Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia clínica infantil, adulto e terapeuta de casal


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TERAPIA DE CASAL – “Era só pedir”: a dona de casa, o executor, o estresse e as dificuldades sexuais

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Uma história em gráfico genial resume a relação conturbada entre cônjuges e a psicologia se encarrega de mostrar os desdobramentos disso na vida a dois.

Acompanhe:

No vídeo, fala-se sobre energia mental, o desgaste todo sofrido pela “dona da casa” que fica com a função de delegar funções ao “executor”, que usufrui igualmente dos benefícios da instituição “lar”, sem, contudo, responsabilizar-se por este.

Dona de casa
Geralmente a mulher que assume a responsabilidade por manter o lar funcionando, com todos os adicionais inclusos, como os filhos. Transpondo o conceito para o universo organizacional, é natural que um gerente ou diretor receba melhores salários e tenha muitos assistentes, além de suporte de superiores para cuidar do funcionamento de um setor. A dona de casa é um gerente que também é assistente, que também é diretor, que acumula funções de garantir subsistência diária – a sua, do parceiro, dos filhos.

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Executor
O parceiro que faz o papel de assistente. Só age se muito bem mandado e orientado, gerando a demanda para a dona de casa de identificar a necessidade, pensar em como fazer, delegar, ensinar e verificar a sua execução.

Estresse
Como dito acima, embora desfrutem igualmente dos benefícios de existir um lar, as funções e responsabilidades são muito diferentes e da dona de casa é muito mais pesada. Isso exige mais recursos de que a pessoa que desempenha tal papel tem disponível, gerando estresse.
O estresse da dona de casa se manifesta como:
– Declínio da comunicação positiva
– Clima conflituoso permanente
– Prejuízo da individualidade
– Perda da capacidade de sentir prazer com suas atividades
– Distânciamento afetivo do par

Insatisfação sexual
Quem busca as causas da insatisfação sexual na história de vida, nos esteriótipos culturais, na passagem do tempo, na condição civil, etc, não encontrará nada tão contundente quanto a influência de um modelo de família em que há “dona de casa” e “executor”. Pesquisas revelam que o principal motivo que prejudica libido e leva a traições numa relação estável a dois é o parceiro manifestar papel de executor.

LEIA AQUI – INSATISFAÇÃO NA VIDA DIÁRIA DO CASAL X SEXO

LEIA TAMBÉM ARTIGO CIENTÍFICO SOBRE SATISFAÇÃO CONJUGAL

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É importante lembrar que, para facilitar a leitura e apenas por isso, usei um modelo familiar de casal heterossexual, em que a mulher assume o papel de “dona de casa”, mas, é muito comum os gêneros se inverterem, bem como encontrarmos tal modelo em casais homoafetivos.

Caso um cenário como este esteja estabelecido na sua vida, procure ajuda de um psicoterapeuta!


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Psicóloga Sílvia Regina Simões participa de fórum sobre bullying e suicídio na Câmara Municipal de Jundiaí

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A Justiça, o Poder Executivo Estadual, a Polícia Civil, os Educadores e a Psicologia foram representados por cinco profissionais reunidos em torno da exposição e debate acerca de dois temas de grande comoção social na atualidade: bullying e suicídio entre jovens e o papel dos educadores e da família.

O evento que possibilitou este encontro e discussão foi o ‘Fórum Desafios Contemporâneos entre Jovens, Educadores e Família’, realizado na quinta-feira, 1º de junho, na Câmara Municipal de Jundiaí, por iniciativa do vereador Faouaz Taha.

A psicóloga Sílvia Regina Simões foi a convidada para expor e discutir o papel da ciência psicológica nos dois temas. Como ressaltado por ela, tanto crianças, quanto adolescentes estão vulneráveis ao bullying, já a automutilação e o suicídio e comportamentos de risco como o jogo “baleia azul” acometem, principalmente, a faixa etária entre 12 a 19 anos.

