Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia clínica infantil, adulto e terapeuta de casal


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HABILIDADES SOCIAIS – 3 formas simples de conquistar a antipatia dos outros – e alternativas para ser simpático

Quando queremos estar na presença de alguém, costumamos dizer que a pessoa é agradável e inspiradora. Quando queremos distância, dizemos que a pessoa é antipática, desagradável. Listo aqui 3 coisas que este último caso costuma fazer que garante a resistência a colaboração, afastamento, má impressão dos outros e as alternativas simpáticas, para ser agradável e inspirador:

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1 – Falso elogio – destaca uma característica positiva, rebaixando quem a produz

Algumas frases são típicas dessa postura: “Você está ótimo pra sua idade”, “Por ter se formado em tal lugar, você é bem eficiente”, “Pessoas da sua posição social não conquistam metade do sucesso que você já alcançou”. O elogio afronta e diminui a pessoa de alguma forma, como se nada tão bom fosse esperado da pessoa e ela “até que” surpreendeu “sendo quem é”. Evite a todo custo elogiar assim!

ALTERNATIVA – O elogio sincero: Especifique aquilo que a pessoa faz ou é de bom. Descreva como ela faz. Fale sobre o impacto positivo que tem sobre você. Exemplo: “Você tem uma aparência jovial, ativa, empolgante. Gosto do jeito leve como conduz sua vida”. Ou “Sua eficiência garante uma forma mais prática e inteligente de realizarmos as tarefas por aqui, aprecio muito sua colaboração”.

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2 – Comparação – para se enaltecer, rebaixa o outro

Exemplos de manifestações comparativas: “Meus resultados no treino não são tão bons, mas estou melhor posicionado que meus colegas de trabalho”. “Quando tive bebê, não me queixava tanto da gravidez quanto essas mulheres de atualmente”. “Sou muito mais forte emocionalmente que outras mulheres, pouca coisa me derruba”. Você pode ser ótimo, sem que outra pessoa seja inferior. Isso gera uma torcida dos demais pela sua derrota, além do afastamento.

ALTERNATIVA – Falar positivamente sobre si: Tenho obtido resultados razoáveis no treino e quero ainda mais! Sinto que tenho feito algo significativo”. “Minha gravidez foi relativamente tranquila, no meu tempo. Sinto que fui privilegiada”. “Busco me fortalecer e me manter firme diante dos desafios que enfrento. Cair diante de pouca coisa não é uma opção pra mim”.

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3 – Falsa humildade – fala sobre algo que lhe parece acima da média, em seguida emite um julgamento que inferioriza o que acabou de dizer

Exemplos: “Passei no exame da ordem na primeira tentativa. Nem estudei, só tive sorte”. “Consigo ler 3 livros densos ao mesmo tempo, sei de gente que lê muito mais que isso de uma vez e mais rápido”. “Deixei um carro popular no IR do ano passado, esse governo é um filho a mais pra gente sustentar”.

ALTERNATIVA – Escolha pessoas íntimas e relevantes e compartilhe seus êxitos com elas. Isso evita comentários “atenuantes” que só passam a impressão de arrogância. Prefira falar assim: “Passei no exame da ordem na primeira vez em que me inscrevi. Me preparei minimamente e obtive um resultado maior do que esperava”. “Estou lendo 3 livros ao mesmo tempo, é uma superação pra mim, pretendo melhorar o ritmo e prazo com o tempo e me aprimorar nessa prática”. “Meus rendimentos foram ótimos no ano passado, mas o imposto de renda é altíssimo, desanimador”.

TIMIDEZ, INTERAÇÕES SOCIAIS E HABILIDADES ADQUIRIDAS

Há muito mais pessoas tímidas e com dificuldades em suas interações sociais do que imaginamos. Até mesmo pessoas expansivas, tidas como extrovertidas, escorregam e travam em determinadas situações, ficando descontentes com os resultados de seus investimentos em relacionamentos.

Existe uma linha de estudos na psicologia intitulada HABILIDADES SOCIAIS que identifica déficits e treina indivíduos para se colocar de forma mais efetiva em sua comunidade.

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Em meus atendimentos, ofereço a aplicação do Inventário de Habilidades Sociais para detectar quais são as dificuldades e facilidades no repertório comportamental do paciente e realizo o treino para instalar repertório de habilidades.

Não leve “carisma” como um dom natural. Suas relações podem e devem ser melhoradas por aprendizagem deliberada de técnicas que outras pessoas, às vezes, aprendem pelo acaso, durante a vida.

Um abraço*

 


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TERAPIA DE CASAL – “Era só pedir”: a dona de casa, o executor, o estresse e as dificuldades sexuais

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Uma história em gráfico genial resume a relação conturbada entre cônjuges e a psicologia se encarrega de mostrar os desdobramentos disso na vida a dois.

