Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia clínica infantil, adulto e terapeuta de casal


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16 formas simples de combater a ansiedade

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Indico a leitura e prática desse excelente texto para enfrentar comportamento ansioso.

Algumas das técnicas descritas nele são usadas por mim, em meio a um tratamento para ansiedade.

LEIA: 16 FORMAR SIMPLES DE COMBATER A ANSIEDADE

Aqui no blog também há muitas publicações que abordam o tema e suas variações:

ANSIEDADE E SUAS DIVERSAS FORMAS NO DIA A DIA – COMO LIDAR

Um abraço!


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Procrastinação – estágios, causas e combate

Procrastinação é um comportamento que traz muita insatisfação para quem o pratica. Vai-se do adiamento ao desespero com muita intensidade e, no meio do caminho, perde-se tempo precioso, energia e por vezes até dinheiro – sem falar na saúde. Mas que condições tornam a procrastinação tão frequente e como combatê-la?

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Em geral, pode-se destacar 5 fases da procrastinação, como na tirinha acima:

  1. Falsa segurança: Você não analisa corretamente as variáveis envolvidas na tarefa e superestima sua capacidade de atender às demandas ou simplesmente foi reforçado no passado ao deixar pra última hora e dar conta;
  2. Preguiça: “Se um corpo está em repouso ele irá permanecer neste estado até que uma força externa seja aplicada neste corpo”, essa lei de Newton se aplica perfeitamente à preguiça. E como explicarei abaixo, nem sempre há uma força externa (do ambiente) a ser aplicada sobre nós para que deixemos a inércia;
  3. Desculpas: Tentamos nos enganar, usando de subterfúgios para fundamentar nossa inércia diante da necessidade cada vez mais urgente;
  4. Negação: Começamos a nos sacrificar, negando a crescente impossibilidade de realizar a atividade com certa dignidade;
  5. Desespero: O estresse se instala e nos exaurimos para realizar a tarefa procrastinada.

 

PORQUE ACONTECE

A condição necessária para a realização de uma tarefa pode estar ausente, outras tarefas mais prazerosas podem competir com a que está sendo procrastinada, o custo de resposta para efetivar a atividade pode ser alto, ou seja, levará muito tempo, energia, dinheiro, exige envolver outras pessoas.

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As pessoas só costumam se levantam para realizar a tarefa quando o ponteiro do relógio lhes empurra. Essa seria a força externa aplicada sobre a inércia. Mas você pode decidir pela sua consciência, deliberadamente, iniciar a tarefa e criar as condições ideiais para realizá-la.

COMBATENDO A PROCRASTINAÇÃO

Incentive-se a envolver-se com a ação inicialmente por 5 minutos. Você não vai deixar de ver TV, dormir, namorar ou qualquer outra atividade por um longo tempo. São só 5 minutos! A probabilidade de você se engajar na tarefa e continuá-la por mais tempo é grande. Mas se não conseguir prosseguir…

Divida a tarefa em pequenos bloquinhos; valorize a realização de cada um deles. Valem mais 5 minutos várias vezes bem antes do prazo do que uma noite inteira em claro, com baixa qualidade de trabalho e estresse prejudicando sua saúde e desempenho!

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E lute para eliminar a procrastinação do seu dia a dia!

Boa sorte e um forte abraço!

 


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Relacionamentos e amor – quando a convivência dói

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Embora exista a modalidade “terapia de casal”, relacionamentos amorosos são tema recorrente na terapia individual, não só quando o paciente é adulto, mas quando nos aprofundamos no universo familiar da criança e na relação entre seus cuidadores. Por vezes são encontradas feridas profundas e rupturas irreparáveis nessas relações trazendo dificuldades e sofrimento.

Sabemos, entretanto, que nenhum relacionamento é perfeito, certo? Todos somos pessoas diferentes e os conflitos vão sempre existir, no sentido de termos experiências e conhecimentos diferentes sobre determinado ponto e haver a necessidade de alinhar tudo isso, ceder. gerar consenso, etc.

Mas como saber se um relacionamento precisa de ajuda?