A comunicação positiva, um trabalho não punitivo na educação ofertada pelos pais e educadores, além da monitoria positiva e elaboração e manutenção de limites foram explorados na fala da profissional.

“Aqueles adultos cujos pais e educadores curavam na base do chinelo são os que, hoje, têm dificuldade de adaptação a realidade dos novos tempos. O mundo mudou muito e não nos comunicamos, locomovemos, trabalhamos, enfim, como antes. A cultura não acompanha a velocidade com que a tecnologia como um todo avança e estamos todos perdidos. Uma prática parental estritamente intuitiva e passional, que desconsidera as contribuições da ciência psicológica, perde muito e vemos perdas de vidas diante dessa dificuldade de adaptação”, elucidou. 

Exposições ricas de informações e análises profundas sobre a problemática social envolvida nos temas foram levantadas com a participação valorosa do secretário adjunto de educação Francisco Carbonari, do defensor público Fabio Jacynto Sorge, do policial civil e advogado especialista em cyber bullying Moisés de Oliveira Cassanti e a diretora dos Colégios Vicentinos irmã Luci Rocha.

“Senti-me honrada com o convite e grata pela oportunidade de difundir de que forma a psicologia e análise do comportamento pode contribuir consistentemente para enfrentar problemas graves e profundos da nossa sociedade com tecnologia comportamental”, disse a psicóloga Sílvia sobre sua participação. 

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Se você tem dúvidas sobre bullying, suicídio e automutilação ou mesmo sobre educação de filhos, deixe suas questões na sessão PSICOLOGIA ONLINE deste site e psicóloga Sílvia Regina Simões responderá gratuitamente.

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REPERCUSSÃO NA MÍDIA: Reportagem do Jornal de Jundiaí sobre o evento: AQUI


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5 ensinamentos de mãe que nos tornaram pessoas melhores

Desagradar é educar. Essa máxima parece dura e difícil e pais concordam que é desgastante. Mas os ensinamentos abaixo mostram a importância desse empenho para nossa vida adulta:

1 – Dar valor aos outros
Quando sua mãe lhe corrigiu ao interromper a conversa dela, quando fez você limpar sua própria sujeira, quando não sacrificou uma recompensa própria para lhe fazer um mimo, ela mostrou que tinha tanta importância quanto você. Mães que frequentemente se colocam em segundo plano em relação aos desejos dos filhos ensinam a eles que suas necessidades e vontades valem mais do que as dos demais e os filhos reproduzem isso na vida adulta.

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2 – Fazer as coisas na hora certa
Lavar o copo logo depois de usá-lo, arrumar a cama pela manhã, enxugar o banheiro depois do banho, recolher, dobrar e guardar suas roupas íntimas, limpar a sujeira que fez no chão. Quanto mais próximo do evento é a consequência dele, mais fácil fica de realizá-la. Aprendemos que toda ação possui um efeito e qual é o efeito para cada ação. É muito mais irritante lavar uma pia de louça suja do café da manhã depois de um dia longo de trabalho, do que logo depois de se deliciar com a refeição. O evento prazeroso que gerou a louça, ainda reflete sobre nós quando enfrentamos seu efeito desagradável logo em seguida.

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3 – Ter autocrítica
Aqueles apontamentos para o impacto das suas ações sobre os outros foram muito importantes para que você conseguisse ter senso crítico e se habituasse a olhar para si mesmo e se perguntar: Será que devo? Será que isso é bom? O que ganho e perco com isso? Prejudica alguém? Isso evita a necessidade de outras pessoas lhe apontarem falhas ou inadequação ou que você perca boas oportunidades por não saber julgar o impacto que efetiva sobre os outros.

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4 – Cumprir seus deveres
Os deveres são o porto seguro sobre o qual podemos nos manter em tempos de crise ou não. Saber quais são e estar bem adaptado a eles garante economia de recursos e energia para lidar com verdadeiros imprevistos e evita muitos problemas futuros. Se são deveres, ao serem negligenciados, fatalmente trarão problemas.
Se refere basicamente às tarefas do item 2.

