Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – avaliação neuropsicológica de crianças e adultos, psicoterapia comportamental individual e terapia de casal


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Indicação de leitura – O impacto da época sobre o conceito de beleza e comportamento

Almoço de domingo, três gerações reunidas em torno da mesa e alguém puxa assunto sobre a polêmica da semana. Está formado o cenário do caos. Cada geração, embora presencie os mesmos fatos, terá uma percepção diferente de certo ou errado ou mesmo de bom tom ou mau gosto. O consenso depende de muita capacidade de administração de conflitos, coisa que, ninguém aprende no seio familiar ou na escola. Mas como e por que isso acontece?

Esse artigo da BBC Brasil traz essas respostas e dá exemplos muito interessantes do processo histórico de validação de traços de beleza e de comportamento.

LEIA AQUI

Como o tempo mudou nossas noções de tristeza, timidez e até beleza

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E deixe seu compartilhe sua opinião aqui com a gente!

 

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“Eu mereço!” – Como essa frase pode arruinar sua vida

Merecimento

Significado de Merecimento

substantivo masculino Qualidade em função da qual se merece prêmio, apreço, estima etc. Valor, mérito, importância.

De acordo com a definição do dicionário, merecimento é a consequência de uma qualidade, um prêmio, uma importância recebida, por conta de uma característica distinguível de alguém. Infelizmente, isso não existe. Para conseguir algo, é necessário se comportar, agir de forma contextual.

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O pensamento mágico de que há uma recompensa maior e acessível após uma série mais ou menos longa de esforços empreendidos é muito comum na nossa sociedade. As próprias religiões mais populares pregam isso. Se você se sacrificar e se esforçar, você ganhará o reino dos céus. Na vida terrena, a história é outra.

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A condição desfavorável do elefante o coloca em desvantagem para realizar a prova, em relação ao macaco, por exemplo. Ele pode ser um elefante genial e ótimo com os outros, isso não o faz superar condições desfavoráveis nessa situação.

É preciso partir do princípio que o ambiente que cerca os seres é, em boa parte, incontrolável e responde-se primordialmente às demandas de sobrevivência. Higiene, alimentação, locomoção, socialização, etc. A não ser que alguém seja um bilionário e, de acordo com o nosso sistema, ninguém que tenha um ambiente desfavorável a isso chega a esse patamar, sua luta pela sobrevivência é grande e diária. Veja, até o ricaço depende de um ambiente incontrolável para ter conforto financeiro – sua condição não é mérito exclusivo seu!

Acreditar em merecimento impede o homem de se comportar e buscar ambientes mais favoráveis aos seus desejos e necessidades. Pensar que sacrifícios emocionais hoje lhe trarão reconhecimento e honra no futuro, é contar com frustração. Ha desânimo e até inveja como subprodutos dessa expectativa fantasiosa de merecimento.

Sacrifícios emocionais lhe deixarão doente, você vai requerer ajuda de terceiros em algum momento e se a admiração e serviço das pessoas por quem tem apreço estiverem empenhados em outra atividade demandada pelo ambiente, não serão seus sacrifícios passados em prol delas que operarão sobre as circunstâncias ou sobre elas para lhe dar a “merecida” atenção.

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Um olhar mais realista seria contar com um direcionamento moral e social de suas ações, para que seu histórico não lhe coloque em uma situação difícil no futuro. Mais realista seria também, observar as condições atuais, suas e do contexto, para medir qual ação é necessária e qual é a possibilidade do ambiente consequência-la conforme almeja. Ações efetivadas ao longo de um tempo alteram a probabilidade do responder favorável ou não da comunidade às suas inventivas. Mas não lhe garantem nada por uma qualidade adquirida, sem necessidade de comportar-se à altura do que deseja, no ambiente apropriado.

O merecimento é um tipo de abrigo no qual os derrotados reivindicam aquilo que não foram capazes de conquistar.

