Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia clínica infantil, adulto e terapeuta de casal

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Através da página Psicologia on line, vou buscar responder dúvidas enviadas por você, leitor aqui do Blog Psicóloga Silvia Regina Simões. Mande sua pergunta, juntos, podemos buscar compreender melhor suas questões sobre o comportamento humano.

Espero sua pergunta aqui no campo comentários, no fim da página! Não é necessário revelar sua identidade!

Psicologia on line com a Psicóloga Silvia Regina Simões – Psicoterapeuta em Jundiaí/SP

ATENÇÃO! Este espaço destina-se à solução de dúvidas em termos teóricos e abrangentes e não tem pretensão ou prerrogativa de solucionar questões individuais ou servir como uma forma de tratamento ou orientação online à distância em público (prática não autorizada pelo Conselho Regional de Psicologia). Para tanto, busque ajuda especializada no contexto de um consultório.

58 pensamentos sobre “PSICOLOGIA ONLINE

  1. Minha dúvida ou história é a seguinte, tive minha primeira namorada aos 22 anos, namoramos por três meses e ela terminou. Depois de 5 meses ela mandou uma mensagem em meu aniversário e voltamos, detalhe, eu terminei com a minha então namorada pra voltar com ela. Depois de um mês ela terminou comigo novamente. Sofri muito nas duas vezes em que ela terminou comigo, de chorar por três dias, pensar em suicídio e tal. Depois de um tempo conheci minha ex mulher, namoramos por dois anos, casamos por 8 anos, tivemos duas filhas, e nos separamos. Nunca perdi o contato totalmente da minha primeira namorada, pois era sobrinha da esposa de um primo meu. Sempre ela tentava conversar comigo, mas eu estava casado e tinha uma mágoa muito grande dela. Ela também teve sua filha, vário outros relacionamentos. Depois de 19 anos após eu já ter separado ela me procurou novamente, daí então resolvi dar mais uma chance pra nós. Porém ela tinha saído recentemente de um relacionamento complicado, o ex marido dela é criminoso e ela disse que não sabia da vida passada dele. Daí ele ficava ameaçando ela, então resolvi terminar, e disse umas coisas fortes, dando a perceber que tinha ficado com ela por vinganca, além do medo dele, tinha mágoas ainda dela. Agora estou amargurado, sem paz, muitas dúvidas, pois ela perguntou se esperaria por ela até que resolvesse seus problemas. Gosto muito dela, mas tenho 41 anos e ñ posso esperar muito mais. Devo pedir desculpas? Espero o tempo passar? Esqueço de vez e parto pra outra?

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    • Boa noite, Nélio! Obrigada pela sua participação!
      São muitas questões, mas vou tentar passar minhas impressões.
      Se você disse coisas nas quais não acreditava, que perturbam seus pensamentos, talvez pedir desculpa seja uma boa opção. Mas, veja: pedir desculpa altera o significado do que você fez PRA VOCÊ e não quer dizer que vai deixar de ferí-la. O que você disse só deixará de ferí-la quando ela tomar a decisão de trabalhar nisso.
      Sobre esperar ou seguir em frente, é importante se perguntar: o que desejo pra mim? Desejo viver o amor com essa mulher? Desejo viver um amor imediatamente? Desejo ficar sozinho? O que você deseja para si neste momento? Trabalhe apenas com o que você sabe que ela é capaz de lhe oferecer. “Torcer” para que algo mágico aconteça pode lhe causar grande sofrimento. Pense no que quer e pense no que ela pode lhe oferecer e decida. A decisão deve doer, claro, pois envolve abrir mão de algo. Mas saiba que nos habituamos com a maior parte das situações que pensamos que vai nos matar um dia!
      Espero ter ajudado de alguma forma!
      Um abraço*

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  2. Bom dia
    Dra,sou uma pessoa correta,sincera não gosto de injustiça.Tenho um ciclo de amigo pouco.Sou tímida,mas gosto de conversar é um meio termo.
    Não sei o que acontece,já tive amizades que parecia ser sincera e daqui a pouco tem distanciamento,a pessoa muda,e tem uma ruptura.E isso aconteceu não só com uma ou dois pessoas.Já mim perguntei o que eu tenho de errado que não sei conquistar.
    Sou simples tenho determinação,sou feliz.

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  3. Pingback: Psicóloga Sílvia Regina Simões participa de fórum sobre bullying e suicídio na Câmara Municipal de Jundiaí | Psicóloga Sílvia Regina Simões

  4. Olá Dra,Boa tarde! Bom eu tenho uma longa história…, desde muito nova sofro muito sofri bullyng praticamente toda minha vida, o que me impediu de me formar, de sair e até ter um relacionamento feliz. Sempre tentei fazer faculdade, porém eu começava e não sabia lidar com as piadinhas sofria muito pq aquilo não me deixava concentra nas aulas e eu acabava me perdendo e tirando notas ruins o que me deixava pior, isso desde os meus 18 anos e já foram 4 faculdade que eu tentei e desisti por conta de piadas sempre tive muita vontade de estudar mas ao mesmo tempo medo. Bom com meus 21 anos eu comecei um relacionamento que durou quase dois anos, porém nós terminamos e eu sofri muito com isso, tentei começar a estudar pra me sentir alguém melhor porém eu não conseguia por conta de ser alvo de piadas e chacotas na sala. Desisti, e estava trabalhando como babá em uma casa onde não me sentia bem o que me levou a ter sérios problemas, hoje vivo com medo absurdo de sair em público, não consigo me concentrar em nada quando estou rodeado de pessoas tenho medo que eles me chamem de Louca, porquê realmente as vezes sinto que estou enlouquecendo, munha cabeça sempre está numa. Pressão enorme, eu só consigo relaxar quando estou sozinha. Até com minha família eu não consigo mais ser eu mesma. Evito o máximo festas em família ou então me encontra com eles com medo de me chamarem de louca. É uma coisa horrível que vivo todos os dias quando estou em público, sinto que todos estão me avaliando me olhando me taxando como louca, não consigo me concentra não consigo relaxar, não consigo ter uma boa conversa com alguém pq estou sempre pensando mil coisas me sentindo observada. Preciso de ajuda

