Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – avaliação neuropsicológica de crianças e adultos, psicoterapia comportamental individual e terapia de casal


Deixe um comentário

DICA DA PSICÓLOGA – Filhos em casa na quarentena – o que os pais precisam saber


Deixe um comentário

SERVIÇO – Avaliação neuropsicológica de crianças em Jundiaí: dificuldade de aprendizagem, desenvolvimento e TDAH

capturar

Crianças com dificuldades de aprendizagem, atrasos de desenvolvimento e TDAH (transtorno de déficit de atenção) contam com avaliação neuropsicológica (incluindo psicodiagnóstico com WISC IV) de Sílvia Regina Simões, psicóloga em Jundiaí.

São diferentes baterias de testes psicológicos e neuropsicológicos, que contribuem para o diagnóstico do neuropediatra, fonoaudiólogo e psicopedagogo e promovem tratamentos precisos para solucionar questões da infância, seja de comportamento ou da inteligência e cognição.

download

Os públicos podem ser divididos em duas classes: de 3 a 5 anos e de 6 a 11 anos, levando em conta não alfabetizados e alfabetizados. Nestas fases de desenvolvimento, a afetividade, o desenvolvimento psicomotor e neuropsicológico são os maiores desafios. Tanto questões durante a gestação, no parto ou nos primeiros dias e semanas de vida são determinantes.

“A forma como vivemos e nos organizamos hoje no dia a dia também é um desafio para o desenvolvimento da criança. Quem cuida e como cuida da criança, a estimulação que recebe para falar, brincar, expressar sentimentos, tudo isso tem um peso grande no desenvolvimento infantil. Avaliação neuropsicológica de crianças (incluindo psicodiagnóstico com WISC IV) leva em conta tudo isso”, explica a psicóloga Sílvia Regina Simões. 

images

O processo de avaliação neuropsicológica de crianças  (incluindo psicodiagnóstico com WISC IV) envolve os cuidadores (pais e outros) da criança, escola, profissionais que as acompanham e pode durar de duas semanas a três meses, dependendo da gravidade da demanda e da agenda da avaliadora.

SERVIÇO

O quê? Avaliação neuropsicológica de crianças em Jundiaí (incluindo psicodiagnóstico com WISC IV)

Onde? Consultório na Rua Anchieta, 204, edifício Uffizi Medical Center, Vila Boaventura (Centro) de Jundiaí, SP
Quem? Psicóloga Sílvia Regina Simões – CRP 06/121198
Condições de pagamento: Os valores podem ser parcelados no cartão de crédito* e não há cobertura de convênio médico para este serviço
Agendamentos: WhatsApp (11) 9 9615 8632 – s.silvia.psicologa@gmail.com

*Consulte condições


Deixe um comentário

Ônibus lotado, caneta roubada, compromisso atrasado – e a gravidade disso na sua vida

charge 2

Um ônibus lotado nos impede de decidir quem toca ou não nosso corpo ou onde vamos com ele

O ônibus lotado, com todo mundo se espremendo, alguém que usa sua caneta sem pedir e ainda a leva embora e o atraso do seu parceiro ou do médico em relação a hora marcada. O que essas situações têm em comum, além de te deixar muito irritado?

São violações de limites e privações de direitos básicos. Parece grave não é? E é grave!

A sociedade, o senso comum, costuma minimizar ou atribuir adjetivos ofensivos ao “fresco que não gosta de lugar cheio” ou ao “mesquinho que cobra cinco reais que o amigo ficou devendo” ou “ao intolerante que não suporta um atraso de 15 minutinhos”.

Todas essas situações são graves e ninguém precisa se sentir mal por não gostar delas, por se comportar no sentido de evita-las ou corrigi-las.

De acordo com a lista de Direitos Humanos Básicos de Vicente Caballo, renomado cientista e autor de vários livros importantes na área de psicologia, o item 10 diz o seguinte:

(Você tem) “O direito de decidir o que fazer com o seu corpo, seu tempo e sua propriedade”.