DIREITOS

E aquelas consequências a que temos direito, só por existirmos, na sociedade? Calma! Existir, por si só, é comportar-se! Os direitos são regras a partir das quais podemos viver, sem ter que questionar, argumentar, lutar para chegar a lugares reconhecidamente importantes e básicos. Essas regras economizam necessidade de comportar-se, mas não caem no colo de ninguém sem que se percorra o caminho de acesso a elas.

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Portanto, até mesmo para acessar direitos, é necessário emitir respostas em determinado contexto em que as percebemos como prováveis de serem alcançados.

“Deus ajuda quem cedo madruga”

Há muita sabedoria na frase “Deus ajuda quem cedo madruga”, madrugar é fundamental para alcançar algo, é um comportamento condição para receber ajuda, mesmo de uma entidade considerada onipotente na nossa sociedade!

Dica da psicóloga: o direito de errar e ser responsável

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O 12° direito humano básico da lista do professor Vicente Caballo diz: “(Você tem) O direito de cometer erros – e ser responsável por eles”. Um dos maiores atrasos na vida de alguém é não admitir erros, pois eles vão acontecer. E evitar se responsabilizar é fugir do impulso que ofertam em direção ao sucesso, se estiver disposto a supera-los. Repito: melhor do que evitar uma dor é saber lidar com ela.

Como você lida com seus erros?


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O genioso, o agitado e o sincero – por que são assim e não mudam?

“Ele(a) tem gênio forte!”
“Eu não gosto de ficar parado(a), sou agitado(a)!”
“Sou sincera, não gosto de meias palavras e nem fico de enrolação, mando a verdade na cara mesmo”.

Quem nunca foi atropelado por pessoas entoando, de peito estufado, tais sentenças? Essas geralmente são as pessoas que mandam outras para psicoterapia, a fim de aprender a lidar com elas!

Mas se está causando desconforto, confusão, afastamentos, demissões, rompimentos, por que essas pessoas não mudam?

PRIMEIRO, POR QUE SOMOS COMO SOMOS?

Nossas escolhas, posturas e ações são multi determinadas. Em resumo, nosso comportamento é influenciado por:

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  • Fatores selecionados ao longo da história da espécie – daquela história do “mais adaptado é o que sobrevive”. Dormir, sentir raiva, ciúme, defender-se do perigo, praticar sexo, almejar e buscar sustento, etc.

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  • História de vida – aquilo tudo que vivemos (e não vivemos) ao longo da vida até o presente momento influencia como percebemos, sentimos, pensamos, reagimos ao que acontece.

Cultura

  • Ambiente em que vivemos – isso inclui tanto a cultura, quanto as circunstâncias que nos cercam a cada ação que praticamos – incluindo nosso organismo e outras pessoas, além dos lugares e objetos, regras de conduta vigentes, etc.

Percebem o quão pouco podemos controlar de tudo isso citado acima? Não controlamos a história da espécie e os genes que herdamos. Em partes, controlamos nossas circunstâncias ambientais, a partir de certa parte da vida, conforme adquirimos autonomia. Ainda assim não controlaremos completamente nunca o ambiente, que controla nossa história de vida e nosso presente.

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Ainda, o senso comum construiu toda uma constelação de “conhecimentos universais” que criam obstáculos na discriminação de nossos comportamentos. “Arianos são impulsivos e agressivos”. “Cancerianos são emotivos”. “Quem nasceu dia 15 é paciente e compassivo”. “Quem tem o dedão do pé maior que os outros dedos é uma pessoa de opinião”. Poucos são os conhecimentos populares que nos conduzem na compreensão da interação entre nós e os fatores citados acima.

POR QUE OS GENIOSOS, AGITADOS E SINCEROS NÃO MUDAM?

Cada uma dessas maneiras de ser obtém, em meio aos prejuízos, seus benefícios – e não são poucos ou pequenos.

