Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia clínica infantil, adulto e terapeuta de casal

No blog MEU CÉREBRO (que eu adoro!) tem mais 5 dicas!

E bons sonhos!


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Vingança – porque não praticá-la

Isaac Newton mem

Humor à parte, o comportamento humano, por mais que à primeira vista possa parecer, não é ação e reação. É muito mais complexo que isso.

Ao usar essa lei para o comportamento das pessoas, incorremos num grave erro que resulta em frustração e muitos problemas. Ao agirmos no ambiente amparados por uma noção errada sobre o nosso comportamento e dos outros, fracassamos e vamos nos tornando ansiosos, pouco confiantes, deprimidos.

A VINGANÇA COMO ATO ISOLADO E FINITO É UM ERRO

A vingança, tema do meme, é um exemplo muito claro disso. Quando somos afetados prejudicialmente por alguém, podemos lidar com a situação de várias formas. A vingança, ou seja, dar o troco, devolver o insulto ou prejuízo, pode gerar um ciclo sem fim de revidações.

Veja, uma ação efetivada por nós tem uma série de consequências. Essas consequências não são o fim da ação, pelo contrário, são começos de novas ações. A consequência também é um estímulo, que culminará em novas respostas.

Em algumas circunstâncias, como na física, pode haver ação e reação e essa reação encerrar-se em si mesma. Mas quando lidamos com comportamento humano, não é assim, ele é multi determinado e ocorre em cadeias.

ENTENDA MELHOR… 

Imagine que uma pessoa A bate no carro de outra B. Se efetivar uma nova reação na mesma medida em que recebeu de A, a pessoa B vai gerar um ciclo sem fim de prejuízos mútuos. Como ser racional que é, no entanto, B pode reivindicar a cobertura de seu prejuízo, dando à A não só a oportunidade de consertar seu erro, mas ensinando a ela que o prejuízo gerado pelas suas ações são responsabilidade dela. Não cabe a B revidar mostrando a outra a gravidade do que fez, causando-lhe o mesmo mal, que em nada vai resolver a situação do prejuízo que sofreu e ainda vai gerar responsabilidade pelo prejuízo novo que causou. A pessoa agredida teve uma reação que não foi na mesma medida, mas não ficou em total prejuízo.

Parece bastante óbvio, não é?

Mas, muitas vezes, quando alguém nos nega algo de que realmente necessitamos, um favor; ou quando alguém deixa de nos cumprimentar ou esbarra conosco no metrô, que seja, costumamos devolver na mesma moeda, sem refletirmos que ao praticar o mal que nos perturba, estamos nos responsabilizando, direta ou indiretamente, pelo estímulo a um novo prejuízo que este é.

EM RESUMO…

…A vingança nunca é plena, gera para você a responsabilidade sobre o prejuízo que você causou ao seu malfeitor, por sua livre escolha e de vítima você passa a autor, como ele!

Um forte abraço*


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31 atividades para se divertir sem gastar dinheiro

Estar em um período de economia ou falta de dinheiro não são motivos para ficar trancado em casa, dormindo ou vendo TV o dia todo, NÃO! Quanto maior a variabilidade de atividades que tragam contentamento, melhor. Se forem experiências relevantes, que trazem bem estar e não picos de excitação, aí o ganho é ainda maior! E, acredite, muitas vezes o dinheiro não compra esse tipo de experiência!

LEIA AQUI: Dinheiro x Felicidade

O site The Secret postou uma lista com 31 coisas que podem ser feitas sem gastar dinheiro. Reproduzo a lista adaptada aqui, com comentários meus também, como sugestão para você preencher seus dias, especialmente os finais de semana, de experiências relevantes que vão aliviar seu estresse e dar uma boa base de auto contentamento para enfrentar o dia a dia.

Vamos lá!

31 atividades para se divertir sem gastar dinheiro

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1. Plantar algumas flores em seu jardim
A atividade requer pesquisa, envolve seus sentidos, vai exigir dedicação por um longo tempo e o resultado de cultivar utra vida e embelezar o ambiente em que você vive é extremamente recompensador.

2. Usar vídeos do YouTube para karaokê
Quem canta seus males espanta! Cantar envolve amplamente seu cérebro, é uma atividade artística muito relevante para causar bem estar, seja sozinho ou acompanhado.

3. Fazer uma maratona de filmes com amigos íntimos
Ou séries. Pode ser presencial ou à distância. Estar em uma atividade comum com os amigos dá a você a oportunidade de se distrair, se divertir e debater ao mesmo tempo.

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4. Reorganizar seus móveis
Tire o foco das problemáticas usuais e busque novos formatos de quartos, salas, cozinhas! Crie novos espaços, experimente novas iluminações e deixe sua casa respirar de um jeito novo!

