Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – avaliação neuropsicológica de crianças e adultos, psicoterapia comportamental individual e terapia de casal


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DICA DA PSICÓLOGA – Como educar seu filho – vídeo

Cada fase do desenvolvimento, uma necessidade. E o papel dos pais/cuidadores é de extrema importância para a formação plena da criança e do adolescente.

No vídeo abaixo, dou dicas gerais sobre como educar os filhos em cada fase da vida, em diferentes idades.

Vale sempre lembrar que as faixas de idade não são arbitrárias e variam de pessoa para pessoa. Há princípios que norteiam nosso entendimento do comportamento humano e qualquer instrução taxativa vai excluir particularidades importantes. Na dúvida, procure um profissional para analisar seu caso especificamente.

Um abraço!


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SEUS DIREITOS, SEUS DEVERES -Justiça condena pai por abandono afetivo

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Nesta semana, o site G1 divulgou a decisão da justiça em condenar um pai a pagar indenização ao filho por “abandono afetivo”. Este tipo de negligência parental está sendo cada vez mais denunciada e o Superior Tribunal de Justiça (STJ) tem entendido como crime que pode resultar na condenação ao pagamento de indenizações, como no caso noticiado no portal.

O abandono afetivo é caracterizado pela indiferença afetiva de um genitor em relação a um ou mais filhos. Mesmo que o pai ou a mãe não pratique abandono intelectual e material (previstos expressamente em lei), pode ser constatado o abandono afetivo.

“Apesar desse problema familiar sempre ter existido na sociedade, apenas nos últimos anos o tema começou a ser levado à Justiça, por meio de ações em que as vítimas, no caso os filhos, pedem indenizações pelo dano de abandono afetivo. Algumas decisões do Superior Tribunal de Justiça (STJ) são no sentido de conceder a indenização, considerando que o abandono afetivo constitui descumprimento do dever legal de cuidado, criação, educação e companhia presente, previstos implicitamente na Constituição Federal”, descreve matéria do site do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A reportagem do G1 descreve a fala da juíza que julgou o caso “Ele detalha as muitas vezes que esperou pelo pai e ele não apareceu; a sempre alegada falta de tempo; o fato de o pai achar ruim sua aproximação da família paterna e tantas outras desfeitas, como: nunca ligar no seu aniversário; nunca estarem juntos em datas festivas; nunca ter ido na casa do pai etc.”

LEIA AQUI A DESCRIÇÃO DOS CRIMES DE ABANDONO NO CNJ.

LEIA AQUI A REPORTAGEM DO G1 SOBRE A CONDENAÇÃO DO PAI POR ABANDONO AFETIVO

Infelizmente, este tipo de abandono chega a ser comum entre pais separados. Geralmente acontece por conta do genitor. A família, por vezes, se sente intimidada a entrar na justiça. Mas o impacto negativo sobre a saúde das crianças é enorme.

Fique atento e reivindique os direitos de seu filho!

 


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Altruísmo supera felicidade e melhora a saúde física

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Uma pesquisa publicada pela revista Superinteressante é o motivo de mais essa publicação sobre a importância do altruísmo para o bem estar pessoal.

Segundo a reportagem, cientistas entrevistaram voluntários e analisaram através de ressonância magnética os efeitos da felicidade, do estresse e do altruísmo sobre o corpo.

Tal como as observações clínicas, demais pesquisas sob a mesma temática e vivência, o experimento confirmou as pessoas mais satisfeitas com a própria vida e felizes eram aquelas que praticavam altruísmo.

É interessante notar que o efeito da felicidade sobre o corpo não impede processos inflamatórios típicos do estresse. No entanto, o altruísmo, ou seja, comportamentos que se agrupam sob esse nome, esses sim mudam o funcionamento do nosso organismo de tal forma que as inflamações sejam evitadas e nosso sistema imunológico se fortaleça.

