Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia clínica infantil, adulto e terapeuta de casal


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Palestra Pomodoro – Público participativo enriquece evento

Uma grande e enriquecedora troca, assim pode ser definida a palestra sobre Administração de Tempo e Foco com a Técnica Pomodoro, realizada pelas psicólogas Sílvia Regina Simões e Raquel Araujo, dia 2 de junho, na biblioteca Municipal Nelson Foot.

O público interessado e expressivo tornou a palestra um grande intercâmbio de experiência e conhecimento. Temas como rotina, reforçamento diferencial, estresse, ansiedade, motivação e autocontrole foram abordados, além da instrumentalização dos presentes para aplicação da técnica Pomodoro.

Veja as fotos do evento:

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A palestra é uma promoção do projeto Psicologia no Cotidiano, parceria entre Biblioteca Municipal e Interanálise Clínica.

 

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Falta de vontade – por que sinto isso e como lidar?

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Apesar das quase infinitas possibilidades de problemas de comportamento apresentados pelas pessoas, uma queixa é praticamente unânime entre as que procuram psicoterapia: falta de vontade, no sentido de desânimo – de sair, de trabalhar, de conversar, de comer, de estudar, de fazer sexo, de sair da cama.

A “falta de vontade” é extremamente limitante e está envolvida com a supressão de comportamentos relevantes no cotidiano da pessoa. Alguém sofre uma diminuição da frequência de certos comportamentos que antes lhe davam prazer pela redução do mesmo ou até mesmo por ser punido em situações em que antes era recompensado.

Pense no seguinte: Você está envolvido em várias atividades todos os dias. De repente, o trânsito no caminho de sempre fica complicado (punição) por causa de uma obra (variável incontrolável), você começa a se atrasar e não dá tempo de tomar aquele café gostoso antes de começar a trabalhar (punição). A frequência com que o telefone toca aumenta (variável incontrolável), pois seu colega que o atendia está de férias (variável incontrolável) e suas tarefas rendem menos (punição).

São várias punições em um pequeno recorte de uma manhã de trabalho!

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A combinação de variáveis incontroláveis (que geralmente você nem parou para analisar e saber que 1º são variáveis determinantes na punição e 2º pensar que são incontroláveis), mais punição decorrente delas é uma poderosa arma anti vontade.

A situação do exemplo pode gerar a falta de vontade de trabalhar ao acordar pela manhã. E aí você não compreende o porquê e vai parando de fazer coisas que traziam satisfação junto das coisas que traziam punição, intensificando essa sensação, aumentando a frequência e abrangência do comportamento “negativo” – remoção de algo que você fazia antes.

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Na psicoterapia, são feitas as análises das relações funcionais que resultam nessa queixa de “falta de vontade”. Reconhecemos as variáveis envolvidas, buscamos alterar as controláveis e buscar alternativas de conduta diante das não controláveis. E, ao se deparar com a consequência das novas relações estabelecidas, a “vontade” volta!

Uma professora minha, a psicóloga Emileane Oliveira, sempre diz “É preciso emitir uma resposta antes, para receber o reforço depois”. Primeiro nos comportamos e depois recebemos as consequências, de preferência recompensadoras, frente ao nosso investimento! Mas também, antes de uma punição, sempre há uma ação ou omissão nossa. Fique de olho!

IMPORTANTE: A falta de vontade em nossa rotina pode ser um sintoma importante relacionado a várias psicopatologias. Caso esteja sofrendo prejuízos decorrentes desse sentimento, procure ajuda profissional com um psicólogo e um psiquiatra.

Um forte abraço*

 

 

 

 


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Mães tóxicas – filhos infelizes

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Ser responsável pelo ser humano que o filho se tornou é uma dádiva, mas também uma maldição. O papel materno é, sem dúvida, o mais importante na vida de um ser humano. Por isso, o comportamento de mãe influencia profunda e amplamente a formação dos filhos.

Aqui, trato por mãe a pessoa responsável pelos cuidados, proteção e criação de outro ser humano. Sabemos que podem ser mulheres que geraram biologicamente seu filho, bem como tias, avós, pais, irmãos, etc. Atribuo o papel de mãe àquela pessoa que assumiu o outro ser humano por função e não por esteriótipos culturais.

