Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – avaliação neuropsicológica de crianças e adultos, psicoterapia comportamental individual e terapia de casal


Deixe um comentário

DICA DA PSICÓLOGA – Filhos em casa na quarentena – o que os pais precisam saber


Deixe um comentário

Indicação de leitura – ‘Lookism’ e como a beleza pode excluir pessoas (Incrível)

cosm

Você já teve algum benefício só por ser bonito(a)? Ou sente que já sofreu um prejuízo por não se encaixar no padrão atual de beleza? Então, essa leitura é para você. O artigo que compartilho fala de uma forma muito interessante sobre como a beleza influencia nossos sentidos e a nossa tomada de decisão.

LEIA O ARTIGO SOBRE LOOKISM AQUI – Do site Incrível

Boa leitura! Até breve!


Deixe um comentário

VÍDEO – Relacionamentos abusivos – dependência afetiva e vulnerabilidade


Deixe um comentário

Neurotransmissores, emoções e atividades simples

As nossas emoções não surgem da “mente” como uma produção metafísica de uma entidade invisível. Não! Elas são uma combinação complexa de substâncias químicas presentes no cérebro, chamadas de neurotransmissores.

A disponibilidade de neurotransmissores é multideterminada. As nossas atividades concretas no meio influenciam a combinação que forma nossas emoções.

Alguns neurotransissores são mais badalados na mídia que outros. Quem nunca ouviu falar de dopamina, adrenalina, endorfina ou serotonina? Fala-se destes quando se referem a medicamentos, a drogas lícitas e ilícitas, a transtornos mentais e até a alimentos!

Publico aqui uma tabela extremamente resumida, mas igualmente útil para começar a proporcionar mudanças na rotina que podem fazer muita diferença nas suas emoções!

cfe3ff11b48fc592e50fc56b295ff1a7


Deixe um comentário

SERVIÇO – Avaliação neuropsicológica de crianças em Jundiaí: dificuldade de aprendizagem, desenvolvimento e TDAH

capturar

Crianças com dificuldades de aprendizagem, atrasos de desenvolvimento e TDAH (transtorno de déficit de atenção) contam com avaliação neuropsicológica (incluindo psicodiagnóstico com WISC IV) de Sílvia Regina Simões, psicóloga em Jundiaí.

São diferentes baterias de testes psicológicos e neuropsicológicos, que contribuem para o diagnóstico do neuropediatra, fonoaudiólogo e psicopedagogo e promovem tratamentos precisos para solucionar questões da infância, seja de comportamento ou da inteligência e cognição.

download

Os públicos podem ser divididos em duas classes: de 3 a 5 anos e de 6 a 11 anos, levando em conta não alfabetizados e alfabetizados. Nestas fases de desenvolvimento, a afetividade, o desenvolvimento psicomotor e neuropsicológico são os maiores desafios. Tanto questões durante a gestação, no parto ou nos primeiros dias e semanas de vida são determinantes.

“A forma como vivemos e nos organizamos hoje no dia a dia também é um desafio para o desenvolvimento da criança. Quem cuida e como cuida da criança, a estimulação que recebe para falar, brincar, expressar sentimentos, tudo isso tem um peso grande no desenvolvimento infantil. Avaliação neuropsicológica de crianças (incluindo psicodiagnóstico com WISC IV) leva em conta tudo isso”, explica a psicóloga Sílvia Regina Simões. 

images

O processo de avaliação neuropsicológica de crianças  (incluindo psicodiagnóstico com WISC IV) envolve os cuidadores (pais e outros) da criança, escola, profissionais que as acompanham e pode durar de duas semanas a três meses, dependendo da gravidade da demanda e da agenda da avaliadora.