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Pessoas ditas geniosas – intimidam com a imposição dos seus delicados limites, vencem pelo cansaço, são vistas muitas vezes como confiáveis (de opinião) e conseguem colaboração de pessoas que não toleram mais sua insistência e agressividade. Persistem mirando na certeza de estarem certas, acertam por se manterem um longo tempo firmes enquanto as circunstâncias mudam em torno delas.

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Pessoas ditas agitadas – perturbam todos a sua volta com sua ansiedade, por tentarem adiantar, superar circunstâncias fora de seu controle. Atropelam o andamento das coisas e as pessoas envolvidas, mas em grande parte das vezes são vistas como competentes e motivadas, pois, entre erros e acertos, obtém resultados diferenciados em relação aos outros.

 

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Pessoas ditas sinceras – são muito autocríticas e têm argumentos complexos. Controlam aqueles que sabem que não adianta argumentar com elas. Conseguem colaboração das pessoas que o fazem para se verem livres delas e suas palavras ferinas. Algumas pessoas mais inseguras e frágeis colocam os sincericidas em alta conta por ser culturalmente desejável “falar a verdade”, se tornando “discípulas” dessas pessoas. Mas a verdade dessas pessoas, em grande parte, não passa de conclusões e percepções estritamente pessoais e altamente questionáveis.

Deu pra ter uma ideia da complexidade do comportamento humano, não é?

 

ENTÃO, O QUE FAZER?

Pois não há porque se desesperar! É possível tanto aprender a conviver melhor com pessoas como as citadas acima quanto tais perfis são passíveis de superação dessas características que as encarceram para uma vida mais baseada na conquista positiva de bem estar e felicidade!

  • Não discuta! – o embate verbal deprecia a relação e, como visto acima, nós pensamos como pensamos como resultado de uma interação de muitos fatores.
  • Tenha bem claro quais são os seus limites e desejos – é na sua fragilidade que essas pessoas conquistam aquilo que querem. Voltado para si mesmo, você é capaz de reduzir a pressão exercida pela insistência e agressividade do outro e continuar no SEU caminho.
  • Previna-se – uma breve observação sobre o comportamento de um desses tipos ou uma única experiência diante deles é informação suficiente para que você passe a prevenir encontros e envolvimentos futuros.

A grande dificuldade desses tipos que citei neste artigo, é que eles obtém grandes ganhos frequentes com suas agressões e estão convictos de que só existe uma forma de fazer as coisas. Mas, assim como aprenderam a ser assim, podem aprender a ser diferentes.

A psicoterapia é a melhor opção! Se não podemos mudar os outros, mudamos a nós mesmos. É fundamental que se queria mudar, melhorar. Comece por si mesmo.

Uma frase que adoro:

“Comece de onde você está, com o que você tem, um passo de cada vez”.

Forte abraço*

 

 


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Mães tóxicas – filhos infelizes

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Ser responsável pelo ser humano que o filho se tornou é uma dádiva, mas também uma maldição. O papel materno é, sem dúvida, o mais importante na vida de um ser humano. Por isso, o comportamento de mãe influencia profunda e amplamente a formação dos filhos.

Aqui, trato por mãe a pessoa responsável pelos cuidados, proteção e criação de outro ser humano. Sabemos que podem ser mulheres que geraram biologicamente seu filho, bem como tias, avós, pais, irmãos, etc. Atribuo o papel de mãe àquela pessoa que assumiu o outro ser humano por função e não por esteriótipos culturais.

Relaciono alguns comportamentos comuns das mães de pessoas que apresentam depressão e ansiedade, a partir de meus estudos e, principalmente, experiência clínica:

