Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – avaliação neuropsicológica de crianças e adultos, psicoterapia comportamental individual e terapia de casal


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Relacionamentos e amor – quando a convivência dói

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Embora exista a modalidade “terapia de casal”, relacionamentos amorosos são tema recorrente na terapia individual, não só quando o paciente é adulto, mas quando nos aprofundamos no universo familiar da criança e na relação entre seus cuidadores. Por vezes são encontradas feridas profundas e rupturas irreparáveis nessas relações trazendo dificuldades e sofrimento.

Sabemos, entretanto, que nenhum relacionamento é perfeito, certo? Todos somos pessoas diferentes e os conflitos vão sempre existir, no sentido de termos experiências e conhecimentos diferentes sobre determinado ponto e haver a necessidade de alinhar tudo isso, ceder. gerar consenso, etc.

Mas como saber se um relacionamento precisa de ajuda?

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INDIVIDUALIDADE: “Quando um não quer, dois não fazem”

Partimos do princípio de que há uma individualidade a ser preservada em qualquer relação. É a mínima partícula indivisível de um ser social. Engloba necessidades, aprendizados, anseios, sua forma particular de perceber e responder ao mundo.

RELAÇÃO: “Somos um só”

Não! Relação não é fusão, não é sobreposição. É interação, é vínculo, é um posicionamento lado a lado dentro de uma instância comum. Ou seja, a relação une dois indivíduos sob uma determinada cultura que dá condições específicas para certos comportamentos que, caso não fossem um casal, não seriam aceitos.

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INDIVIDUALIDADE X RELAÇÃO: “Amar a si mesmo antes de amar outrem”

A falta de repertório para administrar conflitos é permeada por uma individualidade fragilizada por falta de conhecimento e prática em lidar consigo mesmo, delimitando-se, delineando-se. Estar no poder da própria individualidade implica necessariamente respeitar a do outro.

É aqui onde habita o conselho do senso comum sobre “amar a si mesmo antes de amar outrem”. Nessa dificuldade de saber onde um começa e outro termina, surgem ferimentos, dor, sofrimento. E isso, amar a si mesmo antes, constituir individualidade, muitas vezes não acontece.

Em outras palavras, quando as dificuldades e necessidades do outro passam a impedir você de manter sua integridade individual, seu relacionamento precisa de ajuda.

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EXEMPLOS

Problema: Maria apresenta comportamento ciumento e José cede frequentemente aos apelos mais absurdos da namorada, tendo em vista evitar conflitos entre eles. 
Solução: Em vez de se sujeitar ao ciúme de Maria, José pode ajudá-la a buscar ajuda para resolver sua dificuldade e agir de acordo com o que lhe for orientado, no sentido de reduzir o controle inadequado de Maria sobre ele e não alimentá-lo.

Problema: Marcela aprendeu com sua mãe que homens são provedores e mulheres são rainhas do lar. Fred, no entanto, cresceu vendo mãe e pai saírem cedo para o trabalho, dividindo a conta, cuidando juntos dos filhos e dos afazeres da casa. Hoje em dia, casados, Marcela vive irritada e tratando o marido aos berros por ele se intrometer na cozinha. Fred se sente pressionado e frustrado por gastar todo o seu tempo em dois empregos para sustentar a casa, quando gostaria de passar mais tempo ao lado de Marcela.
Solução: Tudo começa com uma conversa franca, em que ambos relatam como se sentem. A partir disso, é importante reconhecer e alinhar suas visões sobre casamento e construção de um lar, da vida a dois. Depois, traçar uma série de regras e submetê-las aos dois, para que possam entrar em um consenso e então, efetivá-las, com paciência e confiança, para pouco a pouco construirem sua própria realidade.

Problema: João está estressado. Tem trabalhado exaustivamente e gasto muito dinheiro em situações incontroláveis. Ele chega em casa e mal fala com Carlos. Tranca-se no quarto, gerando uma sensação intensa de rejeição no namorado. Quando se dirige ao companheiro, é com rispidez e grosseria. Carlos tem sentido cada vez menos prazer em chegar em casa depois de um longo dia de trabalho e fica tenso, altera sua rotina, de forma a tentar não provocar explosões em João. 
Solução: Uma conversa franca e assertiva pode mostrar a João que problemas externos ao relacionamento têm impactado negativamente sobre o seu namorado. João deve buscar ajuda multidisciplinar para tratar seu estresse. Carlos pode ajudá-lo, facilitando seu acesso a alimentação adequada, exercícios físicos, acolhimento através da escuta ativa e carinho.