Confira a matéria na íntegra no link que segue: SUPERINTERESSANTE: ALTRUÍSMO, ESTRESSE E FELICIDADE.

psicologa silvia regina simoes jundiai convênios casal individual adultos e crianças

DICA DA PSICÓLOGA

“Altruísmo é completamente diferente de subserviência, de abandonar a si mesmo e colocar as necessidades do outro na frente das suas. Só um indivíduo capaz de prover bem estar e soluções para si mesmo poderá praticar verdadeiramente o altruísmo. Aqui, vale a máxima de que só podemos oferecer aos outros aquilo que temos”.

Forte abraço*

 


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TERAPIA INFANTIL – 6 sinais de mau comportamento em crianças que não devem ser ignorados

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Seu filho de 4 aninhos entra no banheiro para tomar banho sozinho? Prepara o próprio leite? Liga sozinho para os avós? Seu pequeno de 7 anos nunca te deixa conversar com os outros? Interrompe suas falas a todo momento? Sua garotinha de 8 é agressiva nas brincadeiras ou faz birrinha para conquistar sua atenção ou conseguir alguma vantagem? Ou ainda, seu meninão de 9 acrescenta detalhes fantasiosos em suas histórias ou ao dar uma informação?

ATENÇÃO! 

Esses sinais que os filhos dão, em qualquer idade da infância, não devem ser ignorados, pois podem comprometer a formação de valores, a visão de mundo e sua resistência às regras da vida em sociedade mais tarde.

A revista Pais & Filhos publicou uma lista com os 6 sinais de mau comportamento em crianças que nunca devem ser ignorados. São eles:

1 – Fingir que não lhe ouve

2 – Fazer birrinha

3 – Interromper quando você está falando

4 – Ser agressivo nas brincadeiras

5 – Aumentar a verdade

6 – Ser independente demais

Confira no site da revista a íntegra da matéria, com dicas de como superar os sinais emitidos pelos filhos

6 problemas de comportamento do seu filho que você não deve ignorar

Forte abraço*


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Crianças e seus medos – como os pais podem ajudar?

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São monstros, abandono, morte, violência, para cada período do desenvolvimento da criança, há um medo que limita a atuação dela no ambiente e exige manejo e maior suporte dos pais. Como lidar com eles?

É importante, primeiramente, entender que o medo é uma função importante dos seres vivos. Sentir medo nos impede de enfrentar perigos dos quais poderíamos sair sem vida! Nas crianças, o medo que alterna conforme elas crescem, denota seus avanços na interação com o meio em que vive e sua capacidade de compreender que suas ações geram consequências no ambiente. Parece ótimo, não?

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A revista Crescer publicou um ótimo artigo sobre o assunto. Acessando o link abaixo, você terá acesso a classificação dos medos mais comuns em cada idade e como pode, na condição de cuidador do pequeno, ajudá-lo a superar cada medo com sucesso.

REVISTA EDUCAR PARA CRESCER – COMO LIDAR COM O MEDO DAS CRIANÇAS

 

Se por acaso o medo trouxer prejuízos para a criança ou pais e seu convívio familiar, social ou escolar e ainda, para sua rotina, procure um psicólogo.

Fico à disposição!

Forte abraço*


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Psicólogas dão palestra sobre técnica Pomodoro para os estudos

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Anote na agenda: dia 11 de abril, sábado, às 10h da manhã, as psicólogas Sílvia Regina Simões e Raquel Araujo estarão na Biblioteca Municipal de Jundiaí para uma palestra gratuita sobre a técnica Pomodoro de aproveitamento de tempo e foco nos estudos.

De pais de crianças em idade escolar, estudantes, até concurseiros, todos podem tirar proveito dos conceitos de organização de atividades e poupar tempo com algumas mudanças simples na rotina de estudos. O evento é gratuito. Participe!

A palestra será realizada na Biblioteca Municipal de Jundiaí que fica na Av. Dr. Cavalcanti, 396, Centro, Jundiaí, com o apoio da Interanálise Clínica de Psicologia.

