhos, fundamental para o desenvolvimento infantil sadio.

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Atenção de qualidade inclui:

– supervisão das tarefas;
– demonstração de interesse real pelas atividades desempenhadas ao longo do dia deles;
– conversar sobre seus sentimentos, medos e anseios;
– colocar limites e frustrá-lo, quando necessário;
– fazer perguntas que o levem a “ensaiar” alternativas aos seus problemas e não dar a solução pronta;
– quando for o caso, orientar claramente;
– tocar afetivamente, ou seja, abraçar, tocar o braço do filho ou sua perna enquanto está sentado ao lado dele, vendo algo, beijá-lo ao menos nos cumprimentos básicos do dia, etc;
– olhar nos olhos enquanto fala;
– escutar ativamente
Entre outros comportamentos similares.

Em quanto tempo por dia é possível fazer tudo isso? Creio que em menos de meia hora, fica difícil. É importante salientar que, enquanto os pais estão dando atenção de qualidade, estão focados na interação com os filhos e não fazendo paralelamente outras atividades, como assistir TV, lavar a louça ou mexer no telefone. Na missão de “como educar os filhos”, é preciso que os pais tenham tanto foco e responsabilidade quanto esperam dos filhos – ou um pouco mais.

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A revista Crescer (Editora Abril), publicou recentemente uma matéria sobre como educar os filhos e a importância da atenção de qualidade neste processo. Nela, o psicólogo Caio Feijó salienta um comportamento comum, mas muito prejudicial, praticado por pais que passam muito tempo fora do convívio dos filhos: “compensar” a ausência financeiramente (com presentes e realizando todas as vontades) e não frustrar os filhos no dia a dia, deixando de impor limites e educá-los para agradá-los. “Esse é um fenômeno muito comum, motivado pelo sentimento de culpa desses pais que tentam nesse tempo dar aos filhos tudo que pedem. As consequências desse comportamento são várias e todas negativas: os filhos se tornam indivíduos dependentes, sem limites, muito mais focados em ter do que em ser e também pouco afetivos”, afirma ele.

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A publicação traz também um teste sobre a questão. Faça-o e saiba como anda sua conduta e qual é a qualidade do tempo que tem dedicado aos seus filhos AQUI

Ficou alguma dúvida sobre o assunto? Utilize a seção PSICOLOGIA ONLINE e deixe sua questão que responderei tão logo seja possível. 

Um forte abraço*

foto site círculo silvia regina simoes psicologaSilvia Regina Simões
Psicóloga Clínica
Jundiaí – SP


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Como identificar a depressão

A OMS (Organização Mundial da Saúde), em parceria com o escritor e ilustrador Matthew Johnstone, produziu uma animação que mostra de forma simples e direta o que é a depressão e, o mais importante, como é possível se livrar dela.

Depressão

Há vários subtipos de depressão e os sintomas são uma combinação de sentimentos que vez por outra faz parte do nosso dia a dia o que a torna difícil de ser identificada pela população em geral, apesar de atingir cerca de 350 milhões de pessoas no mundo todo

Assista o vídeo no link: https://queminova.catracalivre.com.br/2014/09/01/animacao-comovente-ajuda-a-compreender-a-depressao/#

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Silvia Regina Simões
Psicóloga Clínica
Jundiaí – SP


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Tristeza e violação de limites – Citação

“Aquela tristeza que parece surgir sem motivos pode ser uma resposta à sucessiva violação de seus limites. Reconheça quais são os seus e cuide para que sejam respeitados!”

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Silvia Regina Simões
Psicóloga Clínica
Jundiaí – SP