SERVIÇO

O quê? Avaliação neuropsicológica de crianças em Jundiaí (incluindo psicodiagnóstico com WISC IV)

Onde? Consultório na Rua Anchieta, 204, edifício Uffizi Medical Center, Vila Boaventura (Centro) de Jundiaí, SP
Quem? Psicóloga Sílvia Regina Simões – CRP 06/121198
Condições de pagamento: Os valores podem ser parcelados no cartão de crédito* e não há cobertura de convênio médico para este serviço
Agendamentos: WhatsApp (11) 9 9615 8632 – s.silvia.psicologa@gmail.com

*Consulte condições


Deixe um comentário

Se você quer fazer, mas não consegue, pode ser que desconsidere esse fator importante

images (1)

Você agenda trabalho das 8h às 18h e academia das 18h às 19h, quando seu objetivo é fazer uma hora de exercícios? Provavelmente não. Você acorda às 8h, sabendo que inicia seu expediente às 8h da manhã? De tal forma, ficaria atrasado. O que parece óbvio em alguns momentos, não é considerado em outros e esse fator pode mudar completamente a probabilidade de um comportamento acontecer: o custo de resposta. Tal expressão, para a psicologia clínica, significa aquilo que se coloca entre onde você está e aquilo que almeja fazer, coisas das quais o comportamento desejado depende para se efetivar. Na nossa vida, é a diferença entre executar tarefas e manter-se nelas ou ser vencido pelo que chamamos de preguiça ou procrastinação.

images

Trocando em miúdos: quando você precisa ir para a academia, vindo do trabalho, o custo dessa resposta, que é de exercitar-se, envolve:

– Deslocamento

– Trajes

– Alimentação adequada

– Estar matriculado em uma academia

– Ter repertório para usar os serviços que são oferecidos

Entre outras coisas, uma atividade de uma hora não leva apenas uma hora. Ela pode requerer 50% a mais de tempo imediato para preparação, além de vivências anteriores que permitam acesso as respostas esperadas (saber usar equipamentos, saber dirigir, ter um carro, saber qual ónibus pegar e em qual horário, etc).

Muitas vezes não se trata de preguiça ou procrastinação, mas sim de falta de repertório, recursos ou planejamento.

É como se pensássemos que para viajar, só precisamos pagar a passagem ou para se deslocar, basta comprar um carro .No primeiro caso precisamos de hospedagem, bagagens, temos despesas de alimentação, deslocamento. No segundo há impostos, gasolina, manutenção, ter CNH…

Com o nosso comportamento, um verbo, como trabalhar, exige repertórios de variados tipos, além de recursos específicos para a efetivação da atividade. E é assim com todas as coisas que fazemos, em diferentes graus.

young-woman-on-her-death-bed-anonymous-flemish-school-1621-belgian-FFNJ66.jpg

Vejo em minha experiência clínica muitas pessoas frustradas por não conseguirem se engajar em atividades que desejam, por desconsiderarem o custo de resposta e, consequentemente, não fazerem um planejamento realista das atividades. Compreendendo esse conceito, analisamos o contexto de vida e listamos tudo o que é necessário para realizar algo, além de tentarmos sempre reduzir esse custo, como numa empresa que quer lucrar mais e crescer. Afinal, tempo é vida e quanto melhor aproveitado, mais felizes somos!

Se ainda assim você sente que há algo impedindo seu desenvolvimento, que a preguiça e a procrastinação persistem apesar de considerar e lidar bem com o custo de resposta das atividades; se você aproveita pouco seu tempo, não se vê como alguém realizado, procure ajuda e conte comigo!

 

 


Deixe um comentário

TESTE: Você se comporta como pai ou mãe nos seus relacionamentos?

FAMILIA

“Pai e mãe são sagrados”. Partindo desse pressuposto, temos uma infinidade de complicações na vida que poderíamos evitar, caso tivéssemos uma visão mais realista da paternidade e da maternidade praticada por seres humanos, para seres humanos, na nossa sociedade. Quando esses papéis são desempenhados no lugar de outros, dentro de relações amorosas românticas, por exemplo, o estrago é enorme. O mesmo vale para filhos que querem se tornar pais dos pais, chefes com funcionários e amigos que exercem uma função maternal ou paternal entre si.

SAUDADE IDEALIZADA

Há uma tendência, em especial na vida adulta, a romantizar os papéis dos pais deixados há muito para trás. Cumprida a função de ensinar como sentir, como cuidar de si mesmo e do que é certo ou errado, amadurecemos e nos tornamos independentes, aumentando assim nossa responsabilidade sobre o que queremos e o que fazemos. Então, nos lembramos com saudade quando nossa preocupação era brincar e querer coisas, enquanto todo o resto era feito por alguém.