RESUMINDO… 

É possível e desejável nos unirmos aos outros e com a ajuda de quem amamos, superar nossos problemas e dificuldades, bem como nossas necessidades. Mas a dificuldade de um não deve resultar em sofrimento e rejeição para o outro, dentro da relação que estabeleceram.

Caso precise de ajuda com seu relacionamento, estou à disposição!

Um abraço*


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O AMOR QUE MERECEMOS – avalie aqui seu amor próprio

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Você se ama? Não estou perguntando se gosta do que vê no espelho. Não quero saber se você se sente bonito ou orgulhoso de si mesmo. Quero saber se você SE AMA.

Amar-se está ligado a atitude que você tem diante de si mesmo. Responda às perguntas abaixo e some sua pontuação para avaliar seu amor próprio, sendo que a resposta negativa não pontua:

  • Você respeita sua opinião sobre as situações que vive? (Sim = 1 ponto)
  • Você reconhece e protege seus limites? (Sim = 1 ponto)
  • Você busca cuidar de si mesmo em primeiro lugar, das suas necessidades básicas ou não? (Sim = 2 pontos)
  • Você puxa para si a responsabilidade de se agradar? (Sim = 2 pontos)
  • Você evita energicamente situações e pessoas que lhe colocam em risco? (Sim = 1 ponto)
  • Você respeita seu tempo e seu espaço para descansar, refletir e se cuidar? (Sim = 1 ponto)
  • Você busca ajuda quando não dá conta de alguma situação? (Sim = 1 ponto)
  • Você aceita aquilo que não depende de você mudar e luta pelo que está ao seu alcance? (Sim = 1 ponto)

O amor próprio completo e saudável soma 10 pontos no questionário acima. Quanto menor sua pontuação, mais prejudicada está sua capacidade de se amar e mais difícil será estabelecer boas relações afetivas com as pessoas. Isso afeta seu bem estar como um todo.

Se você não agir amorosamente para consigo mesmo, ninguém fará isso por você.

E aí está a dificuldade de satisfazer-se nos relacionamentos, sejam familiares, de amizade, trabalho ou românticos.

É inapropriado dizer quais opiniões devem ser respeitadas, quais limites devem ser protegidos, quais cuidados são necessários, pois cada pessoa é uma e tudo isso é resultado de uma experiência individual, única, consigo mesmo. É ilusão esperar que outra pessoa seja capaz de fazer isso pela gente.

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Nós aceitamos o amor que achamos que merecemos. A não ser que tenhamos uma experiência amorosa conosco, bem sucedida, bem ajustada, dificilmente saberemos selecionar e cultivar o amor dos outros que nos satisfaça.

A psicoterapia está apta a lhe ajudar a mudar seu resultado ou utilizá-lo da forma mais proveitosa possível. Experimente!

Uma ótima semana!

 


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Mães tóxicas – filhos infelizes

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Ser responsável pelo ser humano que o filho se tornou é uma dádiva, mas também uma maldição. O papel materno é, sem dúvida, o mais importante na vida de um ser humano. Por isso, o comportamento de mãe influencia profunda e amplamente a formação dos filhos.

Aqui, trato por mãe a pessoa responsável pelos cuidados, proteção e criação de outro ser humano. Sabemos que podem ser mulheres que geraram biologicamente seu filho, bem como tias, avós, pais, irmãos, etc. Atribuo o papel de mãe àquela pessoa que assumiu o outro ser humano por função e não por esteriótipos culturais.