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5 – Ter paciência
Paciência é uma habilidade de valor inestimável. A paciência garante que você não atropele variáveis incontroláveis envolvidas no seu dia a dia, inviabilizando as controláveis, tornando seu cotidiano uma sucessão de situações que você não escolheu.
Sua mãe lhe ensinou isso ao dizer que só compraria o brinquedo no seu aniversário, ao fazer você esperar o momento certo do dia para tal atividade, ao fazê-lo aguardar o programa preferido do pai para ver seu desenho, entre outras situações.

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E você? Se identificou com as lições? Já havia refletido sobre a importância de tais comportamentos da sua mãe na infância?

Forte abraço*


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SEUS DIREITOS, SEUS DEVERES -Justiça condena pai por abandono afetivo

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Nesta semana, o site G1 divulgou a decisão da justiça em condenar um pai a pagar indenização ao filho por “abandono afetivo”. Este tipo de negligência parental está sendo cada vez mais denunciada e o Superior Tribunal de Justiça (STJ) tem entendido como crime que pode resultar na condenação ao pagamento de indenizações, como no caso noticiado no portal.

O abandono afetivo é caracterizado pela indiferença afetiva de um genitor em relação a um ou mais filhos. Mesmo que o pai ou a mãe não pratique abandono intelectual e material (previstos expressamente em lei), pode ser constatado o abandono afetivo.

“Apesar desse problema familiar sempre ter existido na sociedade, apenas nos últimos anos o tema começou a ser levado à Justiça, por meio de ações em que as vítimas, no caso os filhos, pedem indenizações pelo dano de abandono afetivo. Algumas decisões do Superior Tribunal de Justiça (STJ) são no sentido de conceder a indenização, considerando que o abandono afetivo constitui descumprimento do dever legal de cuidado, criação, educação e companhia presente, previstos implicitamente na Constituição Federal”, descreve matéria do site do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A reportagem do G1 descreve a fala da juíza que julgou o caso “Ele detalha as muitas vezes que esperou pelo pai e ele não apareceu; a sempre alegada falta de tempo; o fato de o pai achar ruim sua aproximação da família paterna e tantas outras desfeitas, como: nunca ligar no seu aniversário; nunca estarem juntos em datas festivas; nunca ter ido na casa do pai etc.”

LEIA AQUI A DESCRIÇÃO DOS CRIMES DE ABANDONO NO CNJ.

LEIA AQUI A REPORTAGEM DO G1 SOBRE A CONDENAÇÃO DO PAI POR ABANDONO AFETIVO

Infelizmente, este tipo de abandono chega a ser comum entre pais separados. Geralmente acontece por conta do genitor. A família, por vezes, se sente intimidada a entrar na justiça. Mas o impacto negativo sobre a saúde das crianças é enorme.

Fique atento e reivindique os direitos de seu filho!

 


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8 sinais de quando buscar terapia de casal

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Essa pergunta paira sobre uma boa fatia de todos os casais que vivem desavenças. Sejam namorados, noivos, companheiros ou casados, sejam héteros ou homossexuais, a conjugalidade, embora vivida e desejada por muitos, não é uma missão fácil. Às vezes, o primeiro pensamento é “será que não combinamos?” ou “será que é o fim?”. Fiquem calmos e consultem um psicólogo terapeuta de casais.

Então, quando procurar ajuda?

