Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia clínica infantil, adulto e terapeuta de casal

DINHEIRO E FELICIDADE – Pesquisa revela que quem gasta com experiências é mais feliz do que quem gasta com coisas

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Aquela sensação indescritível de comprar algo que desejamos muito não passa de uma coceirinha diante de toda a felicidade que o dinheiro pode comprar. Isso é o que diz uma pesquisa publicada hoje pelo site Fast Company. O estudo foi realizado na Universidade de Cornell, em Nova York (EUA), por Dr. Thomas Gilovich, professor de psicologia que estuda a questão do dinheiro e felicidade por mais de duas décadas.

A ADAPTAÇÃO 

“Um dos inimigos da felicidade é a adaptação”, diz o professor. A equipe pediu aos voluntários participantes um elato da própria felicidade listando seus principais bens materiais em comparação com as experiências (viagens, shows assistidos, encontros com amigos, etc). De imediato, a satisfação na compra de coisas foi mais alta. Mas ao longo do tempo ela caiu e deu lugar a uma mais duradoura e relevante felicidade gerada por meio das experiências. De acordo com Gilovich, as pessoas se adaptaram à presença do bem ao longo do tempo.

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NOSSA RELAÇÃO COM BENS X EXPERIÊNCIAS

“Nossas experiências são uma parte maior de nós mesmos do que nossos bens materiais”, diz Gilovich. “Você pode realmente gostar de bem materiais e pensar que parte de sua identidade está ligada a essas coisas, mas mesmo assim elas permanecem separadas de você. Por outro lado, suas experiências são verdadeiramente parte de você. Nós somos a soma total de nossas experiências”.

CONEXÃO COM AS PESSOAS

Pessoas que viajam juntas ou passam uma noite inusitada em um lugar interessante cria uma conexão mais forte e duradoura do que a companhia que levamos ao shopping para comprar roupas, diz o professor.

Mesmo uma experiência que no passado gerou medo, dor ou prejuízo, com o passar do tempo, pode se tornar uma lembrança popular numa roda de amigos, gerando diversão.

EM RESUMO… 

Comprar o carro do ano, um iphone última geração ou uma coleção inteira de sapatos causa picos de felicidade imediata, mas felicidade duradoura e relevante mesmo, causam visitas a exposições, viagens, aprendizado de novas habilidades e atividades ao ar livre, por exemplo.

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Forte abraço!

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Autor: Sílvia Regina Simões

Psicóloga clínica em Jundiaí, atendo na abordagem analítico comportamental, psicoterapia individual de crianças e adultos e psicoterapia de casal. Formada em Psicologia pelo Centro Universitário Padre Anchieta, de Jundiaí, SP, atuei como pesquisadora bolsista do CNPq estudando o tema “motivação”. Vinda da área de Comunicação Social – Jornalismo, pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, carrego ampla bagagem conhecimentos em Ciências Humanas e experiência com diversificados públicos e contextos. Atuo no atendimento do convênio Bradesco e psicoterapia particular em meu próprio consultório, no Centro de Jundiaí, SP. Agende sua sessão: (11) 9 9615 8632 - s.silvia.psicologa@gmail.com

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