Quantas vezes você se sentiu contrariado, irritado e ofendido por situações que pareciam corriqueiras, mas violavam esses limites e direitos descritos por Caballo?

O senso de propriedade é importantíssimo para a garantia da sobrevivência da especie humana. Dividir é preciso, mas deve ser uma decisão, portanto, se não for seu, se você não comprou ou não fez, não use, a não ser que tenha pedido antes e o proprietário tenha consentido compartilhar. Se quebrou ou perdeu, reponha. O mesmo vale dos outros para você. Não há relação que esteja a salvo dessa regra; a amizade íntima, o casamento, a filiação, etc.

Team

“Relações íntimas de amigos, pais e filhos ou cônjuges não suspendem limites, na realidade, devem ser sinal para que busquemos fortalece-los, para manutenção adequada do vínculo.”

No que diz respeito ao próprio corpo, vale a mesma regra: a não ser que tenha sido solicitado e consentido, não toque, não se aproxime demais. Essa máxima é muito importante e tem sido salientada, inclusive em campanhas de conscientização. Até pouco tempo, o corpo feminino era visto como patrimônio masculino irrestrito, assim como o corpo infantil, sujeito aos cuidadores. Hoje em dia fala-se abertamente do problema que é assumir como regra que determinadas relações anistiam a violação de direitos ou mesmo suspendem limites.

“O desrespeito dos pais, dos cuidadores, em relação às crianças, para com seu tempo, corpo e propriedade, geram adultos que têm noções de limites frágeis e não sabem se proteger ou respeitar os demais.”

“Tempo é dinheiro”, quem nunca ouviu essa frase, jogue o primeiro real! Brincadeiras à parte, fica a mensagem clara de que o tempo tem valor, não apenas financeiro, mas de vida! Contamos a nossa vida a partir do tempo que vivemos e cada segundo é importante, porque não volta mais.

qualidade-seja-pontual-19919

Atrasos são uma clara diminuição da nossa importância pelo outro

“Quando alguém se atrasa, falta a um compromisso sem avisar, essa pessoa nos impede de ter o direito sagrado de decidir o que fazer com o nosso valoroso tempo!”

Imprevistos acontecem, claro. Mas não são a regra. Sejam 10 minutos ou uma hora, nossa vida está sendo desperdiçada e fica aquela sensação de que o outro considera o nosso tempo/vida pouco importante, quando não há força externa reconhecida que o impeça de honrar o compromisso.

COMO LIDAR COM ESSAS QUESTÕES?

Pedir mudança de conduta, expressando como se sente a respeito da falta – duas atitudes que também são direitos. Isso não quer dizer que, fatalmente, o outro vai adquirir um novo repertório de como lidar com as coisas e tudo será lindo dali em diante. Não! Mas ao expressar como se sente e dizer como o outro pode mudar isso, você dá a chance do outro agir ou não favoravelmente e com consideração a sua preciosa vida.

images

Contracontrolar o uso indevido dos nossos recursos é uma opção, mas temporária e pouco assertiva, nesse caso

Caso a outra pessoa insistentemente não o faça, você pode escolher não dispor de seus recursos materiais, do seu tempo e do seu corpo para ela novamente no futuro. A perda da oportunidade de se relacionar com você, essa sim pode gerar mudanças de comportamento no outro, como, por exemplo, buscar ajuda, caso seja crônica a falta de empatia/repertório de respeito e consideração.

LEMBRE-SE! Essa dicas não substituem uma análise funcional específica do seu caso, o que pode gerar uma orientação considerando variáveis reais e com mais sucesso de intervenção. Procure um psicólogo! 


Deixe um comentário

DICA DA PSICÓLOGA – Como educar seu filho – vídeo

Cada fase do desenvolvimento, uma necessidade. E o papel dos pais/cuidadores é de extrema importância para a formação plena da criança e do adolescente.

