Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – avaliação neuropsicológica de crianças e adultos, psicoterapia comportamental individual e terapia de casal


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Dia Internacional da Mulher 2017 – Vídeo

VÍDEO LEGENDADO:
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Que nossa comemoração seja persistir na luta por ensinar o que sabemos de melhor: amar É isso que nós, mulheres, desejamos: amar e sermos amadas.

Amar alguém é uma decisão, um aprendizado, uma escolha. É pautar seu comportamento com o objetivo de permitir a existência do outro. Não possuir, não subjugar, não destruir: existir. Respeitar o outro, dar a ele a consideração devida as suas necessidades e sentimentos.

Ainda hoje os salários das mulheres são menores, mesmo exercendo a mesma função, sob as mesmas exigências masculinas. Somos menos contratadas, pois engravidamos. A responsabilidade da contracepção recai quase toda sobre nós, em forma de cargas de hormônios sintéticos ou aparelhos que irritam diariamente as paredes do nosso útero para evitar a gravidez. Se escorregarmos na contracepção, aos homens há uma tímida punição quase inteiramente social em não assumir a paternidade. Mulheres que não assumem a maternidade só o podem fazer por meios ilegais e quase sempre letais. Além disso, para alimentar inclusive os homens que parimos, devemos nos privar do convívio público, nos escondendo para não ofender ninguém e infringir a lei! 

Nós, mulheres, queremos que nada disso altere o valor de nossa vida, que ela valha tanto quanto a vida de qualquer outro ser humano, independentemente daquilo que nos caracteriza mulheres. Queremos ser aceitas e respeitadas.

Não esperemos, não torçamos, não forcemos, mas ensinemos!

Um grande abraço a todas as mulheres e aos frutos delas.


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Relacionamentos e amor – quando a convivência dói

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Embora exista a modalidade “terapia de casal”, relacionamentos amorosos são tema recorrente na terapia individual, não só quando o paciente é adulto, mas quando nos aprofundamos no universo familiar da criança e na relação entre seus cuidadores. Por vezes são encontradas feridas profundas e rupturas irreparáveis nessas relações trazendo dificuldades e sofrimento.

Sabemos, entretanto, que nenhum relacionamento é perfeito, certo? Todos somos pessoas diferentes e os conflitos vão sempre existir, no sentido de termos experiências e conhecimentos diferentes sobre determinado ponto e haver a necessidade de alinhar tudo isso, ceder. gerar consenso, etc.

Mas como saber se um relacionamento precisa de ajuda?

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INDIVIDUALIDADE: “Quando um não quer, dois não fazem”

Partimos do princípio de que há uma individualidade a ser preservada em qualquer relação. É a mínima partícula indivisível de um ser social. Engloba necessidades, aprendizados, anseios, sua forma particular de perceber e responder ao mundo.

RELAÇÃO: “Somos um só”

Não! Relação não é fusão, não é sobreposição. É interação, é vínculo, é um posicionamento lado a lado dentro de uma instância comum. Ou seja, a relação une dois indivíduos sob uma determinada cultura que dá condições específicas para certos comportamentos que, caso não fossem um casal, não seriam aceitos.

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INDIVIDUALIDADE X RELAÇÃO: “Amar a si mesmo antes de amar outrem”

A falta de repertório para administrar conflitos é permeada por uma individualidade fragilizada por falta de conhecimento e prática em lidar consigo mesmo, delimitando-se, delineando-se. Estar no poder da própria individualidade implica necessariamente respeitar a do outro.

É aqui onde habita o conselho do senso comum sobre “amar a si mesmo antes de amar outrem”. Nessa dificuldade de saber onde um começa e outro termina, surgem ferimentos, dor, sofrimento. E isso, amar a si mesmo antes, constituir individualidade, muitas vezes não acontece.

Em outras palavras, quando as dificuldades e necessidades do outro passam a impedir você de manter sua integridade individual, seu relacionamento precisa de ajuda.

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EXEMPLOS

Problema: Maria apresenta comportamento ciumento e José cede frequentemente aos apelos mais absurdos da namorada, tendo em vista evitar conflitos entre eles. 
Solução: Em vez de se sujeitar ao ciúme de Maria, José pode ajudá-la a buscar ajuda para resolver sua dificuldade e agir de acordo com o que lhe for orientado, no sentido de reduzir o controle inadequado de Maria sobre ele e não alimentá-lo.

