Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia clínica infantil, adulto e terapeuta de casal


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IV Feprod USP recebe psicólogas com palestra sobre Administração de Conflitos em Lorena, SP

Na quarta (17), as psicólogas Sílvia Regina Simões e Raquel Araujo apresentaram a palestra sobre Administração de Conflitos na IV Feprod USP (Feira de Engenharia da Produção da Universidade de São Paulo) em Lorena, interior de São Paulo. Anfiteatro cheio e público participativo foram as marcas do evento.

Veja fotos da participação das psicólogas no primeiro dia da feira:

À esquerda, a psicóloga Raquel Araujo e à direita, a psicóloga Sílvia Regina Simões

Os pontos abordados na palestra foram:

 

  • Definição de personalidade: por que somos como somos?
  • Como identificar o início de um conflito?
  • Como agir mediante um conflito?
  • Quando enfrentar e quando evitar um conflito?

É possível adquirir um livreto, de autoria das psicólogas, com o passo a passo para resolver conflitos no estilo “faça você mesmo” por R$ 9,90, em pdf –  EM BREVE!

As palestrantes agradecem enormemente a comissão organizadora do evento, nas pessoas de Marcela Rey e Susi Nunes, pelo convite, suporte e inesquecível recepção! Além disso, parabeniza a iniciativa de incluir a exposição e discussão de temas relacionados a comportamento, habilidades de comunicação e relacionamentos aos estudantes que enfrentarão na vida cotidiana e no mercado de trabalho difíceis situações que exigirão deles muito mais que a ótima formação acadêmica, mas recursos psicológicos funcionais e bem adaptados. 

 

 


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Dia Internacional da Mulher 2017 – Vídeo

VÍDEO LEGENDADO:
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Que nossa comemoração seja persistir na luta por ensinar o que sabemos de melhor: amar É isso que nós, mulheres, desejamos: amar e sermos amadas.

Amar alguém é uma decisão, um aprendizado, uma escolha. É pautar seu comportamento com o objetivo de permitir a existência do outro. Não possuir, não subjugar, não destruir: existir. Respeitar o outro, dar a ele a consideração devida as suas necessidades e sentimentos.

Ainda hoje os salários das mulheres são menores, mesmo exercendo a mesma função, sob as mesmas exigências masculinas. Somos menos contratadas, pois engravidamos. A responsabilidade da contracepção recai quase toda sobre nós, em forma de cargas de hormônios sintéticos ou aparelhos que irritam diariamente as paredes do nosso útero para evitar a gravidez. Se escorregarmos na contracepção, aos homens há uma tímida punição quase inteiramente social em não assumir a paternidade. Mulheres que não assumem a maternidade só o podem fazer por meios ilegais e quase sempre letais. Além disso, para alimentar inclusive os homens que parimos, devemos nos privar do convívio público, nos escondendo para não ofender ninguém e infringir a lei! 

Nós, mulheres, queremos que nada disso altere o valor de nossa vida, que ela valha tanto quanto a vida de qualquer outro ser humano, independentemente daquilo que nos caracteriza mulheres. Queremos ser aceitas e respeitadas.

Não esperemos, não torçamos, não forcemos, mas ensinemos!

Um grande abraço a todas as mulheres e aos frutos delas.


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Indicação de leitura – 16 doenças mentais que confundimos com virtudes

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Sensualidade, necessidade de atenção, perfeccionismo, produtividade, bondade, submissão. Quando entramos em contato com extremos em relação a essas características consideradas quase sempre virtudes em nossa sociedade, a linha que nos separa do doentio se torna tênue demais!

Indico a leitura do texto apontado no link abaixo, do psicólogo Frederico Mattos, falando sobre comportamentos notáveis em nós e em nossos pares no dia a dia que, quando em excesso, podem comprometer seriamente nossa saúde mental.

16 DOENÇAS MENTAIS QUE CONFUNDIMOS COM VIRTUDES – por Frederico Mattos

E você? Qual é a sua virtude “perigosa”?