5. Tirar uma foto todos os dias durante um ano
O resultado final vai te surpreender e inspirar muita gente!

6. Tirar uma soneca na rede ou no tapete perto de uma entrada de sol
Não, isso não foi feito apenas para gatos e crianças! Você vai se sentir revigorado quando acordar.

7. Visitar um museu num dia livre
Considere verificar museus que normalmente nunca visitaria.

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8. Lavar seu carro em casa
Com balde, esponja, short jeans – o time completo.

9. Doar cabelo para pacientes com câncer
Se você estiver pronto para cortar pelo menos 10 dedos, considere doá-lo à crianças com câncer! Não há nada mais recompensador do que saber que ajudou alguém que não poderá retribuir sua boa ação – que fará toda a diferença na vida do outro!

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10. Terminar um livro em uma única sentada
Quando foi a última vez que você fez isso? No quinto ano? Faça isso de novo! Escolha um daqueles livros fininhos, mas interessantes e dê a largada!

11. Se livrar da desordem
Você vai se sentir muito melhor e poderá descobrir alguns tesouros que vai querer começar a usar novamente. Ou vai descobrir que pode ajudar muita gente doando coisas em bom estado que não usará mais.

12. Faça um passeio de bicicleta
É gratuito, é um bom exercício, e é uma ótima maneira de explorar a sua cidade.

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13. Pintar suas unhas
Faça algo bobo e colorido ou adicione alguma arte, se estiver se sentindo criativo.

14. Prepare um pacote de cuidado para os desabrigados
Na próxima vez que você estiver em uma rua e alguém pedir-lhe por comida, você terá algo para lhes dar.

15. Olhar para as estrelas
Você pode encontrar Lyra? Ou Sagitário? Tente encontrá-las em seu próprio país, sem pesquisá-las no Google.

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16. Cozinhar
É tão gratificante! Explore uma nova receita e chame os amigos ou a família para experimentar e comentar sobre suas habilidades depois!

17. Visitar uma praia ou uma cachoeira local
Qualquer coisa – leitura, comer, descansar – é mais divertido se você fizer ao lado de uma praia ou cachoeira. Se você não morar no litoral ou nunca ouviu falar em cachoeiras na região, vá para o melhor parque que conhece.

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18. Praticar ioga
Não sabe como? Pesquise no YouTube por aulas ou sequências gratuitas ou procure um livro que ajude. Vai te ajudar a relaxar com resultados prolongados. Além disso, ajuda a manter o foco no aqui e agora, fundamental para reduzir a ansiedade e ficar em equilíbrio consigo mesmo!

19. Fazer uma corrida ao redor do bairro
Explore uma rua pela qual nunca passou. Examine tudo, desde as cores e paisagem.

20. Fazer um passeio
Seus avós fazem isso sempre? É uma ótima maneira de passar uma tarde de domingo! Vá explorar uma pequena cidade ou bairro que não conhece bem.

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21. Acampar em seu quintal
Com barraca, sacos de dormir, lanterna, a coisa toda.

22. Levar o seu animal de estimação para uma caminhada
E só desta vez, deixe-o farejar tudo que quiser durante o tempo que quiser.

23. Tomar um banho demorado com pétalas de rosa ou sais de banho, com uma boa dose de hidratante depois!
Você vai se sentir como uma Cleópatra, e sua pele vai agradecer.

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24. Fazer um piquenique usando o que já tem na geladeira
Esqueça a viagem ao mercado para comprar vinho e queijo. E se você fizesse um piquenique de cenouras, salada e macarrão? É muito divertido!

25. Fazer uma lista de suas receitas favoritas e enviá-las para amigos ou família
Eu aposto que sua irmã adoraria a receita de biscoitos da avó ou as batatas assadas ​​da mãe.

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26. Rever e organizar fotos antigas
Cada vez que olhar para elas, terá algo diferente ou prazeroso para lembrar.

27. Visitar família ou amigos
Você tem um primo que vive em sua cidade, mas nunca se veem? Convide-o para um jantar social.

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28. Dançar na chuva
Pontos extras se você fizer isso onde seus vizinhos possam vê-lo

29. Criar um novo sabor de sorvete, combinando todos os sabores que tem em seu freezer
E adicione os melhores ingredientes de seu armário: amendoim! fruta seca!

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30. Usar aplicativos de meditação gratuitos
Eles vão fazer você se sentir muito mais calmo e centrado.

31. Faça uma playlist para seus amigos
Sobre o tema “Nossos Tempos de Escola” ou “Músicas Que Você é Demasiado Tímido Para Admitir que Gosta.”
Olhe para quanta diversão você terá! E quase não deixará cair uma moeda de dez centavos! Use o dinheiro que você poupou para investir em algo que fica mais perto de seus objetivos e da vida que deseja.