Problema: Marcela aprendeu com sua mãe que homens são provedores e mulheres são rainhas do lar. Fred, no entanto, cresceu vendo mãe e pai saírem cedo para o trabalho, dividindo a conta, cuidando juntos dos filhos e dos afazeres da casa. Hoje em dia, casados, Marcela vive irritada e tratando o marido aos berros por ele se intrometer na cozinha. Fred se sente pressionado e frustrado por gastar todo o seu tempo em dois empregos para sustentar a casa, quando gostaria de passar mais tempo ao lado de Marcela.
Solução: Tudo começa com uma conversa franca, em que ambos relatam como se sentem. A partir disso, é importante reconhecer e alinhar suas visões sobre casamento e construção de um lar, da vida a dois. Depois, traçar uma série de regras e submetê-las aos dois, para que possam entrar em um consenso e então, efetivá-las, com paciência e confiança, para pouco a pouco construirem sua própria realidade.

Problema: João está estressado. Tem trabalhado exaustivamente e gasto muito dinheiro em situações incontroláveis. Ele chega em casa e mal fala com Carlos. Tranca-se no quarto, gerando uma sensação intensa de rejeição no namorado. Quando se dirige ao companheiro, é com rispidez e grosseria. Carlos tem sentido cada vez menos prazer em chegar em casa depois de um longo dia de trabalho e fica tenso, altera sua rotina, de forma a tentar não provocar explosões em João. 
Solução: Uma conversa franca e assertiva pode mostrar a João que problemas externos ao relacionamento têm impactado negativamente sobre o seu namorado. João deve buscar ajuda multidisciplinar para tratar seu estresse. Carlos pode ajudá-lo, facilitando seu acesso a alimentação adequada, exercícios físicos, acolhimento através da escuta ativa e carinho.

RESUMINDO… 

É possível e desejável nos unirmos aos outros e com a ajuda de quem amamos, superar nossos problemas e dificuldades, bem como nossas necessidades. Mas a dificuldade de um não deve resultar em sofrimento e rejeição para o outro, dentro da relação que estabeleceram.

Caso precise de ajuda com seu relacionamento, estou à disposição!

Um abraço*


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O AMOR QUE MERECEMOS – avalie aqui seu amor próprio

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Você se ama? Não estou perguntando se gosta do que vê no espelho. Não quero saber se você se sente bonito ou orgulhoso de si mesmo. Quero saber se você SE AMA.

Amar-se está ligado a atitude que você tem diante de si mesmo. Responda às perguntas abaixo e some sua pontuação para avaliar seu amor próprio, sendo que a resposta negativa não pontua:

  • Você respeita sua opinião sobre as situações que vive? (Sim = 1 ponto)
  • Você reconhece e protege seus limites? (Sim = 1 ponto)
  • Você busca cuidar de si mesmo em primeiro lugar, das suas necessidades básicas ou não? (Sim = 2 pontos)
  • Você puxa para si a responsabilidade de se agradar? (Sim = 2 pontos)
  • Você evita energicamente situações e pessoas que lhe colocam em risco? (Sim = 1 ponto)
  • Você respeita seu tempo e seu espaço para descansar, refletir e se cuidar? (Sim = 1 ponto)
  • Você busca ajuda quando não dá conta de alguma situação? (Sim = 1 ponto)
  • Você aceita aquilo que não depende de você mudar e luta pelo que está ao seu alcance? (Sim = 1 ponto)

O amor próprio completo e saudável soma 10 pontos no questionário acima. Quanto menor sua pontuação, mais prejudicada está sua capacidade de se amar e mais difícil será estabelecer boas relações afetivas com as pessoas. Isso afeta seu bem estar como um todo.

Se você não agir amorosamente para consigo mesmo, ninguém fará isso por você.

E aí está a dificuldade de satisfazer-se nos relacionamentos, sejam familiares, de amizade, trabalho ou românticos.

É inapropriado dizer quais opiniões devem ser respeitadas, quais limites devem ser protegidos, quais cuidados são necessários, pois cada pessoa é uma e tudo isso é resultado de uma experiência individual, única, consigo mesmo. É ilusão esperar que outra pessoa seja capaz de fazer isso pela gente.