No vídeo abaixo, dou dicas gerais sobre como educar os filhos em cada fase da vida, em diferentes idades.

Vale sempre lembrar que as faixas de idade não são arbitrárias e variam de pessoa para pessoa. Há princípios que norteiam nosso entendimento do comportamento humano e qualquer instrução taxativa vai excluir particularidades importantes. Na dúvida, procure um profissional para analisar seu caso especificamente.

Um abraço!


Deixe um comentário

Psicóloga Sílvia Regina Simões participa de fórum sobre bullying e suicídio na Câmara Municipal de Jundiaí

Este slideshow necessita de JavaScript.

A Justiça, o Poder Executivo Estadual, a Polícia Civil, os Educadores e a Psicologia foram representados por cinco profissionais reunidos em torno da exposição e debate acerca de dois temas de grande comoção social na atualidade: bullying e suicídio entre jovens e o papel dos educadores e da família.

O evento que possibilitou este encontro e discussão foi o ‘Fórum Desafios Contemporâneos entre Jovens, Educadores e Família’, realizado na quinta-feira, 1º de junho, na Câmara Municipal de Jundiaí, por iniciativa do vereador Faouaz Taha.

A psicóloga Sílvia Regina Simões foi a convidada para expor e discutir o papel da ciência psicológica nos dois temas. Como ressaltado por ela, tanto crianças, quanto adolescentes estão vulneráveis ao bullying, já a automutilação e o suicídio e comportamentos de risco como o jogo “baleia azul” acometem, principalmente, a faixa etária entre 12 a 19 anos.

A comunicação positiva, um trabalho não punitivo na educação ofertada pelos pais e educadores, além da monitoria positiva e elaboração e manutenção de limites foram explorados na fala da profissional.

“Aqueles adultos cujos pais e educadores curavam na base do chinelo são os que, hoje, têm dificuldade de adaptação a realidade dos novos tempos. O mundo mudou muito e não nos comunicamos, locomovemos, trabalhamos, enfim, como antes. A cultura não acompanha a velocidade com que a tecnologia como um todo avança e estamos todos perdidos. Uma prática parental estritamente intuitiva e passional, que desconsidera as contribuições da ciência psicológica, perde muito e vemos perdas de vidas diante dessa dificuldade de adaptação”, elucidou. 

Exposições ricas de informações e análises profundas sobre a problemática social envolvida nos temas foram levantadas com a participação valorosa do secretário adjunto de educação Francisco Carbonari, do defensor público Fabio Jacynto Sorge, do policial civil e advogado especialista em cyber bullying Moisés de Oliveira Cassanti e a diretora dos Colégios Vicentinos irmã Luci Rocha.

“Senti-me honrada com o convite e grata pela oportunidade de difundir de que forma a psicologia e análise do comportamento pode contribuir consistentemente para enfrentar problemas graves e profundos da nossa sociedade com tecnologia comportamental”, disse a psicóloga Sílvia sobre sua participação. 

___________________

psicologia online com silvia regina simoes terapeuta em jundiai

Se você tem dúvidas sobre bullying, suicídio e automutilação ou mesmo sobre educação de filhos, deixe suas questões na sessão PSICOLOGIA ONLINE deste site e psicóloga Sílvia Regina Simões responderá gratuitamente.

____________________

REPERCUSSÃO NA MÍDIA: Reportagem do Jornal de Jundiaí sobre o evento: AQUI


Deixe um comentário

Necessidades e preocupações de cada fase da vida – e como lhe afetam

fases-da-vida

Veja como uma família pode ver de formas diferentes a mesma coisa, dependendo da fase da vida em que está! A criança vê a estabilidade familiar como segurança às suas necessidades básicas; as relações sociais externas são as mais importantes para um adolescente, representam seu desafio; adultos buscam relacionamentos estáveis, em meio aos desafios de trabalho e idosos tendem a colocar suas preocupações no desgaste do tempo sobre sua saúde, que prejudica sua autonomia e requer apoio familiar.

crianca-com-um-balao_318-59009.jpgPais que brigam diante dos filhos pequenos comumente verificam problemas com a criança na escola, no convívio doméstico e chegam à psicoterapia com crianças medrosas, ansiosas, com dificuldades de aprendizagem. Uma família que não consegue prover um ambiente adequado à criança a expõe a vulnerabilidade psicossocial. 

