Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia clínica infantil, adulto e terapeuta de casal


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IV Feprod USP recebe psicólogas com palestra sobre Administração de Conflitos em Lorena, SP

Na quarta (17), as psicólogas Sílvia Regina Simões e Raquel Araujo apresentaram a palestra sobre Administração de Conflitos na IV Feprod USP (Feira de Engenharia da Produção da Universidade de São Paulo) em Lorena, interior de São Paulo. Anfiteatro cheio e público participativo foram as marcas do evento.

Veja fotos da participação das psicólogas no primeiro dia da feira:

À esquerda, a psicóloga Raquel Araujo e à direita, a psicóloga Sílvia Regina Simões

Os pontos abordados na palestra foram:

 

  • Definição de personalidade: por que somos como somos?
  • Como identificar o início de um conflito?
  • Como agir mediante um conflito?
  • Quando enfrentar e quando evitar um conflito?

É possível adquirir um livreto, de autoria das psicólogas, com o passo a passo para resolver conflitos no estilo “faça você mesmo” por R$ 9,90, em pdf –  EM BREVE!

As palestrantes agradecem enormemente a comissão organizadora do evento, nas pessoas de Marcela Rey e Susi Nunes, pelo convite, suporte e inesquecível recepção! Além disso, parabeniza a iniciativa de incluir a exposição e discussão de temas relacionados a comportamento, habilidades de comunicação e relacionamentos aos estudantes que enfrentarão na vida cotidiana e no mercado de trabalho difíceis situações que exigirão deles muito mais que a ótima formação acadêmica, mas recursos psicológicos funcionais e bem adaptados. 

 

 


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Psicólogas realizam palestra sobre Administração de Conflitos no Nemp do UniAnchieta Jundiaí

No último sábado, 6 de maio, as psicólogas Sílvia Regina Simões e Raquel Araujo ministraram palestra sobre Administração de Conflitos no Nemp (Núcleo de Empregabilidade) do UniAnchieta (Centro Universitário Padre Anchieta), em Jundiaí, SP. O evento contou com grande público participativo, que promoveu uma grande troca entre profissionais e alunos.

Veja fotos do evento:

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As palestrantes estarão com o mesmo tema no próximo dia 17 de maio na cidade de Lorena, SP, participando da Feira de Engenharia de Produção do curso de mesmo nome na USP (Universidade de São Paulo).

*Caso queira levar esse tema ou outros para sua instituição, escola ou empresa, entre em contato conosco! Telefone (11) 9 9615 3632 ou email: s.silvia.psicologa@gmail.com


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Vingança – porque não praticá-la

Isaac Newton mem

Humor à parte, o comportamento humano, por mais que à primeira vista possa parecer, não é ação e reação. É muito mais complexo que isso.

Ao usar essa lei para o comportamento das pessoas, incorremos num grave erro que resulta em frustração e muitos problemas. Ao agirmos no ambiente amparados por uma noção errada sobre o nosso comportamento e dos outros, fracassamos e vamos nos tornando ansiosos, pouco confiantes, deprimidos.

A VINGANÇA COMO ATO ISOLADO E FINITO É UM ERRO

A vingança, tema do meme, é um exemplo muito claro disso. Quando somos afetados prejudicialmente por alguém, podemos lidar com a situação de várias formas. A vingança, ou seja, dar o troco, devolver o insulto ou prejuízo, pode gerar um ciclo sem fim de revidações.

Veja, uma ação efetivada por nós tem uma série de consequências. Essas consequências não são o fim da ação, pelo contrário, são começos de novas ações. A consequência também é um estímulo, que culminará em novas respostas.

Em algumas circunstâncias, como na física, pode haver ação e reação e essa reação encerrar-se em si mesma. Mas quando lidamos com comportamento humano, não é assim, ele é multi determinado e ocorre em cadeias.

ENTENDA MELHOR… 

Imagine que uma pessoa A bate no carro de outra B. Se efetivar uma nova reação na mesma medida em que recebeu de A, a pessoa B vai gerar um ciclo sem fim de prejuízos mútuos. Como ser racional que é, no entanto, B pode reivindicar a cobertura de seu prejuízo, dando à A não só a oportunidade de consertar seu erro, mas ensinando a ela que o prejuízo gerado pelas suas ações são responsabilidade dela. Não cabe a B revidar mostrando a outra a gravidade do que fez, causando-lhe o mesmo mal, que em nada vai resolver a situação do prejuízo que sofreu e ainda vai gerar responsabilidade pelo prejuízo novo que causou. A pessoa agredida teve uma reação que não foi na mesma medida, mas não ficou em total prejuízo.