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Nós aceitamos o amor que achamos que merecemos. A não ser que tenhamos uma experiência amorosa conosco, bem sucedida, bem ajustada, dificilmente saberemos selecionar e cultivar o amor dos outros que nos satisfaça.

A psicoterapia está apta a lhe ajudar a mudar seu resultado ou utilizá-lo da forma mais proveitosa possível. Experimente!

Uma ótima semana!

 


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Mães tóxicas – filhos infelizes

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Ser responsável pelo ser humano que o filho se tornou é uma dádiva, mas também uma maldição. O papel materno é, sem dúvida, o mais importante na vida de um ser humano. Por isso, o comportamento de mãe influencia profunda e amplamente a formação dos filhos.

Aqui, trato por mãe a pessoa responsável pelos cuidados, proteção e criação de outro ser humano. Sabemos que podem ser mulheres que geraram biologicamente seu filho, bem como tias, avós, pais, irmãos, etc. Atribuo o papel de mãe àquela pessoa que assumiu o outro ser humano por função e não por esteriótipos culturais.

Relaciono alguns comportamentos comuns das mães de pessoas que apresentam depressão e ansiedade, a partir de meus estudos e, principalmente, experiência clínica:

  • Mães que deixam de viver para cuidar dos filhos: são pessoas que se esquivam de sua individualidade e todas as demandas sociais e individuais da vida para dedicar-se ao outro. Abrem mão de suas necessidades frequentemente e servem os filhos em tudo de que necessitam. Ensinam, assim, aos filhos, que eles são soberanos e absolutos, são mais importantes que as outras pessoas e que não existe uma relação de troca para obter gratificações (sejam primárias: atenção, alimento, higiene, descanso ou secundárias: colaboração nas atividades, dinheiro, companhia, etc). Não os ensinam a esperar, a colocar suas vontades em segundo plano, pelas necessidades de terceiros.
  • Mães que fazem pelos filhos para obter resultados socialmente desejados: Realizam a tarefa escolar, fazem o meio campo com os amiguinhos, preparam a comida dos adolescentes, dão a comida na boca das crianças que já sabem comer sozinhas. O impacto sobre o desenvolvimento da criança é enorme e negativo. Evita que a criança desenvolva sua autoconfiança e adquira responsabilidade. Torna a pessoa insegura e dificulta a percepção dela dos efeitos, dos impactos de suas ações sobre o mundo, pois não costuma fazer nada sozinha. Evita as pequenas frustrações do dia a dia e isso a torna frágil em seus relacionamentos em todos os níveis sociais.
  • Mães que terceirizam a criação dos filhos: A creche limpa e alimenta, os avós brincam e passeiam, os psicólogos ensinam valores e afetividade. Parece ótimo, mas não funciona. A criança perde a referência de quem cuida e protege, quem fornece segurança e modelo de como atuar sobre o mundo. Ao buscar emitir regras e exigir obediência, a mãe falha, pois não é ela a referência, cuidado e proteção da criança, tais responsabilidades ficam fragmentadas e mal definidas. Cria crianças com dificuldades de aprendizagem, de relacionamentos, de conduta.
  • Mães controladoras e excessivamente críticas: São como veneno frequentemente jogados sobre as sementes (filhos), impedindo seu desenvolvimento em todos os níveis. Geram insegurança, baixa autoestima, dificuldades com autoconfiança e responsabilidade. Os filhos podem tanto se tornarem extremamente competitivos, compulsivos, como frustrados ou embotados, com a sensação de fracasso intransponível. Pode haver frequente impulso de desafiar as regras e valores maternos. A dificuldade de sentir prazer na vida cotidiana pode levar os filhos a comportamento de risco.

O papel da pessoa que nos cria é tão importante e decisivo, pois é quem orienta, dá modelo e cria padrões para no nosso futuro agirmos sobre a realidade. Muitas, vezes, é tratando os pais que reduzimos o sofrimento dos filhos (quando crianças) e proporcionamos uma vida de bem estar e plenitude para eles. No caso de adultos, o tratamento é diretamente com o filho.

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Por que essas mães são assim?

Elas não são assim porque são mães. Elas têm uma história de vida, foram criadas por outras pessoas, enfrentaram muitas coisas e principalmente, muitas vezes ninguém lhes ensinou a ser diferente até então. Antes de mães, as pessoas são seres humanos conciliando muitas influências para viver minimamente bem. Esses comportamentos maternos são apenas a ponta do iceberg e geralmente há muita dor e sofrimento passados permeando isso. 