Relaciono alguns comportamentos comuns das mães de pessoas que apresentam depressão e ansiedade, a partir de meus estudos e, principalmente, experiência clínica:

  • Mães que deixam de viver para cuidar dos filhos: são pessoas que se esquivam de sua individualidade e todas as demandas sociais e individuais da vida para dedicar-se ao outro. Abrem mão de suas necessidades frequentemente e servem os filhos em tudo de que necessitam. Ensinam, assim, aos filhos, que eles são soberanos e absolutos, são mais importantes que as outras pessoas e que não existe uma relação de troca para obter gratificações (sejam primárias: atenção, alimento, higiene, descanso ou secundárias: colaboração nas atividades, dinheiro, companhia, etc). Não os ensinam a esperar, a colocar suas vontades em segundo plano, pelas necessidades de terceiros.
  • Mães que fazem pelos filhos para obter resultados socialmente desejados: Realizam a tarefa escolar, fazem o meio campo com os amiguinhos, preparam a comida dos adolescentes, dão a comida na boca das crianças que já sabem comer sozinhas. O impacto sobre o desenvolvimento da criança é enorme e negativo. Evita que a criança desenvolva sua autoconfiança e adquira responsabilidade. Torna a pessoa insegura e dificulta a percepção dela dos efeitos, dos impactos de suas ações sobre o mundo, pois não costuma fazer nada sozinha. Evita as pequenas frustrações do dia a dia e isso a torna frágil em seus relacionamentos em todos os níveis sociais.
  • Mães que terceirizam a criação dos filhos: A creche limpa e alimenta, os avós brincam e passeiam, os psicólogos ensinam valores e afetividade. Parece ótimo, mas não funciona. A criança perde a referência de quem cuida e protege, quem fornece segurança e modelo de como atuar sobre o mundo. Ao buscar emitir regras e exigir obediência, a mãe falha, pois não é ela a referência, cuidado e proteção da criança, tais responsabilidades ficam fragmentadas e mal definidas. Cria crianças com dificuldades de aprendizagem, de relacionamentos, de conduta.
  • Mães controladoras e excessivamente críticas: São como veneno frequentemente jogados sobre as sementes (filhos), impedindo seu desenvolvimento em todos os níveis. Geram insegurança, baixa autoestima, dificuldades com autoconfiança e responsabilidade. Os filhos podem tanto se tornarem extremamente competitivos, compulsivos, como frustrados ou embotados, com a sensação de fracasso intransponível. Pode haver frequente impulso de desafiar as regras e valores maternos. A dificuldade de sentir prazer na vida cotidiana pode levar os filhos a comportamento de risco.

O papel da pessoa que nos cria é tão importante e decisivo, pois é quem orienta, dá modelo e cria padrões para no nosso futuro agirmos sobre a realidade. Muitas, vezes, é tratando os pais que reduzimos o sofrimento dos filhos (quando crianças) e proporcionamos uma vida de bem estar e plenitude para eles. No caso de adultos, o tratamento é diretamente com o filho.

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Por que essas mães são assim?

Elas não são assim porque são mães. Elas têm uma história de vida, foram criadas por outras pessoas, enfrentaram muitas coisas e principalmente, muitas vezes ninguém lhes ensinou a ser diferente até então. Antes de mães, as pessoas são seres humanos conciliando muitas influências para viver minimamente bem. Esses comportamentos maternos são apenas a ponta do iceberg e geralmente há muita dor e sofrimento passados permeando isso. 

Se você se encaixa em um dos perfis ou vários ou teve como cuidador alguém com tais características, procure ajuda. A psicoterapia pode fazer muito por você.

Dúvidas? Use a sessão PSICOLOGIA ONLINE!

Um forte abraço!


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Como combater o cansaço e a falta de ânimo

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Será que é você o principal responsável pela falta de ânimo e cansaço que batem quase todos os dias da semana? O jeito de acordar, as pessoas com quem convive e tipo de comida que você come podem ser vilões do seu bem estar!

Veja a lista de condições que contribuem para o cansaço e a falta de ânimo:

1. Você não está acordando cedo o suficiente
2. Você pode estar cercado por pessoas tóxicas
3. Você pode estar com deficiência de magnésio
4. Você odeia o seu trabalho
5. Você não está se exercitando
6. Você não está tomando sol o suficiente
7. Você é um “poço” de estresse
8. Você possui alguma desordem de auto-imunidade
9. Seu quarto é um caso de calamidade pública!
10. Você come muita comida processada (industrializada)

Leia o artigo completo no site Tudo Interessante.