Como terapeuta de casal atuante em Jundiaí, listo abaixo 8 pontos para reflexão e como guia de quando buscar ajuda para a relação do casal:

  1. Brigas – ocorrem ao menos semanalmente, impedem um ou ambos de aproveitar momentos bons ao lado do outro;
  2. Desacordo crônico – independentemente do motivo da briga, ratamente conseguem concordar ou entrar em consenso;
  3. Evitação – um ou ambos prefere se privar da presença/companhia do outro em determinadas circunstâncias em que antes a união era desejável ;
  4. Percepções divergentes de uma situação vivida por ambos – as percepções são muito diversas e um sente que o outro “mente” a respeito de fatos;
  5. Distanciamento sexual – frequência diminui, um dos parceiros cede para o outro contra a vontade ou não há atração ou motivação suficiente para iniciar o ato;
  6. Indiferença/Negligência – um ou ambos já não dosam suas atitudes pensando no bem estar do outro;
  7. Decisões independentes e/ou conflituosas com amigos e filhos – ambos não concordam e deixam claro isso para os outros, trazendo danos para os filhos e confusão entre os amigos;
  8. Reclamações e generalizações de defeitos – um ou ambos reclamam de grande parte do que o outro faz ou passa a usar “você nunca”, “você sempre”, seguido de alguma atitude que resulta em prejuízo.

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Esses são alguns dos sinais mais frequentes apresentados por casais que necessitam de terapia. Muitos outros podem ser listado e variam de casal para casal.

A combinação de dois ou mais entre esses combinados acendem a luz amarela para a relação. Nesse momento, busque ajuda psicológica específica.

Um abraço*


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31 atividades para se divertir sem gastar dinheiro

Estar em um período de economia ou falta de dinheiro não são motivos para ficar trancado em casa, dormindo ou vendo TV o dia todo, NÃO! Quanto maior a variabilidade de atividades que tragam contentamento, melhor. Se forem experiências relevantes, que trazem bem estar e não picos de excitação, aí o ganho é ainda maior! E, acredite, muitas vezes o dinheiro não compra esse tipo de experiência!

LEIA AQUI: Dinheiro x Felicidade

O site The Secret postou uma lista com 31 coisas que podem ser feitas sem gastar dinheiro. Reproduzo a lista adaptada aqui, com comentários meus também, como sugestão para você preencher seus dias, especialmente os finais de semana, de experiências relevantes que vão aliviar seu estresse e dar uma boa base de auto contentamento para enfrentar o dia a dia.

Vamos lá!

31 atividades para se divertir sem gastar dinheiro

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1. Plantar algumas flores em seu jardim
A atividade requer pesquisa, envolve seus sentidos, vai exigir dedicação por um longo tempo e o resultado de cultivar utra vida e embelezar o ambiente em que você vive é extremamente recompensador.

2. Usar vídeos do YouTube para karaokê
Quem canta seus males espanta! Cantar envolve amplamente seu cérebro, é uma atividade artística muito relevante para causar bem estar, seja sozinho ou acompanhado.

3. Fazer uma maratona de filmes com amigos íntimos
Ou séries. Pode ser presencial ou à distância. Estar em uma atividade comum com os amigos dá a você a oportunidade de se distrair, se divertir e debater ao mesmo tempo.

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4. Reorganizar seus móveis
Tire o foco das problemáticas usuais e busque novos formatos de quartos, salas, cozinhas! Crie novos espaços, experimente novas iluminações e deixe sua casa respirar de um jeito novo!

5. Tirar uma foto todos os dias durante um ano
O resultado final vai te surpreender e inspirar muita gente!

6. Tirar uma soneca na rede ou no tapete perto de uma entrada de sol
Não, isso não foi feito apenas para gatos e crianças! Você vai se sentir revigorado quando acordar.

7. Visitar um museu num dia livre
Considere verificar museus que normalmente nunca visitaria.

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8. Lavar seu carro em casa
Com balde, esponja, short jeans – o time completo.

9. Doar cabelo para pacientes com câncer
Se você estiver pronto para cortar pelo menos 10 dedos, considere doá-lo à crianças com câncer! Não há nada mais recompensador do que saber que ajudou alguém que não poderá retribuir sua boa ação – que fará toda a diferença na vida do outro!

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10. Terminar um livro em uma única sentada
Quando foi a última vez que você fez isso? No quinto ano? Faça isso de novo! Escolha um daqueles livros fininhos, mas interessantes e dê a largada!