491183438Adolescentes que sofrem rejeição social ou têm dificuldades escolares podem apresentar sintomas graves de depressão, estresse e ansiedade e participação escolar ou social podem ser seriamente prejudicadas. Eles se tornam explosivos e arredios e muitas vezes a instabilidade de humor é confundida com psicopatologias da personalidade. 

 

508960626Adultos que sofrem com longos períodos de desemprego ou que não conseguem manter relacionamentos estáveis, também adoecem como um todo. O humor é o primeiro impactado e o corpo vai dando sinais de que é preciso parar e pedir ajuda. Por vezes a demora em buscar ajuda leva a quadros mais complexos de ansiedade, depressão e estresse. 

 

202104-200Idosos que conseguiram preparar-se financeiramente para a velhice têm outros grandes desafios envolvidos no envelhecer. A fase idosa é pouco valorizada em nossa cultura e a transição é quase sempre difícil. Diferenciar alterações biológicas e comportamentais que afetam o humor e funcionamento global do idoso é um desafio. 

Observar o infográfico com a reunião de indivíduos de cada fase da vida, juntos, leva a uma reflexão importante:

Se usarmos nossos parâmetros para dar importância ao que os outros sentem, nossa convivência será pouco satisfatória, senão caótica!

A rejeição social sofrida por um adolescente é tão grave e dolorosa quanto a doença de um idoso e o problema de relacionamentos do adulto é tão grave e doloroso quanto as dificuldades de alfabetização de uma criança.

ponto-de-exclamacao

É claro que um adulto pode sofrer doenças limitantes e preocupar-se com autonomia e suporte familiar mais cedo na vida. E uma criança que não se adapta ao ambiente escolar vai sofrer o déficit de habilidades sociais. As necessidades e preocupações listadas são um referencial da vida ocidental, tendo como base nossa cultura e demandas típicas da idade.

imageslp_jui

Caso qualquer necessidade ou preocupação da sua fase de vida esteja em risco, busque a ajuda de um psicólogo. Como profissionais, somos capazes de analisar e mostrar alternativas da melhor forma possível para conquista de bem estar e saúde.

Um forte abraço!

 


Deixe um comentário

Terapia em Jundiaí pelo convênio Bradesco Saúde

bradesco-saude-640x196

Usuários do convênio médico Bradesco Saúde já podem realizar psicoterapia em Jundiaí com a psicóloga Sílvia Regina Simões. Para agendar sua primeira consulta, ACESSE AQUI ou entre em contato por WhatsApp no telefone (11) 9 9615 8632. Há horários nos três períodos do dia, inclusive aos sábados.

whatsapp-image-2016-11-29-at-4-42-40-pm

Para iniciar a psicoterapia pelo convênio Bradesco Saúde, basta ir até um médico e solicitar um encaminhamento para tal e depois agendar sua sessão com psicóloga Sílvia Regina Simões. O consultório fica no Centro de Jundiaí, com fácil acesso.

Caso você não tenha o convênio médico Bradesco, a psicóloga Sílvia Regina Simões faz atendimento particular, individual e para casal e fornece documentação necessária para reembolso em diversos planos. Consulte condições.