E não se esqueça que se está tentando lutar contra o cansaço, o stress e a falta de motivação e não está obtendo êxito sozinho, é hora de buscar ajuda de um psicólogo.

Forte abraço*


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Vingança – porque não praticá-la

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Humor à parte, o comportamento humano, por mais que à primeira vista possa parecer, não é ação e reação. É muito mais complexo que isso.

Ao usar essa lei para o comportamento das pessoas, incorremos num grave erro que resulta em frustração e muitos problemas. Ao agirmos no ambiente amparados por uma noção errada sobre o nosso comportamento e dos outros, fracassamos e vamos nos tornando ansiosos, pouco confiantes, deprimidos.

A VINGANÇA COMO ATO ISOLADO E FINITO É UM ERRO

A vingança, tema do meme, é um exemplo muito claro disso. Quando somos afetados prejudicialmente por alguém, podemos lidar com a situação de várias formas. A vingança, ou seja, dar o troco, devolver o insulto ou prejuízo, pode gerar um ciclo sem fim de revidações.

Veja, uma ação efetivada por nós tem uma série de consequências. Essas consequências não são o fim da ação, pelo contrário, são começos de novas ações. A consequência também é um estímulo, que culminará em novas respostas.

Em algumas circunstâncias, como na física, pode haver ação e reação e essa reação encerrar-se em si mesma. Mas quando lidamos com comportamento humano, não é assim, ele é multi determinado e ocorre em cadeias.

ENTENDA MELHOR… 

Imagine que uma pessoa A bate no carro de outra B. Se efetivar uma nova reação na mesma medida em que recebeu de A, a pessoa B vai gerar um ciclo sem fim de prejuízos mútuos. Como ser racional que é, no entanto, B pode reivindicar a cobertura de seu prejuízo, dando à A não só a oportunidade de consertar seu erro, mas ensinando a ela que o prejuízo gerado pelas suas ações são responsabilidade dela. Não cabe a B revidar mostrando a outra a gravidade do que fez, causando-lhe o mesmo mal, que em nada vai resolver a situação do prejuízo que sofreu e ainda vai gerar responsabilidade pelo prejuízo novo que causou. A pessoa agredida teve uma reação que não foi na mesma medida, mas não ficou em total prejuízo.

Parece bastante óbvio, não é?

Mas, muitas vezes, quando alguém nos nega algo de que realmente necessitamos, um favor; ou quando alguém deixa de nos cumprimentar ou esbarra conosco no metrô, que seja, costumamos devolver na mesma moeda, sem refletirmos que ao praticar o mal que nos perturba, estamos nos responsabilizando, direta ou indiretamente, pelo estímulo a um novo prejuízo que este é.

EM RESUMO…

…A vingança nunca é plena, gera para você a responsabilidade sobre o prejuízo que você causou ao seu malfeitor, por sua livre escolha e de vítima você passa a autor, como ele!

Um forte abraço*


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23 de setembro – Dia de combate ao estresse

Leia o que já foi publicado sobre estresse AQUIdiadocombateaoestress


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Estresse mata – cuide-se já!

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Você sabia que o estresse é um dos quatro principais fatores de risco da causa número 1 de mortes no Brasil, o infarto? Pois se você apresenta ao menos seis sintomas dos listados a seguir, o sinal vermelho já está ligado e é hora de procurar um psicólogo.

01 – tremores ou sensação de fraqueza
02 – tensão ou dor muscular
03 – inquietação
04 – fadiga fácil
05 – falta de ar ou sensação de fôlego curto
06 – palpitações
07 – sudorese, mãos frias e úmidas
08 – boca seca
09 – vertigens e tonturas
10 – náuseas e diarréia
11 – rubor ou calafrios
12 – polaciuria
13 – bolo na garganta
14 – impaciência
15 – resposta exagerada à surpresa
16 – pouca concentração ou memória prejudicada
17 – dificuldade em conciliar e manter o sono
18 – irritabilidade

O tratamento em psicoterapia envolve mudança de comportamento frente às situações que desencadeiam os sintomas do estresse e aquisição de repertório de enfrentamento para tais.

Cuide-se bem! Alimente-se com moderação e consciência, evite os vícios, movimente-se e lide com o estresse com todo o cuidado e atenção que sua saúde merece!

Abraço*