 


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Responsabilidade e autoconfiança – Dicas de atividades domésticas para os filhos

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Realizar atividades importantes no dia a dia, que lhe garantam autonomia e sejam passíveis de alterar positivamente o ambiente em que vive é fundamental para desenvolver o conceito e habituar a criança à responsabilidade e ajuda na formação de sua autoconfiança e autonomia. Quanto mais cedo e mais adequadas forem as atividades, melhor seu filho se sairá e melhor será a forma como ele lidará com futuras responsabilidades na vida.

O quadro abaixo dá dicas de atividades que as crianças são capazes de realizar por faixa de idade, de acordo com o esperado de seu desenvolvimento. Veja:

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IMPORTANTE:

1. É necessário sempre dar um modelo para a criança da atividade a ser seguida. Quando solicitar que ela realize algo, explique como se faz, mostre como ela pode fazer e vá corrigindo progressivamente. Não exija perfeição na primeira tentativa e respeite as peculiaridades da criança na realização da tarefa. O que não for prejudicial para ela e para o meio, não deve ser corrigido.

2. Inicialmente, descreva as mudanças positivas que o comportamento novo dela geram, incluindo o impacto da atividade realizada sobre você e a família, para ensinar a criança a compreender como suas ações operam no ambiente. Essa observação é muito importante para, em um segundo momento, a criança ser capaz dela mesma notar o impacto de suas ações, tornar-se autoconfiante e selecionar conscientemente suas ações pelos resultados.

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Aproveite essa oportunidade de envolver seu filho nas atividades do dia a dia para interagir com ele. O futuro da criança agradece!

Forte abraço*


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Rotina – um recurso fundamental e determinante na vida

 

Rotina é o ambiente controlado por você em que se passa a maior parte útil de sua vida, que determina desenvolvimento pessoal e onde suas habilidades de se sentir motivado, desanimado, feliz ou deprimido são cultivadas com base nas consequências de seus hábitos. Afinal, você se torna aquilo que faz frequentemente.

“Detesto rotina!” “Saia da rotina!” “Não deixe cair na rotina” O que será que as pessoas que querem lhe vender algo veem de tão errado na rotina? Bem, levando em consideração que a maior parte das pessoas vive uma rotina que é um subproduto da conciliação de obrigações e necessidade, há aí um grande vazio que o marketing e a publicidade podem tirar proveito e se dispor a preencher.

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Na psicologia, a rotina é encarada como um recurso fundamental e determinante. A alegria de ir jantar em um lugar bacana ou sair com o amigos, estar num parque lindo no final de semana ou realizar a viagem dos sonhos é esporádico. A maior parte de nossas vidas é vivida na rotina entre casa, trabalho, cônjuge, filhos ou pais e irmãos, administrando o dia a dia.

Como é a sua rotina?

– É pensada e organizada para incluir como habituais interações sociais de qualidade?

Dedicar meia hora de foco mútuo em uma conversa sobre seu dia com alguém que convive com você pode ser tão terapêutico quanto tomar antidepressivos toda manhã! Experimente!

– Prima por melhorar com pequenas trocas e ajustes o que é obrigatório e indispensável? 

Uma flor sobre a mesa de trabalho, um chocolate no meio da tarde, um sabonete gostoso na hora do banho ou um arroz recém preparado para o jantar congelado podem fazer MUITA diferença.

– Traz segurança e tranquilidade ou é caótica e exaustiva?

Se planejada e realista, ou seja, se colocar a quantidade e tipos de atividades distribuídas de uma forma não sacrificante de serem realizadas, o sentimento de segurança e satisfação de ser capaz de concluí-la diariamente vão contribuir para enfrentar aquilo que não é rotineiro e por vezes é estressante, sem desabar.

– Tem um tempo reservado a sair da rotina?

Deixe uma folga para fazer atividades variadas, simples e rápidas que rompa o ciclo do tédio também proporcionado pela repetição de eventos.

Sugestões:

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Ainda, a rotina planejada e incluindo os fatores acima citados reduzem ansiedade, angústia, cansaço e consequentemente o estresse.