930046548

No entanto, relembrando racionalmente o processo de participação dos nossos pais na nossa vida, a história é diferente. Quando nosso corpo é pouco desenvolvido e nossas funções cognitivas e repertório comportamental são reduzidos, os adultos responsáveis por nós ensinam como devemos fazer as coisas, o que é certo ou errado, nos dão modelos e fazem por nós aquilo que ainda não somos capazes. Num crescimento saudável, conforme adquirimos habilidade biológicas e comportamentais de fazer as coisas, requeremos responsabilidades e questionamos, a partir da comparação com o mundo externo, o que nos passaram como sua verdade.

LIBERDADE PARA SER HUMANO – MUITO ALÉM DE PAI OU MÃE

Quando chegamos à fase adulta, a responsabilidade pesa e gera sentimento de cansaço e solidão. Então, quando isso se torna grande demais e nos deparamos com outro adulto disposto a fazer papel de pai ou mãe, logo lhe entregamos todo nosso carinho – até que estejamos saciados – e sufocados! – de tal atenção e passemos a reivindicar nossa liberdade.

A pessoa que exerce a função maternal e paternal também quer ser livre! É claro, quando são pessoas saudáveis. Costumo dizer que cada ser humano tem capacidade de cuidar bem de apenas UM ser humano, A SI PRÓPRIO! Por isso ser pai ou mãe, de verdade (de crianças e adolescentes) ou não, é tão desgastante fisicamente, profissionalmente, socialmente. Nossa sociedade até se organizou em torno de um modelo em que há o pai, a mãe, padrinhos, avós, tios e tias, etc. Todos ajudando na missão de criar alguém. A independência é fundamental para que os esses seres humanos possam voltar a cuidar plenamente de suas próprias vidas em algum momento, seguir planos individuais. 

Será que você faz papel de pai ou mãe no seu relacionamento, seja ele romântico amoroso, de filho e pais, com seus amigos, seus funcionários? Faça o teste e descubra:

maos-dadas-amor-novamente

TESTE – VOCÊ SE COMPORTA COMO PAI OU MÃE NAS SUAS RELAÇÕES?

A. Você avalia a vida do outro e determina o que é bom pra ele. (3 PONTOS)

B. Faz coisas por ele como se ele fosse incapaz de fazer sozinho. (3 PONTOS)

C. Acha que tem que ensinar coisas tais como poupar/administrar dinheiro ou escolher amizades. (3 PONTOS)

D. Toma decisões que afetam o conjunto, sem consultar a parte envolvida. (1 PONTO)

E. Emite opiniões de advertência, para poupar o outro de uma conseqüência desagradável – que está  nas leis, normas éticas ou só na sua avaliação. (2 PONTOS)

F. Diz ao outro como fazer as coisas, tais como organizar o guarda roupa, cuidar do carro, conduzir as coisas no emprego. (2 PONTOS)

G. Coloca como um peso a expectativa de não ser decepcionado pelo outro, em atitudes que influenciam principalmente a vida dele. (2 PONTOS)

H. Pune com sermões e/ou indiferença os comportamentos que estão na esfera individual e que pouco ou nada afetam a relação ou você. (3 PONTOS)

RESULTADOS

Até 3 pontos
Pode ser que a forma como você trata o outro seja reflexo de dificuldades individuais mais genéricas, como perfeccionismo, carência afetiva ou imaturidade.

De 4 a 8 pontos 
Você exerce papel maternal ou paternal sobre a pessoa com quem se relaciona. Procure ajuda para lidar com suas dificuldades em se comportar com maturidade e respeito.

Mais de 9 pontos
Sua relação está doente e vocês precisam de ajuda. A pressão que exerce sobre o outro pode gerar stress e fragilizar sua/seu companheiro ou vínculo numa dificuldade pré existente, como ansiedade ou depressão.

RELAÇÕES ABUSIVAS – leia também aqui

casal-brigandoSe você obteve mais de 4 pontos, há risco de estar vivendo uma relação abusiva com alguém. Entenda, pessoas frágeis que buscam e aceitam que o outro seja maternal ou paternal com elas são vulneráveis a relações abusivas também. Os buracos existentes nas habilidades de viver relacionamentos nelas dão oportunidade às pessoas com tendências emocionalmente predominantes e agressivas a estabelecerem o abuso. Todos sofrem. Relações não devem causar sofrimento em si, mas ser um desafio funcional no desenvolvimento das partes.

Na dúvida, procure o apoio de um psicólogo e CONTE COMIGO!