Acompanhe:

No vídeo, fala-se sobre energia mental, o desgaste todo sofrido pela “dona da casa” que fica com a função de delegar funções ao “executor”, que usufrui igualmente dos benefícios da instituição “lar”, sem, contudo, responsabilizar-se por este.

Dona de casa
Geralmente a mulher que assume a responsabilidade por manter o lar funcionando, com todos os adicionais inclusos, como os filhos. Transpondo o conceito para o universo organizacional, é natural que um gerente ou diretor receba melhores salários e tenha muitos assistentes, além de suporte de superiores para cuidar do funcionamento de um setor. A dona de casa é um gerente que também é assistente, que também é diretor, que acumula funções de garantir subsistência diária – a sua, do parceiro, dos filhos.

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Executor
O parceiro que faz o papel de assistente. Só age se muito bem mandado e orientado, gerando a demanda para a dona de casa de identificar a necessidade, pensar em como fazer, delegar, ensinar e verificar a sua execução.

Estresse
Como dito acima, embora desfrutem igualmente dos benefícios de existir um lar, as funções e responsabilidades são muito diferentes e da dona de casa é muito mais pesada. Isso exige mais recursos de que a pessoa que desempenha tal papel tem disponível, gerando estresse.
O estresse da dona de casa se manifesta como:
– Declínio da comunicação positiva
– Clima conflituoso permanente
– Prejuízo da individualidade
– Perda da capacidade de sentir prazer com suas atividades
– Distânciamento afetivo do par

Insatisfação sexual
Quem busca as causas da insatisfação sexual na história de vida, nos esteriótipos culturais, na passagem do tempo, na condição civil, etc, não encontrará nada tão contundente quanto a influência de um modelo de família em que há “dona de casa” e “executor”. Pesquisas revelam que o principal motivo que prejudica libido e leva a traições numa relação estável a dois é o parceiro manifestar papel de executor.

LEIA AQUI – INSATISFAÇÃO NA VIDA DIÁRIA DO CASAL X SEXO

LEIA TAMBÉM ARTIGO CIENTÍFICO SOBRE SATISFAÇÃO CONJUGAL

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É importante lembrar que, para facilitar a leitura e apenas por isso, usei um modelo familiar de casal heterossexual, em que a mulher assume o papel de “dona de casa”, mas, é muito comum os gêneros se inverterem, bem como encontrarmos tal modelo em casais homoafetivos.

Caso um cenário como este esteja estabelecido na sua vida, procure ajuda de um psicoterapeuta!


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Indicação de leitura – 16 doenças mentais que confundimos com virtudes

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Sensualidade, necessidade de atenção, perfeccionismo, produtividade, bondade, submissão. Quando entramos em contato com extremos em relação a essas características consideradas quase sempre virtudes em nossa sociedade, a linha que nos separa do doentio se torna tênue demais!

Indico a leitura do texto apontado no link abaixo, do psicólogo Frederico Mattos, falando sobre comportamentos notáveis em nós e em nossos pares no dia a dia que, quando em excesso, podem comprometer seriamente nossa saúde mental.

16 DOENÇAS MENTAIS QUE CONFUNDIMOS COM VIRTUDES – por Frederico Mattos

E você? Qual é a sua virtude “perigosa”?

Um abraço*


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“Ele(a) me irrita!” – Como lidar

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Isso é porque você age de maneira menos habilidosa sob efeito da irritação, no sentido de reduzí-la. Se os ovos estão podres, não tem como o bolo ficar bom!

Quem nunca sentiu raiva, irritação, frustração ao conviver ou se comunicar com outra pessoa? Seja porque o outro não nos entende, não nos deixa falar, critica tudo o que dizemos, nos acusa de fazer ou sentir o que vemos como a pessoa fazendo ou sentindo… São muitas as razões pelas quais podemos nos sentir raivosos ou irritados.

Pois vamos pensar nessa situação da seguinte forma:

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Vai chover. As janelas de casa estão abertas. Se não fechá-las e chover dentro de casa, a responsabilidade sobre o ocorrido é minha ou da chuva?

A CHUVA SÃO AS OUTRAS PESSOAS: Eventos da natureza são incontroláveis. Vamos nos construindo em torno deles de forma a prevenir prejuízos ou tirar proveito máximo de seus fenômenos.

A CASA SOMOS NÓS: Na casa sim podemos atuar. Construí-la de palha ou de tijolos, com janelas amplas para aproveitar a iluminação natural, cuidar do telhado e, principalmente, cabe a nós estarmos atentos aos eventos externos e incontroláveis que podem nos causar prejuízos e tomar as providências para evitá-los.