Se você se encaixa em um dos perfis ou vários ou teve como cuidador alguém com tais características, procure ajuda. A psicoterapia pode fazer muito por você.

Dúvidas? Use a sessão PSICOLOGIA ONLINE!

Um forte abraço!


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NOTÍCIA – Pesquisa revela que solidão mata tanto quanto obesidade

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Cultivar amigos é tão importante para a preservação da saúde e da vida quanto fazer exercícios físicos regularmente, ter boa alimentação e não fumar. Foi isso que constatou uma pesquisa feita com mais de três milhões de pessoas, publicada na revista científica Perspectives on Psychlogical Science recentemente. Sentir só, estar em solidão, pode reduzir nossa longevidade em 30% e ser tão prejudicial quanto fumar 15 cigarros ao dia por toda a vida ou encontrar-se obeso. (LEIA A MATÉRIA NO BRASIL POST)

A psicologia dá uma grande ênfase para as interações sociais de qualidade. Através delas, além de espantar a solidão, nossos comportamentos, adquiridos ao longo da experiência de vida que adquirimos, são validados. Bons relacionamentos promovem a autoestima, motivam nossa atuação no mundo, mantém nossos níveis de neurotransmissores do prazer em alta.

Dedique, portanto, deliberadamente, uma boa fatia do seu dia a cultivar bons relacionamentos com as pessoas, da mesma forma que evita gorduras e se empenha em comer frutas e salada, da mesma forma que se exercita, por uma vida plena e feliz!

Forte abraço*


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TERAPIA DE CASAL – Relações abusivas

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“Uma jovem mulher percebe que tem abusado do marido por anos sem se dar conta”. Com esse título uma esposa anônima narra sua transformadora história ao perceber, certo dia, que estava passando um sermão e tendo um surto de irritação com o marido por um pequeno erro cometido.

Quantas vezes nosso(a) companheiro(a) comete um pequeno deslize e interpretamos como “é porque não se importa comigo” ou “não dá atenção ao que eu penso e quero”? Quantas vezes tratamos nosso(a) parceiros(a) como nosso filho, escravo, empregado?

O que essa constante reclamação e murmuração faz é enviar uma mensagem aos nossos maridos de que nós não os respeitamos. Nós não acreditamos que eles sejam inteligentes o suficiente pra fazer as coisas certas. Nós já sabemos que você vai fazer besteira. Se ele for um homem seguro, provavelmente ele vai se sentir ressentido com você. Se ele for inseguro, possivelmente ele vai começar acreditar em você e achar que ele não sabe fazer nada direito. E nenhuma destas respostas serão boas e benéficas pra vocês e nem pro casamento.

Leia o texto integral e reflita sobre sua relação com seu amor: CLIQUE AQUI.

Um forte abraço*


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QUÍMICA DAS EMOÇÕES: Amor, depressão, ansiedade e felicidade em níveis de neurotransmissores

Hoje em dia é comum ouvirmos falar de adrenalina, oxitocina, entre outros hormônios que liberamos em determinadas situações. A adrenalina é geralmente associada à ação, enquanto a oxitocina é associada à troca de carinho.

Esses hormônios que são neurotransmissores, ou seja, compostos químicos que regulam a atividade cerebral no que se refere ao nosso comportamento, têm muito a ver com a nossa interação com o meio em que vivemos.

Veja na imagem abaixo como ficam os níveis desses hormônios no nosso organismo de acordo com a situação emocional que expressamos:

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Vale saber que são os níveis de dopamina, serotonina, oxitocina, noradrenalina e dopamina que os remédios psiquiátricos influenciam. Quando há um desequilíbrio entre nossa interação com o ambiente e os níveis de neurotransmissores correspondentes, manifestamos doenças psiquiátricas passíveis de medicação.

É claro que há outros fatores envolvidos na complexa formação de um quadro psiquiátrico, mas o centro da questão é o equilíbrio desses componentes e o responder funcional dos mesmos às demandas do meio.

Quando na terapia busca-se alterar as ações de um paciente e estas provocam emoções e sensações diferentes, estamos estimulando ou atenuando essas interações dentro do nosso corpo, moduladas pelos nossos atos.

Fascinante, não é?

