Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia clínica infantil, adulto e terapeuta de casal

Mudança – a dor está na resistência a mudar

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A grande verdade contida nessa citação representa muito bem a psicoterapia. Diante de um psicólogo clínico comportamental, suas vivências são analisadas e propostas de mudança são feitas. Tais propostas estão alinhadas com a possibilidade de ser positivamente recompensado ou remover punições do seu caminho.

Exemplo: João tende a não se relacionar bem no trabalho. As pessoas lhe invejam. Ele se sente perseguido o tempo todo.
Mediante uma análise detalhada de, por exemplo, o que significa inveja e como as pessoas demonstram isso em palavras e ações; a forma como João se protege dessa perseguição, mediante quais condições as pessoas invejam e ele se protege; entre outras, descobrimos que João pode apresentar uma retração, evitação do contato com os demais, por achar que o invejam e, com isso, gerar o afastamento dos outros, que são hostis com ele também. João pode identificar o interesse das pessoas sobre ele como comportamento invejoso, pois, no passado, viveu situações que foram denominadas, por seus pais, por exemplo, como potencialmente perigosas, quando houve demonstração de interesse de terceiros por suas vitórias. A reflexão sobre quantas vezes ele se viu prejudicado pela suposta inveja e a simples proposta de que João sorria mais, puxe conversa e seja cordial com seus colegas, pode mudar todo o contexto.

Mudar pode remover algo que nos incomoda ou agregar algo que nos beneficia. Não mudar implica, muitas vezes, reconhecer o que lhe faz mal ou lhe falta, mantendo as mesmas ações, com os mesmos resultados – e daí vem a dor relacionada à (falta de) mudança!

Mudar, por si só, nem sempre dá certo, pois, a análise de contingência feita por um psicólogo comportamental avalia variáveis e suas interações, aplicando à sua vida princípios científicos. Nem todas as situações requerem ajuda especializada. Se você continuar agindo como sempre, com o ou sem acompanhamento psicoterapêutico, nunca obterá resultados diferentes! Nem piores, nem melhores!

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Nossa felicidade, tristeza e todos os outros sentimentos entre esses dois são resultados de pequenos gestos, aparentemente sem importância, realizados ao longo de nossa existência. Se você começar a mudar pequenas coisas agora, seu momento seguinte será diferente.

Experimente!

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Autor: Sílvia Regina Simões

Psicóloga clínica em Jundiaí, atendo na abordagem analítico comportamental, psicoterapia individual de crianças e adultos e psicoterapia de casal. Formada em Psicologia pelo Centro Universitário Padre Anchieta, de Jundiaí, SP, atuei como pesquisadora bolsista do CNPq estudando o tema “motivação”. Vinda da área de Comunicação Social – Jornalismo, pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, carrego ampla bagagem conhecimentos em Ciências Humanas e experiência com diversificados públicos e contextos. Atuo no atendimento do convênio Bradesco e psicoterapia particular em meu próprio consultório, no Centro de Jundiaí, SP. Agende sua sessão: (11) 9 9615 8632 - s.silvia.psicologa@gmail.com

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