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INDIVIDUALIDADE: “Quando um não quer, dois não fazem”

Partimos do princípio de que há uma individualidade a ser preservada em qualquer relação. É a mínima partícula indivisível de um ser social. Engloba necessidades, aprendizados, anseios, sua forma particular de perceber e responder ao mundo.

RELAÇÃO: “Somos um só”

Não! Relação não é fusão, não é sobreposição. É interação, é vínculo, é um posicionamento lado a lado dentro de uma instância comum. Ou seja, a relação une dois indivíduos sob uma determinada cultura que dá condições específicas para certos comportamentos que, caso não fossem um casal, não seriam aceitos.

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INDIVIDUALIDADE X RELAÇÃO: “Amar a si mesmo antes de amar outrem”

A falta de repertório para administrar conflitos é permeada por uma individualidade fragilizada por falta de conhecimento e prática em lidar consigo mesmo, delimitando-se, delineando-se. Estar no poder da própria individualidade implica necessariamente respeitar a do outro.

É aqui onde habita o conselho do senso comum sobre “amar a si mesmo antes de amar outrem”. Nessa dificuldade de saber onde um começa e outro termina, surgem ferimentos, dor, sofrimento. E isso, amar a si mesmo antes, constituir individualidade, muitas vezes não acontece.

Em outras palavras, quando as dificuldades e necessidades do outro passam a impedir você de manter sua integridade individual, seu relacionamento precisa de ajuda.

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EXEMPLOS

Problema: Maria apresenta comportamento ciumento e José cede frequentemente aos apelos mais absurdos da namorada, tendo em vista evitar conflitos entre eles. 
Solução: Em vez de se sujeitar ao ciúme de Maria, José pode ajudá-la a buscar ajuda para resolver sua dificuldade e agir de acordo com o que lhe for orientado, no sentido de reduzir o controle inadequado de Maria sobre ele e não alimentá-lo.

Problema: Marcela aprendeu com sua mãe que homens são provedores e mulheres são rainhas do lar. Fred, no entanto, cresceu vendo mãe e pai saírem cedo para o trabalho, dividindo a conta, cuidando juntos dos filhos e dos afazeres da casa. Hoje em dia, casados, Marcela vive irritada e tratando o marido aos berros por ele se intrometer na cozinha. Fred se sente pressionado e frustrado por gastar todo o seu tempo em dois empregos para sustentar a casa, quando gostaria de passar mais tempo ao lado de Marcela.
Solução: Tudo começa com uma conversa franca, em que ambos relatam como se sentem. A partir disso, é importante reconhecer e alinhar suas visões sobre casamento e construção de um lar, da vida a dois. Depois, traçar uma série de regras e submetê-las aos dois, para que possam entrar em um consenso e então, efetivá-las, com paciência e confiança, para pouco a pouco construirem sua própria realidade.

Problema: João está estressado. Tem trabalhado exaustivamente e gasto muito dinheiro em situações incontroláveis. Ele chega em casa e mal fala com Carlos. Tranca-se no quarto, gerando uma sensação intensa de rejeição no namorado. Quando se dirige ao companheiro, é com rispidez e grosseria. Carlos tem sentido cada vez menos prazer em chegar em casa depois de um longo dia de trabalho e fica tenso, altera sua rotina, de forma a tentar não provocar explosões em João. 
Solução: Uma conversa franca e assertiva pode mostrar a João que problemas externos ao relacionamento têm impactado negativamente sobre o seu namorado. João deve buscar ajuda multidisciplinar para tratar seu estresse. Carlos pode ajudá-lo, facilitando seu acesso a alimentação adequada, exercícios físicos, acolhimento através da escuta ativa e carinho.

RESUMINDO… 

É possível e desejável nos unirmos aos outros e com a ajuda de quem amamos, superar nossos problemas e dificuldades, bem como nossas necessidades. Mas a dificuldade de um não deve resultar em sofrimento e rejeição para o outro, dentro da relação que estabeleceram.

Caso precise de ajuda com seu relacionamento, estou à disposição!