SERVIÇO

terapia psicologia jundiai individual silvia regina simoes

O quê: Psicoterapia em Jundiaí pelo convênio Bradesco Saúde
Quem: Psicóloga Sílvia Regina Simões
Como: Basta solicitar a qualquer médico um encaminhamento simples para psicoterapia
Quando: Após ter em mãos o encaminhamento, agende sua sessão
Onde: Rua Anchieta, 204, 16º andar, sala 1602 – Uffizi Business & Medical Center, Jundiaí, SP


Deixe um comentário

SEUS DIREITOS, SEUS DEVERES -Justiça condena pai por abandono afetivo

12112409_972716676134426_7067284121015370957_n.png

Nesta semana, o site G1 divulgou a decisão da justiça em condenar um pai a pagar indenização ao filho por “abandono afetivo”. Este tipo de negligência parental está sendo cada vez mais denunciada e o Superior Tribunal de Justiça (STJ) tem entendido como crime que pode resultar na condenação ao pagamento de indenizações, como no caso noticiado no portal.

O abandono afetivo é caracterizado pela indiferença afetiva de um genitor em relação a um ou mais filhos. Mesmo que o pai ou a mãe não pratique abandono intelectual e material (previstos expressamente em lei), pode ser constatado o abandono afetivo.

“Apesar desse problema familiar sempre ter existido na sociedade, apenas nos últimos anos o tema começou a ser levado à Justiça, por meio de ações em que as vítimas, no caso os filhos, pedem indenizações pelo dano de abandono afetivo. Algumas decisões do Superior Tribunal de Justiça (STJ) são no sentido de conceder a indenização, considerando que o abandono afetivo constitui descumprimento do dever legal de cuidado, criação, educação e companhia presente, previstos implicitamente na Constituição Federal”, descreve matéria do site do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A reportagem do G1 descreve a fala da juíza que julgou o caso “Ele detalha as muitas vezes que esperou pelo pai e ele não apareceu; a sempre alegada falta de tempo; o fato de o pai achar ruim sua aproximação da família paterna e tantas outras desfeitas, como: nunca ligar no seu aniversário; nunca estarem juntos em datas festivas; nunca ter ido na casa do pai etc.”

LEIA AQUI A DESCRIÇÃO DOS CRIMES DE ABANDONO NO CNJ.

LEIA AQUI A REPORTAGEM DO G1 SOBRE A CONDENAÇÃO DO PAI POR ABANDONO AFETIVO

Infelizmente, este tipo de abandono chega a ser comum entre pais separados. Geralmente acontece por conta do genitor. A família, por vezes, se sente intimidada a entrar na justiça. Mas o impacto negativo sobre a saúde das crianças é enorme.

Fique atento e reivindique os direitos de seu filho!

 


Deixe um comentário

Mães tóxicas – filhos infelizes

Print

Print

Ser responsável pelo ser humano que o filho se tornou é uma dádiva, mas também uma maldição. O papel materno é, sem dúvida, o mais importante na vida de um ser humano. Por isso, o comportamento de mãe influencia profunda e amplamente a formação dos filhos.

Aqui, trato por mãe a pessoa responsável pelos cuidados, proteção e criação de outro ser humano. Sabemos que podem ser mulheres que geraram biologicamente seu filho, bem como tias, avós, pais, irmãos, etc. Atribuo o papel de mãe àquela pessoa que assumiu o outro ser humano por função e não por esteriótipos culturais.

Relaciono alguns comportamentos comuns das mães de pessoas que apresentam depressão e ansiedade, a partir de meus estudos e, principalmente, experiência clínica:

  • Mães que deixam de viver para cuidar dos filhos: são pessoas que se esquivam de sua individualidade e todas as demandas sociais e individuais da vida para dedicar-se ao outro. Abrem mão de suas necessidades frequentemente e servem os filhos em tudo de que necessitam. Ensinam, assim, aos filhos, que eles são soberanos e absolutos, são mais importantes que as outras pessoas e que não existe uma relação de troca para obter gratificações (sejam primárias: atenção, alimento, higiene, descanso ou secundárias: colaboração nas atividades, dinheiro, companhia, etc). Não os ensinam a esperar, a colocar suas vontades em segundo plano, pelas necessidades de terceiros.
  • Mães que fazem pelos filhos para obter resultados socialmente desejados: Realizam a tarefa escolar, fazem o meio campo com os amiguinhos, preparam a comida dos adolescentes, dão a comida na boca das crianças que já sabem comer sozinhas. O impacto sobre o desenvolvimento da criança é enorme e negativo. Evita que a criança desenvolva sua autoconfiança e adquira responsabilidade. Torna a pessoa insegura e dificulta a percepção dela dos efeitos, dos impactos de suas ações sobre o mundo, pois não costuma fazer nada sozinha. Evita as pequenas frustrações do dia a dia e isso a torna frágil em seus relacionamentos em todos os níveis sociais.
  • Mães que terceirizam a criação dos filhos: A creche limpa e alimenta, os avós brincam e passeiam, os psicólogos ensinam valores e afetividade. Parece ótimo, mas não funciona. A criança perde a referência de quem cuida e protege, quem fornece segurança e modelo de como atuar sobre o mundo. Ao buscar emitir regras e exigir obediência, a mãe falha, pois não é ela a referência, cuidado e proteção da criança, tais responsabilidades ficam fragmentadas e mal definidas. Cria crianças com dificuldades de aprendizagem, de relacionamentos, de conduta.
  • Mães controladoras e excessivamente críticas: São como veneno frequentemente jogados sobre as sementes (filhos), impedindo seu desenvolvimento em todos os níveis. Geram insegurança, baixa autoestima, dificuldades com autoconfiança e responsabilidade. Os filhos podem tanto se tornarem extremamente competitivos, compulsivos, como frustrados ou embotados, com a sensação de fracasso intransponível. Pode haver frequente impulso de desafiar as regras e valores maternos. A dificuldade de sentir prazer na vida cotidiana pode levar os filhos a comportamento de risco.

O papel da pessoa que nos cria é tão importante e decisivo, pois é quem orienta, dá modelo e cria padrões para no nosso futuro agirmos sobre a realidade. Muitas, vezes, é tratando os pais que reduzimos o sofrimento dos filhos (quando crianças) e proporcionamos uma vida de bem estar e plenitude para eles. No caso de adultos, o tratamento é diretamente com o filho.

151126175616_multiple_personliadad_624x624_thinkstock_nocredit

Por que essas mães são assim?

Elas não são assim porque são mães. Elas têm uma história de vida, foram criadas por outras pessoas, enfrentaram muitas coisas e principalmente, muitas vezes ninguém lhes ensinou a ser diferente até então. Antes de mães, as pessoas são seres humanos conciliando muitas influências para viver minimamente bem. Esses comportamentos maternos são apenas a ponta do iceberg e geralmente há muita dor e sofrimento passados permeando isso. 

Se você se encaixa em um dos perfis ou vários ou teve como cuidador alguém com tais características, procure ajuda. A psicoterapia pode fazer muito por você.

Dúvidas? Use a sessão PSICOLOGIA ONLINE!

Um forte abraço!


Deixe um comentário

Feliz dia das mães!

Um ‘muito obrigada’ especial às mães que compartilham comigo suas dúvidas, vitórias e aflições da maternidade, permitindo que eu as ajude, através da psicologia, a dar o melhor para seus filhos!

dia das mães psicologa silvia regina simões jundiai

SEU DIREITO, SEU DEVER – Alienação parental

Deixe um comentário

alienação parental lei juiz consequências


Deixe um comentário

5 feridas emocionais da infância que interferem na sua vida adulta

feridas emocionais crianças e adultos

Nossa persistência diante das dificuldades, a confiança que somos capazes de depositar nos outros, a crença na nossa capacidade de vencer, nossa habilidade de receber e transmitir afeto, enfim, a forma como encaramos o mundo, nós mesmos, os desafios e nossas relações é fortemente influenciada pelas experiências que vivemos na infância.