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Adaptado da tradução da equipe de O Segredo
Fonte: Mind Body Green


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DINHEIRO E FELICIDADE – Pesquisa revela que quem gasta com experiências é mais feliz do que quem gasta com coisas

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Aquela sensação indescritível de comprar algo que desejamos muito não passa de uma coceirinha diante de toda a felicidade que o dinheiro pode comprar. Isso é o que diz uma pesquisa publicada hoje pelo site Fast Company. O estudo foi realizado na Universidade de Cornell, em Nova York (EUA), por Dr. Thomas Gilovich, professor de psicologia que estuda a questão do dinheiro e felicidade por mais de duas décadas.

A ADAPTAÇÃO 

“Um dos inimigos da felicidade é a adaptação”, diz o professor. A equipe pediu aos voluntários participantes um elato da própria felicidade listando seus principais bens materiais em comparação com as experiências (viagens, shows assistidos, encontros com amigos, etc). De imediato, a satisfação na compra de coisas foi mais alta. Mas ao longo do tempo ela caiu e deu lugar a uma mais duradoura e relevante felicidade gerada por meio das experiências. De acordo com Gilovich, as pessoas se adaptaram à presença do bem ao longo do tempo.

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NOSSA RELAÇÃO COM BENS X EXPERIÊNCIAS

“Nossas experiências são uma parte maior de nós mesmos do que nossos bens materiais”, diz Gilovich. “Você pode realmente gostar de bem materiais e pensar que parte de sua identidade está ligada a essas coisas, mas mesmo assim elas permanecem separadas de você. Por outro lado, suas experiências são verdadeiramente parte de você. Nós somos a soma total de nossas experiências”.

CONEXÃO COM AS PESSOAS

Pessoas que viajam juntas ou passam uma noite inusitada em um lugar interessante cria uma conexão mais forte e duradoura do que a companhia que levamos ao shopping para comprar roupas, diz o professor.

Mesmo uma experiência que no passado gerou medo, dor ou prejuízo, com o passar do tempo, pode se tornar uma lembrança popular numa roda de amigos, gerando diversão.

EM RESUMO… 

Comprar o carro do ano, um iphone última geração ou uma coleção inteira de sapatos causa picos de felicidade imediata, mas felicidade duradoura e relevante mesmo, causam visitas a exposições, viagens, aprendizado de novas habilidades e atividades ao ar livre, por exemplo.

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Forte abraço!


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Praticar dizer NÃO e suas consequências – dicas para reconhecer limites e respeitá-los

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Provavelmente já aconteceu com você. Alguém pede algo e você, mesmo sabendo que vai ser sacrificante, que o outro não merece tanto esforço, que não receberia o mesmo em troca, diz “sim, claro”. E depois são muitos os momentos em que você se arrepende e se culpa por não ter dito a verdade “não, não vai dar”.

semaforo-1.jpgHá pessoas que têm dificuldades em reconhecer limites e só percebe que ultrapassou os seus quando sofre mediante o cumprimento do “sim”. E há quem acenda uma luz vermelha diante do pedido e não consegue pronunciar o não!

Em psicoterapia analítico comportamental trata-se tanto o reconhecimento desses limites e necessidades pessoais, quanto a habilidade de negar sacrifícios quando estes violam tais limites. O primeiro caso entra num contexto de autoconhecimento e o segundo, assertividade.

UM GUIA PARA RECONHECER LIMITES E DIZER NÃO

Devo parar de ajudar as pessoas e pensar só em mim? NÃO!

#Ficaadica sobre o limite do sim e do não. Pergunte-se e avalie:

  • A pessoa é capaz de realizar aquilo que lhe pediu por si mesma? Em caso positivo, ceder ao pedido não só pode lhe fazer mal, como vai impedir o desenvolvimento dela. Com crianças, o problema do desenvolvimento é ainda mais brutal.
  • Se a pessoa não for capaz de fazer por si mesma, o que ela lhe pediu vai garantir algo ou lhe conferir uma vantagem que você mesmo não tem? Favores que impulsionam o outro de alguma forma são uma forma indireta de contribuir para comportamento antiético e não sustentável para você, que “cobrará” eternamente a dívida do que fez pelo outro e para ela, que logo precisará de “muletas” de novo.
  • Prestar o favor lhe colocará em segundo plano ou gera uma perda (de tempo, de energia, de recursos) irreparável? Mesmo que a pessoa não possa fazer por si mesma e que não vá lhe trazer nenhum benefício, mas apenas lhe poupar dor ou riscos, primeiro você – então é preciso dizer não.