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    • Olá, Adriana! Obrigada por se abrir neste espaço. Peço perdão por não ter respondido antes, mas não fui notificada da sua publicação.
      Vamos lá!
      O bullying tem um impacto devastador sobre o desenvolvimento social e afetivo de uma pessoa. Desde que sofreu com isso pela primeira vez, você já precisava de ajuda.
      Quando vivemos eventos extremamente aversivos, como ser ridicularizado em público repetidamente, nosso organismo passa a se “armar” antecipadamente e mediante qualquer situação que preceda a ridicularização. E isso vai se generalizando, para outros contextos, deixando você cada vez mais nervosa, apreensiva.
      A expectativa de que algo ruim sempre vai acontecer vai se tornando uma mania de perseguição – que deve ser o comportamento que você diz que lhe faz parecer louca.
      Como você disse, esse problema está limitando muito sua vida. Seus relacionamentos com vínculos supostamente importantes, seus estudos e consequentemente seu trabalho.
      Procure um psiquiatra e um psicólogo e inicie o quanto antes seu tratamento. É um processo difícil, mas perfeitamente possível superar essas condições a prender a lidar com aquilo que não pode superar.
      Tudo o que você viveu definiu muito do que está vivendo hoje, mas quem decide como será daqui em diante é você, buscando ajuda profissional e estando disponível para mudanças!
      Um abraço*

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  5. Olá , boa noite .
    Eu namorei durante um ano com um menino a distância .
    mas recentemente eu terminei com ele, e sabe ele não é do tipo que perdoa e quando eu quis voltar ele não quis .Mas ele mandou eu seguir minha vida , porém eu não estou conseguindo .Todo dia eu penso nele .Será que eu vou superar o fim ? Eu acho que nunca mais vou amar alguém como amei ele .

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    • Boa noite, Jefsz! Obrigada pela sua participação!

      A grande dificuldade em nos recuperarmos do término de um relacionamento com quem amávamos está na adaptação à ausência de uma série de atividades e situações atreladas à nossa convivência próxima da pessoa.

      Quando o namoro é à distância, existem muitos recursos usados para nos tornarmos presentes na vida de quem amamos. Quando há o fim, nos vemos perdidos e aquela série de circunstâncias vividas a partir da relação viram um imenso oco na nossa rotina.

      Os efeitos da paixão e do amor sobre nosso corpo também é um impulso a mais para o sofrimento mediante o fim da relação. Recomendo a leitura desse artigo: https://silviareginasimoes.wordpress.com/2014/09/25/efeitos-da-paixao-sobre-o-comportamento-humano/

      Sobre amar alguém como o amou, é difícil comparar, pois você era uma pessoa quando o conheceu, outra quando terminou e será ainda diferente quando conhecer um novo alguém. Não é só ele, é você, é o tempo, é a vida, a sua, a que lhe rodeia. O que recomendo é que você busque novas atividades para o seu dia a dia, que faça coisas simples, prazerosas e o mais naturais possível no lugar daqueles instantes do dia em que viveria alguma experiência com ele. Isso lhe ajudará a reduzir o sofrimento e superar a perda.

      Espero ter ajudado!

      Abraço*

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  6. Bom dia Dra. Estou perdida e com duvida, eu namorava a 2 anos e meio, mais a um tempinho atrás começamos a brigar muito, por coisas idiotas, ele sempre me falava pra parar, pra pensar antes de fazer as coisas e etc, a duas semanas atrás discutíamos por causa de celular, eu queria ver mais ele não quis deixar, fiquei tão brava, que acabei indo pra cima dele com agressão. Brigamos ele foi embora e terminamos, dois dias depois eu fui atrás e pedi perdão, falei que por raiva e sem pensar a conheceu aquilo, me redimi ao máximo, mais ele disse que aquela mulher não era a pessoa que ele amava, e ele queria a pessoa que ele amava de volta, e não aquela louca que fez tudo aquilo. Pedi pra mostra que eu sou a pessoa que ele ama ainda, e que eu a louca que fez não iria existir nunca mais, só que ele falou que ja acreditou nas minhas palavras antes, e que só quebrou a cara, e não queria se machucar outra vez, ele pediu pra eu mostrar que podemos continuar, mais não estariamos juntos, fiquei perdida, como mostrar se não estamos juntos? Ai ele disse que precisamos nos reconquistar por que não somos mais as pessoas por qual ambos se apaixonaram, mais e difícil começar uma coisa que ja está começada. Não sei o que fazer, me da uma palavra diante disso.. obrigada .

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    • Boa noite! Obrigada pela sua participação!
      Vamos lá!

      Sem dúvida, você precisa de ajuda para compreender por que chegou a esse ponto de agredí-lo. Recomendo que vocês dois façam esse teste para identificar pontos críticos da relação: https://silviareginasimoes.wordpress.com/2016/10/23/voce-esta-sofrendo-abuso-teste-aqui/

      Pelo que me descreveu, trata-se de uma questão que excede a relação de vocês. É necessário um olhar individual sobre as circunstâncias que você vem vivendo. Não quer dizer que o seu namorado não crie condições para as brigas, mas a falta de controle sobre como resolver a situação precisa realmente ser tratada.

