Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia clínica infantil, adulto e terapeuta de casal


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Psicóloga Sílvia Regina Simões participa de fórum sobre bullying e suicídio na Câmara Municipal de Jundiaí

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A Justiça, o Poder Executivo Estadual, a Polícia Civil, os Educadores e a Psicologia foram representados por cinco profissionais reunidos em torno da exposição e debate acerca de dois temas de grande comoção social na atualidade: bullying e suicídio entre jovens e o papel dos educadores e da família.

O evento que possibilitou este encontro e discussão foi o ‘Fórum Desafios Contemporâneos entre Jovens, Educadores e Família’, realizado na quinta-feira, 1º de junho, na Câmara Municipal de Jundiaí, por iniciativa do vereador Faouaz Taha.

A psicóloga Sílvia Regina Simões foi a convidada para expor e discutir o papel da ciência psicológica nos dois temas. Como ressaltado por ela, tanto crianças, quanto adolescentes estão vulneráveis ao bullying, já a automutilação e o suicídio e comportamentos de risco como o jogo “baleia azul” acometem, principalmente, a faixa etária entre 12 a 19 anos.

A comunicação positiva, um trabalho não punitivo na educação ofertada pelos pais e educadores, além da monitoria positiva e elaboração e manutenção de limites foram explorados na fala da profissional.

“Aqueles adultos cujos pais e educadores curavam na base do chinelo são os que, hoje, têm dificuldade de adaptação a realidade dos novos tempos. O mundo mudou muito e não nos comunicamos, locomovemos, trabalhamos, enfim, como antes. A cultura não acompanha a velocidade com que a tecnologia como um todo avança e estamos todos perdidos. Uma prática parental estritamente intuitiva e passional, que desconsidera as contribuições da ciência psicológica, perde muito e vemos perdas de vidas diante dessa dificuldade de adaptação”, elucidou. 

Exposições ricas de informações e análises profundas sobre a problemática social envolvida nos temas foram levantadas com a participação valorosa do secretário adjunto de educação Francisco Carbonari, do defensor público Fabio Jacynto Sorge, do policial civil e advogado especialista em cyber bullying Moisés de Oliveira Cassanti e a diretora dos Colégios Vicentinos irmã Luci Rocha.

“Senti-me honrada com o convite e grata pela oportunidade de difundir de que forma a psicologia e análise do comportamento pode contribuir consistentemente para enfrentar problemas graves e profundos da nossa sociedade com tecnologia comportamental”, disse a psicóloga Sílvia sobre sua participação. 

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Se você tem dúvidas sobre bullying, suicídio e automutilação ou mesmo sobre educação de filhos, deixe suas questões na sessão PSICOLOGIA ONLINE deste site e psicóloga Sílvia Regina Simões responderá gratuitamente.

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REPERCUSSÃO NA MÍDIA: Reportagem do Jornal de Jundiaí sobre o evento: AQUI


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Dia Internacional da Mulher 2017 – Vídeo

VÍDEO LEGENDADO:
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Que nossa comemoração seja persistir na luta por ensinar o que sabemos de melhor: amar É isso que nós, mulheres, desejamos: amar e sermos amadas.

Amar alguém é uma decisão, um aprendizado, uma escolha. É pautar seu comportamento com o objetivo de permitir a existência do outro. Não possuir, não subjugar, não destruir: existir. Respeitar o outro, dar a ele a consideração devida as suas necessidades e sentimentos.

Ainda hoje os salários das mulheres são menores, mesmo exercendo a mesma função, sob as mesmas exigências masculinas. Somos menos contratadas, pois engravidamos. A responsabilidade da contracepção recai quase toda sobre nós, em forma de cargas de hormônios sintéticos ou aparelhos que irritam diariamente as paredes do nosso útero para evitar a gravidez. Se escorregarmos na contracepção, aos homens há uma tímida punição quase inteiramente social em não assumir a paternidade. Mulheres que não assumem a maternidade só o podem fazer por meios ilegais e quase sempre letais. Além disso, para alimentar inclusive os homens que parimos, devemos nos privar do convívio público, nos escondendo para não ofender ninguém e infringir a lei! 