AS CONSEQUÊNCIAS DE DIZER NÃO

Se você sempre foi aquele camarada que quebra galhos de todo mundo, quando começar a negar aquilo que ultrapassa seus limites pessoais, as pessoas à sua volta certamente vão estranhar.

Calma! Isso piora no início e depois passa!

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Geralmente, na família, o sentimento de rejeição e frustração de quem recebe o não é demonstrado e sentido mais intensamente. No entanto, se você se mantiver firme, as pessoas aprenderão a lidar com seus novos limites. Você se tornará mais feliz e todos sentirão os novos benefícios de sua nova postura.

Às vezes temos dificuldades em avaliar a necessidade e gravidade de certas situações. Para evitar alguém fazendo “birra” por não conseguir de nós o que deseja, nos sacrificamos. E depois esperamos que a pessoa faça o mesmo. E a frustração não tem fim…

TERAPIA DE CASAL

Couple in disagreement at homeE no casamento? Não deveria haver sacrifício mútuo em tempo integral? NÃO! Isso não diz respeito ao status do relacionamento. Diz respeito à integridade de sua individualidade. Se não há dois indivíduos plenos, o casamento não vai consertar nada, pelo contrário, somar dificuldades resultará em… mais dificuldades!

Mas quando há disponibilidade de ambos, a mudança traz benefícios como maior contentamento com a relação e união muito mais afetiva. Deixa-se de esperar que o outro “o salve” e passa-se a ter mais disponibilidade para viver afetivamente e trocar aquilo que se tem de melhor.

PORTANTO…

Reconheça suas necessidades e limites. Não os sacrifique para atender demandas que o outro é capaz de solucionar por si mesmo. E seja mais feliz!

Forte abraço!


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Estresse mata – cuide-se já!

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Você sabia que o estresse é um dos quatro principais fatores de risco da causa número 1 de mortes no Brasil, o infarto? Pois se você apresenta ao menos seis sintomas dos listados a seguir, o sinal vermelho já está ligado e é hora de procurar um psicólogo.

01 – tremores ou sensação de fraqueza
02 – tensão ou dor muscular
03 – inquietação
04 – fadiga fácil
05 – falta de ar ou sensação de fôlego curto
06 – palpitações
07 – sudorese, mãos frias e úmidas
08 – boca seca
09 – vertigens e tonturas
10 – náuseas e diarréia
11 – rubor ou calafrios
12 – polaciuria
13 – bolo na garganta
14 – impaciência
15 – resposta exagerada à surpresa
16 – pouca concentração ou memória prejudicada
17 – dificuldade em conciliar e manter o sono
18 – irritabilidade

O tratamento em psicoterapia envolve mudança de comportamento frente às situações que desencadeiam os sintomas do estresse e aquisição de repertório de enfrentamento para tais.

Cuide-se bem! Alimente-se com moderação e consciência, evite os vícios, movimente-se e lide com o estresse com todo o cuidado e atenção que sua saúde merece!

Abraço*


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QUÍMICA DAS EMOÇÕES: Amor, depressão, ansiedade e felicidade em níveis de neurotransmissores

Hoje em dia é comum ouvirmos falar de adrenalina, oxitocina, entre outros hormônios que liberamos em determinadas situações. A adrenalina é geralmente associada à ação, enquanto a oxitocina é associada à troca de carinho.

Esses hormônios que são neurotransmissores, ou seja, compostos químicos que regulam a atividade cerebral no que se refere ao nosso comportamento, têm muito a ver com a nossa interação com o meio em que vivemos.

Veja na imagem abaixo como ficam os níveis desses hormônios no nosso organismo de acordo com a situação emocional que expressamos:

química das emoções

Vale saber que são os níveis de dopamina, serotonina, oxitocina, noradrenalina e dopamina que os remédios psiquiátricos influenciam. Quando há um desequilíbrio entre nossa interação com o ambiente e os níveis de neurotransmissores correspondentes, manifestamos doenças psiquiátricas passíveis de medicação.

É claro que há outros fatores envolvidos na complexa formação de um quadro psiquiátrico, mas o centro da questão é o equilíbrio desses componentes e o responder funcional dos mesmos às demandas do meio.

Se você chegar ao psiquiatra hoje e quiser fazer um exame para medir os níveis de neurotransmissores no seu corpo, ele lhe dirá que isso ainda não é possível, não existe um meio, atualmente, de medir esses níveis, a não ser pela observação do comportamento.

Quando na terapia busca-se alterar as ações de um paciente e estas provocam emoções e sensações diferentes, estamos estimulando ou atenuando essas interações dentro do nosso corpo, moduladas pelos nossos atos.

Fascinante, não é?

Um forte abraço*