13912749_1313190772025661_5536711739650854768_nAmarga realidade, não é? “Quer dizer que outra pessoa insuportável me irrita e sou eu quem deve tomar medidas para não me irritar?”
A resposta é: A princípio, sim.
“Mas ela está certa, então?”
Depende. Se certo for fazer a coisa exata que gera tais consequências que desejo, pode ser que sim.
É mais importante estar certo ou resolver o problema?

Mas o que seria FECHAR A JANELA?

– Estar atento aos seus limites,
– Priorizar o amor própio,
– Saber exatamente quais são suas cartas e suas possibilidades naquela jogada. Seria saber dar o real peso que a opinião e posição outro tem sobre você,
– Não esperar CONVENCER o outro daquilo que é importante para SI,
– Não esperar OBTER SUPORTE IRRESTRITO do outro,
– Não depender da APROVAÇÃO do outro para atitudes que VOCÊ deve tomar,
– Não deixar a AUTONOMIA ALHEIA lhe ferir, pois você só pode trabalhar com A SUA PRÓPRIA.

SUGESTÃO DE LEITURAS COMPLEMENTARES SOBRE:
Limites, Amor próprio, Autoconfiança

Viver pequenos momentos de irritação é comum a todas as pessoas do mundo. Ninguém é tão vigilante e adequado que esteja com a janela sempre fechada aos primeiros pingos. Sendo assim, OUÇA antes de falar e mantenha como regra REFLETIR E ANALISAR ANTES DE RESPONDER. Pensar a respeito é a forma mais garantida de conseguir recorrer aos recursos que citei acima. Além disso, há o conteúdo verbal e não verbal da fala. A forma e como isso lhe afeta é um bom referencial sobre a hora de parar de responder e refletir.

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Costumo dizer: “Essa interação não atingiu níveis mínimos de segurança para ser realizada”. Esteja atento a analisar tais níveis para saber quando fechar a janela.

ATENÇÃO! 
Alguns comportamentos alheios são violentos ou doentios e causam um estrago imediato ou a médio e longo prazo em nossas vidas. Nesses casos, é preciso intervir, não só fechando a janela, mas às vezes recorrendo à nossa rede de apoio e até às autoridades que orientarão ou apoiarão a produzir formas mais efetivas de proteção e prevenção de danos.

Um forte abraço*


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O genioso, o agitado e o sincero – por que são assim e não mudam?

“Ele(a) tem gênio forte!”
“Eu não gosto de ficar parado(a), sou agitado(a)!”
“Sou sincera, não gosto de meias palavras e nem fico de enrolação, mando a verdade na cara mesmo”.

Quem nunca foi atropelado por pessoas entoando, de peito estufado, tais sentenças? Essas geralmente são as pessoas que mandam outras para psicoterapia, a fim de aprender a lidar com elas!

Mas se está causando desconforto, confusão, afastamentos, demissões, rompimentos, por que essas pessoas não mudam?

PRIMEIRO, POR QUE SOMOS COMO SOMOS?

Nossas escolhas, posturas e ações são multi determinadas. Em resumo, nosso comportamento é influenciado por:

Bipedismo

  • Fatores selecionados ao longo da história da espécie – daquela história do “mais adaptado é o que sobrevive”. Dormir, sentir raiva, ciúme, defender-se do perigo, praticar sexo, almejar e buscar sustento, etc.

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  • História de vida – aquilo tudo que vivemos (e não vivemos) ao longo da vida até o presente momento influencia como percebemos, sentimos, pensamos, reagimos ao que acontece.

Cultura

  • Ambiente em que vivemos – isso inclui tanto a cultura, quanto as circunstâncias que nos cercam a cada ação que praticamos – incluindo nosso organismo e outras pessoas, além dos lugares e objetos, regras de conduta vigentes, etc.

Percebem o quão pouco podemos controlar de tudo isso citado acima? Não controlamos a história da espécie e os genes que herdamos. Em partes, controlamos nossas circunstâncias ambientais, a partir de certa parte da vida, conforme adquirimos autonomia. Ainda assim não controlaremos completamente nunca o ambiente, que controla nossa história de vida e nosso presente.

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Ainda, o senso comum construiu toda uma constelação de “conhecimentos universais” que criam obstáculos na discriminação de nossos comportamentos. “Arianos são impulsivos e agressivos”. “Cancerianos são emotivos”. “Quem nasceu dia 15 é paciente e compassivo”. “Quem tem o dedão do pé maior que os outros dedos é uma pessoa de opinião”. Poucos são os conhecimentos populares que nos conduzem na compreensão da interação entre nós e os fatores citados acima.

POR QUE OS GENIOSOS, AGITADOS E SINCEROS NÃO MUDAM?

Cada uma dessas maneiras de ser obtém, em meio aos prejuízos, seus benefícios – e não são poucos ou pequenos.

