Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia clínica infantil, adulto e terapeuta de casal


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Psicólogas realizam palestra sobre Administração de Conflitos no Nemp do UniAnchieta Jundiaí

No último sábado, 6 de maio, as psicólogas Sílvia Regina Simões e Raquel Araujo ministraram palestra sobre Administração de Conflitos no Nemp (Núcleo de Empregabilidade) do UniAnchieta (Centro Universitário Padre Anchieta), em Jundiaí, SP. O evento contou com grande público participativo, que promoveu uma grande troca entre profissionais e alunos.

Veja fotos do evento:

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As palestrantes estarão com o mesmo tema no próximo dia 17 de maio na cidade de Lorena, SP, participando da Feira de Engenharia de Produção do curso de mesmo nome na USP (Universidade de São Paulo).

*Caso queira levar esse tema ou outros para sua instituição, escola ou empresa, entre em contato conosco! Telefone (11) 9 9615 3632 ou email: s.silvia.psicologa@gmail.com

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E bons sonhos!


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Ditadura da magreza – Por que as mulheres querem tanto ser magras

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Compartilho com vocês este artigo da Superinteressante, a respeito da conclusão de uma pesquisadora a respeito da ditadura da magreza e o desejo sufocante das mulheres por serem magras. Ela conclui que exigir uma sub alimentação e auto controle diante da enorme oferta de alimentos que temos hoje em dia é uma forma de subjugar as mulheres que coincide com a conquista de diretos e liberdade em outros setores da sociedade.

Vale muito a pena ler o artigo e refletir sobre a mudança dos padrões de beleza ao longo da história como forma de manter a mulher sob o jugo do inalcançável e da forte rejeição social e própria.

ARTIGO POR QUE ACHAMOS QUE SER MAGRO É SER BONITO

E você? Como se sente em relação à pressão social sobre ser magro(a)?


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PARÁBOLA: Rancor, mágoa e os domínios do pensamento

Uma paciente contou para mim outro dia, uma parábola que o seu pai usa para ajudá-la a lidar com o rancor que muitas vezes guardamos em nosso coração, mantendo nossa energia e pensamentos voltados a algo ou alguém que nos feriu.

Achei de uma sabedoria imensa e pedi sua permissão para replicar aqui e usar com outras pessoas que passam pela mesma situação.

Aqui vai uma reprodução livre da estória:

Dois povos encontravam-se em guerra há anos, tendo eles perdido cidades inteiras, milhares de homens em batalhas, suprimentos, recursos financeiros, seus filhos e esposas. Admitida a vitória do povo inimigo, o dirigente do país perdedor resignou-se e passou a se organizar para reconstruir sua nação. Então, ao se deparar com o seu povo, foi questionado: 

– Vamos nos reconstruir para buscar a vingança? Vamos nos armar e preparar novamente para derrotar o povo que nos subjugou?

– Não – respondeu a autoridade. Diante do alvoroço e revolta dos seus, ele tornou a falar – Eles já tiraram nossos recursos, nosso teto, muitos de nossos filhos e até nossas mulheres. Isso eu não tive meios suficientes para evitar completamente. Não vou deixar que dominem os territórios do meu pensamento com o desejo de vingança. Se eles ficam ou não dentro da minha cabeça, envenenando meus dias, isso quem escolhe sou eu e não vou deixar que subjuguem à sua crueldade algo cuja proteção só depende de mim. 

Então:

não deixe pra depois

A perda, o ferimento, tudo isso já é suficiente ruim. Manter o desejo de revidar dentro de si, como um pensamento fixo que o motiva dar a volta por cima é ainda pior. Não deixemos, por vontade própria, que quem nos feriu domine nossos pensamentos! Deixemos pra lá!

Se você não tem conseguido lidar com isso, procure ajuda profissional de um psicólogo.

Um abraço*


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Dia Internacional da Mulher 2017 – Vídeo

VÍDEO LEGENDADO:
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Que nossa comemoração seja persistir na luta por ensinar o que sabemos de melhor: amar É isso que nós, mulheres, desejamos: amar e sermos amadas.

Amar alguém é uma decisão, um aprendizado, uma escolha. É pautar seu comportamento com o objetivo de permitir a existência do outro. Não possuir, não subjugar, não destruir: existir. Respeitar o outro, dar a ele a consideração devida as suas necessidades e sentimentos.

Ainda hoje os salários das mulheres são menores, mesmo exercendo a mesma função, sob as mesmas exigências masculinas. Somos menos contratadas, pois engravidamos. A responsabilidade da contracepção recai quase toda sobre nós, em forma de cargas de hormônios sintéticos ou aparelhos que irritam diariamente as paredes do nosso útero para evitar a gravidez. Se escorregarmos na contracepção, aos homens há uma tímida punição quase inteiramente social em não assumir a paternidade. Mulheres que não assumem a maternidade só o podem fazer por meios ilegais e quase sempre letais. Além disso, para alimentar inclusive os homens que parimos, devemos nos privar do convívio público, nos escondendo para não ofender ninguém e infringir a lei! 

Nós, mulheres, queremos que nada disso altere o valor de nossa vida, que ela valha tanto quanto a vida de qualquer outro ser humano, independentemente daquilo que nos caracteriza mulheres. Queremos ser aceitas e respeitadas.

Não esperemos, não torçamos, não forcemos, mas ensinemos!

Um grande abraço a todas as mulheres e aos frutos delas.


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16 formas simples de combater a ansiedade

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Indico a leitura e prática desse excelente texto para enfrentar comportamento ansioso.

Algumas das técnicas descritas nele são usadas por mim, em meio a um tratamento para ansiedade.

LEIA: 16 FORMAR SIMPLES DE COMBATER A ANSIEDADE

Aqui no blog também há muitas publicações que abordam o tema e suas variações:

ANSIEDADE E SUAS DIVERSAS FORMAS NO DIA A DIA – COMO LIDAR

Um abraço!