      Às vezes, o distanciamento dá condições de vocês verem o relacionamento sob outro aspecto e ajuda vocês a retomar, no futuro, de forma mais saudável, deixando para trás algumas questões que não cabem mais na união.

      Precisaria de mais informações para análise. Mas recomendo fortemente que procure ajuda especializada para lidar com essa situação, ok?

      Um abraço*

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  7. Sou uma pessoa politicamente correta, porém tenho um apetite sexual muito grande, mesmo sendo fiel passo o dia olhando e desejando outras mulheres sem deixar que elas vejam, não consigo conter este desejo, só consigo conter minhas ações de não trair e nem fazer nada mais, inclusive nem converso com outras mulheres sobre isso. O que eu tenho que fazer? Como me livrar disso?

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    • Olá! Agradeço sua participação!

      Esse apetite sexual que domina seus pensamentos em boa parte do dia deve lhe trazer prejuízos sociais de alguma forma. Isso é um forte apelo para a necessidade de tratamento.

      É preciso entender quando se iniciou isso, mediante quais circunstâncias se manifesta o seu desejo, como é sua vida sexual e quanto está satisfeita atualmente com ela, entre muitas outras questões. É necessária, inclusive, uma avaliação médica para eliminar a possibilidade de você ter fatores fisiológicos que impulsionam esse desejo exacerbado.

      Procure um psicólogo e um médico para receber ajuda!

      Um abraço*

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  8. Bom dia! Dra eu estou comproblemas com a minha sogra! Ela não gosta de mim, já fiz de tudo que estava ao meu alcance para agradar, mas não adiantou. Ela não me respeita, todas oportunidades que ela tem ela me ataca de alguma forma. Oque leva uma pessoa a agir assim? Tento procurar se fiz algo, mas não. Achei. Pque tanto odio?

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    • Bom dia, Regiane! Obrigada pela sua participação.
      Muitas vezes não são suas ações que motivam uma “perseguição” por parte de outra pessoa. Talvez o papel que você representa no contexto ou como a sua presença modifica a probabilidade dela conseguir algo que tinha na sua ausência.

      A relação com a sogra é muito delicada, por se tratar de uma pessoa muito importante para seu/sua parceira, alguém com quem dificilmente você conseguirá romper completamente o vínculo.

      Primeiramente, não se culpe. Como disse, é preciso muito mais do que uma certa atitude ou omissão sua para estimular uma atitude ostensiva e sistemática de rejeição por parte de alguém. Se tiver abertura, fale sobre como se sente a respeito. Se não tiver, busque consequenciar os ataques com afastamento, suspensão de ações afetivas da sua parte. Quando ela lhe tratar mal, por exemplo, não responda com mais atenção, trabalhe no sentido de seguir um ataque de afastamento, de silêncio, de indiferença. Isso fará com que, pouco a pouco, ela perceba que mediante certo padrão de comportamentos dela, você reage defensivamente. Isso pode ajudar.

      Espero ter ajudado!

      Um abraço*

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  9. Boa tarde Dra. Silvia!
    Tenho uma sobrinha de 8 anos muito doce, gentil, educada…
    Mas o problema é que ela vem apresentando um comportamento um pouco estranho,
    Essa semana ela estava usando uma calcinha fio dental da mãe dela , disse que estava com pressa
    por isso pegou a primeira que viu, ela gosta de estar perto de homens mais velhos como meu esposo, meu cunhado, sentar no colo subir nas costas, esses dias estávamos na piscina e ela brincava com meu marido, colocava as mãos nas pernas dele para empurra-lo na água, não aprecia ter malicia, mas também não tinha cuidado de onde não pegar
    Com o pai dela (meu irmão) ela também é assim na verdade vira um bebê, deixa até de brincar com outras crianças, para ficar pendurada no pescoço dele ou no colo.
    Os pais são separados e ela mora no mesmo quintal que minha mãe (avó) com a mãe dela, mais passa maior parte do tempo com minha mãe que é super correta, a mãe dela já nos disse que não se importa se ela tiver uma vida sexual precoce, nem se importa com o tamanho da roupa ou a cor da maquiagem e minha sobrinha age com ela de forma diferente do que quando não está, até nas poses em fotos é bem diferente.
    Ela fica pouco tempo com a mãe, como ela trabalha em horário que chega tarde em casa só pega a garota já dormindo, mais eventualmente nas folgas ela sai com ela, mais também a leva para qualquer lugar que for, até festas de adultos.
    Estamos sem saber como lidar com ela, não sabemos o que ela está sentindo, é uma garota alegre.

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    • Renata, me desculpe! Só vi hoje a notificação do seu comentário, porque outra pessoa comentou também!
      Vamos lá!

      Uma criança dificilmente tem malícia em comportamentos ditos sensuais como você relatou. Podem ocorrer disturbios fisiológicos ou mentais que levem o organismo da criança a erotizar suas ações e toques, mas são pouco frequentes.

      Provavelmente ela está repetindo comportamentos por imitação. Talvez vendo na TV, talvez vendo outras pessoas nesses contextos adultos que você citou. É muito importante observar que tipo de atenção os adultos que convivem com ela dão para essa “sensualidade” da sua sobrinha.

      O fato de não viver a maior parte do tempo com a mãe não deve interferir nesse comportamento. A menos que a mãe valorize especificamente o uso e trejeitos sensualizados da criança quando presente ou sirva de exemplo para ela nessa questão.

      Levá-la a conviver com outras crianças e disponibilizar brinquedos e programas de TV adequados para a idade dela é fundamental.

      Além disso, visitem um psicólogo para uma avaliação detalhada do contexto de vida da criança. Pois se houver algum transtorno permeando esses comportamentos, quanto antes tratado, melhor.