Um abraço*


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Relacionamentos e amor – quando a convivência dói

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Embora exista a modalidade “terapia de casal”, relacionamentos amorosos são tema recorrente na terapia individual, não só quando o paciente é adulto, mas quando nos aprofundamos no universo familiar da criança e na relação entre seus cuidadores. Por vezes são encontradas feridas profundas e rupturas irreparáveis nessas relações trazendo dificuldades e sofrimento.

Sabemos, entretanto, que nenhum relacionamento é perfeito, certo? Todos somos pessoas diferentes e os conflitos vão sempre existir, no sentido de termos experiências e conhecimentos diferentes sobre determinado ponto e haver a necessidade de alinhar tudo isso, ceder. gerar consenso, etc.

Mas como saber se um relacionamento precisa de ajuda?

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INDIVIDUALIDADE: “Quando um não quer, dois não fazem”

Partimos do princípio de que há uma individualidade a ser preservada em qualquer relação. É a mínima partícula indivisível de um ser social. Engloba necessidades, aprendizados, anseios, sua forma particular de perceber e responder ao mundo.

RELAÇÃO: “Somos um só”

Não! Relação não é fusão, não é sobreposição. É interação, é vínculo, é um posicionamento lado a lado dentro de uma instância comum. Ou seja, a relação une dois indivíduos sob uma determinada cultura que dá condições específicas para certos comportamentos que, caso não fossem um casal, não seriam aceitos.

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INDIVIDUALIDADE X RELAÇÃO: “Amar a si mesmo antes de amar outrem”

A falta de repertório para administrar conflitos é permeada por uma individualidade fragilizada por falta de conhecimento e prática em lidar consigo mesmo, delimitando-se, delineando-se. Estar no poder da própria individualidade implica necessariamente respeitar a do outro.

É aqui onde habita o conselho do senso comum sobre “amar a si mesmo antes de amar outrem”. Nessa dificuldade de saber onde um começa e outro termina, surgem ferimentos, dor, sofrimento. E isso, amar a si mesmo antes, constituir individualidade, muitas vezes não acontece.

Em outras palavras, quando as dificuldades e necessidades do outro passam a impedir você de manter sua integridade individual, seu relacionamento precisa de ajuda.

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EXEMPLOS

Problema: Maria apresenta comportamento ciumento e José cede frequentemente aos apelos mais absurdos da namorada, tendo em vista evitar conflitos entre eles. 
Solução: Em vez de se sujeitar ao ciúme de Maria, José pode ajudá-la a buscar ajuda para resolver sua dificuldade e agir de acordo com o que lhe for orientado, no sentido de reduzir o controle inadequado de Maria sobre ele e não alimentá-lo.

Problema: Marcela aprendeu com sua mãe que homens são provedores e mulheres são rainhas do lar. Fred, no entanto, cresceu vendo mãe e pai saírem cedo para o trabalho, dividindo a conta, cuidando juntos dos filhos e dos afazeres da casa. Hoje em dia, casados, Marcela vive irritada e tratando o marido aos berros por ele se intrometer na cozinha. Fred se sente pressionado e frustrado por gastar todo o seu tempo em dois empregos para sustentar a casa, quando gostaria de passar mais tempo ao lado de Marcela.
Solução: Tudo começa com uma conversa franca, em que ambos relatam como se sentem. A partir disso, é importante reconhecer e alinhar suas visões sobre casamento e construção de um lar, da vida a dois. Depois, traçar uma série de regras e submetê-las aos dois, para que possam entrar em um consenso e então, efetivá-las, com paciência e confiança, para pouco a pouco construirem sua própria realidade.

Problema: João está estressado. Tem trabalhado exaustivamente e gasto muito dinheiro em situações incontroláveis. Ele chega em casa e mal fala com Carlos. Tranca-se no quarto, gerando uma sensação intensa de rejeição no namorado. Quando se dirige ao companheiro, é com rispidez e grosseria. Carlos tem sentido cada vez menos prazer em chegar em casa depois de um longo dia de trabalho e fica tenso, altera sua rotina, de forma a tentar não provocar explosões em João. 
Solução: Uma conversa franca e assertiva pode mostrar a João que problemas externos ao relacionamento têm impactado negativamente sobre o seu namorado. João deve buscar ajuda multidisciplinar para tratar seu estresse. Carlos pode ajudá-lo, facilitando seu acesso a alimentação adequada, exercícios físicos, acolhimento através da escuta ativa e carinho.

