Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia clínica infantil, adulto e terapeuta de casal

5 feridas emocionais da infância que interferem na sua vida adulta

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feridas emocionais crianças e adultos

Nossa persistência diante das dificuldades, a confiança que somos capazes de depositar nos outros, a crença na nossa capacidade de vencer, nossa habilidade de receber e transmitir afeto, enfim, a forma como encaramos o mundo, nós mesmos, os desafios e nossas relações é fortemente influenciada pelas experiências que vivemos na infância.

É muito importante reconhecer tais feridas e cuidar de suas cicatrizes. É muito provável que o modelo que nos foi imposto ao longo da vida, desde a infância, seja repetido, muitas vezes, sem sequer ser questionado. Afinal, aprendemos a viver assim.

O site Pensador Anônimo produziu um artigo muito interessante falando sobre isso. Aqui você confere um resumo e no link do fim do post você pode ler a matéria na íntegra.

As 5 feridas emocionais da infância que interferem na vida adulta:

abandono

ABANDONO NA INFÂNCIA: Quando uma criança é abandonada afetivamente, financeiramente ou fisicamente por alguém relevante para si, ao chegar à fase adulta, pode sofrer muito quando em solidão. Assim, vai frequentemente fugir de relacionamentos aparentemente estáveis, na necessidade de “abandonar antes que me abandonem”. Há um forte sentimento de rejeição e uma ansiedade nas relações das mais corriqueiras, às mais profundas.

rejeicao

REJEIÇÃO: Há diferentes maneiras de ser rejeitado. Pode ser por extrema rigidez e cobrança dos pais e educadores e ignoram a subjetividade emocional da criança, pode ser por inadequação ao grupo (familiar, escolar, dos amiguinhos da rua), a auto rejeição influenciada por fatores culturais. Essa ferida da infância pode resultar em diversos medos, um sentimento de estar sozinho no mundo, de não ter apoio de ninguém, de não ser compreendida. Todo relacionamento é um sofrimento.

humilhação

HUMILHAÇÃO: Há situações em que somos repreendidos ou não somos aceitos em público, há uma forte crítica ao que somos e não ao que fazemos, gerando o sentimento de humilhação. Isso pode resultar em uma pessoa que exige demasiadamente dos outros e repete o padrão de humilhar, mas também pode gerar pessoas dependentes, que colocam suas necessidades e limitações em último plano, que buscam agradar a qualquer custo o outro.

traição

TRAIÇÃO E MEDO DE CONFIAR: São gerados a partir do não cumprimento de promessas e acordos entre filhos e cuidadores. A criança passa a ficar incrédula e sentir-se privada de algo que merecia. Pode apresentar ciúme (achar que merece toda a atenção ou outro recurso de outrem – mas não vai obviamente recebê-los) ou fazer altas exigências para manter relacionamentos, controlando sob um mar de sentimentos negativos a relação com o outro.

injustica

INJUSTIÇA: Diz respeito aos rígidos padrões e a frieza no lidar com as situações e atribuir responsabilidades por parte dos cuidadores. Há um absudo do poder e educação claramente vertical, em que os pais sempre têm razão e os filhos, nunca. O tratamento diferente que privilegia certas características incomparáveis entre membros da família também alimenta esse sentimento. Gera necessidade de obter uma importância superior em toda situação na qual se envolve, demonstrando algum poder muitas vezes fantasioso ou inadequado, dificulta o pensamento prático na hora de tomar decisões, favorece o perfeccionismo, evita a todo custo admitir erros.

E você? Se identificou com algo? Na psicoterapia é possível rever, analisar, descobrir como as feridas se manifestam hoje, pois muitas vezes causam sofrimento real na vida cotidiana. E aprender a agir de maneira diferente, garantindo uma vida mais plena e feliz.

Forte abraço*

VEJA A MATÉRIA ORIGINAL NO SITE O PENSADOR

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Autor: Sílvia Regina Simões

Psicóloga clínica em Jundiaí, atendo na abordagem analítico comportamental, psicoterapia individual de crianças e adultos e psicoterapia de casal. Formada em Psicologia pelo Centro Universitário Padre Anchieta, de Jundiaí, SP, atuei como pesquisadora bolsista do CNPq estudando o tema “motivação”. Vinda da área de Comunicação Social – Jornalismo, pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, carrego ampla bagagem conhecimentos em Ciências Humanas e experiência com diversificados públicos e contextos. Atuo no atendimento do convênio Bradesco e psicoterapia particular em meu próprio consultório, no Centro de Jundiaí, SP. Agende sua sessão: (11) 9 9615 8632 - s.silvia.psicologa@gmail.com

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