      Espero ter ajudado!
      Um abraço*

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  10. Dra. venho lhe pedir que me ajude por favor, minha mae a mais de 5 anos sofre de depressao ela morra em alagoas e nao teve acompanhamento passou algumas vezes com psiquiaqtra mas nao melhora com o passa dos anos so piora ta muito magra nao tem animo pra nada, perdeu o sentido de querer viver, esta muito mal por este motivo vou trazer ela pra se trata aqui em jundiai. a senhora poderia me ajuda ou indicar alguem,

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    • Lucineide, obrigada por utilizar esse espaço!

      É reconhecido o fato de que apenas tratamento medicamentoso não é suficiente para alcançar melhora consistente em quadros de depressão. A psicoterapia é fundamental, pois exerce a função de propiciar novas conexões, ou seja, aprendizagem, para que novos comportamentos sejam agregados em favor da recuperação do paciente.

      Em Jundiaí, eu mesma posso atendê-la. Entre em contato comigo por email s.silvia.psicologa@gmail.com ou whats app 11 9 9615 8632 e agende uma consulta.

      Estimo melhoras para ela!
      Um abraço*

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  13. Boa noite!

    Gostaria de saber se você faz tratamento em grupo para crianças com obesidade? Ou se poderia me indicar algum lugar?

    Obrigada!

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  15. Ola …gostaria de saber se a senhora trata jovens com psicopatia , e , se nao trata, pode me indicar alguem em jundiai? Muito obrigada.

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    • Olá, Luiza! Infelizmente não trato, mas você pode procurar a Clínica de Psicologia Aplicada da Unianchieta, pois lá há professores especializados em tratar este tipo de problema e ele terá todo o amparo necessário. O telefone é (11) 4527-3452. Também pode procurar o CAPS, Ambulatório da Saúde Mental, na Rua Barão de Jundiaí, 267, Centro Telefone: (11) 4521-8859.
      Obrigada pela sua participação e fico à disposição!

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  16. Bom dia Dr. Sílvia
    Tenho muita dificuldade em dizer não e colocar limites em todos os âmbitos da minha vida.Como posso trabalhar isso?

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  17. Olá Dra. Tenho duvida sobre- adoecimentos psíquicos podem incidir sobre a manifestação de algumas características importantes para o trabalho do profissional clínico, tais como, a dificuldade que o paciente tem para cuidar de si e o bloqueio no desenvolvimento dos afetos. Partindo deste quais são as principais experiências que devem ser investigadas na vida de um paciente? Obg.. Ficarei muita grata se puder ajudar.

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    • Olá, Karla!
      Não sei se entendi bem sua dúvida. Você gostaria de saber se dificuldades no auto cuidado e na criação de vínculos afetivos podem estar relacionados à doenças psíquicas?
      Se foi essa a sua dúvida, a resposta é certamente. Um referencial importante para sabermos se a pessoa sofre alguma enfermidade é se os sintomas que manifesta interferem causando prejuízos em suas funções adaptativas cotidianas. Se interfere nas suas relações interpessoais (família e amigos), no trabalho/estudos ou traz sintomas físicos sem causa médica identificada, é necessário buscar ajuda psicológica/psiquiátrica imediatamente.
      Os sinais que relatou fazem parte de uma gama enorme de doenças psíquicas. Para diagnosticar, é necessário coletar muitos outros dados junto ao paciente e eventualmente pessoas próximas.
      De qualquer forma, em linhas gerais, posso dizer que a dificuldade de auto cuidado está muitas vezes ligada à depressão e a pobreza de repertório para criação e manutenção de vínculos, ligada ao estilo parental vivenciado na infância e na adolescência, além de ser um traço importante de vários distúrbios de personalidade.
      Como pode ver, é preciso analisar o caso especificamente para eliminar as muitas possibilidades existentes para tais sintomas.
      Espero ter ajudado! Fico à disposição.
      Obrigada pela sua participação!

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  18. Oi doutora. Eu estou a um ponto da vida q as vezes percebo está incomodando as pessoas ao meu redor. Venho tento alterações D humor constante, impaciência, raiva desânimo. Arrependimento de coisas q fiz, e não tem mais volta. Enfim, coisas q saem do meu controle. O que fazer?

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    • Olá, Eliana! Obrigada pela sua participação!
      Esses comportamentos que vem apresentando podem estar ligados a um quadro de ansiedade ou depressão. Sem dúvida incomodam muito as pessoas à sua volta, pois, provavelmente sua reação é desproporcional aos eventos que lhe cerca. Alguns questionamentos importantes a fazer são: Você tem realizado atividades que lhe dão prazer? Aquelas atividades que sempre tiveram um efeito positivo sobre você ainda funcionam como tal? Você tem mantido uma rotina satisfatória que inclui alimentação minimamente adequada, horas suficientes de sono, interação com as pessoas que lhe são mais próximas? Tem sentido que suas atividades são finalizadas e que há recompensas?
      Ajuda psicoterapêutica pode ser muito relevante para alterar esse quadro e lhe garantir mais qualidade de vida!
      Fico à disposição!