RESUMINDO… 

É possível e desejável nos unirmos aos outros e com a ajuda de quem amamos, superar nossos problemas e dificuldades, bem como nossas necessidades. Mas a dificuldade de um não deve resultar em sofrimento e rejeição para o outro, dentro da relação que estabeleceram.

Caso precise de ajuda com seu relacionamento, estou à disposição!

Um abraço*


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Feliz ano novo! 5 dicas para viver melhor em 2017

FELIZ ANO NOVO!

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O que a virada calendário civil muda na sua vida? Trata-se de uma oportunidade de rever hábitos e resultados em desajuste e recomeçar as coisas em sua vida também.

E como meu papel é ajudar você a ter uma vida mais satisfatória e plena, vou deixar algumas dicas para viver melhor em 2017, do ponto de vista da psicologia:

dicas24-0415 DICAS PARA VIVER MELHOR EM 2017

  1. Experimente diariamente interações sociais de qualidade: esteja em contato o mais direto possível com pessoas que você gosta;
  2. Agradeça pelas pequenas coisas que lhe fazem bem e/ou elogie alguém: pare e pense ao menos 3x/dia (manhã, tarde e noite) nas coisas em sua vida pelas quais você é grato ou busque algo a que elogiar em alguém – são formas de tirar o foco natural do seu cérebro sobre que lhe ameaça ou descontenta para manter-se positivo;
  3. Enfrente e transforme os sentimentos ruins: encare raiva, nervosismo, irritação, decepção, como sinais da necessidade de mudança; identifique a situação vivida que os gerou e tome outra atitude diante dela;
  4. Respire profundamente: Ao fazer isso, você controla a região do seu cérebro que lhe mantém em estado de tensão e preparado para a ação mediante uma ameaça iminente, situação que comumente leva ao estresse.
  5. Durma bem, faça uma pausa, evite alimentos ultraprocessados: não estou falando de uma dieta ou mudança radical. Apenas vá se deitar mais cedo, evite luzes de eletrônicos, tome uma bebida morna; organize-se para fazer uma pausa de hora em hora e tomar um copo de água fresca e evite ficar letárgico durante o dia consumindo gorduras e açúcares em excesso.

E lembre-se:

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É seu direito irrevogável ser respeitado em seus sentimentos, pensamentos e necessidades e ser tratado com dignidade. O mesmo vale para o outro.

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Se você cansar, descanse primeiro e só depois decida por desistir ou não.

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Uma situação é apenas um momento ruim. A vida é um oceano formado por infinitas gotas de situações, sejam elas boas ou ruins. Diante de um oceano inteiro, uma gota não define nada.

Um excelente ano a todos!


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Experiência, reconhecimento, sabedoria e a ‘aposentadoria psicológica’

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Ao contrário da famigerada aposentadoria trabalhista, agir de forma “generosa”, “sacrificar-se”, “cuidar de outro” a vida inteira não garante, lá na frente, uma recompensa na qual podemos descansar ou usufruir. Não há, afinal, uma poupança de ‘bom comportamento” a ser desfrutada lá na frente.

RECONHECIMENTO QUE CONSQUISTAMOS POR
COMPORTAMENTOS AO LONGO DO TEMPO

É claro que nos resta um reconhecimento, uma “fama” que é carregada quando vivemos por algum tempo entre as mesmas pessoas. Mas da mesma forma que um artista famoso pode ter imenso reconhecimento do público e não conseguir ter recursos práticos para viver (trabalho e dinheiro), podemos ser uma pessoa ótima que, ainda que haja gratidão de quem beneficiamos, não há uma reserva com a qual contar sem continuar agindo em prol de.

APRENDIZAGEM COMO
EXPERIÊNCIA E SABEDORIA

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Há a aprendizagem, também chamada de experiência e sabedoria, que faz com que partamos de certos conhecimentos previamente adquiridos e nos garantem alguma vantagem em nos comportar no futuro, por meio de coisas que fizemos ao longo da vida.

