Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia comportamental – terapia de casal, terapia para adulto e terapia infantil


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10 hábitos que adoecem seu cérebro

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Quais deles você tem?

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8 mudanças simples no ambiente para uma dieta mais saudável

Quais alimentos estão mais visíveis e acessíveis quando você abre a geladeira? Você tem um baleiro ou um pote de vidro com guloseimas bem coloridas na mesa do escritório? Quando faz suas refeições, dispõe a comida toda sobre a mesa? Pois bem, mudando essas situações simples e outras mais, você poupa energia e cria oportunidades mais satisfatórias para conseguir grandes avanços numa dieta, seja para  reeducação alimentar ou para perda de peso.

Lave e pique antecipadamente legumes, frutas e verduras e deixe nas prateleiras mais altas e na frente de outros alimentos, aumentando a disponibilidade e praticidade de consumir esses alimentos

Preparando seu ambiente para ofertar melhores alimentos e evitar atiçar o apetite, você pode controlar o impulso de alimentar-se com o que está mais acessível ou suprir uma ansiedade momentânea com alimentos – gordurosos ou açucarados. Ter autocontrole é ótimo, não precisar lançar mão dele por prevenir respostas ansiosas e impulsivas, é melhor ainda!

O site BBC lista 8 truques surpreendentes que fazem a diferença no dia a dia de quem está decidido a não dar vez para o impulso de comer alimentos de baixa qualidade ou em excesso.

CONFIRA AQUI –  8 truques surpreendentes para emagrecer sem pensar

Comece a segunda com essas dicas e conquiste mais qualidade de vida!

Forte abraço*


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Psicólogas dão palestra sobre técnica Pomodoro para os estudos

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Anote na agenda: dia 11 de abril, sábado, às 10h da manhã, as psicólogas Sílvia Regina Simões e Raquel Araujo estarão na Biblioteca Municipal de Jundiaí para uma palestra gratuita sobre a técnica Pomodoro de aproveitamento de tempo e foco nos estudos.

De pais de crianças em idade escolar, estudantes, até concurseiros, todos podem tirar proveito dos conceitos de organização de atividades e poupar tempo com algumas mudanças simples na rotina de estudos. O evento é gratuito. Participe!

A palestra será realizada na Biblioteca Municipal de Jundiaí que fica na Av. Dr. Cavalcanti, 396, Centro, Jundiaí, com o apoio da Interanálise Clínica de Psicologia.

 


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Responsabilidade e autoconfiança – Dicas de atividades domésticas para os filhos

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Realizar atividades importantes no dia a dia, que lhe garantam autonomia e sejam passíveis de alterar positivamente o ambiente em que vive é fundamental para desenvolver o conceito e habituar a criança à responsabilidade e ajuda na formação de sua autoconfiança e autonomia. Quanto mais cedo e mais adequadas forem as atividades, melhor seu filho se sairá e melhor será a forma como ele lidará com futuras responsabilidades na vida.

O quadro abaixo dá dicas de atividades que as crianças são capazes de realizar por faixa de idade, de acordo com o esperado de seu desenvolvimento. Veja:

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IMPORTANTE:

1. É necessário sempre dar um modelo para a criança da atividade a ser seguida. Quando solicitar que ela realize algo, explique como se faz, mostre como ela pode fazer e vá corrigindo progressivamente. Não exija perfeição na primeira tentativa e respeite as peculiaridades da criança na realização da tarefa. O que não for prejudicial para ela e para o meio, não deve ser corrigido.

2. Inicialmente, descreva as mudanças positivas que o comportamento novo dela geram, incluindo o impacto da atividade realizada sobre você e a família, para ensinar a criança a compreender como suas ações operam no ambiente. Essa observação é muito importante para, em um segundo momento, a criança ser capaz dela mesma notar o impacto de suas ações, tornar-se autoconfiante e selecionar conscientemente suas ações pelos resultados.

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Aproveite essa oportunidade de envolver seu filho nas atividades do dia a dia para interagir com ele. O futuro da criança agradece!

Forte abraço*


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Rotina – um recurso fundamental e determinante na vida

 

Rotina é o ambiente controlado por você em que se passa a maior parte útil de sua vida, que determina desenvolvimento pessoal e onde suas habilidades de se sentir motivado, desanimado, feliz ou deprimido são cultivadas com base nas consequências de seus hábitos. Afinal, você se torna aquilo que faz frequentemente.

“Detesto rotina!” “Saia da rotina!” “Não deixe cair na rotina” O que será que as pessoas que querem lhe vender algo veem de tão errado na rotina? Bem, levando em consideração que a maior parte das pessoas vive uma rotina que é um subproduto da conciliação de obrigações e necessidade, há aí um grande vazio que o marketing e a publicidade podem tirar proveito e se dispor a preencher.

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Na psicologia, a rotina é encarada como um recurso fundamental e determinante. A alegria de ir jantar em um lugar bacana ou sair com o amigos, estar num parque lindo no final de semana ou realizar a viagem dos sonhos é esporádico. A maior parte de nossas vidas é vivida na rotina entre casa, trabalho, cônjuge, filhos ou pais e irmãos, administrando o dia a dia.

Como é a sua rotina?

– É pensada e organizada para incluir como habituais interações sociais de qualidade?

Dedicar meia hora de foco mútuo em uma conversa sobre seu dia com alguém que convive com você pode ser tão terapêutico quanto tomar antidepressivos toda manhã! Experimente!