  • Mães que deixam de viver para cuidar dos filhos: são pessoas que se esquivam de sua individualidade e todas as demandas sociais e individuais da vida para dedicar-se ao outro. Abrem mão de suas necessidades frequentemente e servem os filhos em tudo de que necessitam. Ensinam, assim, aos filhos, que eles são soberanos e absolutos, são mais importantes que as outras pessoas e que não existe uma relação de troca para obter gratificações (sejam primárias: atenção, alimento, higiene, descanso ou secundárias: colaboração nas atividades, dinheiro, companhia, etc). Não os ensinam a esperar, a colocar suas vontades em segundo plano, pelas necessidades de terceiros.
  • Mães que fazem pelos filhos para obter resultados socialmente desejados: Realizam a tarefa escolar, fazem o meio campo com os amiguinhos, preparam a comida dos adolescentes, dão a comida na boca das crianças que já sabem comer sozinhas. O impacto sobre o desenvolvimento da criança é enorme e negativo. Evita que a criança desenvolva sua autoconfiança e adquira responsabilidade. Torna a pessoa insegura e dificulta a percepção dela dos efeitos, dos impactos de suas ações sobre o mundo, pois não costuma fazer nada sozinha. Evita as pequenas frustrações do dia a dia e isso a torna frágil em seus relacionamentos em todos os níveis sociais.
  • Mães que terceirizam a criação dos filhos: A creche limpa e alimenta, os avós brincam e passeiam, os psicólogos ensinam valores e afetividade. Parece ótimo, mas não funciona. A criança perde a referência de quem cuida e protege, quem fornece segurança e modelo de como atuar sobre o mundo. Ao buscar emitir regras e exigir obediência, a mãe falha, pois não é ela a referência, cuidado e proteção da criança, tais responsabilidades ficam fragmentadas e mal definidas. Cria crianças com dificuldades de aprendizagem, de relacionamentos, de conduta.
  • Mães controladoras e excessivamente críticas: São como veneno frequentemente jogados sobre as sementes (filhos), impedindo seu desenvolvimento em todos os níveis. Geram insegurança, baixa autoestima, dificuldades com autoconfiança e responsabilidade. Os filhos podem tanto se tornarem extremamente competitivos, compulsivos, como frustrados ou embotados, com a sensação de fracasso intransponível. Pode haver frequente impulso de desafiar as regras e valores maternos. A dificuldade de sentir prazer na vida cotidiana pode levar os filhos a comportamento de risco.

O papel da pessoa que nos cria é tão importante e decisivo, pois é quem orienta, dá modelo e cria padrões para no nosso futuro agirmos sobre a realidade. Muitas, vezes, é tratando os pais que reduzimos o sofrimento dos filhos (quando crianças) e proporcionamos uma vida de bem estar e plenitude para eles. No caso de adultos, o tratamento é diretamente com o filho.

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Por que essas mães são assim?

Elas não são assim porque são mães. Elas têm uma história de vida, foram criadas por outras pessoas, enfrentaram muitas coisas e principalmente, muitas vezes ninguém lhes ensinou a ser diferente até então. Antes de mães, as pessoas são seres humanos conciliando muitas influências para viver minimamente bem. Esses comportamentos maternos são apenas a ponta do iceberg e geralmente há muita dor e sofrimento passados permeando isso. 

Se você se encaixa em um dos perfis ou vários ou teve como cuidador alguém com tais características, procure ajuda. A psicoterapia pode fazer muito por você.

Dúvidas? Use a sessão PSICOLOGIA ONLINE!

Um forte abraço!


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Altruísmo supera felicidade e melhora a saúde física

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Uma pesquisa publicada pela revista Superinteressante é o motivo de mais essa publicação sobre a importância do altruísmo para o bem estar pessoal.

Segundo a reportagem, cientistas entrevistaram voluntários e analisaram através de ressonância magnética os efeitos da felicidade, do estresse e do altruísmo sobre o corpo.

Tal como as observações clínicas, demais pesquisas sob a mesma temática e vivência, o experimento confirmou as pessoas mais satisfeitas com a própria vida e felizes eram aquelas que praticavam altruísmo.

É interessante notar que o efeito da felicidade sobre o corpo não impede processos inflamatórios típicos do estresse. No entanto, o altruísmo, ou seja, comportamentos que se agrupam sob esse nome, esses sim mudam o funcionamento do nosso organismo de tal forma que as inflamações sejam evitadas e nosso sistema imunológico se fortaleça.