Relaciono alguns comportamentos comuns das mães de pessoas que apresentam depressão e ansiedade, a partir de meus estudos e, principalmente, experiência clínica:

  • Mães que deixam de viver para cuidar dos filhos: são pessoas que se esquivam de sua individualidade e todas as demandas sociais e individuais da vida para dedicar-se ao outro. Abrem mão de suas necessidades frequentemente e servem os filhos em tudo de que necessitam. Ensinam, assim, aos filhos, que eles são soberanos e absolutos, são mais importantes que as outras pessoas e que não existe uma relação de troca para obter gratificações (sejam primárias: atenção, alimento, higiene, descanso ou secundárias: colaboração nas atividades, dinheiro, companhia, etc). Não os ensinam a esperar, a colocar suas vontades em segundo plano, pelas necessidades de terceiros.
  • Mães que fazem pelos filhos para obter resultados socialmente desejados: Realizam a tarefa escolar, fazem o meio campo com os amiguinhos, preparam a comida dos adolescentes, dão a comida na boca das crianças que já sabem comer sozinhas. O impacto sobre o desenvolvimento da criança é enorme e negativo. Evita que a criança desenvolva sua autoconfiança e adquira responsabilidade. Torna a pessoa insegura e dificulta a percepção dela dos efeitos, dos impactos de suas ações sobre o mundo, pois não costuma fazer nada sozinha. Evita as pequenas frustrações do dia a dia e isso a torna frágil em seus relacionamentos em todos os níveis sociais.
  • Mães que terceirizam a criação dos filhos: A creche limpa e alimenta, os avós brincam e passeiam, os psicólogos ensinam valores e afetividade. Parece ótimo, mas não funciona. A criança perde a referência de quem cuida e protege, quem fornece segurança e modelo de como atuar sobre o mundo. Ao buscar emitir regras e exigir obediência, a mãe falha, pois não é ela a referência, cuidado e proteção da criança, tais responsabilidades ficam fragmentadas e mal definidas. Cria crianças com dificuldades de aprendizagem, de relacionamentos, de conduta.
  • Mães controladoras e excessivamente críticas: São como veneno frequentemente jogados sobre as sementes (filhos), impedindo seu desenvolvimento em todos os níveis. Geram insegurança, baixa autoestima, dificuldades com autoconfiança e responsabilidade. Os filhos podem tanto se tornarem extremamente competitivos, compulsivos, como frustrados ou embotados, com a sensação de fracasso intransponível. Pode haver frequente impulso de desafiar as regras e valores maternos. A dificuldade de sentir prazer na vida cotidiana pode levar os filhos a comportamento de risco.

O papel da pessoa que nos cria é tão importante e decisivo, pois é quem orienta, dá modelo e cria padrões para no nosso futuro agirmos sobre a realidade. Muitas, vezes, é tratando os pais que reduzimos o sofrimento dos filhos (quando crianças) e proporcionamos uma vida de bem estar e plenitude para eles. No caso de adultos, o tratamento é diretamente com o filho.

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Por que essas mães são assim?

Elas não são assim porque são mães. Elas têm uma história de vida, foram criadas por outras pessoas, enfrentaram muitas coisas e principalmente, muitas vezes ninguém lhes ensinou a ser diferente até então. Antes de mães, as pessoas são seres humanos conciliando muitas influências para viver minimamente bem. Esses comportamentos maternos são apenas a ponta do iceberg e geralmente há muita dor e sofrimento passados permeando isso. 

Se você se encaixa em um dos perfis ou vários ou teve como cuidador alguém com tais características, procure ajuda. A psicoterapia pode fazer muito por você.

Dúvidas? Use a sessão PSICOLOGIA ONLINE!

Um forte abraço!


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Praticar dizer NÃO e suas consequências – dicas para reconhecer limites e respeitá-los

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Provavelmente já aconteceu com você. Alguém pede algo e você, mesmo sabendo que vai ser sacrificante, que o outro não merece tanto esforço, que não receberia o mesmo em troca, diz “sim, claro”. E depois são muitos os momentos em que você se arrepende e se culpa por não ter dito a verdade “não, não vai dar”.

semaforo-1.jpgHá pessoas que têm dificuldades em reconhecer limites e só percebe que ultrapassou os seus quando sofre mediante o cumprimento do “sim”. E há quem acenda uma luz vermelha diante do pedido e não consegue pronunciar o não!

Em psicoterapia analítico comportamental trata-se tanto o reconhecimento desses limites e necessidades pessoais, quanto a habilidade de negar sacrifícios quando estes violam tais limites. O primeiro caso entra num contexto de autoconhecimento e o segundo, assertividade.