É muito importante reconhecer tais feridas e cuidar de suas cicatrizes. É muito provável que o modelo que nos foi imposto ao longo da vida, desde a infância, seja repetido, muitas vezes, sem sequer ser questionado. Afinal, aprendemos a viver assim.

O site Pensador Anônimo produziu um artigo muito interessante falando sobre isso. Aqui você confere um resumo e no link do fim do post você pode ler a matéria na íntegra.

As 5 feridas emocionais da infância que interferem na vida adulta:

abandono

ABANDONO NA INFÂNCIA: Quando uma criança é abandonada afetivamente, financeiramente ou fisicamente por alguém relevante para si, ao chegar à fase adulta, pode sofrer muito quando em solidão. Assim, vai frequentemente fugir de relacionamentos aparentemente estáveis, na necessidade de “abandonar antes que me abandonem”. Há um forte sentimento de rejeição e uma ansiedade nas relações das mais corriqueiras, às mais profundas.

rejeicao

REJEIÇÃO: Há diferentes maneiras de ser rejeitado. Pode ser por extrema rigidez e cobrança dos pais e educadores e ignoram a subjetividade emocional da criança, pode ser por inadequação ao grupo (familiar, escolar, dos amiguinhos da rua), a auto rejeição influenciada por fatores culturais. Essa ferida da infância pode resultar em diversos medos, um sentimento de estar sozinho no mundo, de não ter apoio de ninguém, de não ser compreendida. Todo relacionamento é um sofrimento.

humilhação

HUMILHAÇÃO: Há situações em que somos repreendidos ou não somos aceitos em público, há uma forte crítica ao que somos e não ao que fazemos, gerando o sentimento de humilhação. Isso pode resultar em uma pessoa que exige demasiadamente dos outros e repete o padrão de humilhar, mas também pode gerar pessoas dependentes, que colocam suas necessidades e limitações em último plano, que buscam agradar a qualquer custo o outro.

traição

TRAIÇÃO E MEDO DE CONFIAR: São gerados a partir do não cumprimento de promessas e acordos entre filhos e cuidadores. A criança passa a ficar incrédula e sentir-se privada de algo que merecia. Pode apresentar ciúme (achar que merece toda a atenção ou outro recurso de outrem – mas não vai obviamente recebê-los) ou fazer altas exigências para manter relacionamentos, controlando sob um mar de sentimentos negativos a relação com o outro.

injustica

INJUSTIÇA: Diz respeito aos rígidos padrões e a frieza no lidar com as situações e atribuir responsabilidades por parte dos cuidadores. Há um absudo do poder e educação claramente vertical, em que os pais sempre têm razão e os filhos, nunca. O tratamento diferente que privilegia certas características incomparáveis entre membros da família também alimenta esse sentimento. Gera necessidade de obter uma importância superior em toda situação na qual se envolve, demonstrando algum poder muitas vezes fantasioso ou inadequado, dificulta o pensamento prático na hora de tomar decisões, favorece o perfeccionismo, evita a todo custo admitir erros.

E você? Se identificou com algo? Na psicoterapia é possível rever, analisar, descobrir como as feridas se manifestam hoje, pois muitas vezes causam sofrimento real na vida cotidiana. E aprender a agir de maneira diferente, garantindo uma vida mais plena e feliz.

Forte abraço*

VEJA A MATÉRIA ORIGINAL NO SITE O PENSADOR


4 Comentários

TERAPIA INFANTIL – 6 sinais de mau comportamento em crianças que não devem ser ignorados

Playful boys

Seu filho de 4 aninhos entra no banheiro para tomar banho sozinho? Prepara o próprio leite? Liga sozinho para os avós? Seu pequeno de 7 anos nunca te deixa conversar com os outros? Interrompe suas falas a todo momento? Sua garotinha de 8 é agressiva nas brincadeiras ou faz birrinha para conquistar sua atenção ou conseguir alguma vantagem? Ou ainda, seu meninão de 9 acrescenta detalhes fantasiosos em suas histórias ou ao dar uma informação?