– Prima por melhorar com pequenas trocas e ajustes o que é obrigatório e indispensável? 

Uma flor sobre a mesa de trabalho, um chocolate no meio da tarde, um sabonete gostoso na hora do banho ou um arroz recém preparado para o jantar congelado podem fazer MUITA diferença.

– Traz segurança e tranquilidade ou é caótica e exaustiva?

Se planejada e realista, ou seja, se colocar a quantidade e tipos de atividades distribuídas de uma forma não sacrificante de serem realizadas, o sentimento de segurança e satisfação de ser capaz de concluí-la diariamente vão contribuir para enfrentar aquilo que não é rotineiro e por vezes é estressante, sem desabar.

– Tem um tempo reservado a sair da rotina?

Deixe uma folga para fazer atividades variadas, simples e rápidas que rompa o ciclo do tédio também proporcionado pela repetição de eventos.

Sugestões:

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Ainda, a rotina planejada e incluindo os fatores acima citados reduzem ansiedade, angústia, cansaço e consequentemente o estresse.

Se para adultos a rotina tem tamanha importância, imagine para crianças! A rotina para uma criança é o terreno seguro em que ela se desenvolve de forma biopsicossocial. Um exemplo de como seria uma rotina de criança:

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Não devemos sair nunca da rotina? Claro que sim! Mas, para isso, é preciso tê-la em grande consideração cuidado, antes de tudo.

Forte abraço*


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Saber não ouvir – Diga NÃO à fofoca!

É muito desagradável e por vezes fere profundamente ouvir fofocas, críticas negativas e infundadas a nosso respeito e sobre quem amamos. Não é possível ou desejável ser capaz de controlar o que os outros dizem a nosso respeito, mas para evitar frustrações e todos os sentimentos ruins que tal situação nos causa, podemos sim ouvir apenas aquilo que vale a pena.

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Ok, você pode dizer que já pensou sobre isso, mas que colocar em prática é outra história.

No senso comum, não raro, as pessoas dizem que mudar a postura/comportamento é uma questão de “força de vontade”. Não, não é. É necessário fortalecer-se em diversos aspectos, para que lutar contra dificuldades em outros.

No caso de ouvir apenas o que soma, o que agrega, o que nos inspira e conduz a ser melhores, é preciso que se faça uma avaliação refinada de alguns aspectos. Estar atento ao impacto de nossas ações nos outros e saber quem são as pessoas que estão conosco quando estamos em dificuldades e tem afeto por nós, mutuamente, são os mais importantes deles.

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Uma vez que sabemos a quem (aqueles que amamos e com quem interagimos) e o que (o impacto de nossas ações nos outros), já temos um grande referencial de quem ouvir. Aqueles que não podem ser incluídos nesses critérios, quando dizem algo infundado e/ou desagradável, podem ser ignorados.

Cultivar essas pessoas com quem podemos contar e moldar nossas ações de acordo com o impacto que causam, é fundamental e algo que se faz deliberada e diariamente.

Uma ótima semana a todos, lembrando que o silêncio do outro, somos nós que fazemos!

 

 
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Silvia Regina Simões
Psicóloga Clínica
Jundiaí – SP


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Mudar hábitos degrau por degrau

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Quando um hábito começa a incomodar e as tentativas de exterminá-lo começam a falhar repetidamente, a vontade de lançá-lo pela janela como única solução é enorme.

No entanto, quem já tentou acabar com um comportamento inadequado sabe que não é assim que funciona. Como um bumerangue, o hábito volta ao lançador igual, senão pior!

Em geral, chamamos de hábitos os comportamentos que são difíceis de evitar apenas pela boa vontade ou consciência da inadequação dos mesmos. Alguns são muito importantes para nosso bem estar, nos ajudam a evitar o perigo ou preservar nossa saúde. Outros, no entanto, são nossos carrascos!
Fumar, beber, comer mal, manter-se sedentário, roer unhas, cutucar a pele, responder sem pensar, procrastinar obrigações, são infinitos exemplos a citar.

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Quando fala-se de descer degrau a degrau, o conhecimento usado pela psicologia contido na afirmação está em dividir o plano da mudança de comportamento em pequenas etapas progressivas, “à prova de fracassos”, para chegar lá.

Mas que escada é essa? Como encontrá-la? Como usá-la?

Seja para substituir um comportamento inadequado por outro, seja introduzir um novo hábito, avaliar a função daquela ação na nossa dinâmica de vida e trabalhar sobre o contexto em que ela acontece e sobre as consequências que a mantém são a chave da mudança.

Um hábito não surge espontaneamente e nem acontece “do nada”, de alguma forma ele conduz ao bem estar ou evita o mal estar implícita ou explicitamente.
Cada pessoa vive um hábito de uma forma muito particular, dentro de suas experiências e contexto de vida. E para cada pessoa, uma ação tem um signficado dentro desse cenário.
Uma vez identificados esses elementos, a possibilidade de atuar sobre o próprio comportamento aumenta consideravelmente.

Acredite, mudar de comportamento é possível e existe toda uma ciência, técnicas e profissionais voltados a conhecer seus hábitos, desenhar escadas e usá-las com você!
Até a próxima!

foto site círculo silvia regina simoes psicologaSilvia Regina Simões
Psicóloga Clínica
Jundiaí – SP