Confira a matéria na íntegra no link que segue: SUPERINTERESSANTE: ALTRUÍSMO, ESTRESSE E FELICIDADE.

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DICA DA PSICÓLOGA

“Altruísmo é completamente diferente de subserviência, de abandonar a si mesmo e colocar as necessidades do outro na frente das suas. Só um indivíduo capaz de prover bem estar e soluções para si mesmo poderá praticar verdadeiramente o altruísmo. Aqui, vale a máxima de que só podemos oferecer aos outros aquilo que temos”.

Forte abraço*

 


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Feliz dia da mulher (que luta)!

Hoje é um dia especial para lembrarmos daquelas que deram suas vidas por igualdade e respeito às mulheres nas fábricas de tecido há mais de um século e meio! Foi o marco inicial de uma luta que está longe de chegar ao fim, mas que constitui vitória em cada migalha de respeito e direitos defendidos e vivenciados por cada mulher do mundo.

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Que estejamos atentas a toda forma de desrespeito, muitas vezes naturalizada como elogio, como sensualidade, como oportunidade, como particularidade.

Acompanhe a evolução da legislação brasileira sobre o direito da mulher. A mudança é lenta, mas real. E ainda há muito o que ser feito:

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Avante na batalha e parabéns a todas as mulheres que enfrentam os desafios do dia a dia com extrema dignidade.

Um forte abraço*


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Vingança – porque não praticá-la

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Humor à parte, o comportamento humano, por mais que à primeira vista possa parecer, não é ação e reação. É muito mais complexo que isso.

Ao usar essa lei para o comportamento das pessoas, incorremos num grave erro que resulta em frustração e muitos problemas. Ao agirmos no ambiente amparados por uma noção errada sobre o nosso comportamento e dos outros, fracassamos e vamos nos tornando ansiosos, pouco confiantes, deprimidos.

A VINGANÇA COMO ATO ISOLADO E FINITO É UM ERRO

A vingança, tema do meme, é um exemplo muito claro disso. Quando somos afetados prejudicialmente por alguém, podemos lidar com a situação de várias formas. A vingança, ou seja, dar o troco, devolver o insulto ou prejuízo, pode gerar um ciclo sem fim de revidações.

Veja, uma ação efetivada por nós tem uma série de consequências. Essas consequências não são o fim da ação, pelo contrário, são começos de novas ações. A consequência também é um estímulo, que culminará em novas respostas.

Em algumas circunstâncias, como na física, pode haver ação e reação e essa reação encerrar-se em si mesma. Mas quando lidamos com comportamento humano, não é assim, ele é multi determinado e ocorre em cadeias.

ENTENDA MELHOR… 

Imagine que uma pessoa A bate no carro de outra B. Se efetivar uma nova reação na mesma medida em que recebeu de A, a pessoa B vai gerar um ciclo sem fim de prejuízos mútuos. Como ser racional que é, no entanto, B pode reivindicar a cobertura de seu prejuízo, dando à A não só a oportunidade de consertar seu erro, mas ensinando a ela que o prejuízo gerado pelas suas ações são responsabilidade dela. Não cabe a B revidar mostrando a outra a gravidade do que fez, causando-lhe o mesmo mal, que em nada vai resolver a situação do prejuízo que sofreu e ainda vai gerar responsabilidade pelo prejuízo novo que causou. A pessoa agredida teve uma reação que não foi na mesma medida, mas não ficou em total prejuízo.

Parece bastante óbvio, não é?

Mas, muitas vezes, quando alguém nos nega algo de que realmente necessitamos, um favor; ou quando alguém deixa de nos cumprimentar ou esbarra conosco no metrô, que seja, costumamos devolver na mesma moeda, sem refletirmos que ao praticar o mal que nos perturba, estamos nos responsabilizando, direta ou indiretamente, pelo estímulo a um novo prejuízo que este é.