Um forte abraço*


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Dia das mães – Parabéns!

Feliz dia das mães!

Gostaria de deixar o vídeo abaixo como um pequeno reconhecimento em vista de toda a complexidade e beleza do que significa “ser mãe”. Afinal, se estamos aqui hoje, há uma ou mais responsáveis por isso, que assumiram a função de “gerente de operações” em nossa trajetória.

Esse vídeo traz várias mensagens importantes, dentre elas:

– Mãe é aquela que cuida, que se dedica de forma surreal a nossa segurança e desenvolvimento, POR OPÇÃO. Ou seja, ter nos dado à luz não implica necessariamente ser mãe, há uma escolha a ser feita para além da concepção.

– Não há nenhuma atividade à qual você possa se dedicar em toda a sua vida que superará “ser mãe”.

Aprecie isso sem moderação!


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VÍDEO – Refeições desconectadas em família

Os adultos de hoje ainda relembram com saudade do hábito de sua infância de fazer algumas das principais refeições com a família e trocar informações, pensamentos, cultura familiar, além, é claro, de saborear a comida. O vídeo que trago hoje mostra como uma empresa elaborou uma “arma” para as mães combaterem o hábito dos filhos e até seu próprio de levar celulares e tablets conectados para a mesa de refeições.

Você não precisa de um dispositivo desse para retomar esse antigo hábito hoje em sua família. Estabeleça uma pequena meta por vez, como, por exemplo, jantarem juntos hoje sem aparelhos à mesa. Ou almoçarem juntos no feriado, em casa, com internet off. E esforce-se por aumentar a frequência e tornar o momento prazeroso, demonstrando interesse real pela fala dos membros da família e mantendo o bom humor. Um dia por vez, dando o máximo de si naquela oportunidade.

Esse tempo de qualidade juntos faz toda a diferença nos laços familiares, na proximidade das pessoas em casa e no aproveitamento da refeição. Experimente!

Um forte abraço*


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Expectativas – tome iniciativa, mantenha o controle e satisfaça a si mesmo!

Tomar iniciativa de se satisfazer é garantir o controle da situação e ter autonomia sobre os resultados esperados! Experimente!

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É claro que se o outro tomasse iniciativa de realizar certas gentilezas que demonstrassem afeto e atenção, seria ótimo. Mas isso, infelizmente, não está em nosso domínio. Podemos garantir apenas aquilo que nós mesmos podemos empreender. O que depende do outro, é responsabilidade e preocupação do outro.

Não é a visão mais romântica, mas certamente a mais saudável que se pode ter da nossa vida diária! Evita frustração e ansiedade, os maiores precursores do estresse.

Um forte abraço*

 


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TERAPIA DE CASAL – 8 condições básicas para um relacionamento feliz

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Viver a dois não é fácil, pois nem conviver consigo mesmo as vezes o é! Quando juntamos a subjetividade de um e de outro, nossas experiências passadas e jeitos diferentes de ver a vida, então… os conflitos aparecem! De outro lado, estar junto e ter um projeto de vida, ter apoio e companhia, a maneira como o outro nos faz sentir especial, aquilo tudo que construímos juntos mais do que justificam tentar seguir adiante!

A seguir, listo 8 condições básicas para um relacionamento dar certo. Acompanhe!

1 – Ter interesses em comum

Se um quer ter filhos, um cachorro, ser funcionário público concursado e o outro quer viver estilo nômade pela Europa, temos um problema aí. Abrir mão de um sonho por amor parece lindo, mas se esse sonho reflete toda uma forma de encarar e sentir o mundo, o sacrifício pode tornar-se pesado demais para o casal no futuro. É importante avaliar, não se o relacionamento é importante  bastante, não é isso! Mas ter autoconhecimento para saber os limites e aspirações de cada um na vida.

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2 – Sentir atração sexual pelo outro

Essa história de que você deve se casar com alguém com quem gosta de conversar é verdade, mas deve buscar alguém com quem goste, na mesma medida, de fazer sexo. A prática sexual é fundamental para o ser humano, tem funções específicas e abrangentes para a saúde e do ponto de vista psicológico, mantém o vínculo do casal fortalecido, o humor estável e positivo e combate a depressão.