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  19. Olá doutora Sílvia, gostaria de à respeito de mim, venho tendo crises de choro sentindo um vazio, como se faltasse algo, sou muito explosiva e isso vem atrapalhando meu relacionamento, qualquer coisa me deixa chateada, triste deprimida eu vou da calmaria a explosão em segundos e isso tá me fazendo mal, que tipo de tratamento vc teria pra mim é gostaria de saber se em quarenta sessões dar pra resolver, obrigada e aguardo sua resposta

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    • Olá, Alessandra!
      Precisamos entender melhor que fatores lhe levaram a este humor instável, o choro insistente e à tristeza recorrente. Muitas pessoas procuram psicoterapia por tais motivos, mas as questões que levam a esses sintomas são das mais variadas. E só tendo conhecimento e analisando essas condições anteriores é possível propor um tratamento exclusivamente elaborado para sua situação.
      As 40 sessões de psicoterapia seriam 10 meses de acompanhamento. Depende muito da sua história de vida e como a mesma influencia esses sintomas atuais e como você é capaz de aderir ao tratamento. Se houver um ótimo aproveitamento e disposição da sua parte, é possível sim fazer uma psicoterapia breve e tratar esses problemas com sucesso.
      Obrigada pela sua participação!
      Fico à disposição!

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  20. Gostaria de pedir ajuda tenho muito medo , meu filho está namorando e fico com medo de ficar sozinho quando ele casar

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    • Boa noite, Waldinete!

      É muito pertinente a sua dúvida e seu medo. A saída de um membro companheiro do contexto de vida diário causa um grande impacto na vida de qualquer pessoa.
      Felizmente sua luzinha vermelha já acendeu e é hora de procurar ajuda profissional em psicoterapia. Por que você tem medo de ficar sozinha? Que outras pessoas e atividades podem completar a sua vida com a saída do seu filho de casa? Por que se apegaram a tal ponto de você temer o curso natural da vida dele? Será que um bom relacionamento com a namorada dele não traria mais companhia?
      Sem dúvida é hora de buscar psicoterapia para lidar com esse medo.
      Obrigada pela participação e pela visita!

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  21. Pingback: PSICOLOGIA ONLINE – Você tem novas respostas para suas dúvidas no blog da psicóloga Silvia Regina Simões | Psicóloga Sílvia Regina Simões

  22. Dra., boa noite. Obrigada pela oportunidade de atendimento! Venho pedir conselhos a respeito do meu relacionamento conturbado que “terminou em término” na última semana. Bom, nos conhecemos há nove meses e desde primeiro mês, comecei a notar alguns comportamentos que considero novos para mim em uma relação, e fiquei bem assustada. Tudo começou quando ele passou a me questionar alguns comportamentos no Facebook, como algumas fotos minhas, páginas e pessoas que eu seguia. Nossa primeira grande briga veio quando ele ficou totalmente aborrecido de eu ter curtido a foto de um jogador comemorando um gol (época de Copa), e alguns dias antes deste fato eu havia comentado com ele que o jogador tinha um rosto bonito. Mas nada além de um elogio, sem nenhum desrespeito a ele (meu namorado). A curtida no Face rendeu muita briga e um descontrole emocional que eu jamais havia visto antes, mas tentei respeitá-lo e encarar como algo novo para mim. Também por estar apaixonada por ele e por ter total interesse em conhece-lo melhor. Os problemas de vigilância no Facebook persistiram, até que eu me aborreci e decidi excluir a página. Porém, já havia caído na real que estava lidando com uma pessoa cuimenta, possessiva e controladora. Tivemos casos de estarmos passando na rua ou dentro de um carro e ele me perguntar em tom aborrecido, o motivo pelo qual eu olhei para um homem que havia passado. Até hoje não sei de quem se trata este homem! Lembro-e que a primeira vez que fomos à praia ele me pediu carinhosamente que eu não olhasse para homem nenhum na praia, pois o incomodava. Na ocasião (na praia) ele achou graça de uma “mulher feia” na praia e eu o questionei: olhar homem eu não posso, elogiar o bonito também não, mas criticar aos outros vale, certo? Pois bem, dos vários amigos que ele afirma ter, conheci apenas um, mas tivemos pouquíssimos contatos, e logo no começo da relação, meu namorado ficou bastante enciumado com o fato de eu ter adicionado este amigo dele no Face. Achou demais da minha parte… Devido o ciúmes, tivemos vários problemas durante a relação. Até para ir na casa de uma amiga ou sair com amigos (programa raro para mim), ele arrumava bastante confusão. Tipo, reclamava que eu sumia caso eu ficasse mais de uma hora sem mandar mensagem para ele. Ele também tem complexo de inferioridade, e não aceita qualquer comentário relacionado à sua aparência. Eu tive que brigar com ele para ele entender que o amo do jeito que é, que não sou fã de homem malhado, conforme ele inventou na cabeça dele. Já tive problemas de ciúmes relacionado ao meu trabalho (ficava louco com reuniões noturnas) e tivemos uma briga séria quando reativei meu Facebook, pois deixei que ele mesmo criasse, tendo a senha de acesso, e determinei algumas “regras para o jogo”, sobre os homens que iria adicionar à minha rede, por exemplo. Ele criou o Face mas disse que nunca olharia, que era coisa minha, no entanto, ele olhava todos os dias, cada atividade, todos os inbox e sempre me tirava satisfação quando lia algo que considerava suspeito. Até que a gente brigou bastante e eu dei um basta nas investigações desnecessárias dele nas minhas coisas. Devido a estas questões, eu passei a conhecê-lo bem e comecei a pedir para a gente terminar. Na primeira vez ele ficou bastante assustado, e me pediu para reconsiderar, como fiz. De lá para cá foram vários pedidos de término, sempre em relação a problemas recorrentes. Mas ele sempre conseguia me manter na relação, e recentemente ele começou a jogar isto na minha cara: que “qualquer” coisa é motivo para terminarmos, e que eu tinha que parar com isto. Foi então que nas duas últimas brigas eu fui bem decidida em pedir para terminar. Na penúltima eu voltei atrás e agora eu terminei de vez. Estou aqui relatando fragmentos da minha relação (tem muito mais coisa…), pois eu gosto dele. Ele tem inúmeras qualidades: me ama como nunca ninguém me amou, faz surpresa, me dá flores, é carinhoso, me valoriza, e quer ter uma vida comigo o quanto antes. Também são boas sensações que estou provando agora com ele. o que eu sempre disse para ele, é que ele é intenso e exagerado em tudo. No lado bom e ruim. Uma espécie de descontrole emocional, onde ele me ama incondicionalmente, faz loucuras por mim, mas tem comigo uma relação um tanto possessiva, e ele é bastante exigente comigo, não aceita muito os meus erros e qualquer coisinha já é motivo para ele se aborrecer, me chamar atenção e passar uns dias emburrado. Coisas do dia dia que ele poderia engolir… Fora que quando eu peço desculpas, para ele funciona como um combustível para ficar ainda mais enfurecido comigo, ou cheio da razão. Eu sinto uma enorme necessidade de ajudá-lo, pois sinto que ele tem um amor verdadeiro por mim. Ele sofreu bastante com minha última decisão e eu estou sem saber o que fazer. Ele me pediu uma última chance e falou que é capaz de mudar tudo que precisa para nossa relação (quando eu sou dura com ele e peço para terminar, parece que ele se esquece de todas as defesas e concorda com tudo o que eu digo – é a única vez que tenho voz ativa na relação). Tudo isso me preocupa bastante, pois tudo é excesso, até o excesso de amor e dependencia comigo me preocupa pois eu vejo as coisas de forma mais equilibrada (estou bem estes primeiros dias sem ele, mas bastante reflexiva). A minha família não se manifestou com o término, mas ouvi dizer que eu mereço coisa melhor. As minhas amigas, todas sem exceção, disseram que fiz o certo pois vivia numa relação doentia, e me relataram casos parecidos que não deram certo com elas. De algumas ouvi que mudei bastante com o namoro, fiquei mais dependente das opiniões dele, meio que apagada por ele… Enfim, resumindo, era um bom namorado, mas os ciúmes, acompanhados de baixa auto-estima, nervosismo, intolerancia aos meus erros, e uma forte tendencia para a briga estragaram nossa relação. Aliado a isto, ele é um pouco anti social, não faz muita questão de se aproximar dos meus amigos e demorou para desconfiar que precisava conquistar meus pais (tarde demais pois a primeira impressão é a que costuma ficar). Também é muito dono da verdade, fala como se o conselho dele para as pessoas fosse o mais certo (já chegou a ensinar minha mãe como ela deveria criar o neto rss). E só está plenamente feliz quando todos estão fazendo um programa proposto por ele. Já ouvi dizer que chamam ele de anti- social entre os amigos. Para finalizar, moramos em cidades diferentes, e eu estava com tudo certo para ir morar com ele ainda neste primeiro semestre. Agora, devido à última briga, todas as minhas incertezas pesaram demais e eu tomei a decisão de terminar. Sei que ele está sofrendo demais, que me ama de verdade e que precisa de mim. Mas honestamente não sei se ele é capaz de fazer a mudança que precisa par sermos felizes e se eu também consigo mudar e me adaptar ao jeito dele. O pai dele é igual, aliás, pior ainda no temperamento, e a mãe dele se anulou, aceita tudo. Ele também teve uma adolescencia conturbada devido um sequestro que levou os pais dele a mandarem ele para outra cidade (capital), para morar sozinho, aos 14 anos. Como proceder? Dar a ele a última chance que tem me pedido? Eu posso ajudá-lo? Ele não aceita que as pessoas digam que ele precisa de um tratamento, mas no término eu falei…

