Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia clínica infantil, adulto e terapeuta de casal


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Déficit de atenção em adultos – avaliação com teste neuropsicológico para diagnóstico de TDAH em Jundiaí

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Desde a década de 70, estudos multidisciplinares dão atenção a um conjunto de sinais e sintomas hoje denominados Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) em adultos. Impulsividade, desatenção e hiperatividade, mais evidentes em crianças e adolescentes, são comportamentos carregados também para a vida adulta. A psicóloga Sílvia Regina Simões realiza diagnóstico em Jundiaí de TDAH em adultos. inclusive com aplicação do teste neuropsicólogo chamado WAIS III, instrumento padrão-ouro não diagnóstico do transtorno.

A impulsividade, desatenção e hiperatividade típicos do TDAH se manifestam em adultos, por exemplo, das seguintes formas:

  • Condução perigosa de veículos;
  • Assumir um excesso de compromissos na vida diária;
  • Terminar impulsivamente relacionamentos;
  • Irritar-se com facilidade e persistentemente;
  • Ter dificuldades para ler, manter conversações ou manter-se focado nas atividades do dia a dia;
  • Desorganização que parece insuperável;
  • Procrastinação com notáveis prejuízos em todos os setores da vida,

O diagnóstico do déficit de atenção em adultos (TDAH adulto), no que diz respeito ao papel do psicólogo, exige entrevistas, coletas de dados sociais e da ontogênese (história de vida) do indivíduo, bem como a aplicação do teste neuropsicólogico WAIS III – e outros. A avaliação psicológica é indispensável, ainda assim, é necessária a investigação também nos campos da fonoaudiologia e neurologia.

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“É preciso descartar a manifestação de transtornos de humor e personalidade, bem como quadros de ansiedade em suas diversas manifestações, para caracterizar o déficit de atenção em adultos”, explica a psicóloga Sílvia Regina Simões, sobre o diagnóstico de TDAH adulto. “É um trabalho minucioso e bastante especializado”, completa.

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Para realizar a avaliação psicológica de déficit de atenção em adultos com a psicóloga, basta agendar uma consulta por AQUI ou pelo telefone/whatsapp (11) 9 9615 8632. Além do diagnóstico psicológico, a psicoterapeuta atua na abordagem analítico comportamental e realiza psicoterapia com adultos.

 

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No blog MEU CÉREBRO (que eu adoro!) tem mais 5 dicas!

E bons sonhos!


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Feliz ano novo! 5 dicas para viver melhor em 2017

FELIZ ANO NOVO!

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O que a virada calendário civil muda na sua vida? Trata-se de uma oportunidade de rever hábitos e resultados em desajuste e recomeçar as coisas em sua vida também.

E como meu papel é ajudar você a ter uma vida mais satisfatória e plena, vou deixar algumas dicas para viver melhor em 2017, do ponto de vista da psicologia:

dicas24-0415 DICAS PARA VIVER MELHOR EM 2017

  1. Experimente diariamente interações sociais de qualidade: esteja em contato o mais direto possível com pessoas que você gosta;
  2. Agradeça pelas pequenas coisas que lhe fazem bem e/ou elogie alguém: pare e pense ao menos 3x/dia (manhã, tarde e noite) nas coisas em sua vida pelas quais você é grato ou busque algo a que elogiar em alguém – são formas de tirar o foco natural do seu cérebro sobre que lhe ameaça ou descontenta para manter-se positivo;
  3. Enfrente e transforme os sentimentos ruins: encare raiva, nervosismo, irritação, decepção, como sinais da necessidade de mudança; identifique a situação vivida que os gerou e tome outra atitude diante dela;
  4. Respire profundamente: Ao fazer isso, você controla a região do seu cérebro que lhe mantém em estado de tensão e preparado para a ação mediante uma ameaça iminente, situação que comumente leva ao estresse.
  5. Durma bem, faça uma pausa, evite alimentos ultraprocessados: não estou falando de uma dieta ou mudança radical. Apenas vá se deitar mais cedo, evite luzes de eletrônicos, tome uma bebida morna; organize-se para fazer uma pausa de hora em hora e tomar um copo de água fresca e evite ficar letárgico durante o dia consumindo gorduras e açúcares em excesso.

E lembre-se:

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É seu direito irrevogável ser respeitado em seus sentimentos, pensamentos e necessidades e ser tratado com dignidade. O mesmo vale para o outro.

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Se você cansar, descanse primeiro e só depois decida por desistir ou não.

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Uma situação é apenas um momento ruim. A vida é um oceano formado por infinitas gotas de situações, sejam elas boas ou ruins. Diante de um oceano inteiro, uma gota não define nada.

Um excelente ano a todos!


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Terapia em Jundiaí pelo convênio Bradesco Saúde

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Usuários do convênio médico Bradesco Saúde já podem realizar psicoterapia em Jundiaí com a psicóloga Sílvia Regina Simões. Para agendar sua primeira consulta, ACESSE AQUI ou entre em contato por WhatsApp no telefone (11) 9 9615 8632. Há horários nos três períodos do dia, inclusive aos sábados.

