Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia clínica infantil, adulto e terapeuta de casal


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Ditadura da magreza – Por que as mulheres querem tanto ser magras

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Compartilho com vocês este artigo da Superinteressante, a respeito da conclusão de uma pesquisadora a respeito da ditadura da magreza e o desejo sufocante das mulheres por serem magras. Ela conclui que exigir uma sub alimentação e auto controle diante da enorme oferta de alimentos que temos hoje em dia é uma forma de subjugar as mulheres que coincide com a conquista de diretos e liberdade em outros setores da sociedade.

Vale muito a pena ler o artigo e refletir sobre a mudança dos padrões de beleza ao longo da história como forma de manter a mulher sob o jugo do inalcançável e da forte rejeição social e própria.

ARTIGO POR QUE ACHAMOS QUE SER MAGRO É SER BONITO

E você? Como se sente em relação à pressão social sobre ser magro(a)?

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Experiência, reconhecimento, sabedoria e a ‘aposentadoria psicológica’

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Ao contrário da famigerada aposentadoria trabalhista, agir de forma “generosa”, “sacrificar-se”, “cuidar de outro” a vida inteira não garante, lá na frente, uma recompensa na qual podemos descansar ou usufruir. Não há, afinal, uma poupança de ‘bom comportamento” a ser desfrutada lá na frente.

RECONHECIMENTO QUE CONSQUISTAMOS POR
COMPORTAMENTOS AO LONGO DO TEMPO

É claro que nos resta um reconhecimento, uma “fama” que é carregada quando vivemos por algum tempo entre as mesmas pessoas. Mas da mesma forma que um artista famoso pode ter imenso reconhecimento do público e não conseguir ter recursos práticos para viver (trabalho e dinheiro), podemos ser uma pessoa ótima que, ainda que haja gratidão de quem beneficiamos, não há uma reserva com a qual contar sem continuar agindo em prol de.

APRENDIZAGEM COMO
EXPERIÊNCIA E SABEDORIA

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Há a aprendizagem, também chamada de experiência e sabedoria, que faz com que partamos de certos conhecimentos previamente adquiridos e nos garantem alguma vantagem em nos comportar no futuro, por meio de coisas que fizemos ao longo da vida.

Nosso agir, pensar, fazer, sentir geram consequências de intensidade similar a que as gerou. Algumas das nossas repostas no ambiente vão gerar consequências e influenciar nossas ações por toda uma vida, como um casamento, por exemplo. A maior parte, será média, curta e restrita.

TRIPÉ DO BEM ESTAR

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Por isso existe uma necessidade imperiosa em cuidar de si mesmo, respeitar os outros nesse processo e ainda viver um dia de cada vez. Não passar a juventude trabalhando tanto que não sobre tempo para amar e estar na presença das pessoas importantes. Não sacrificar-se inteiramente para facilitar a vida do outro, etc. Esse modo de vida gera imensa frustração ali adiante.

Sempre digo aos meus pacientes que é preciso viver de tal forma que contemplemos alguma atividade de trabalho, em que transformamos o mundo e somos transformados em troca; vivenciar boas interações sociais com família e amigos e cuidar do corpo, atendendo às suas necessidades de alimentação, cuidados pessoais, higiene, etc. Isso dá um norte sobre de que forma organizar nossa vida diária.

Esse fim de ano é uma ótima oportunidade para repensar como temos levado nossa vida!

Se precisar de uma ajudinha, fico à disposição!

Um forte abraço*

 


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Como educar os filhos? Tempo de qualidade, fundamental para o desenvolvimento infantil

Um conflito doloroso para os pais nos tempos atuais quando pensam sobre como educar os filhos é: trabalhar para garantir conforto para a família ou estar presente o máximo de tempo possível, para educá-los e criá-los? Como costumo dizer aos meus clientes na terapia clínica, o importante é que haja um tempo, todos os dias, em que pai e mãe (ou cuidador/responsável) dediquem atenção de qualidade para os filhos, fundamental para o desenvolvimento infantil sadio.

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Atenção de qualidade inclui:

– supervisão das tarefas;
– demonstração de interesse real pelas atividades desempenhadas ao longo do dia deles;
– conversar sobre seus sentimentos, medos e anseios;
– colocar limites e frustrá-lo, quando necessário;
– fazer perguntas que o levem a “ensaiar” alternativas aos seus problemas e não dar a solução pronta;
– quando for o caso, orientar claramente;
– tocar afetivamente, ou seja, abraçar, tocar o braço do filho ou sua perna enquanto está sentado ao lado dele, vendo algo, beijá-lo ao menos nos cumprimentos básicos do dia, etc;
– olhar nos olhos enquanto fala;
– escutar ativamente
Entre outros comportamentos similares.

Em quanto tempo por dia é possível fazer tudo isso? Creio que em menos de meia hora, fica difícil. É importante salientar que, enquanto os pais estão dando atenção de qualidade, estão focados na interação com os filhos e não fazendo paralelamente outras atividades, como assistir TV, lavar a louça ou mexer no telefone. Na missão de “como educar os filhos”, é preciso que os pais tenham tanto foco e responsabilidade quanto esperam dos filhos – ou um pouco mais.

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A revista Crescer (Editora Abril), publicou recentemente uma matéria sobre como educar os filhos e a importância da atenção de qualidade neste processo. Nela, o psicólogo Caio Feijó salienta um comportamento comum, mas muito prejudicial, praticado por pais que passam muito tempo fora do convívio dos filhos: “compensar” a ausência financeiramente (com presentes e realizando todas as vontades) e não frustrar os filhos no dia a dia, deixando de impor limites e educá-los para agradá-los. “Esse é um fenômeno muito comum, motivado pelo sentimento de culpa desses pais que tentam nesse tempo dar aos filhos tudo que pedem. As consequências desse comportamento são várias e todas negativas: os filhos se tornam indivíduos dependentes, sem limites, muito mais focados em ter do que em ser e também pouco afetivos”, afirma ele.

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A publicação traz também um teste sobre a questão. Faça-o e saiba como anda sua conduta e qual é a qualidade do tempo que tem dedicado aos seus filhos AQUI

Ficou alguma dúvida sobre o assunto? Utilize a seção PSICOLOGIA ONLINE e deixe sua questão que responderei tão logo seja possível. 

Um forte abraço*

foto site círculo silvia regina simoes psicologaSilvia Regina Simões
Psicóloga Clínica
Jundiaí – SP