Parece bastante óbvio, não é?

Mas, muitas vezes, quando alguém nos nega algo de que realmente necessitamos, um favor; ou quando alguém deixa de nos cumprimentar ou esbarra conosco no metrô, que seja, costumamos devolver na mesma moeda, sem refletirmos que ao praticar o mal que nos perturba, estamos nos responsabilizando, direta ou indiretamente, pelo estímulo a um novo prejuízo que este é.

EM RESUMO…

…A vingança nunca é plena, gera para você a responsabilidade sobre o prejuízo que você causou ao seu malfeitor, por sua livre escolha e de vítima você passa a autor, como ele!

Um forte abraço*


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23 de setembro – Dia de combate ao estresse

Leia o que já foi publicado sobre estresse AQUIdiadocombateaoestress


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Psicóloga Sílvia Simões ministra palestra na Semana de Psicologia da Faculdade Pitágoras, em Jundiaí

Na noite última sexta-feira (18), a psicóloga Sílvia Regina Simões foi a palestrante convidada do encerramento da Semana de Psicologia da Faculdade Pitágoras, em Jundiaí. A cerimônia foi realizada no auditório geral da Escola Superior de Educação de Física, no Bolão. Cerca de 150 alunos de 1º a 5º ano de psicologia assistiram à palestra cujo título foi “Terapia de Casal: quando a psicologia mete a colher”.

Na oportunidade a psicóloga abordou os pressupostos teóricos e técnicos da avaliação de demanda e intervenção em psicoterapia de casal, sob o ponto de vista da abordagem analítico comportamental. Houve entusiasmada participação dos presentes com questões sobre a prática da terapia de casal no momento dedicado às perguntas.

“O objetivo principal da terapia de casal é tornar os indivíduos capazes de lidar com os sofrimentos produzidos pela condição conjugal, ou seja, aquela fatia da vida de cada um que se cruza e torna duas histórias e pessoas diferentes em, efetivamente, um casal”, declarou a psicóloga na apresentação.

O evento seguiu com o encerramento da semana que contou com palestrantes externos e abordou outras áreas de atuação da psicologia, como clínica hospitalar e teve ciclo de apresentação de casos clínicos de estudantes locais.

Acompanhe algumas fotos do evento.


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TERAPIA DE CASAL – Relações abusivas

7E50s

“Uma jovem mulher percebe que tem abusado do marido por anos sem se dar conta”. Com esse título uma esposa anônima narra sua transformadora história ao perceber, certo dia, que estava passando um sermão e tendo um surto de irritação com o marido por um pequeno erro cometido.

Quantas vezes nosso(a) companheiro(a) comete um pequeno deslize e interpretamos como “é porque não se importa comigo” ou “não dá atenção ao que eu penso e quero”? Quantas vezes tratamos nosso(a) parceiros(a) como nosso filho, escravo, empregado?

O que essa constante reclamação e murmuração faz é enviar uma mensagem aos nossos maridos de que nós não os respeitamos. Nós não acreditamos que eles sejam inteligentes o suficiente pra fazer as coisas certas. Nós já sabemos que você vai fazer besteira. Se ele for um homem seguro, provavelmente ele vai se sentir ressentido com você. Se ele for inseguro, possivelmente ele vai começar acreditar em você e achar que ele não sabe fazer nada direito. E nenhuma destas respostas serão boas e benéficas pra vocês e nem pro casamento.

Leia o texto integral e reflita sobre sua relação com seu amor: CLIQUE AQUI.

Um forte abraço*


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Ansiedade e frustração que repassamos aos outros no dia a dia

ansiedade tratar o outro contingencias objetivos Quase infinitas variáveis estão envolvidas na nossa interação com o mundo, em nosso comportamento. A maneira como tratamos o outro é o resultado dessa complexa interação. Algumas vezes, de tão punidos que somos pelo ambiente, fica difícil repassar aceitação e compreensão, porque a frustração e ansiedade nos cegam de tal forma, que nos tornamos insensíveis às demandas do outro, que nada tem a ver com nossa experiência recente com o mundo. E isso só gera mais ansiedade e frustração!

No entanto, é possível e desejável que saibamos reduzir a ansiedade e lidar com a frustração constantemente gerada por nossas interações, para que sejamos capazes de produzir aceitação e bem estar. Isso não resultará em um tratamento indiscriminado de demandas, tal como no caso de estamos frustrados e ansiosos, mas vai melhorar muito nossa capacidade de discriminar situações e agir de acordo com elas. Se há dificuldade nesse sentido, procure ajuda! Forte abraço*