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Pessoas ditas geniosas – intimidam com a imposição dos seus delicados limites, vencem pelo cansaço, são vistas muitas vezes como confiáveis (de opinião) e conseguem colaboração de pessoas que não toleram mais sua insistência e agressividade. Persistem mirando na certeza de estarem certas, acertam por se manterem um longo tempo firmes enquanto as circunstâncias mudam em torno delas.

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Pessoas ditas agitadas – perturbam todos a sua volta com sua ansiedade, por tentarem adiantar, superar circunstâncias fora de seu controle. Atropelam o andamento das coisas e as pessoas envolvidas, mas em grande parte das vezes são vistas como competentes e motivadas, pois, entre erros e acertos, obtém resultados diferenciados em relação aos outros.

 

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Pessoas ditas sinceras – são muito autocríticas e têm argumentos complexos. Controlam aqueles que sabem que não adianta argumentar com elas. Conseguem colaboração das pessoas que o fazem para se verem livres delas e suas palavras ferinas. Algumas pessoas mais inseguras e frágeis colocam os sincericidas em alta conta por ser culturalmente desejável “falar a verdade”, se tornando “discípulas” dessas pessoas. Mas a verdade dessas pessoas, em grande parte, não passa de conclusões e percepções estritamente pessoais e altamente questionáveis.

Deu pra ter uma ideia da complexidade do comportamento humano, não é?

 

ENTÃO, O QUE FAZER?

Pois não há porque se desesperar! É possível tanto aprender a conviver melhor com pessoas como as citadas acima quanto tais perfis são passíveis de superação dessas características que as encarceram para uma vida mais baseada na conquista positiva de bem estar e felicidade!

  • Não discuta! – o embate verbal deprecia a relação e, como visto acima, nós pensamos como pensamos como resultado de uma interação de muitos fatores.
  • Tenha bem claro quais são os seus limites e desejos – é na sua fragilidade que essas pessoas conquistam aquilo que querem. Voltado para si mesmo, você é capaz de reduzir a pressão exercida pela insistência e agressividade do outro e continuar no SEU caminho.
  • Previna-se – uma breve observação sobre o comportamento de um desses tipos ou uma única experiência diante deles é informação suficiente para que você passe a prevenir encontros e envolvimentos futuros.

A grande dificuldade desses tipos que citei neste artigo, é que eles obtém grandes ganhos frequentes com suas agressões e estão convictos de que só existe uma forma de fazer as coisas. Mas, assim como aprenderam a ser assim, podem aprender a ser diferentes.

A psicoterapia é a melhor opção! Se não podemos mudar os outros, mudamos a nós mesmos. É fundamental que se queria mudar, melhorar. Comece por si mesmo.

Uma frase que adoro:

“Comece de onde você está, com o que você tem, um passo de cada vez”.

Forte abraço*

 

 


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8 sinais de quando buscar terapia de casal

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Essa pergunta paira sobre uma boa fatia de todos os casais que vivem desavenças. Sejam namorados, noivos, companheiros ou casados, sejam héteros ou homossexuais, a conjugalidade, embora vivida e desejada por muitos, não é uma missão fácil. Às vezes, o primeiro pensamento é “será que não combinamos?” ou “será que é o fim?”. Fiquem calmos e consultem um psicólogo terapeuta de casais.

Então, quando procurar ajuda?

Como terapeuta de casal atuante em Jundiaí, listo abaixo 8 pontos para reflexão e como guia de quando buscar ajuda para a relação do casal:

  1. Brigas – ocorrem ao menos semanalmente, impedem um ou ambos de aproveitar momentos bons ao lado do outro;
  2. Desacordo crônico – independentemente do motivo da briga, ratamente conseguem concordar ou entrar em consenso;
  3. Evitação – um ou ambos prefere se privar da presença/companhia do outro em determinadas circunstâncias em que antes a união era desejável ;
  4. Percepções divergentes de uma situação vivida por ambos – as percepções são muito diversas e um sente que o outro “mente” a respeito de fatos;
  5. Distanciamento sexual – frequência diminui, um dos parceiros cede para o outro contra a vontade ou não há atração ou motivação suficiente para iniciar o ato;
  6. Indiferença/Negligência – um ou ambos já não dosam suas atitudes pensando no bem estar do outro;
  7. Decisões independentes e/ou conflituosas com amigos e filhos – ambos não concordam e deixam claro isso para os outros, trazendo danos para os filhos e confusão entre os amigos;
  8. Reclamações e generalizações de defeitos – um ou ambos reclamam de grande parte do que o outro faz ou passa a usar “você nunca”, “você sempre”, seguido de alguma atitude que resulta em prejuízo.

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Esses são alguns dos sinais mais frequentes apresentados por casais que necessitam de terapia. Muitos outros podem ser listado e variam de casal para casal.

A combinação de dois ou mais entre esses combinados acendem a luz amarela para a relação. Nesse momento, busque ajuda psicológica específica.

Um abraço*