Se para adultos a rotina tem tamanha importância, imagine para crianças! A rotina para uma criança é o terreno seguro em que ela se desenvolve de forma biopsicossocial. Um exemplo de como seria uma rotina de criança:

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Não devemos sair nunca da rotina? Claro que sim! Mas, para isso, é preciso tê-la em grande consideração cuidado, antes de tudo.

Forte abraço*


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Psicóloga Sílvia Regina Simões realiza teste de TDAH em Jundiaí e região

hiperativideQuando há suspeita de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) em crianças e adultos, neurologistas e psiquiatras encaminham o paciente para a realização de teste neuropsicológico regulamentado, com um psicólogo, etapa indispensável para formular o diagnóstico definitivo da condição. Desde o início de fevereiro deste ano, a psicóloga Sílvia Regina Simões oferece a aplicação e correção do teste em Jundiaí e região. *Atualmente disponível apenas para maiores de 17 anos*.

O TDAH (ou DDA – Distúrbio de Déficit de Atenção) tem origem orgânica, no córtex cerebral, ou seja, na camada mais externa do cérebro, onde ocorrem o raciocínio, decisões e o julgamento de nossas vivências no mundo. O TDAH é um baixo controle dos impulsos no lobo pré frontal, cujos sinais comportamentais incluem distração, agitação/hiperatividade, impulsividade, esquecimentos e desorganização. Os sintomas do TDAH podem acometer crianças e adultos, têm tratamento, mas não uma cura definitiva.
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Alguns testes online de TDAH podem ajudar a identificar sinais e sintomas que, combinados, acendem uma luz de alerta para procurar o quanto antes ajuda profissional. Confira:

Teste TDAH online para crianças – é necessário fazer um cadastro rápido e gratuito para acessar o teste

Teste de TDAH online para adultos – 24 questões que avaliam sua impulsividade, desatenção e desorganização

Para realizar o teste neuropsicológico para psicodiagnóstico de TDAH com a psicóloga Sílvia Regina Simões, agende uma avaliação pelo telefone (11) 9 9615 8632 ou pelo e-mail s.silvia.psicologa@gmail.com. Lembrando que a realização do teste é parte do diagnóstico que envolve a avaliação médica neurológica ou psiquiátrica também.

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EM TEMPO:

A aplicação de testes psicológicos é uma prerrogativa exclusiva de psicólogos e são muitas as possibilidades psicométricas de avaliar um paciente. Há testes de ansiedade, depressão, estresse, inteligência, atenção, etc. Estes instrumentos, os testes psicológicos, são fundamentais para elaboração de diagnósticos que possibilitam que escolas, convênios médicos e empresas tomem as providências necessárias para contribuir com o tratamento e manutenção da saúde de um paciente.


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Como os pais devem educar seus filhos?

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Não é a raiva, necessidade de protegê-la, culpa ou adoração que devem guiar suas ações em relação à criança, mas um foco na função e impacto de seu comportamento sobre ela. Dúvidas? Pergunte na seção Psicologia Online e terei grande satisfação em responder!

Acesse: PSICOLOGIA ONLINE e deixe sua pergunta

Um ótimo final de semana a todos!

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Psicóloga Clínica
Jundiaí – SP


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Como educar os filhos? Tempo de qualidade, fundamental para o desenvolvimento infantil

Um conflito doloroso para os pais nos tempos atuais quando pensam sobre como educar os filhos é: trabalhar para garantir conforto para a família ou estar presente o máximo de tempo possível, para educá-los e criá-los? Como costumo dizer aos meus clientes na terapia clínica, o importante é que haja um tempo, todos os dias, em que pai e mãe (ou cuidador/responsável) dediquem atenção de qualidade para os filhos, fundamental para o desenvolvimento infantil sadio.