Um abraço*


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Experiência, reconhecimento, sabedoria e a ‘aposentadoria psicológica’

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Ao contrário da famigerada aposentadoria trabalhista, agir de forma “generosa”, “sacrificar-se”, “cuidar de outro” a vida inteira não garante, lá na frente, uma recompensa na qual podemos descansar ou usufruir. Não há, afinal, uma poupança de ‘bom comportamento” a ser desfrutada lá na frente.

RECONHECIMENTO QUE CONSQUISTAMOS POR
COMPORTAMENTOS AO LONGO DO TEMPO

É claro que nos resta um reconhecimento, uma “fama” que é carregada quando vivemos por algum tempo entre as mesmas pessoas. Mas da mesma forma que um artista famoso pode ter imenso reconhecimento do público e não conseguir ter recursos práticos para viver (trabalho e dinheiro), podemos ser uma pessoa ótima que, ainda que haja gratidão de quem beneficiamos, não há uma reserva com a qual contar sem continuar agindo em prol de.

APRENDIZAGEM COMO
EXPERIÊNCIA E SABEDORIA

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Há a aprendizagem, também chamada de experiência e sabedoria, que faz com que partamos de certos conhecimentos previamente adquiridos e nos garantem alguma vantagem em nos comportar no futuro, por meio de coisas que fizemos ao longo da vida.

Nosso agir, pensar, fazer, sentir geram consequências de intensidade similar a que as gerou. Algumas das nossas repostas no ambiente vão gerar consequências e influenciar nossas ações por toda uma vida, como um casamento, por exemplo. A maior parte, será média, curta e restrita.

TRIPÉ DO BEM ESTAR

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Por isso existe uma necessidade imperiosa em cuidar de si mesmo, respeitar os outros nesse processo e ainda viver um dia de cada vez. Não passar a juventude trabalhando tanto que não sobre tempo para amar e estar na presença das pessoas importantes. Não sacrificar-se inteiramente para facilitar a vida do outro, etc. Esse modo de vida gera imensa frustração ali adiante.

Sempre digo aos meus pacientes que é preciso viver de tal forma que contemplemos alguma atividade de trabalho, em que transformamos o mundo e somos transformados em troca; vivenciar boas interações sociais com família e amigos e cuidar do corpo, atendendo às suas necessidades de alimentação, cuidados pessoais, higiene, etc. Isso dá um norte sobre de que forma organizar nossa vida diária.

Esse fim de ano é uma ótima oportunidade para repensar como temos levado nossa vida!

Se precisar de uma ajudinha, fico à disposição!

Um forte abraço*

 


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Terapia em Jundiaí pelo convênio Bradesco Saúde

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Usuários do convênio médico Bradesco Saúde já podem realizar psicoterapia em Jundiaí com a psicóloga Sílvia Regina Simões. Para agendar sua primeira consulta, ACESSE AQUI ou entre em contato por WhatsApp no telefone (11) 9 9615 8632. Há horários nos três períodos do dia, inclusive aos sábados.

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Para iniciar a psicoterapia pelo convênio Bradesco Saúde, basta ir até um médico e solicitar um encaminhamento para tal e depois agendar sua sessão com psicóloga Sílvia Regina Simões. O consultório fica no Centro de Jundiaí, com fácil acesso.

Caso você não tenha o convênio médico Bradesco, a psicóloga Sílvia Regina Simões faz atendimento particular, individual e para casal e fornece documentação necessária para reembolso em diversos planos. Consulte condições.

SERVIÇO

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O quê: Psicoterapia em Jundiaí pelo convênio Bradesco Saúde
Quem: Psicóloga Sílvia Regina Simões
Como: Basta solicitar a qualquer médico um encaminhamento simples para psicoterapia
Quando: Após ter em mãos o encaminhamento, agende sua sessão
Onde: Rua Anchieta, 204, 16º andar, sala 1602 – Uffizi Business & Medical Center, Jundiaí, SP


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DICA DA PSICÓLOGA – Detox emocional em 4 passos