    Agradeço sua atenção e peço desculpas pelo livro kkk preciso de um direcionamento para uma decisão rápida, afinal sei que o caso dele é de análise e o nosso seria de terapia de casais.

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    • Bom dia, Aline! Obrigada pela sua participação e espero poder ajudá-la.

      Veja, os comportamentos que relata do seu ex namorado são muito graves. Para ele e para você também. Um relacionamento em que um dos parceiros precisa se anular para evitar brigas e alcançar harmonia é realmente doentio.

      Em geral, comportamentos ciumentos e dependentes têm raízes em uma infância difícil no contexto familiar de quem os apresenta. É necessário um tratamento longo e com grande comprometimento de quem os emite.

      O sofrimento ao qual ele expõe você é apenas um sinal de todo um contexto maior e anterior. Antes mesmo de ajudá-lo, é interessante você se fortalecer e pensar em algumas questões tais como se é capaz de contornar a situação sem se subjugar aos imperativos dele? No seu processo individual, qual o impacto e função de viver esse relacionamento agora?

      A sua relação amorosa com ele torna tudo muito confuso e intenso mesmo. Como você mesma disse, ele é extremo, para coisas boas e ruins também. Se por um lado ele coloca você em constante estado de alerta e, aos poucos você toma iniciativa de evitar situações, antes normais, para não agradá-lo, mas evitar brigas, por outro, ele vai envolver você da maneira mais intensa e grandiosa possível, para conquistar exclusividade de atenção na sua vida. Será que o que move é ver você sorrir ou evitar que outra pessoa o faça?

      Infelizmente, Aline, a pessoa que pode fazer a diferença no comportamento dele daqui em diante é ele mesmo. Você pode representar a necessidade de mudança e o fim do relacionamento, a consequência de não mudar. Mas ele só pode mudar por si mesmo.

      Mais do que a terapia de casal, indicaria terapia individual para ambos e, para ele, terapia de grupo para dependentes amorosos e ciumentos. Tudo isso pode ajudá-lo bastante. Reescrever uma história de vida é um processo lento e que demanda muito esforço, porém, perfeitamente possível e de benefícios inesgotáveis.