11. Se livrar da desordem
Você vai se sentir muito melhor e poderá descobrir alguns tesouros que vai querer começar a usar novamente. Ou vai descobrir que pode ajudar muita gente doando coisas em bom estado que não usará mais.

12. Faça um passeio de bicicleta
É gratuito, é um bom exercício, e é uma ótima maneira de explorar a sua cidade.

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13. Pintar suas unhas
Faça algo bobo e colorido ou adicione alguma arte, se estiver se sentindo criativo.

14. Prepare um pacote de cuidado para os desabrigados
Na próxima vez que você estiver em uma rua e alguém pedir-lhe por comida, você terá algo para lhes dar.

15. Olhar para as estrelas
Você pode encontrar Lyra? Ou Sagitário? Tente encontrá-las em seu próprio país, sem pesquisá-las no Google.

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16. Cozinhar
É tão gratificante! Explore uma nova receita e chame os amigos ou a família para experimentar e comentar sobre suas habilidades depois!

17. Visitar uma praia ou uma cachoeira local
Qualquer coisa – leitura, comer, descansar – é mais divertido se você fizer ao lado de uma praia ou cachoeira. Se você não morar no litoral ou nunca ouviu falar em cachoeiras na região, vá para o melhor parque que conhece.

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18. Praticar ioga
Não sabe como? Pesquise no YouTube por aulas ou sequências gratuitas ou procure um livro que ajude. Vai te ajudar a relaxar com resultados prolongados. Além disso, ajuda a manter o foco no aqui e agora, fundamental para reduzir a ansiedade e ficar em equilíbrio consigo mesmo!

19. Fazer uma corrida ao redor do bairro
Explore uma rua pela qual nunca passou. Examine tudo, desde as cores e paisagem.

20. Fazer um passeio
Seus avós fazem isso sempre? É uma ótima maneira de passar uma tarde de domingo! Vá explorar uma pequena cidade ou bairro que não conhece bem.

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21. Acampar em seu quintal
Com barraca, sacos de dormir, lanterna, a coisa toda.

22. Levar o seu animal de estimação para uma caminhada
E só desta vez, deixe-o farejar tudo que quiser durante o tempo que quiser.

23. Tomar um banho demorado com pétalas de rosa ou sais de banho, com uma boa dose de hidratante depois!
Você vai se sentir como uma Cleópatra, e sua pele vai agradecer.

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24. Fazer um piquenique usando o que já tem na geladeira
Esqueça a viagem ao mercado para comprar vinho e queijo. E se você fizesse um piquenique de cenouras, salada e macarrão? É muito divertido!

25. Fazer uma lista de suas receitas favoritas e enviá-las para amigos ou família
Eu aposto que sua irmã adoraria a receita de biscoitos da avó ou as batatas assadas ​​da mãe.

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26. Rever e organizar fotos antigas
Cada vez que olhar para elas, terá algo diferente ou prazeroso para lembrar.

27. Visitar família ou amigos
Você tem um primo que vive em sua cidade, mas nunca se veem? Convide-o para um jantar social.

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28. Dançar na chuva
Pontos extras se você fizer isso onde seus vizinhos possam vê-lo

29. Criar um novo sabor de sorvete, combinando todos os sabores que tem em seu freezer
E adicione os melhores ingredientes de seu armário: amendoim! fruta seca!

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30. Usar aplicativos de meditação gratuitos
Eles vão fazer você se sentir muito mais calmo e centrado.

31. Faça uma playlist para seus amigos
Sobre o tema “Nossos Tempos de Escola” ou “Músicas Que Você é Demasiado Tímido Para Admitir que Gosta.”
Olhe para quanta diversão você terá! E quase não deixará cair uma moeda de dez centavos! Use o dinheiro que você poupou para investir em algo que fica mais perto de seus objetivos e da vida que deseja.

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Adaptado da tradução da equipe de O Segredo
Fonte: Mind Body Green