Nós, mulheres, queremos que nada disso altere o valor de nossa vida, que ela valha tanto quanto a vida de qualquer outro ser humano, independentemente daquilo que nos caracteriza mulheres. Queremos ser aceitas e respeitadas.

Não esperemos, não torçamos, não forcemos, mas ensinemos!

Um grande abraço a todas as mulheres e aos frutos delas.


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Relacionamentos e amor – quando a convivência dói

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Embora exista a modalidade “terapia de casal”, relacionamentos amorosos são tema recorrente na terapia individual, não só quando o paciente é adulto, mas quando nos aprofundamos no universo familiar da criança e na relação entre seus cuidadores. Por vezes são encontradas feridas profundas e rupturas irreparáveis nessas relações trazendo dificuldades e sofrimento.

Sabemos, entretanto, que nenhum relacionamento é perfeito, certo? Todos somos pessoas diferentes e os conflitos vão sempre existir, no sentido de termos experiências e conhecimentos diferentes sobre determinado ponto e haver a necessidade de alinhar tudo isso, ceder. gerar consenso, etc.

Mas como saber se um relacionamento precisa de ajuda?

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INDIVIDUALIDADE: “Quando um não quer, dois não fazem”

Partimos do princípio de que há uma individualidade a ser preservada em qualquer relação. É a mínima partícula indivisível de um ser social. Engloba necessidades, aprendizados, anseios, sua forma particular de perceber e responder ao mundo.

RELAÇÃO: “Somos um só”

Não! Relação não é fusão, não é sobreposição. É interação, é vínculo, é um posicionamento lado a lado dentro de uma instância comum. Ou seja, a relação une dois indivíduos sob uma determinada cultura que dá condições específicas para certos comportamentos que, caso não fossem um casal, não seriam aceitos.

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INDIVIDUALIDADE X RELAÇÃO: “Amar a si mesmo antes de amar outrem”

A falta de repertório para administrar conflitos é permeada por uma individualidade fragilizada por falta de conhecimento e prática em lidar consigo mesmo, delimitando-se, delineando-se. Estar no poder da própria individualidade implica necessariamente respeitar a do outro.

É aqui onde habita o conselho do senso comum sobre “amar a si mesmo antes de amar outrem”. Nessa dificuldade de saber onde um começa e outro termina, surgem ferimentos, dor, sofrimento. E isso, amar a si mesmo antes, constituir individualidade, muitas vezes não acontece.

Em outras palavras, quando as dificuldades e necessidades do outro passam a impedir você de manter sua integridade individual, seu relacionamento precisa de ajuda.

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EXEMPLOS

Problema: Maria apresenta comportamento ciumento e José cede frequentemente aos apelos mais absurdos da namorada, tendo em vista evitar conflitos entre eles. 
Solução: Em vez de se sujeitar ao ciúme de Maria, José pode ajudá-la a buscar ajuda para resolver sua dificuldade e agir de acordo com o que lhe for orientado, no sentido de reduzir o controle inadequado de Maria sobre ele e não alimentá-lo.

Problema: Marcela aprendeu com sua mãe que homens são provedores e mulheres são rainhas do lar. Fred, no entanto, cresceu vendo mãe e pai saírem cedo para o trabalho, dividindo a conta, cuidando juntos dos filhos e dos afazeres da casa. Hoje em dia, casados, Marcela vive irritada e tratando o marido aos berros por ele se intrometer na cozinha. Fred se sente pressionado e frustrado por gastar todo o seu tempo em dois empregos para sustentar a casa, quando gostaria de passar mais tempo ao lado de Marcela.
Solução: Tudo começa com uma conversa franca, em que ambos relatam como se sentem. A partir disso, é importante reconhecer e alinhar suas visões sobre casamento e construção de um lar, da vida a dois. Depois, traçar uma série de regras e submetê-las aos dois, para que possam entrar em um consenso e então, efetivá-las, com paciência e confiança, para pouco a pouco construirem sua própria realidade.