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Para iniciar a psicoterapia pelo convênio Bradesco Saúde, basta ir até um médico e solicitar um encaminhamento para tal e depois agendar sua sessão com psicóloga Sílvia Regina Simões. O consultório fica no Centro de Jundiaí, com fácil acesso.

Caso você não tenha o convênio médico Bradesco, a psicóloga Sílvia Regina Simões faz atendimento particular, individual e para casal e fornece documentação necessária para reembolso em diversos planos. Consulte condições.

SERVIÇO

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O quê: Psicoterapia em Jundiaí pelo convênio Bradesco Saúde
Quem: Psicóloga Sílvia Regina Simões
Como: Basta solicitar a qualquer médico um encaminhamento simples para psicoterapia
Quando: Após ter em mãos o encaminhamento, agende sua sessão
Onde: Rua Anchieta, 204, 16º andar, sala 1602 – Uffizi Business & Medical Center, Jundiaí, SP


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18 formas de desenhar para recuperar foco e equilíbrio

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No dia a dia, a nossa fala ou a escrita parecem os principais – senão os únicos – meios de nos expressar e ligar nossa capacidade de pensar e resolver problemas ao mundo. Mas, pensando assim, estamos excluindo uma habilidade chamada pensamento visual, muito mais ampla que a escrita ou a fala e ignorando capacidades incríveis de interagir com a porção inconsciente de nosso cérebro.

A terapeuta Victoria Nazarevich propôs 23 exercícios de desenho para recuperar o foco e auxiliar no equilíbrio das nossas emoções, através da integração de hemisférios e estimulação de habilidades múltiplas do cérebro. Abaixo, listo 18 delas:

  1. Se você está cansado, desenhe flores.
  2. Se está bravo, desenhe linhas.
  3. Se alguma coisa está doendo, comece a esculpir (use massinha de modelar!).
  4. Se você está entediado, comece a colorir uma folha de papel.
  5. Se está triste, pinte um arco-íris.
  6. Se você tem medo, aprenda a fazer o ponto macramê.
  7. Se está angustiado, faça uma boneca de pano.
  8. Se está indignado, rasgue uma folha de papel em pedacinhos.
  9. Se está preocupado, comece a fazer origami.
  10. Se está tenso, desenhe padrões diferentes.
  11. Se você precisa lembrar alguma coisa, desenhe labirintos.
  12. Se está decepcionado, faça uma réplica de uma pintura.
  13. Se está desesperado, desenhe caminhos.
  14. Se você precisa entender alguma coisa, desenhe mandalas.
  15. Se você precisa renovar as energias, desenhe paisagens.
  16. Se você precisa organizar os seus pensamentos, desenhe células ou quadrados.
  17. Se você quer se concentrar nos seus pensamentos, desenhe com pontos.
  18. Para encontrar a melhor solução para uma situação, desenhe ondas e círculos.

A fonte é o próprio site da terapeuta e a tradução e divulgação em lingua portuguesa é site Incrível.Club: Lá você pode conferir mais algumas dicas, a íntegra do artigo original.

Mãos à obra!

Forte abraço*


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QUÍMICA DAS EMOÇÕES: Amor, depressão, ansiedade e felicidade em níveis de neurotransmissores

Hoje em dia é comum ouvirmos falar de adrenalina, oxitocina, entre outros hormônios que liberamos em determinadas situações. A adrenalina é geralmente associada à ação, enquanto a oxitocina é associada à troca de carinho.

Esses hormônios que são neurotransmissores, ou seja, compostos químicos que regulam a atividade cerebral no que se refere ao nosso comportamento, têm muito a ver com a nossa interação com o meio em que vivemos.

Veja na imagem abaixo como ficam os níveis desses hormônios no nosso organismo de acordo com a situação emocional que expressamos:

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Vale saber que são os níveis de dopamina, serotonina, oxitocina, noradrenalina e dopamina que os remédios psiquiátricos influenciam. Quando há um desequilíbrio entre nossa interação com o ambiente e os níveis de neurotransmissores correspondentes, manifestamos doenças psiquiátricas passíveis de medicação.

É claro que há outros fatores envolvidos na complexa formação de um quadro psiquiátrico, mas o centro da questão é o equilíbrio desses componentes e o responder funcional dos mesmos às demandas do meio.

Se você chegar ao psiquiatra hoje e quiser fazer um exame para medir os níveis de neurotransmissores no seu corpo, ele lhe dirá que isso ainda não é possível, não existe um meio, atualmente, de medir esses níveis, a não ser pela observação do comportamento.

Quando na terapia busca-se alterar as ações de um paciente e estas provocam emoções e sensações diferentes, estamos estimulando ou atenuando essas interações dentro do nosso corpo, moduladas pelos nossos atos.

Fascinante, não é?

Um forte abraço*


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10 hábitos que adoecem seu cérebro

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Quais deles você tem?