      Da situação que vivem hoje, busque avaliar, repito a função de permanecer nesse relacionamento para você e possibilidade de sensibilizá-lo para buscar ajuda. Ciente dos papéis de cada um, tudo fica mais claro e passível de mudança, para melhor.

      Espero ter sido útil e fico à disposição!
      Um abraço!

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      • Agradeço a resposta Dra.! Esclareceu bastante! Tudo o que reflito é na necessidade de estar com ele nesta circunstância. E tenho convicção de que esta mudança só pode partir dele. Tivemos momentos maravilhosos em nossa relação, mas a parte ruim realmente pesa bastante. Hoje ele me telefonou, disse que pensou bastante em tudo que falei e que conversou com os irmãos dele para desabafas e pedir conselhos. Segundo ele, ouviu coisas que não gostaria de ter ouvido e está no fundo do poço, pois enxergou o quanto ele errou comigo, em ser ciumento, controlador, egoísta, nervoso e ansioso. Os próprios familiares o aconselharam a reconhecer suas fraquezas e a escrever uma nova história. Disse que decidiu procurar ajuda profissional e vai começar a fazer análise e auto-ajuda, ainda esta semana. Disse que não quer seguir o exemplo dos pais dele (o pai ciumento e a mãe passiva),e que independente da minha decisão de dar a ele uma última chance ou não, ele vai se tratar pois através de mim, percebeu que dentro dele algo estava atrapalhando a sua felicidade. Disse que quer melhorar em todos os níveis de relacionamento (trabalho, amigos e família), pois conseguiu perceber que é uma pessoa de temperamento difícil. Ele me disse que entendeu que devemos ser livres na relação, com motivos para permanecermos nela, mesmo sendo livres… É uma situação muito complicada pois sei que as mudanças serão lentas (caso ele cumpra com o prometido). Fiquei feliz com a iniciativa dele, pois nunca havia ouvido coisa parecida como tudo o que ele me falou hoje. Ele me falou que me amava demais e não queria perder esta oportunidade que a vida deu para ele. Acha que devo dá-lo uma segunda chance? Na oportunidade, eu elogiei pelo novo posicionamento dele e disse que estaria à disposição para ajudá-lo, mas que a mudança é dele. Ele já havia mudado um pouco mas não o suficiente. Mas diante de tudo que ele me falou, me sinto mais livre até para conversar coisas que antes eram tabu, ou que ele não aceitava. Na verdade eu não sei o que nos aguarda e não sei que decisão tomar, mas fiquei surpresa com a resposta dele. Hoje o que pode me prender a ele é uma sentimento que sei que é sincero por mim.

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  23. Pingback: Como os pais devem educar seus filhos? | Psicóloga Sílvia Regina Simões

  24. Oi, dra Sílvia. Gostaria de saber se é possível tratar uma pessoa em seis meses apenas. Sei de amigos e conhecidos que estão há 4 anos em terapia, mas meu convênio (Unimed) só aprova, no máximo, 40 consultas. É viável um tratamento tão curto? Grata.

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    • Olá, Alessandra! Obrigada pela visita e participação. Pois bem, é possível sim tratar uma pessoa em 40 sessões, com a modalidade conhecida como terapia breve. Este tipo de tratamento psicoterapêutico foca em uma questão, geralmente a que está trazendo maiores prejuízos à vida diária do cliente e foca nas mudanças positivas a esta situação. Como sempre digo, os resultados da terapia são um esforço conjunto entre terapeuta e cliente. Estando os dois empenhados na melhoria, dependendo da origem e intensidade do problema, pode ser sim tratado em 40 sessões, sem prejudicar a qualidade do atendimento. Fico à disposição! Um abraço*

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  25. Olá, Doutora.
    Qual é o seu conselho que quem tem uma mania de grandiosidade que não pode suprir? Pra quem acha que precisa ser perfeito e virtuoso em todos os segmentos da vida para ter algum valor e merecer o amor dos outros
    É difícil viver com essa sensação.
    Espero a resposta. 🙂

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    • Olá, Heathcliff. Interessante sua pergunta. As características que descreve, muitas vezes, podem ser encaradas como desvio de caráter, erroneamente. Na realidade, pode ser um problema de desenvolvimento de autoestima e autoconfiança e afeto graves e profundos, que precisam ser analisados e tratados com urgência, pois causam intenso sofrimento e com paciência, pois envolvem muitas questões ao longo de uma história de vida. No entanto, uma vez que o cliente tenha disposição para rever sua própria vida, pensamentos e ações e mudar, é um quadro perfeitamente possível de ser tratado. Procure ajuda, insista! Fico à disposição. Um abraço*

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  26. Bom dia, Dra. Gostaria de saber como é o atendimento de crianças na terapia. É por meio de diálogo? Como elas recebem e seguem orientações da senhora? É necessário envolver os pais? Grato.