Problema: João está estressado. Tem trabalhado exaustivamente e gasto muito dinheiro em situações incontroláveis. Ele chega em casa e mal fala com Carlos. Tranca-se no quarto, gerando uma sensação intensa de rejeição no namorado. Quando se dirige ao companheiro, é com rispidez e grosseria. Carlos tem sentido cada vez menos prazer em chegar em casa depois de um longo dia de trabalho e fica tenso, altera sua rotina, de forma a tentar não provocar explosões em João. 
Solução: Uma conversa franca e assertiva pode mostrar a João que problemas externos ao relacionamento têm impactado negativamente sobre o seu namorado. João deve buscar ajuda multidisciplinar para tratar seu estresse. Carlos pode ajudá-lo, facilitando seu acesso a alimentação adequada, exercícios físicos, acolhimento através da escuta ativa e carinho.

RESUMINDO… 

É possível e desejável nos unirmos aos outros e com a ajuda de quem amamos, superar nossos problemas e dificuldades, bem como nossas necessidades. Mas a dificuldade de um não deve resultar em sofrimento e rejeição para o outro, dentro da relação que estabeleceram.

Caso precise de ajuda com seu relacionamento, estou à disposição!

Um abraço*


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Feliz ano novo! 5 dicas para viver melhor em 2017

FELIZ ANO NOVO!

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O que a virada calendário civil muda na sua vida? Trata-se de uma oportunidade de rever hábitos e resultados em desajuste e recomeçar as coisas em sua vida também.

E como meu papel é ajudar você a ter uma vida mais satisfatória e plena, vou deixar algumas dicas para viver melhor em 2017, do ponto de vista da psicologia:

dicas24-0415 DICAS PARA VIVER MELHOR EM 2017

  1. Experimente diariamente interações sociais de qualidade: esteja em contato o mais direto possível com pessoas que você gosta;
  2. Agradeça pelas pequenas coisas que lhe fazem bem e/ou elogie alguém: pare e pense ao menos 3x/dia (manhã, tarde e noite) nas coisas em sua vida pelas quais você é grato ou busque algo a que elogiar em alguém – são formas de tirar o foco natural do seu cérebro sobre que lhe ameaça ou descontenta para manter-se positivo;
  3. Enfrente e transforme os sentimentos ruins: encare raiva, nervosismo, irritação, decepção, como sinais da necessidade de mudança; identifique a situação vivida que os gerou e tome outra atitude diante dela;
  4. Respire profundamente: Ao fazer isso, você controla a região do seu cérebro que lhe mantém em estado de tensão e preparado para a ação mediante uma ameaça iminente, situação que comumente leva ao estresse.
  5. Durma bem, faça uma pausa, evite alimentos ultraprocessados: não estou falando de uma dieta ou mudança radical. Apenas vá se deitar mais cedo, evite luzes de eletrônicos, tome uma bebida morna; organize-se para fazer uma pausa de hora em hora e tomar um copo de água fresca e evite ficar letárgico durante o dia consumindo gorduras e açúcares em excesso.

E lembre-se:

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É seu direito irrevogável ser respeitado em seus sentimentos, pensamentos e necessidades e ser tratado com dignidade. O mesmo vale para o outro.

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Se você cansar, descanse primeiro e só depois decida por desistir ou não.

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Uma situação é apenas um momento ruim. A vida é um oceano formado por infinitas gotas de situações, sejam elas boas ou ruins. Diante de um oceano inteiro, uma gota não define nada.

Um excelente ano a todos!


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Experiência, reconhecimento, sabedoria e a ‘aposentadoria psicológica’

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Ao contrário da famigerada aposentadoria trabalhista, agir de forma “generosa”, “sacrificar-se”, “cuidar de outro” a vida inteira não garante, lá na frente, uma recompensa na qual podemos descansar ou usufruir. Não há, afinal, uma poupança de ‘bom comportamento” a ser desfrutada lá na frente.

RECONHECIMENTO QUE CONSQUISTAMOS POR
COMPORTAMENTOS AO LONGO DO TEMPO

É claro que nos resta um reconhecimento, uma “fama” que é carregada quando vivemos por algum tempo entre as mesmas pessoas. Mas da mesma forma que um artista famoso pode ter imenso reconhecimento do público e não conseguir ter recursos práticos para viver (trabalho e dinheiro), podemos ser uma pessoa ótima que, ainda que haja gratidão de quem beneficiamos, não há uma reserva com a qual contar sem continuar agindo em prol de.