Sabe aqueles sucos que fazem misturas inusitadas de vegetais e frutas, com a promessa de eliminar inchaço e toxinas que incomodam nosso corpo? São as bebidas detox. Com a mesma proposta, mas para eliminar “lixo emocional” e “toxinas” que roubam nossa felicidade e nossa capacidade de atuar de forma mais adaptativa sobre o mundo, seguem algumas dicas:

meditacao-analitica-vipassana-blog-sobre-budismo1º passo: MEDITE
Você não sabe meditar? Basta respirar profundamente, por exemplo, em 7 segundos inspirar, segurar 5 e soltar durante 8 segundos algumas vezes, pensando no processo de entrada do ar, de repouso do ar, de liberação do ar. Depois você pode fazer esse relaxamento muscular AQUI. A sabedoria oriental diz que “a respiração conecta você e seus pensamentos”. Não que os pensamentos sejam algo externo a nós. Mas muitas vezes nos sentimos incapazes de controlar o fluxo deles. Ao concentrar-se na sua respiração e relaxar seu corpo, é possível restabelecer o equilíbrio.

shutterstock_3436517842º passo: AVALIE
O que lhe incomoda na situação que não sai da sua cabeça? Qual é o seu poder de mudar a situação? Esteja ciente do que está sob seu controle e do que não está. Coisas que dependem da boa vontade de terceiros não estão. Aquilo que depende do seu tempo e do espaço que você tem certa autonomia está ao seu alcance. Coisas que acontecem, você fazendo algo a respeito ou não, não estão.

planoo3º passo: PLANEJE-SE
As coisas que você pode movimentar e gerar mudanças favoráveis, você já está atuando sobre elas? Pegue o resultado, planeje-se considerando (1) o que fazer, (2) em qual momento no tempo, (3) em que circunstâncias ambientais e (4) as possíveis consequências da sua ação. E então saia do pensamento agonizante e realize!

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4º passo: SELECIONE E ELIMINE
Pense num corpo que está lidando com uma grande infecção. É necessário repouso, uso de medicamentos que trazem, com os benefícios, seus efeitos colaterais. A capacidade desse corpo realizar atividades fica diminuída, a vida fica em stand by até a completa recuperação. As pessoas que mentem, desrespeitam, desvalorizam e usam são como infecções na sua vida emocional, contra as quais você frequentemente vai ter que parar sua vida para lutar contra. Inicialmente pode parecer que há algo especial a ser mantido entre vocês. Mas sempre fica a sensação horrível de que há uma vazio irremediável em você. Elimine:
Pessoas que mentem para você;
Pessoas que não respeitam você;
Pessoas que te usam;
Pessoas que desvalorizam você.

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psicologia online com silvia regina simoes terapeuta em jundiaiDÚVIDAS? ACESSE “PSICOLOGIA ONLINE”
Esclareça pequenas dúvidas ou curiosidades sobre comportamento humano. Pergunte AQUI e a psicóloga Silvia Regina Simões responde!
 
 


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Você está sofrendo abuso? Teste aqui

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Você sente sua autoestima no chão, por vezes. Já se tornou tão frequente sentir raiva, que seu estômago e sua cabeça doem. Vem um pequeno impulso para responder, mas não há forças para falar. Um sentimento de “não adianta” toma conta de você. E qualquer alternativa para se livrar da situação parece pouco viável. Essa é uma descrição de alguém sob forte abuso, situação que não acontece uma vez, mas é diária, em pequenas doses que podem ter suas explosões.

O abuso pode ser moral, físico, financeiro. Há quem sofra os três ao mesmo tempo. Dependendo da saúde emocional da vítima, muito dificilmente ela conseguirá dar um basta ao ciclo de violência sozinha. E essa saúde emocional já não muito forte tende a se enfraquecer cada vez mais sob as práticas abusivas do outro.

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Não precisa ser um(a) parceiro(a) a cometer o abuso. Pode ser um pai, uma mãe, um irmão, um chefe, um colega de trabalho, um “amigo”, um professor, etc. Geralmente, uma relação vertical de poder está envolvida.