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    • Olá, Pedro! Obrigada pela visita e participação neste espaço!
      O atendimento a crianças na terapia individual é feito de maneira compartilhada com os pais, os principais responsáveis pelo ambiente em que a criança vive, modelos de comportamento e fonte de regras de afeto dela. A criança é ouvida em um contexto lúdico, em meio a brincadeiras apropriadas a idade dela, junto do terapeuta. Os pais, por sua vez, são chamados periodicamente (pode ser a cada duas, três ou quatro semanas) para orientação sobre mudanças na forma deles interagirem com as crianças e exposição da mesma a certos ambientes e situações, para a mudança de comportamento. Certo? Espero que tenha satisfeito sua dúvida. Fico à disposição. Um abraço*

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  30. Olá, Diego! Obrigada pela sua visita e participação neste espaço! É um prazer interagir com vocês por aqui!
    O caso que retrata em sua pergunta me remete à chamada “síndrome do ninho vazio”, que se caracteriza pelo distanciamento entre pais e filhos (ou vínculos familiares similares), que pode resultar em sintomas depressivos diante da mudança de contexto de vida e disponibilidade às antigas interações sociais, devido ao afastamento, seja por casamentos, saídas de casa, etc. No seu caso, em que você vai sair de casa, há um peso grande para sua irmã também. Sua preocupação é muito importante!
    Indico que passe por uma avaliação psicológica para que um(a) psicólogo(a) analise esta relação e seus recursos para lidar com essa mudança. Assim, você pode reorganizar sua rotina e ajudá-la a reorganizar a dela da forma mais saudável e segura possível, em caráter preventivo de uma situação de alta prevalência em contextos como o que descreveu.
    E, fique tranquilo! Os vínculos e as prioridades podem ser reorganizados sem prejuízo para ambos, em geral, com uma terapia breve.
    Vale a pena buscar uma atenção profissional para este caso, ok?
    Um abraço e conte comigo!

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  31. Olá Dra Sílvia!
    Em primeiro lugar meus parabéns pelo site e pela iniciativa de interagir com as dúvidas dos leitores, e por falar em dúvidas vamos à minha:

    No meu caso tenho um vínculo muito forte com minha irmã mais nova. Ela já é uma adulta, mas como tive muita participação em sua criação, depois que meus pais se separaram, acabo me sentindo responsável por ela, contudo estou às portas de sair de casa e não sei como posso lidar com essa “separação” e essa repentina mudança de prioridades e vínculos.

    Obrigado e forte abraço!

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  32. Olá Silvia. No ano que vem, meu filho de 3 anos vai entrar na escolinha. Vamos passar horas longe. Até então, tenho passado tempo integral com ele. Como tornar esse afastamento o menos sofrido possível para nós? Obrigada!

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    • Oi, Daiana! Imagino que esteja angustiada com a proximidade deste momento! Mas a entrada de seu pequeno na escolinha trará muito desenvolvimento para ele e algumas horas de individualidade de autocuidado para você! Geralmente as unidades escolares fazem uma adaptação gradativa da criança nessa idade. Eles ficam, por exemplo, uma hora nos 3 primeiros dias. Depois, duas horas; então, meio período e, em seguida, o período todo. Isso ajuda muito a tornar a mudança mais facilmente aceita.
      Hoje, o período integral de convívio deve envolver outras tarefas que não dar atenção exclusivamente a ele, não é? Se você colocar na ponta do lápis, verá que a perda interação será pequena, pois a atenção de qualidade ficará mais concentrada e a rotina será reorganizada. Busque planejar pequenas atividades prazerosas para o momento em que ele estiver na escolinha, mude sua rotina também e assim o impacto da ausência dele será menor sobre você.
      Leia o artigo http://goo.gl/0XbTC3 e saiba mais sobre atenção de qualidade, ok?
      Fico à disposição!
      Um abraço*

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  33. Dra Silvia, bom dia!

    Estava lendo o artigo sobre “Como educar os filhos?” e surgiu um dúvida: se eu optar em ficar em casa, ao invés de trabalhar, para me dedicar integralmente a minha família, qual é o melhor momento para voltar a trabalhar depois? Tem uma idade que os filhos vão sentir menos?

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    • Olá, Silmara! A fase da vida em que os filhos sentiriam menos, seria só na adolescência! Mas, na prática, os pais têm necessidade, seja financeira ou por um projeto pessoal, de voltar a trabalhar antes dos filhos completarem 12 ou 13 anos, não é mesmo? Como dito no artigo que você citou, o importante é dedicar atenção de qualidade aos pequenos diariamente, o máximo de tempo que puder. Mais importante do que não sentir a separação, é percebê-la como um processo natural em que não há prejuízos dramáticos, mas sim trocas e adaptações de rotina.
      Obrigada pela sua participação e mantenho-me à disposição, ok?
      Um abraço*

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      • Boa tarde Dra. tenho uma dúvida sobre sexualidade infantil. (se é que pode se chamar assim) uma menina q goste de futebol, q alegue q sua cor preferida é o azul, q brinque de carrinho ou o contrário, meninos q gostam de rosa e q gostem de bonecas, pode ser indício de algo no futuro?

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        • Boa tarde, Joana! Obrigada pela sua participação!
          Sua dúvida é muito interessante. Bem, os comportamentos que descreveu são todos aprendidos, em geral, culturalmente passados, ou seja, dependem de aprendizado que é estabelecido no meio em que a criança vive. Inclusive, o status “de menino” ou “de menina” é uma convenção cultural. De fato, a genitália é um legítimo determinante do gênero e não os brinquedos ou cores que a criança aprecia, se analisarmos com bastante refinamento, não é mesmo? Pois bem, o gosto dela por tais coisas não determina ou sugere sua orientação sexual. Esse aspecto da vida humana envolve um conjunto muito mais complexo, que incluem níveis biológicos, sociais, psicológicos e, claro, comportamentais. Quando vir uma criança que tem “gostos trocados”, se é que se pode chamar assim, não se preocupe com sexualidade; o notável, neste fato, é a criança ter motivação, criatividade e capacidade de buscar sua satisfação em um recurso comum à infância, mas que esperamos que ela não perca nunca, a capacidade de viver o lúdico através do brincar!
          Espero ter sanado sua dúvida. E mantenho-me à disposição para mais esclarecimentos.
          Um abraço*

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  34. Pingback: Como educar os filhos? Tempo de qualidade, fundamental para desenvolvimento infantil | Psicóloga Sílvia Regina Simões

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