Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia clínica infantil, adulto e terapeuta de casal

QUÍMICA DAS EMOÇÕES: Amor, depressão, ansiedade e felicidade em níveis de neurotransmissores

2 Comentários

Hoje em dia é comum ouvirmos falar de adrenalina, oxitocina, entre outros hormônios que liberamos em determinadas situações. A adrenalina é geralmente associada à ação, enquanto a oxitocina é associada à troca de carinho.

Esses hormônios que são neurotransmissores, ou seja, compostos químicos que regulam a atividade cerebral no que se refere ao nosso comportamento, têm muito a ver com a nossa interação com o meio em que vivemos.

Veja na imagem abaixo como ficam os níveis desses hormônios no nosso organismo de acordo com a situação emocional que expressamos:

química das emoções

Vale saber que são os níveis de dopamina, serotonina, oxitocina, noradrenalina e dopamina que os remédios psiquiátricos influenciam. Quando há um desequilíbrio entre nossa interação com o ambiente e os níveis de neurotransmissores correspondentes, manifestamos doenças psiquiátricas passíveis de medicação.

É claro que há outros fatores envolvidos na complexa formação de um quadro psiquiátrico, mas o centro da questão é o equilíbrio desses componentes e o responder funcional dos mesmos às demandas do meio.

Se você chegar ao psiquiatra hoje e quiser fazer um exame para medir os níveis de neurotransmissores no seu corpo, ele lhe dirá que isso ainda não é possível, não existe um meio, atualmente, de medir esses níveis, a não ser pela observação do comportamento.

Quando na terapia busca-se alterar as ações de um paciente e estas provocam emoções e sensações diferentes, estamos estimulando ou atenuando essas interações dentro do nosso corpo, moduladas pelos nossos atos.

Fascinante, não é?

Um forte abraço*

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Autor: Sílvia Regina Simões

Psicóloga clínica em Jundiaí, atendo na abordagem analítico comportamental, psicoterapia individual de crianças e adultos e psicoterapia de casal. Formada em Psicologia pelo Centro Universitário Anchieta, de Jundiaí, SP, atuei como pesquisadora bolsista do CNPq estudando o tema “motivação”. Vinda da área de Comunicação Social – Jornalismo, pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, carrego ampla bagagem conhecimentos em Ciências Humanas e experiência com diversificados públicos e contextos. Atuo no atendimento do convênio Bradesco e psicoterapia particular em meu próprio consultório, no Centro de Jundiaí, SP. Agende sua sessão: (11) 9 9615 8632 - s.silvia.psicologa@gmail.com

2 pensamentos sobre “QUÍMICA DAS EMOÇÕES: Amor, depressão, ansiedade e felicidade em níveis de neurotransmissores

  1. Uma coisa não entendi. Se a ansiedade é quando tem pouca dopamina, porque pra ansiedade a gente toma antidepressivo, que aumenta os níveis de serotonina?

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    • Oi, Oberdan! Obrigada pela participação. A ansiedade não está desvinculada da depressão. Tanto que, na imagem, você pode constatar que a depressão é exatamente pouca dopamina e pouca serotonina. A medicação prescrita pelo psiquiatra (e qualquer outro profissional) não é uma conta exata e muitas vezes aproveita-se o efeito colateral de um medicamento para resolver um problema central do paciente. Antidepressivos vão melhorar certos tipos de ansiedade e quaisquer sintomas depressivos conjuntos – especialmente em situação de estresse, que envolve muitos aspectos dos dois quadros.

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