APRENDIZAGEM COMO
EXPERIÊNCIA E SABEDORIA

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Há a aprendizagem, também chamada de experiência e sabedoria, que faz com que partamos de certos conhecimentos previamente adquiridos e nos garantem alguma vantagem em nos comportar no futuro, por meio de coisas que fizemos ao longo da vida.

Nosso agir, pensar, fazer, sentir geram consequências de intensidade similar a que as gerou. Algumas das nossas repostas no ambiente vão gerar consequências e influenciar nossas ações por toda uma vida, como um casamento, por exemplo. A maior parte, será média, curta e restrita.

TRIPÉ DO BEM ESTAR

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Por isso existe uma necessidade imperiosa em cuidar de si mesmo, respeitar os outros nesse processo e ainda viver um dia de cada vez. Não passar a juventude trabalhando tanto que não sobre tempo para amar e estar na presença das pessoas importantes. Não sacrificar-se inteiramente para facilitar a vida do outro, etc. Esse modo de vida gera imensa frustração ali adiante.

Sempre digo aos meus pacientes que é preciso viver de tal forma que contemplemos alguma atividade de trabalho, em que transformamos o mundo e somos transformados em troca; vivenciar boas interações sociais com família e amigos e cuidar do corpo, atendendo às suas necessidades de alimentação, cuidados pessoais, higiene, etc. Isso dá um norte sobre de que forma organizar nossa vida diária.

Esse fim de ano é uma ótima oportunidade para repensar como temos levado nossa vida!

Se precisar de uma ajudinha, fico à disposição!

Um forte abraço*

 


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Terapia em Jundiaí pelo convênio Bradesco Saúde

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Usuários do convênio médico Bradesco Saúde já podem realizar psicoterapia em Jundiaí com a psicóloga Sílvia Regina Simões. Para agendar sua primeira consulta, ACESSE AQUI ou entre em contato por WhatsApp no telefone (11) 9 9615 8632. Há horários nos três períodos do dia, inclusive aos sábados.

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Para iniciar a psicoterapia pelo convênio Bradesco Saúde, basta ir até um médico e solicitar um encaminhamento para tal e depois agendar sua sessão com psicóloga Sílvia Regina Simões. O consultório fica no Centro de Jundiaí, com fácil acesso.

Caso você não tenha o convênio médico Bradesco, a psicóloga Sílvia Regina Simões faz atendimento particular, individual e para casal e fornece documentação necessária para reembolso em diversos planos. Consulte condições.

SERVIÇO

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O quê: Psicoterapia em Jundiaí pelo convênio Bradesco Saúde
Quem: Psicóloga Sílvia Regina Simões
Como: Basta solicitar a qualquer médico um encaminhamento simples para psicoterapia
Quando: Após ter em mãos o encaminhamento, agende sua sessão
Onde: Rua Anchieta, 204, 16º andar, sala 1602 – Uffizi Business & Medical Center, Jundiaí, SP


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Você está sofrendo abuso? Teste aqui

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Você sente sua autoestima no chão, por vezes. Já se tornou tão frequente sentir raiva, que seu estômago e sua cabeça doem. Vem um pequeno impulso para responder, mas não há forças para falar. Um sentimento de “não adianta” toma conta de você. E qualquer alternativa para se livrar da situação parece pouco viável. Essa é uma descrição de alguém sob forte abuso, situação que não acontece uma vez, mas é diária, em pequenas doses que podem ter suas explosões.

O abuso pode ser moral, físico, financeiro. Há quem sofra os três ao mesmo tempo. Dependendo da saúde emocional da vítima, muito dificilmente ela conseguirá dar um basta ao ciclo de violência sozinha. E essa saúde emocional já não muito forte tende a se enfraquecer cada vez mais sob as práticas abusivas do outro.

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Não precisa ser um(a) parceiro(a) a cometer o abuso. Pode ser um pai, uma mãe, um irmão, um chefe, um colega de trabalho, um “amigo”, um professor, etc. Geralmente, uma relação vertical de poder está envolvida.