UM GUIA PARA RECONHECER LIMITES E DIZER NÃO

Devo parar de ajudar as pessoas e pensar só em mim? NÃO!

#Ficaadica sobre o limite do sim e do não. Pergunte-se e avalie:

  • A pessoa é capaz de realizar aquilo que lhe pediu por si mesma? Em caso positivo, ceder ao pedido não só pode lhe fazer mal, como vai impedir o desenvolvimento dela. Com crianças, o problema do desenvolvimento é ainda mais brutal.
  • Se a pessoa não for capaz de fazer por si mesma, o que ela lhe pediu vai garantir algo ou lhe conferir uma vantagem que você mesmo não tem? Favores que impulsionam o outro de alguma forma são uma forma indireta de contribuir para comportamento antiético e não sustentável para você, que “cobrará” eternamente a dívida do que fez pelo outro e para ela, que logo precisará de “muletas” de novo.
  • Prestar o favor lhe colocará em segundo plano ou gera uma perda (de tempo, de energia, de recursos) irreparável? Mesmo que a pessoa não possa fazer por si mesma e que não vá lhe trazer nenhum benefício, mas apenas lhe poupar dor ou riscos, primeiro você – então é preciso dizer não.

AS CONSEQUÊNCIAS DE DIZER NÃO

Se você sempre foi aquele camarada que quebra galhos de todo mundo, quando começar a negar aquilo que ultrapassa seus limites pessoais, as pessoas à sua volta certamente vão estranhar.

Calma! Isso piora no início e depois passa!

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Geralmente, na família, o sentimento de rejeição e frustração de quem recebe o não é demonstrado e sentido mais intensamente. No entanto, se você se mantiver firme, as pessoas aprenderão a lidar com seus novos limites. Você se tornará mais feliz e todos sentirão os novos benefícios de sua nova postura.

Às vezes temos dificuldades em avaliar a necessidade e gravidade de certas situações. Para evitar alguém fazendo “birra” por não conseguir de nós o que deseja, nos sacrificamos. E depois esperamos que a pessoa faça o mesmo. E a frustração não tem fim…

TERAPIA DE CASAL

Couple in disagreement at homeE no casamento? Não deveria haver sacrifício mútuo em tempo integral? NÃO! Isso não diz respeito ao status do relacionamento. Diz respeito à integridade de sua individualidade. Se não há dois indivíduos plenos, o casamento não vai consertar nada, pelo contrário, somar dificuldades resultará em… mais dificuldades!

Mas quando há disponibilidade de ambos, a mudança traz benefícios como maior contentamento com a relação e união muito mais afetiva. Deixa-se de esperar que o outro “o salve” e passa-se a ter mais disponibilidade para viver afetivamente e trocar aquilo que se tem de melhor.

PORTANTO…

Reconheça suas necessidades e limites. Não os sacrifique para atender demandas que o outro é capaz de solucionar por si mesmo. E seja mais feliz!

Forte abraço!


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NOTÍCIA – Pesquisa revela que solidão mata tanto quanto obesidade

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Cultivar amigos é tão importante para a preservação da saúde e da vida quanto fazer exercícios físicos regularmente, ter boa alimentação e não fumar. Foi isso que constatou uma pesquisa feita com mais de três milhões de pessoas, publicada na revista científica Perspectives on Psychlogical Science recentemente. Sentir só, estar em solidão, pode reduzir nossa longevidade em 30% e ser tão prejudicial quanto fumar 15 cigarros ao dia por toda a vida ou encontrar-se obeso. (LEIA A MATÉRIA NO BRASIL POST)

A psicologia dá uma grande ênfase para as interações sociais de qualidade. Através delas, além de espantar a solidão, nossos comportamentos, adquiridos ao longo da experiência de vida que adquirimos, são validados. Bons relacionamentos promovem a autoestima, motivam nossa atuação no mundo, mantém nossos níveis de neurotransmissores do prazer em alta.

Dedique, portanto, deliberadamente, uma boa fatia do seu dia a cultivar bons relacionamentos com as pessoas, da mesma forma que evita gorduras e se empenha em comer frutas e salada, da mesma forma que se exercita, por uma vida plena e feliz!