EM RESUMO…

…A vingança nunca é plena, gera para você a responsabilidade sobre o prejuízo que você causou ao seu malfeitor, por sua livre escolha e de vítima você passa a autor, como ele!

Um forte abraço*


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TERAPIA INFANTIL – 6 sinais de mau comportamento em crianças que não devem ser ignorados

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Seu filho de 4 aninhos entra no banheiro para tomar banho sozinho? Prepara o próprio leite? Liga sozinho para os avós? Seu pequeno de 7 anos nunca te deixa conversar com os outros? Interrompe suas falas a todo momento? Sua garotinha de 8 é agressiva nas brincadeiras ou faz birrinha para conquistar sua atenção ou conseguir alguma vantagem? Ou ainda, seu meninão de 9 acrescenta detalhes fantasiosos em suas histórias ou ao dar uma informação?

ATENÇÃO! 

Esses sinais que os filhos dão, em qualquer idade da infância, não devem ser ignorados, pois podem comprometer a formação de valores, a visão de mundo e sua resistência às regras da vida em sociedade mais tarde.

A revista Pais & Filhos publicou uma lista com os 6 sinais de mau comportamento em crianças que nunca devem ser ignorados. São eles:

1 – Fingir que não lhe ouve

2 – Fazer birrinha

3 – Interromper quando você está falando

4 – Ser agressivo nas brincadeiras

5 – Aumentar a verdade

6 – Ser independente demais

Confira no site da revista a íntegra da matéria, com dicas de como superar os sinais emitidos pelos filhos

6 problemas de comportamento do seu filho que você não deve ignorar

Forte abraço*


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23 de setembro – Dia de combate ao estresse

Leia o que já foi publicado sobre estresse AQUIdiadocombateaoestress


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Estresse mata – cuide-se já!

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Você sabia que o estresse é um dos quatro principais fatores de risco da causa número 1 de mortes no Brasil, o infarto? Pois se você apresenta ao menos seis sintomas dos listados a seguir, o sinal vermelho já está ligado e é hora de procurar um psicólogo.

01 – tremores ou sensação de fraqueza
02 – tensão ou dor muscular
03 – inquietação
04 – fadiga fácil
05 – falta de ar ou sensação de fôlego curto
06 – palpitações
07 – sudorese, mãos frias e úmidas
08 – boca seca
09 – vertigens e tonturas
10 – náuseas e diarréia
11 – rubor ou calafrios
12 – polaciuria
13 – bolo na garganta
14 – impaciência
15 – resposta exagerada à surpresa
16 – pouca concentração ou memória prejudicada
17 – dificuldade em conciliar e manter o sono
18 – irritabilidade

O tratamento em psicoterapia envolve mudança de comportamento frente às situações que desencadeiam os sintomas do estresse e aquisição de repertório de enfrentamento para tais.

Cuide-se bem! Alimente-se com moderação e consciência, evite os vícios, movimente-se e lide com o estresse com todo o cuidado e atenção que sua saúde merece!

Abraço*


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NOTÍCIA – Pesquisa revela que solidão mata tanto quanto obesidade

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Cultivar amigos é tão importante para a preservação da saúde e da vida quanto fazer exercícios físicos regularmente, ter boa alimentação e não fumar. Foi isso que constatou uma pesquisa feita com mais de três milhões de pessoas, publicada na revista científica Perspectives on Psychlogical Science recentemente. Sentir só, estar em solidão, pode reduzir nossa longevidade em 30% e ser tão prejudicial quanto fumar 15 cigarros ao dia por toda a vida ou encontrar-se obeso. (LEIA A MATÉRIA NO BRASIL POST)

A psicologia dá uma grande ênfase para as interações sociais de qualidade. Através delas, além de espantar a solidão, nossos comportamentos, adquiridos ao longo da experiência de vida que adquirimos, são validados. Bons relacionamentos promovem a autoestima, motivam nossa atuação no mundo, mantém nossos níveis de neurotransmissores do prazer em alta.