E você? Se sente abusado por alguém ou pelas pessoas em geral? Responda às questões abaixo e descubra em que medida está sofrendo violência moral, física ou financeira de alguém:

  1. (__) [3 pontos] A pessoa está “cuidando dos seus interesses”: seja do seu relacionamento com a família, com os amigos, seja das suas finanças, da sua carreira, da sua folga no fim de semana ou advertindo sobre os perigos daquele lugar bacana onde quer ir.
  2. (__) [1 ponto] Frequentemente ela discorda de você, faz sua opinião parecer irrelevante, lança olhares de desaprovação ou parece insensível ao que sente a respeito das coisas.
  3. (__) [2 pontos] Taxa suas habilidades, rotula seus defeitos e usa tais medidas para valorizar ou desvalorizar atividades importantes ou corriqueiras que você realiza.
  4. (__) [3 pontos] Há um sentimento de posse, ou seja, não acha certo você se relacionar com mais ninguém que tenha um status semelhante ao dela. Está frequentemente querendo saber seu status: onde está, o que está fazendo e com quem ou o que está comprando, quanto está ganhando/gastando. 
  5. (__) [3 pontos] A pessoa se vê no direito de dizer o que você deve e o que não deve falar, seja na internet, numa conversa íntima, no seu trabalho, para sua família. E/ou faz isso com o seu dinheiro.
  6. (__) [3 pontos] Você percebe que a pessoa tenta ocupar o máximo de espaço e tempo na sua vida, evitando assim, que você tenha tempo para projetos pessoais, família e amigos. 
  7. (__) [3 pontos] Responsabiliza você pelo comportamento punitivo dela. “Você não me deixa alternativa senão…”.
  8. (__) [2 pontos] A pessoa está frequentemente pedindo favores que, para você realizar, vai ter que abrir mão de algum desejo pessoal. 
  9. (__) [2 pontos] Não há reciprocidade. Você sente que só você é paciente, só você ajuda, só você ouve.
  10. (__) [10 pontos] A pessoa costuma falar em tom ameaçador ou queixoso, faz chantagem emocional, encurrala você ao desabafar sobre seus sentimentos ou aperta seu braço, lhe segura enquanto fala, ou mesmo parte para a agressão propriamente dita. 
  11. (__) [1 ponto] Se você tenta se defender, ela lhe ameaça e demonstra estar tranquila sobre ter razão na agressão que cometeu.
  12. (__) [1 ponto] A pessoa intimida seus vínculos próximos, demonstra total desrespeito, mas não “larga” de você mesmo quando percebe que passou dos limites. 

 

RESULTADOS

Até 4 pontos – CONTORNÁVEL

casal-brigandoSe você está com uma boa saúde emocional, esses abusos podem ser evitados ou extintos a partir de sua consciência e força de vontade. Algumas atitudes simples colocam as coisas no lugar e, mantendo-se firme, o convívio dimuído com a pessoa que agride é possível, sem danos para você.

 

Entre 5 e 9 pontos – VIOLÊNCIA JÁ ESTABELECIDA

af81f91305c944c9a147fd60514c1035Provavelmente sua capacidade de lidar com o problema está diminuída e a agressão não causa danos por si só, mas num conjunto, prejudica seu bem estar e deterioira sua saúde como um todo. Provavelmente a pessoa já está tão inserida no seu dia a dia, que fica difícil dar um basta, sem perdas significativas. É preciso buscar ajudar profissional.

 

10 ou mais pontos – RELAÇÃO DOENTIA E/OU CRIMINOSA

5e01375475188428A pessoa com quem está se relacionando já o privou de seus direitos individuais básicos e o fragilizou a tal ponto, que você se sente incapaz de superar a situação, mesmo com ajuda profissional. Em vez de promover seu bem estar, saúde e vida plena, você trabalha com a redução dos danos causados pela situação. A possibilidade de agressão física é grande, se já não aconteceu e a violência moral é insuportável. É preciso buscar ajuda das autoridades, além da ajuda profissional e da sua rede de apoio, para por um fim aos abusos.

E você? Em que nível está?

Saiba que ninguém está a salvo de uma situação como a abusiva. Ao ler com atenção as sentenças, fica claro que a diferença entre cuidado e afeto e abuso é muito sutil. Mas agora que você tem informações a respeito, não se intimide, REAJA!

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PARA DENUNCIAR ANONIMAMENTE ABUSO CONTRA A MULHER, DISQUE 180.

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PARA DEMAIS QUEIXAS, DISQUE 100.

Um forte abraço!