Forte abraço*


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TERAPIA DE CASAL – Relações abusivas

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“Uma jovem mulher percebe que tem abusado do marido por anos sem se dar conta”. Com esse título uma esposa anônima narra sua transformadora história ao perceber, certo dia, que estava passando um sermão e tendo um surto de irritação com o marido por um pequeno erro cometido.

Quantas vezes nosso(a) companheiro(a) comete um pequeno deslize e interpretamos como “é porque não se importa comigo” ou “não dá atenção ao que eu penso e quero”? Quantas vezes tratamos nosso(a) parceiros(a) como nosso filho, escravo, empregado?

O que essa constante reclamação e murmuração faz é enviar uma mensagem aos nossos maridos de que nós não os respeitamos. Nós não acreditamos que eles sejam inteligentes o suficiente pra fazer as coisas certas. Nós já sabemos que você vai fazer besteira. Se ele for um homem seguro, provavelmente ele vai se sentir ressentido com você. Se ele for inseguro, possivelmente ele vai começar acreditar em você e achar que ele não sabe fazer nada direito. E nenhuma destas respostas serão boas e benéficas pra vocês e nem pro casamento.

Leia o texto integral e reflita sobre sua relação com seu amor: CLIQUE AQUI.

Um forte abraço*


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QUÍMICA DAS EMOÇÕES: Amor, depressão, ansiedade e felicidade em níveis de neurotransmissores

Hoje em dia é comum ouvirmos falar de adrenalina, oxitocina, entre outros hormônios que liberamos em determinadas situações. A adrenalina é geralmente associada à ação, enquanto a oxitocina é associada à troca de carinho.

Esses hormônios que são neurotransmissores, ou seja, compostos químicos que regulam a atividade cerebral no que se refere ao nosso comportamento, têm muito a ver com a nossa interação com o meio em que vivemos.

Veja na imagem abaixo como ficam os níveis desses hormônios no nosso organismo de acordo com a situação emocional que expressamos:

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Vale saber que são os níveis de dopamina, serotonina, oxitocina, noradrenalina e dopamina que os remédios psiquiátricos influenciam. Quando há um desequilíbrio entre nossa interação com o ambiente e os níveis de neurotransmissores correspondentes, manifestamos doenças psiquiátricas passíveis de medicação.

É claro que há outros fatores envolvidos na complexa formação de um quadro psiquiátrico, mas o centro da questão é o equilíbrio desses componentes e o responder funcional dos mesmos às demandas do meio.

Quando na terapia busca-se alterar as ações de um paciente e estas provocam emoções e sensações diferentes, estamos estimulando ou atenuando essas interações dentro do nosso corpo, moduladas pelos nossos atos.

Fascinante, não é?

Um forte abraço*


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Dia das mães – Parabéns!

Feliz dia das mães!

Gostaria de deixar o vídeo abaixo como um pequeno reconhecimento em vista de toda a complexidade e beleza do que significa “ser mãe”. Afinal, se estamos aqui hoje, há uma ou mais responsáveis por isso, que assumiram a função de “gerente de operações” em nossa trajetória.

Esse vídeo traz várias mensagens importantes, dentre elas:

– Mãe é aquela que cuida, que se dedica de forma surreal a nossa segurança e desenvolvimento, POR OPÇÃO. Ou seja, ter nos dado à luz não implica necessariamente ser mãe, há uma escolha a ser feita para além da concepção.

– Não há nenhuma atividade à qual você possa se dedicar em toda a sua vida que superará “ser mãe”.

Aprecie isso sem moderação!


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VÍDEO – Refeições desconectadas em família

Os adultos de hoje ainda relembram com saudade do hábito de sua infância de fazer algumas das principais refeições com a família e trocar informações, pensamentos, cultura familiar, além, é claro, de saborear a comida. O vídeo que trago hoje mostra como uma empresa elaborou uma “arma” para as mães combaterem o hábito dos filhos e até seu próprio de levar celulares e tablets conectados para a mesa de refeições.

