Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia clínica infantil, adulto e terapeuta de casal


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Seus direitos, seus deveres – Como funciona o pagamento de pensão alimentícia

As consequências do abandono financeiro de familiares estão muito bem regulamentadas na lei e preveem com clareza as responsabilidades entre seus membros. Não abra mão de um direito seu e ajude aqueles que conhece a lutar também.

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O texto abaixo foi extraído do site do Senado Federal e pode ser lindo em seu contexto original AQUI. 

Como funciona o pagamento de pensão alimentícia? Quem recebe e quem paga?

A pensão alimentícia consiste no pagamento mensal de valor suficiente para atender aos gastos com alimentação, escola, roupas, tratamento de saúde, medicamentos, lazer, e a outros que forem necessários. De acordo com o Código Civil, artigo 1.694, ela pode ser devida entre pais e filhos, entre parentes limitados ao segundo grau (irmãos, avós e netos), entre cônjuges, entre conviventes e, recentemente, a Lei n.º 11.804/08 estabelece que também à mulher gestante e ao nascituro (aquele que ainda está em formação no seu ventre).

Quando é preciso pagar Pensão Alimentícia

O artigo 1.695 do Código Civil estabelece que a pensão é devida quando quem a pleiteia não tem bens suficientes, nem pode prover, pelo seu trabalho, à própria mantença, e aquele de quem se requisita a pensão pode fornecê-los, sem desfalque do necessário ao seu sustento.

Valor

Não existe valor padrão para a pensão, o Poder Judiciário considera as necessidades de quem vai receber e as possibilidades de quem vai pagar para definir o valor. Além disso, a pensão não precisa ser paga necessariamente em dinheiro, ela pode ser paga também em benefícios (como o pagamento de contas, por exemplo). É possível pedir a revisão do valor sempre que a situação de quem paga ou de quem recebe mudar. Também é possível voltar atrás da decisão de recusa a receber pensão em momento inicial, caso a pessoa mude de ideia.

Pensão para ex-cônjuge

Nos casos de pensão de ex-cônjuges, a regra não tem distinção de gênero, tanto homens quanto mulheres podem requerer a pensão, desde que comprovem a necessidade. Casamento em regime de separação de bens não impede o recebimento de pensão para um dos cônjuges.

Em caso de óbito do pagador

Caso o pagador de pensão alimentícia venha a óbito, é possível que os parentes do pagador precisem arcar com a obrigação. Os ascendentes do pagador (pais e avós) são os primeiros a serem requisitados.  Na falta dos pais ou avós, ou caso esses comprovem que não tem condições, serão chamados os bisavós. Não sendo encontrado nenhum ascendente, serão buscados os descendentes como filhos, netos, bisnetos. Ainda, caso não exista nenhum parente na linha reta de sucessão, a pensão pode ser requisitada aos irmãos de grau mais próximo, cabendo ao juiz a decisão final.

A obrigação de pagar a pensão também se transmite aos herdeiros do pagador.

Pensão para filhos

A pensão alimentícia paga aos filhos vale até os 18 anos; ou 24, caso o filho esteja na faculdade. É importante ressaltar que caso o filho seja incapaz, não existe prazo para o fim da pensão.

Filhos também podem ter que pagar pensão aos pais ou aos avós (ou qualquer outro parente ascendente), caso eles comprovem que não possuem outro meio de sobrevivência.

Sanções para o não pagamento da pensão alimentícia

Em casos de não pagamento de pensão alimentícia, o juiz pode decretar sentença de prisão por período de até 90 dias. O cumprimento da pena não exime o devedor da dívida. Funcionários públicos, militares, diretores ou gerentes de empresa terão a pensão alimentícia descontada diretamente em folha de pagamento.

Em 2015 a Quarta Turma do STJ admitiu a possibilidade de inscrição do nome do devedor de pensão alimentícia em cadastro de proteção ao crédito. A medida já está prevista no novo Código de Processo Civil, que entrará em vigor em março de 2016, como medida automática (artigo 782, parágrafo 3º).

Para saber mais sobre o pagamento de pensão alimentícia:

Código Civil: dos artigos 1.964 ao 1.710 link: http://bit.ly/1IbtYVN

Código do Processo Civil: dos artigos 732 ao 735 link: http://bit.ly/1P3zIZr


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Psicóloga Sílvia Regina Simões participa de fórum sobre bullying e suicídio na Câmara Municipal de Jundiaí

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A Justiça, o Poder Executivo Estadual, a Polícia Civil, os Educadores e a Psicologia foram representados por cinco profissionais reunidos em torno da exposição e debate acerca de dois temas de grande comoção social na atualidade: bullying e suicídio entre jovens e o papel dos educadores e da família.

O evento que possibilitou este encontro e discussão foi o ‘Fórum Desafios Contemporâneos entre Jovens, Educadores e Família’, realizado na quinta-feira, 1º de junho, na Câmara Municipal de Jundiaí, por iniciativa do vereador Faouaz Taha.

A psicóloga Sílvia Regina Simões foi a convidada para expor e discutir o papel da ciência psicológica nos dois temas. Como ressaltado por ela, tanto crianças, quanto adolescentes estão vulneráveis ao bullying, já a automutilação e o suicídio e comportamentos de risco como o jogo “baleia azul” acometem, principalmente, a faixa etária entre 12 a 19 anos.