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Atenção de qualidade inclui:

– supervisão das tarefas;
– demonstração de interesse real pelas atividades desempenhadas ao longo do dia deles;
– conversar sobre seus sentimentos, medos e anseios;
– colocar limites e frustrá-lo, quando necessário;
– fazer perguntas que o levem a “ensaiar” alternativas aos seus problemas e não dar a solução pronta;
– quando for o caso, orientar claramente;
– tocar afetivamente, ou seja, abraçar, tocar o braço do filho ou sua perna enquanto está sentado ao lado dele, vendo algo, beijá-lo ao menos nos cumprimentos básicos do dia, etc;
– olhar nos olhos enquanto fala;
– escutar ativamente
Entre outros comportamentos similares.

Em quanto tempo por dia é possível fazer tudo isso? Creio que em menos de meia hora, fica difícil. É importante salientar que, enquanto os pais estão dando atenção de qualidade, estão focados na interação com os filhos e não fazendo paralelamente outras atividades, como assistir TV, lavar a louça ou mexer no telefone. Na missão de “como educar os filhos”, é preciso que os pais tenham tanto foco e responsabilidade quanto esperam dos filhos – ou um pouco mais.

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A revista Crescer (Editora Abril), publicou recentemente uma matéria sobre como educar os filhos e a importância da atenção de qualidade neste processo. Nela, o psicólogo Caio Feijó salienta um comportamento comum, mas muito prejudicial, praticado por pais que passam muito tempo fora do convívio dos filhos: “compensar” a ausência financeiramente (com presentes e realizando todas as vontades) e não frustrar os filhos no dia a dia, deixando de impor limites e educá-los para agradá-los. “Esse é um fenômeno muito comum, motivado pelo sentimento de culpa desses pais que tentam nesse tempo dar aos filhos tudo que pedem. As consequências desse comportamento são várias e todas negativas: os filhos se tornam indivíduos dependentes, sem limites, muito mais focados em ter do que em ser e também pouco afetivos”, afirma ele.

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A publicação traz também um teste sobre a questão. Faça-o e saiba como anda sua conduta e qual é a qualidade do tempo que tem dedicado aos seus filhos AQUI

Ficou alguma dúvida sobre o assunto? Utilize a seção PSICOLOGIA ONLINE e deixe sua questão que responderei tão logo seja possível. 

Um forte abraço*

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Psicóloga Clínica
Jundiaí – SP


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Pais que gritam com filhos

Olá a todos! Vamos falar sobre relacionamento entre pais e filhos?

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Quantas vezes nos deparamos com pais e mães que, aos berros, repreendem o comportamento dos filhos? É uma cena bem frequente, né?

Para os pais, muitas vezes ignorados e suplicantes, parece ser a única alternativa. Afinal, depois de alguns berros e ameaças, os pequenos param de fazer o que estavam fazendo.

Mas quais as consequências dessa abordagem a médio e longo para as crianças?
Estamos realmente educando, ou seja, ensinando as crianças a se comportarem ou, numa medida extrema da perda de paciência, apelamos para cessar a irritação que o que ela está fazendo nos causa?
Se berramos exasperados ao nos sentirmos contrariados com alguém, que exemplo estamos dando às crianças sobre como agir na mesma situação?

Estudiosos do comportamento humano defendem que punir a criança com gritos e ameaças não ensina a ela como comportar-se e tampouco extingue aquela prática repreendida do seu repertório. Na presença daquele adulto que pune seu comportamento, ela pode deixar de realizá-lo. Longe dele, “caminho livre” para fazer o que bem entender.

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Além disso, repreender uma criança com um grito ou ameaça inespecíficos e, sem descrever uma forma alternativa de comportar-se áquela punida, pode gerar ansiedade e insegurança no pequeno que não identifica o motivador exato da bronca e não dispõe de alternativas para mudá-lo.

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Nesse texto que compartilho com vocês, o relato de uma mãe que se fez essas perguntas, mudou sua forma de tratar as crianças e vislumbrou um resultado comovente.

PARE DE GRITAR COM SEUS FILHOS – RELATO DE UMA MÃE

Alguma dúvida? Deixe registrada aqui nos comentários que, em breve, retornarei para você!
Até a próxima!

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Psicóloga Clínica
Jundiaí – SP