Você não precisa de um dispositivo desse para retomar esse antigo hábito hoje em sua família. Estabeleça uma pequena meta por vez, como, por exemplo, jantarem juntos hoje sem aparelhos à mesa. Ou almoçarem juntos no feriado, em casa, com internet off. E esforce-se por aumentar a frequência e tornar o momento prazeroso, demonstrando interesse real pela fala dos membros da família e mantendo o bom humor. Um dia por vez, dando o máximo de si naquela oportunidade.

Esse tempo de qualidade juntos faz toda a diferença nos laços familiares, na proximidade das pessoas em casa e no aproveitamento da refeição. Experimente!

Um forte abraço*


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Expectativas – tome iniciativa, mantenha o controle e satisfaça a si mesmo!

Tomar iniciativa de se satisfazer é garantir o controle da situação e ter autonomia sobre os resultados esperados! Experimente!

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É claro que se o outro tomasse iniciativa de realizar certas gentilezas que demonstrassem afeto e atenção, seria ótimo. Mas isso, infelizmente, não está em nosso domínio. Podemos garantir apenas aquilo que nós mesmos podemos empreender. O que depende do outro, é responsabilidade e preocupação do outro.

Não é a visão mais romântica, mas certamente a mais saudável que se pode ter da nossa vida diária! Evita frustração e ansiedade, os maiores precursores do estresse.

Um forte abraço*

 


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TERAPIA DE CASAL – 8 condições básicas para um relacionamento feliz

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Viver a dois não é fácil, pois nem conviver consigo mesmo as vezes o é! Quando juntamos a subjetividade de um e de outro, nossas experiências passadas e jeitos diferentes de ver a vida, então… os conflitos aparecem! De outro lado, estar junto e ter um projeto de vida, ter apoio e companhia, a maneira como o outro nos faz sentir especial, aquilo tudo que construímos juntos mais do que justificam tentar seguir adiante!

A seguir, listo 8 condições básicas para um relacionamento dar certo. Acompanhe!

1 – Ter interesses em comum

Se um quer ter filhos, um cachorro, ser funcionário público concursado e o outro quer viver estilo nômade pela Europa, temos um problema aí. Abrir mão de um sonho por amor parece lindo, mas se esse sonho reflete toda uma forma de encarar e sentir o mundo, o sacrifício pode tornar-se pesado demais para o casal no futuro. É importante avaliar, não se o relacionamento é importante  bastante, não é isso! Mas ter autoconhecimento para saber os limites e aspirações de cada um na vida.

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2 – Sentir atração sexual pelo outro

Essa história de que você deve se casar com alguém com quem gosta de conversar é verdade, mas deve buscar alguém com quem goste, na mesma medida, de fazer sexo. A prática sexual é fundamental para o ser humano, tem funções específicas e abrangentes para a saúde e do ponto de vista psicológico, mantém o vínculo do casal fortalecido, o humor estável e positivo e combate a depressão.

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3 – Conversar

Não se trata aqui apenas de discutir o filme que assistiram, a crise econômica mundial ou a educação dos filhos, mas o comportamento um do outro e como isso os afetam. Conversar, em um relacionamento, envolve uma série de temas que, talvez, individualmente, até evitemos explorar no nosso ping pong mental. Aquelas coisas que adoraríamos que o outro percebesse devem necessariamente serem ditas – e de forma assertiva.

Conversar também engloba demonstrar interesse real e vívido pela vida do outro. Como? Muitas vezes simplesmente sabendo ouvir!

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4 – Ter companheirismo

Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, porque a vida é feita de altos e baixos e um relacionamento é algo assim tão especial por incluir essa premissa de que estaremos ali, um pelo outro, outro pelo um, haja o que houver.

Não é preciso cair com o outro, sentir o que ele sente, mas dar suporte, estar ao lado. Às vezes, um abraço ou a simples presença são extremamente terapêuticos.

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5 – Demonstrar confiança

A confiança é tanto construída pelo comportamento confiável de ambos, quanto pelo apego seguro de cada um, aquele moldado desde a infância. Ciúme excessivo pode sinalizar um problema a ser tratado individualmente em terapia. Em casos gerais, parte da confiança é acreditar no amor e caráter do outro e parte é ter, no comportamento dele, sinais de respeito e consideração pelos seus sentimentos.