A comunicação positiva, um trabalho não punitivo na educação ofertada pelos pais e educadores, além da monitoria positiva e elaboração e manutenção de limites foram explorados na fala da profissional.

“Aqueles adultos cujos pais e educadores curavam na base do chinelo são os que, hoje, têm dificuldade de adaptação a realidade dos novos tempos. O mundo mudou muito e não nos comunicamos, locomovemos, trabalhamos, enfim, como antes. A cultura não acompanha a velocidade com que a tecnologia como um todo avança e estamos todos perdidos. Uma prática parental estritamente intuitiva e passional, que desconsidera as contribuições da ciência psicológica, perde muito e vemos perdas de vidas diante dessa dificuldade de adaptação”, elucidou. 

Exposições ricas de informações e análises profundas sobre a problemática social envolvida nos temas foram levantadas com a participação valorosa do secretário adjunto de educação Francisco Carbonari, do defensor público Fabio Jacynto Sorge, do policial civil e advogado especialista em cyber bullying Moisés de Oliveira Cassanti e a diretora dos Colégios Vicentinos irmã Luci Rocha.

“Senti-me honrada com o convite e grata pela oportunidade de difundir de que forma a psicologia e análise do comportamento pode contribuir consistentemente para enfrentar problemas graves e profundos da nossa sociedade com tecnologia comportamental”, disse a psicóloga Sílvia sobre sua participação. 

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Se você tem dúvidas sobre bullying, suicídio e automutilação ou mesmo sobre educação de filhos, deixe suas questões na sessão PSICOLOGIA ONLINE deste site e psicóloga Sílvia Regina Simões responderá gratuitamente.

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REPERCUSSÃO NA MÍDIA: Reportagem do Jornal de Jundiaí sobre o evento: AQUI


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IV Feprod USP recebe psicólogas com palestra sobre Administração de Conflitos em Lorena, SP

Na quarta (17), as psicólogas Sílvia Regina Simões e Raquel Araujo apresentaram a palestra sobre Administração de Conflitos na IV Feprod USP (Feira de Engenharia da Produção da Universidade de São Paulo) em Lorena, interior de São Paulo. Anfiteatro cheio e público participativo foram as marcas do evento.

Veja fotos da participação das psicólogas no primeiro dia da feira:

À esquerda, a psicóloga Raquel Araujo e à direita, a psicóloga Sílvia Regina Simões

Os pontos abordados na palestra foram:

 

  • Definição de personalidade: por que somos como somos?
  • Como identificar o início de um conflito?
  • Como agir mediante um conflito?
  • Quando enfrentar e quando evitar um conflito?

É possível adquirir um livreto, de autoria das psicólogas, com o passo a passo para resolver conflitos no estilo “faça você mesmo” por R$ 9,90, em pdf –  EM BREVE!

As palestrantes agradecem enormemente a comissão organizadora do evento, nas pessoas de Marcela Rey e Susi Nunes, pelo convite, suporte e inesquecível recepção! Além disso, parabeniza a iniciativa de incluir a exposição e discussão de temas relacionados a comportamento, habilidades de comunicação e relacionamentos aos estudantes que enfrentarão na vida cotidiana e no mercado de trabalho difíceis situações que exigirão deles muito mais que a ótima formação acadêmica, mas recursos psicológicos funcionais e bem adaptados. 

 

 


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Psicólogas realizam palestra sobre Administração de Conflitos no Nemp do UniAnchieta Jundiaí

No último sábado, 6 de maio, as psicólogas Sílvia Regina Simões e Raquel Araujo ministraram palestra sobre Administração de Conflitos no Nemp (Núcleo de Empregabilidade) do UniAnchieta (Centro Universitário Padre Anchieta), em Jundiaí, SP. O evento contou com grande público participativo, que promoveu uma grande troca entre profissionais e alunos.

Veja fotos do evento:

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As palestrantes estarão com o mesmo tema no próximo dia 17 de maio na cidade de Lorena, SP, participando da Feira de Engenharia de Produção do curso de mesmo nome na USP (Universidade de São Paulo).

*Caso queira levar esse tema ou outros para sua instituição, escola ou empresa, entre em contato conosco! Telefone (11) 9 9615 3632 ou email: s.silvia.psicologa@gmail.com

No blog MEU CÉREBRO (que eu adoro!) tem mais 5 dicas!

E bons sonhos!


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Ditadura da magreza – Por que as mulheres querem tanto ser magras

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Compartilho com vocês este artigo da Superinteressante, a respeito da conclusão de uma pesquisadora a respeito da ditadura da magreza e o desejo sufocante das mulheres por serem magras. Ela conclui que exigir uma sub alimentação e auto controle diante da enorme oferta de alimentos que temos hoje em dia é uma forma de subjugar as mulheres que coincide com a conquista de diretos e liberdade em outros setores da sociedade.

Vale muito a pena ler o artigo e refletir sobre a mudança dos padrões de beleza ao longo da história como forma de manter a mulher sob o jugo do inalcançável e da forte rejeição social e própria.

ARTIGO POR QUE ACHAMOS QUE SER MAGRO É SER BONITO

E você? Como se sente em relação à pressão social sobre ser magro(a)?