E você? Se sente abusado por alguém ou pelas pessoas em geral? Responda às questões abaixo e descubra em que medida está sofrendo violência moral, física ou financeira de alguém:

  1. (__) [3 pontos] A pessoa está “cuidando dos seus interesses”: seja do seu relacionamento com a família, com os amigos, seja das suas finanças, da sua carreira, da sua folga no fim de semana ou advertindo sobre os perigos daquele lugar bacana onde quer ir.
  2. (__) [1 ponto] Frequentemente ela discorda de você, faz sua opinião parecer irrelevante, lança olhares de desaprovação ou parece insensível ao que sente a respeito das coisas.
  3. (__) [2 pontos] Taxa suas habilidades, rotula seus defeitos e usa tais medidas para valorizar ou desvalorizar atividades importantes ou corriqueiras que você realiza.
  4. (__) [3 pontos] Há um sentimento de posse, ou seja, não acha certo você se relacionar com mais ninguém que tenha um status semelhante ao dela. Está frequentemente querendo saber seu status: onde está, o que está fazendo e com quem ou o que está comprando, quanto está ganhando/gastando. 
  5. (__) [3 pontos] A pessoa se vê no direito de dizer o que você deve e o que não deve falar, seja na internet, numa conversa íntima, no seu trabalho, para sua família. E/ou faz isso com o seu dinheiro.
  6. (__) [3 pontos] Você percebe que a pessoa tenta ocupar o máximo de espaço e tempo na sua vida, evitando assim, que você tenha tempo para projetos pessoais, família e amigos. 
  7. (__) [3 pontos] Responsabiliza você pelo comportamento punitivo dela. “Você não me deixa alternativa senão…”.
  8. (__) [2 pontos] A pessoa está frequentemente pedindo favores que, para você realizar, vai ter que abrir mão de algum desejo pessoal. 
  9. (__) [2 pontos] Não há reciprocidade. Você sente que só você é paciente, só você ajuda, só você ouve.
  10. (__) [10 pontos] A pessoa costuma falar em tom ameaçador ou queixoso, faz chantagem emocional, encurrala você ao desabafar sobre seus sentimentos ou aperta seu braço, lhe segura enquanto fala, ou mesmo parte para a agressão propriamente dita. 
  11. (__) [1 ponto] Se você tenta se defender, ela lhe ameaça e demonstra estar tranquila sobre ter razão na agressão que cometeu.
  12. (__) [1 ponto] A pessoa intimida seus vínculos próximos, demonstra total desrespeito, mas não “larga” de você mesmo quando percebe que passou dos limites. 

 

RESULTADOS

Até 4 pontos – CONTORNÁVEL

casal-brigandoSe você está com uma boa saúde emocional, esses abusos podem ser evitados ou extintos a partir de sua consciência e força de vontade. Algumas atitudes simples colocam as coisas no lugar e, mantendo-se firme, o convívio dimuído com a pessoa que agride é possível, sem danos para você.

 

Entre 5 e 9 pontos – VIOLÊNCIA JÁ ESTABELECIDA

af81f91305c944c9a147fd60514c1035Provavelmente sua capacidade de lidar com o problema está diminuída e a agressão não causa danos por si só, mas num conjunto, prejudica seu bem estar e deterioira sua saúde como um todo. Provavelmente a pessoa já está tão inserida no seu dia a dia, que fica difícil dar um basta, sem perdas significativas. É preciso buscar ajudar profissional.

 

10 ou mais pontos – RELAÇÃO DOENTIA E/OU CRIMINOSA

5e01375475188428A pessoa com quem está se relacionando já o privou de seus direitos individuais básicos e o fragilizou a tal ponto, que você se sente incapaz de superar a situação, mesmo com ajuda profissional. Em vez de promover seu bem estar, saúde e vida plena, você trabalha com a redução dos danos causados pela situação. A possibilidade de agressão física é grande, se já não aconteceu e a violência moral é insuportável. É preciso buscar ajuda das autoridades, além da ajuda profissional e da sua rede de apoio, para por um fim aos abusos.

E você? Em que nível está?

Saiba que ninguém está a salvo de uma situação como a abusiva. Ao ler com atenção as sentenças, fica claro que a diferença entre cuidado e afeto e abuso é muito sutil. Mas agora que você tem informações a respeito, não se intimide, REAJA!

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PARA DENUNCIAR ANONIMAMENTE ABUSO CONTRA A MULHER, DISQUE 180.

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PARA DEMAIS QUEIXAS, DISQUE 100.

Um forte abraço!