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6 – Tratar com respeito

Sabe aquela máxima “Posso discordar do que diz, mas defenderei até o fim o direito de dizê-lo”? Vale aqui, para dizer e fazer. Aceite, observe, acolha, não tente mudar, não corrija, não satirize, não julgue. Deixe o outro ser o outro e aprecie o outro deixar que você seja você.

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7 – Sentir falta, saudade

Não importa quanto tempo vocês passam juntos. Aquele tempo de qualidade, dedicado um para o outro, deve fazer falta no dia a dia quando a relação é saudável. Afinal, é muito bom passar um tempinho com quem nos dá atenção, respeita quem somos, nos apóia nos momentos bons e ruins, demonstra interesse real pela nossa vida e ainda nos faz sentir especial, né?

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8 – Foco no aqui e agora

Ambos têm uma história anterior ao relacionamento e do aqui e agora, há uma história de relacionamento de vocês também. Remoer o passado não contribui para a construção de novos aspectos sadios da relação. Foco no momento atual é o que você pode mudar.

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Ao ler tudo isso você sentiu que seu relacionamento está deixando a desejar em algum aspecto? Converse! Se está com dificuldades, procure terapia! Enquanto houver desejo de estarem juntos, vale a pena lutar por essa relação!

Um forte abraço*


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Crianças e seus medos – como os pais podem ajudar?

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São monstros, abandono, morte, violência, para cada período do desenvolvimento da criança, há um medo que limita a atuação dela no ambiente e exige manejo e maior suporte dos pais. Como lidar com eles?

É importante, primeiramente, entender que o medo é uma função importante dos seres vivos. Sentir medo nos impede de enfrentar perigos dos quais poderíamos sair sem vida! Nas crianças, o medo que alterna conforme elas crescem, denota seus avanços na interação com o meio em que vive e sua capacidade de compreender que suas ações geram consequências no ambiente. Parece ótimo, não?

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A revista Crescer publicou um ótimo artigo sobre o assunto. Acessando o link abaixo, você terá acesso a classificação dos medos mais comuns em cada idade e como pode, na condição de cuidador do pequeno, ajudá-lo a superar cada medo com sucesso.

REVISTA EDUCAR PARA CRESCER – COMO LIDAR COM O MEDO DAS CRIANÇAS

 

Se por acaso o medo trouxer prejuízos para a criança ou pais e seu convívio familiar, social ou escolar e ainda, para sua rotina, procure um psicólogo.

Fico à disposição!

Forte abraço*


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Relacionamentos contemporâneos – Homens menos gentis, mulheres mais agressivas e o impacto dos novos comportamentos nas relações

Com precisão, posso dizer que todos os homens e mulheres que chegam ao consultório hoje encontram problemas que lhes machucam e parecem indissolúveis em suas relações, devido às mudanças no comportamento de ambos os gêneros no ritual da conquista e do convívio a dois.

Este artigo, publicado hoje em “O Estado de São Paulo”, traz uma reflexão muito interessante sobre essa mudanças de papéis nos relacionamentos.

Recomendo a leitura!

“QUEM MORREU PRIMEIRO? A TERNURA OU O CAVALHEIRISMO?”


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Alienação parental – fique atento!

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A Alienação Parental é uma forma de abuso emocional. Para nós, ainda é mais fácil e rápido, reconhecermos os abusos físicos, tais como os sexuais e os maus-tratos, porém, a alienação parental, por ser um abuso moral não é menos grave.Quando os cuidadores da criança desvalorizam de alguma forma uns aos outros e, assim, fragilizam os vínculos emocionais da mesma, acontece o que se chama de alienação parental. Os efeitos psicológicos sobre o comportamento e desenvolvimento da criança são devastadores.Além de ser considerado um crime contra a criança e o adolescente, indivíduos submetidos a tal prática necessitam de tratamento especializado para superar as sequelas da agressão.Para saber mais, consulte a cartilha do Tribunal de Justiça do Mato Grosso disponibilizada gratuitamente online: BAIXE SUA CARTILHA DE ALIENAÇÃO PARENTAL AQUI.Não fique parado diante da constatação de alienação parental! Oriente, denuncie!

foto site círculo silvia regina simoes psicologaSilvia Regina Simões
Psicóloga Clínica
Jundiaí – SP