Nosso agir, pensar, fazer, sentir geram consequências de intensidade similar a que as gerou. Algumas das nossas repostas no ambiente vão gerar consequências e influenciar nossas ações por toda uma vida, como um casamento, por exemplo. A maior parte, será média, curta e restrita.

TRIPÉ DO BEM ESTAR

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Por isso existe uma necessidade imperiosa em cuidar de si mesmo, respeitar os outros nesse processo e ainda viver um dia de cada vez. Não passar a juventude trabalhando tanto que não sobre tempo para amar e estar na presença das pessoas importantes. Não sacrificar-se inteiramente para facilitar a vida do outro, etc. Esse modo de vida gera imensa frustração ali adiante.

Sempre digo aos meus pacientes que é preciso viver de tal forma que contemplemos alguma atividade de trabalho, em que transformamos o mundo e somos transformados em troca; vivenciar boas interações sociais com família e amigos e cuidar do corpo, atendendo às suas necessidades de alimentação, cuidados pessoais, higiene, etc. Isso dá um norte sobre de que forma organizar nossa vida diária.

Esse fim de ano é uma ótima oportunidade para repensar como temos levado nossa vida!

Se precisar de uma ajudinha, fico à disposição!

Um forte abraço*

 


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5 ensinamentos de mãe que nos tornaram pessoas melhores

Desagradar é educar. Essa máxima parece dura e difícil e pais concordam que é desgastante. Mas os ensinamentos abaixo mostram a importância desse empenho para nossa vida adulta:

1 – Dar valor aos outros
Quando sua mãe lhe corrigiu ao interromper a conversa dela, quando fez você limpar sua própria sujeira, quando não sacrificou uma recompensa própria para lhe fazer um mimo, ela mostrou que tinha tanta importância quanto você. Mães que frequentemente se colocam em segundo plano em relação aos desejos dos filhos ensinam a eles que suas necessidades e vontades valem mais do que as dos demais e os filhos reproduzem isso na vida adulta.

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2 – Fazer as coisas na hora certa
Lavar o copo logo depois de usá-lo, arrumar a cama pela manhã, enxugar o banheiro depois do banho, recolher, dobrar e guardar suas roupas íntimas, limpar a sujeira que fez no chão. Quanto mais próximo do evento é a consequência dele, mais fácil fica de realizá-la. Aprendemos que toda ação possui um efeito e qual é o efeito para cada ação. É muito mais irritante lavar uma pia de louça suja do café da manhã depois de um dia longo de trabalho, do que logo depois de se deliciar com a refeição. O evento prazeroso que gerou a louça, ainda reflete sobre nós quando enfrentamos seu efeito desagradável logo em seguida.

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3 – Ter autocrítica
Aqueles apontamentos para o impacto das suas ações sobre os outros foram muito importantes para que você conseguisse ter senso crítico e se habituasse a olhar para si mesmo e se perguntar: Será que devo? Será que isso é bom? O que ganho e perco com isso? Prejudica alguém? Isso evita a necessidade de outras pessoas lhe apontarem falhas ou inadequação ou que você perca boas oportunidades por não saber julgar o impacto que efetiva sobre os outros.

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4 – Cumprir seus deveres
Os deveres são o porto seguro sobre o qual podemos nos manter em tempos de crise ou não. Saber quais são e estar bem adaptado a eles garante economia de recursos e energia para lidar com verdadeiros imprevistos e evita muitos problemas futuros. Se são deveres, ao serem negligenciados, fatalmente trarão problemas.
Se refere basicamente às tarefas do item 2.

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5 – Ter paciência
Paciência é uma habilidade de valor inestimável. A paciência garante que você não atropele variáveis incontroláveis envolvidas no seu dia a dia, inviabilizando as controláveis, tornando seu cotidiano uma sucessão de situações que você não escolheu.
Sua mãe lhe ensinou isso ao dizer que só compraria o brinquedo no seu aniversário, ao fazer você esperar o momento certo do dia para tal atividade, ao fazê-lo aguardar o programa preferido do pai para ver seu desenho, entre outras situações.

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E você? Se identificou com as lições? Já havia refletido sobre a importância de tais comportamentos da sua mãe na infância?

Forte abraço*