Dedique, portanto, deliberadamente, uma boa fatia do seu dia a cultivar bons relacionamentos com as pessoas, da mesma forma que evita gorduras e se empenha em comer frutas e salada, da mesma forma que se exercita, por uma vida plena e feliz!

Forte abraço*


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QUÍMICA DAS EMOÇÕES: Amor, depressão, ansiedade e felicidade em níveis de neurotransmissores

Hoje em dia é comum ouvirmos falar de adrenalina, oxitocina, entre outros hormônios que liberamos em determinadas situações. A adrenalina é geralmente associada à ação, enquanto a oxitocina é associada à troca de carinho.

Esses hormônios que são neurotransmissores, ou seja, compostos químicos que regulam a atividade cerebral no que se refere ao nosso comportamento, têm muito a ver com a nossa interação com o meio em que vivemos.

Veja na imagem abaixo como ficam os níveis desses hormônios no nosso organismo de acordo com a situação emocional que expressamos:

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Vale saber que são os níveis de dopamina, serotonina, oxitocina, noradrenalina e dopamina que os remédios psiquiátricos influenciam. Quando há um desequilíbrio entre nossa interação com o ambiente e os níveis de neurotransmissores correspondentes, manifestamos doenças psiquiátricas passíveis de medicação.

É claro que há outros fatores envolvidos na complexa formação de um quadro psiquiátrico, mas o centro da questão é o equilíbrio desses componentes e o responder funcional dos mesmos às demandas do meio.

Quando na terapia busca-se alterar as ações de um paciente e estas provocam emoções e sensações diferentes, estamos estimulando ou atenuando essas interações dentro do nosso corpo, moduladas pelos nossos atos.

Fascinante, não é?

Um forte abraço*


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Ansiedade e frustração que repassamos aos outros no dia a dia

ansiedade tratar o outro contingencias objetivos Quase infinitas variáveis estão envolvidas na nossa interação com o mundo, em nosso comportamento. A maneira como tratamos o outro é o resultado dessa complexa interação. Algumas vezes, de tão punidos que somos pelo ambiente, fica difícil repassar aceitação e compreensão, porque a frustração e ansiedade nos cegam de tal forma, que nos tornamos insensíveis às demandas do outro, que nada tem a ver com nossa experiência recente com o mundo. E isso só gera mais ansiedade e frustração!

No entanto, é possível e desejável que saibamos reduzir a ansiedade e lidar com a frustração constantemente gerada por nossas interações, para que sejamos capazes de produzir aceitação e bem estar. Isso não resultará em um tratamento indiscriminado de demandas, tal como no caso de estamos frustrados e ansiosos, mas vai melhorar muito nossa capacidade de discriminar situações e agir de acordo com elas. Se há dificuldade nesse sentido, procure ajuda! Forte abraço*


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VÍDEO – Refeições desconectadas em família

Os adultos de hoje ainda relembram com saudade do hábito de sua infância de fazer algumas das principais refeições com a família e trocar informações, pensamentos, cultura familiar, além, é claro, de saborear a comida. O vídeo que trago hoje mostra como uma empresa elaborou uma “arma” para as mães combaterem o hábito dos filhos e até seu próprio de levar celulares e tablets conectados para a mesa de refeições.

Você não precisa de um dispositivo desse para retomar esse antigo hábito hoje em sua família. Estabeleça uma pequena meta por vez, como, por exemplo, jantarem juntos hoje sem aparelhos à mesa. Ou almoçarem juntos no feriado, em casa, com internet off. E esforce-se por aumentar a frequência e tornar o momento prazeroso, demonstrando interesse real pela fala dos membros da família e mantendo o bom humor. Um dia por vez, dando o máximo de si naquela oportunidade.

Esse tempo de qualidade juntos faz toda a diferença nos laços familiares, na proximidade das pessoas em casa e no aproveitamento da refeição. Experimente!

Um forte abraço*