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3 – Conversar

Não se trata aqui apenas de discutir o filme que assistiram, a crise econômica mundial ou a educação dos filhos, mas o comportamento um do outro e como isso os afetam. Conversar, em um relacionamento, envolve uma série de temas que, talvez, individualmente, até evitemos explorar no nosso ping pong mental. Aquelas coisas que adoraríamos que o outro percebesse devem necessariamente serem ditas – e de forma assertiva.

Conversar também engloba demonstrar interesse real e vívido pela vida do outro. Como? Muitas vezes simplesmente sabendo ouvir!

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4 – Ter companheirismo

Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, porque a vida é feita de altos e baixos e um relacionamento é algo assim tão especial por incluir essa premissa de que estaremos ali, um pelo outro, outro pelo um, haja o que houver.

Não é preciso cair com o outro, sentir o que ele sente, mas dar suporte, estar ao lado. Às vezes, um abraço ou a simples presença são extremamente terapêuticos.

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5 – Demonstrar confiança

A confiança é tanto construída pelo comportamento confiável de ambos, quanto pelo apego seguro de cada um, aquele moldado desde a infância. Ciúme excessivo pode sinalizar um problema a ser tratado individualmente em terapia. Em casos gerais, parte da confiança é acreditar no amor e caráter do outro e parte é ter, no comportamento dele, sinais de respeito e consideração pelos seus sentimentos.

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6 – Tratar com respeito

Sabe aquela máxima “Posso discordar do que diz, mas defenderei até o fim o direito de dizê-lo”? Vale aqui, para dizer e fazer. Aceite, observe, acolha, não tente mudar, não corrija, não satirize, não julgue. Deixe o outro ser o outro e aprecie o outro deixar que você seja você.

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7 – Sentir falta, saudade

Não importa quanto tempo vocês passam juntos. Aquele tempo de qualidade, dedicado um para o outro, deve fazer falta no dia a dia quando a relação é saudável. Afinal, é muito bom passar um tempinho com quem nos dá atenção, respeita quem somos, nos apóia nos momentos bons e ruins, demonstra interesse real pela nossa vida e ainda nos faz sentir especial, né?

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8 – Foco no aqui e agora

Ambos têm uma história anterior ao relacionamento e do aqui e agora, há uma história de relacionamento de vocês também. Remoer o passado não contribui para a construção de novos aspectos sadios da relação. Foco no momento atual é o que você pode mudar.

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Ao ler tudo isso você sentiu que seu relacionamento está deixando a desejar em algum aspecto? Converse! Se está com dificuldades, procure terapia! Enquanto houver desejo de estarem juntos, vale a pena lutar por essa relação!

Um forte abraço*


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Relacionamentos contemporâneos – Homens menos gentis, mulheres mais agressivas e o impacto dos novos comportamentos nas relações

Com precisão, posso dizer que todos os homens e mulheres que chegam ao consultório hoje encontram problemas que lhes machucam e parecem indissolúveis em suas relações, devido às mudanças no comportamento de ambos os gêneros no ritual da conquista e do convívio a dois.

Este artigo, publicado hoje em “O Estado de São Paulo”, traz uma reflexão muito interessante sobre essa mudanças de papéis nos relacionamentos.

Recomendo a leitura!

“QUEM MORREU PRIMEIRO? A TERNURA OU O CAVALHEIRISMO?”


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Como educar os filhos? Tempo de qualidade, fundamental para o desenvolvimento infantil

Um conflito doloroso para os pais nos tempos atuais quando pensam sobre como educar os filhos é: trabalhar para garantir conforto para a família ou estar presente o máximo de tempo possível, para educá-los e criá-los? Como costumo dizer aos meus clientes na terapia clínica, o importante é que haja um tempo, todos os dias, em que pai e mãe (ou cuidador/responsável) dediquem atenção de qualidade para os filhos, fundamental para o desenvolvimento infantil sadio.

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Atenção de qualidade inclui:

– supervisão das tarefas;
– demonstração de interesse real pelas atividades desempenhadas ao longo do dia deles;
– conversar sobre seus sentimentos, medos e anseios;
– colocar limites e frustrá-lo, quando necessário;
– fazer perguntas que o levem a “ensaiar” alternativas aos seus problemas e não dar a solução pronta;
– quando for o caso, orientar claramente;
– tocar afetivamente, ou seja, abraçar, tocar o braço do filho ou sua perna enquanto está sentado ao lado dele, vendo algo, beijá-lo ao menos nos cumprimentos básicos do dia, etc;
– olhar nos olhos enquanto fala;
– escutar ativamente
Entre outros comportamentos similares.