ATENÇÃO! 

Esses sinais que os filhos dão, em qualquer idade da infância, não devem ser ignorados, pois podem comprometer a formação de valores, a visão de mundo e sua resistência às regras da vida em sociedade mais tarde.

A revista Pais & Filhos publicou uma lista com os 6 sinais de mau comportamento em crianças que nunca devem ser ignorados. São eles:

1 – Fingir que não lhe ouve

2 – Fazer birrinha

3 – Interromper quando você está falando

4 – Ser agressivo nas brincadeiras

5 – Aumentar a verdade

6 – Ser independente demais

Confira no site da revista a íntegra da matéria, com dicas de como superar os sinais emitidos pelos filhos

6 problemas de comportamento do seu filho que você não deve ignorar

Forte abraço*


Deixe um comentário

Crianças e seus medos – como os pais podem ajudar?

filmes_1330_Monstros-SA_2

São monstros, abandono, morte, violência, para cada período do desenvolvimento da criança, há um medo que limita a atuação dela no ambiente e exige manejo e maior suporte dos pais. Como lidar com eles?

É importante, primeiramente, entender que o medo é uma função importante dos seres vivos. Sentir medo nos impede de enfrentar perigos dos quais poderíamos sair sem vida! Nas crianças, o medo que alterna conforme elas crescem, denota seus avanços na interação com o meio em que vive e sua capacidade de compreender que suas ações geram consequências no ambiente. Parece ótimo, não?

medos pára cada idade crianças

A revista Crescer publicou um ótimo artigo sobre o assunto. Acessando o link abaixo, você terá acesso a classificação dos medos mais comuns em cada idade e como pode, na condição de cuidador do pequeno, ajudá-lo a superar cada medo com sucesso.

REVISTA EDUCAR PARA CRESCER – COMO LIDAR COM O MEDO DAS CRIANÇAS

 

Se por acaso o medo trouxer prejuízos para a criança ou pais e seu convívio familiar, social ou escolar e ainda, para sua rotina, procure um psicólogo.

Fico à disposição!

Forte abraço*


Deixe um comentário

Responsabilidade e autoconfiança – Dicas de atividades domésticas para os filhos

quando-incluir-as-criancas-nas-tarefas-55-1005

Realizar atividades importantes no dia a dia, que lhe garantam autonomia e sejam passíveis de alterar positivamente o ambiente em que vive é fundamental para desenvolver o conceito e habituar a criança à responsabilidade e ajuda na formação de sua autoconfiança e autonomia. Quanto mais cedo e mais adequadas forem as atividades, melhor seu filho se sairá e melhor será a forma como ele lidará com futuras responsabilidades na vida.

O quadro abaixo dá dicas de atividades que as crianças são capazes de realizar por faixa de idade, de acordo com o esperado de seu desenvolvimento. Veja:

1609603_10152343690952583_1516488383469029856_n

IMPORTANTE:

1. É necessário sempre dar um modelo para a criança da atividade a ser seguida. Quando solicitar que ela realize algo, explique como se faz, mostre como ela pode fazer e vá corrigindo progressivamente. Não exija perfeição na primeira tentativa e respeite as peculiaridades da criança na realização da tarefa. O que não for prejudicial para ela e para o meio, não deve ser corrigido.

2. Inicialmente, descreva as mudanças positivas que o comportamento novo dela geram, incluindo o impacto da atividade realizada sobre você e a família, para ensinar a criança a compreender como suas ações operam no ambiente. Essa observação é muito importante para, em um segundo momento, a criança ser capaz dela mesma notar o impacto de suas ações, tornar-se autoconfiante e selecionar conscientemente suas ações pelos resultados.

___________________

Aproveite essa oportunidade de envolver seu filho nas atividades do dia a dia para interagir com ele. O futuro da criança agradece!

Forte abraço*