Em quanto tempo por dia é possível fazer tudo isso? Creio que em menos de meia hora, fica difícil. É importante salientar que, enquanto os pais estão dando atenção de qualidade, estão focados na interação com os filhos e não fazendo paralelamente outras atividades, como assistir TV, lavar a louça ou mexer no telefone. Na missão de “como educar os filhos”, é preciso que os pais tenham tanto foco e responsabilidade quanto esperam dos filhos – ou um pouco mais.

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A revista Crescer (Editora Abril), publicou recentemente uma matéria sobre como educar os filhos e a importância da atenção de qualidade neste processo. Nela, o psicólogo Caio Feijó salienta um comportamento comum, mas muito prejudicial, praticado por pais que passam muito tempo fora do convívio dos filhos: “compensar” a ausência financeiramente (com presentes e realizando todas as vontades) e não frustrar os filhos no dia a dia, deixando de impor limites e educá-los para agradá-los. “Esse é um fenômeno muito comum, motivado pelo sentimento de culpa desses pais que tentam nesse tempo dar aos filhos tudo que pedem. As consequências desse comportamento são várias e todas negativas: os filhos se tornam indivíduos dependentes, sem limites, muito mais focados em ter do que em ser e também pouco afetivos”, afirma ele.

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A publicação traz também um teste sobre a questão. Faça-o e saiba como anda sua conduta e qual é a qualidade do tempo que tem dedicado aos seus filhos AQUI

Ficou alguma dúvida sobre o assunto? Utilize a seção PSICOLOGIA ONLINE e deixe sua questão que responderei tão logo seja possível. 

Um forte abraço*

foto site círculo silvia regina simoes psicologaSilvia Regina Simões
Psicóloga Clínica
Jundiaí – SP


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Bichos de estimação e seus benefícios para a saúde – Animais e psicologia

Eles não verbalizam seus desejos ou sentimentos, mas demonstram carinho e conseguem comida como ninguém! São fofos e podem ter penas, escamas, pelos, etc. Uma coisa é unânime, o amor que cultivamos na interação com eles é um dos mais puros e apreciáveis de nossas vidas. Estou falando dos bichos!

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Gato, cachorro, porquinho da índia, passarinho, cobra, cavalo, etc. São muitas as possibilidades. De inteligência apurada, estabelecem um sistema amplo de comunicação não verbal conosco. A interação afetiva com os bichos altera o funcionamento químico do nosso organismo, elevando a produção de oxitocina, hormônio que provoca sensação de bem estar, que faz com que nos sintamos “amados”.

Além disso, habilidades humanas importantes são reveladas por pessoas que adoram bichos. Responsabilidade e atenção às necessidades do animal no cuidado doméstico, capacidade de perceber um grupo distinto de respostas do animal que denotam afeto, devolver esse afeto, ter o que se chama “compaixão” no senso comum para com o outro ser, que carece de cuidados e tratamento diferenciado, dado seu tamanho, meio em que vive, etc.

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A paixão pelos bichos revela essas importantes habilidades, enquanto a indiferença e inaptidão no interagir com eles, ao contrário, é, inclusive, critério diagnóstico para psicopatologias graves, como o transtorno de conduta. A negligência aos cuidados ou agressividade sem remorso direcionada aos animais são os sinais.A incapacidade de discriminar sinais de amor direcionados a si é outro sintoma, em menor grau atribuído a problemas de formação de autoestima e em maior grau, a transtorno de personalidade como o borderline.

Como suporte em terapia, a inclusão de animais tem se mostrado grandes benefícios no tratamento de autismo e depressão, especialmente entre crianças e idosos. Aos adultos, que sofrem mais frequentemente com ansiedade e estresse, o simples pensar no bichinho de estimação que deixou em casa pode tirar o foco dos problemas e o acariciar e conviver com o bichinho, garantir melhoria da autoestima, relaxamento e bem estar.

Confira no infográfico, mais algumas vantagens e dados interessantes sobre a relação homem x bicho de estimação, na Psicologia:

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Um ótimo dia a todos!

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foto site círculo silvia regina simoes psicologaSilvia Regina Simões
Psicóloga Clínica
Jundiaí – SP