Psicóloga Sílvia Regina Simões

Psicóloga em Jundiaí – Psicoterapia clínica analítico comportamental


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Dica da Psicóloga – Estabelecer prioridades na vida adulta – vínculos e amor

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O trabalho, o cumprimento das tarefas dos estudos, as necessidades da casa, muitas vezes, podem tirar o nosso sono e fazer com que foquemos na eliminação de uma lista de interminável de afazeres urgentes, negligenciando momentos de verdadeiro prazer junto das pessoas que amamos. Esse é um grande desafio da vida da adulta, que deixa muitos ansiosos, estressados e deprimidos pelo caminho.

No entanto, os vínculos que estabelecemos ao longo dessa fase dependem do nosso cuidado, atenção e carinho. E são esses vínculos que, na eventualidade de provações no trabalho, nos estudos e na casa, dão apoio para que possamos suportar as adversidades e nos reerguer.

“Devo deixar meu trabalho e ficar com a minha família, então? E o que vamos comer e vestir?”

Não! A ordem é conciliar e saber ofertar cuidado na necessidade e afeto, atenção de qualidade num tempo reservado à convivência com os seus vínculos, que deve ser o mais frequente possível.

Cada um tem o seu modo e tempo de priorizar o amor aos seus e isso deve ser respeitado. Mas a realidade contida na citação abaixo, de que o afeto negligenciado hoje não pode ser compensado amanhã, deve ser sempre observada.

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Se está com dificuldades de organizar seu dia a dia para oferecer atenção de qualidade e carinho a quem você ama, consulte um psicólogo e busque terapia. Organize o seu tempo e atue em prol de seu prazer, daqueles que você ama e que são realmente preciosos para você!

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foto site círculo silvia regina simoes psicologaSilvia Regina Simões
Psicóloga Clínica
Jundiaí – SP


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O genioso, o agitado e o sincero – por que são assim e não mudam?

“Ele(a) tem gênio forte!”
“Eu não gosto de ficar parado(a), sou agitado(a)!”
“Sou sincera, não gosto de meias palavras e nem fico de enrolação, mando a verdade na cara mesmo”.

Quem nunca foi atropelado por pessoas entoando, de peito estufado, tais sentenças? Essas geralmente são as pessoas que mandam outras para psicoterapia, a fim de aprender a lidar com elas!

Mas se está causando desconforto, confusão, afastamentos, demissões, rompimentos, por que essas pessoas não mudam?

PRIMEIRO, POR QUE SOMOS COMO SOMOS?

Nossas escolhas, posturas e ações são multi determinadas. Em resumo, nosso comportamento é influenciado por:

Bipedismo

  • Fatores selecionados ao longo da história da espécie – daquela história do “mais adaptado é o que sobrevive”. Dormir, sentir raiva, ciúme, defender-se do perigo, praticar sexo, almejar e buscar sustento, etc.

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  • História de vida – aquilo tudo que vivemos (e não vivemos) ao longo da vida até o presente momento influencia como percebemos, sentimos, pensamos, reagimos ao que acontece.

Cultura

  • Ambiente em que vivemos – isso inclui tanto a cultura, quanto as circunstâncias que nos cercam a cada ação que praticamos – incluindo nosso organismo e outras pessoas, além dos lugares e objetos, regras de conduta vigentes, etc.

Percebem o quão pouco podemos controlar de tudo isso citado acima? Não controlamos a história da espécie e os genes que herdamos. Em partes, controlamos nossas circunstâncias ambientais, a partir de certa parte da vida, conforme adquirimos autonomia. Ainda assim não controlaremos completamente nunca o ambiente, que controla nossa história de vida e nosso presente.

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Ainda, o senso comum construiu toda uma constelação de “conhecimentos universais” que criam obstáculos na discriminação de nossos comportamentos. “Arianos são impulsivos e agressivos”. “Cancerianos são emotivos”. “Quem nasceu dia 15 é paciente e compassivo”. “Quem tem o dedão do pé maior que os outros dedos é uma pessoa de opinião”. Poucos são os conhecimentos populares que nos conduzem na compreensão da interação entre nós e os fatores citados acima.

POR QUE OS GENIOSOS, AGITADOS E SINCEROS NÃO MUDAM?

Cada uma dessas maneiras de ser obtém, em meio aos prejuízos, seus benefícios – e não são poucos ou pequenos.

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Pessoas ditas geniosas – intimidam com a imposição dos seus delicados limites, vencem pelo cansaço, são vistas muitas vezes como confiáveis (de opinião) e conseguem colaboração de pessoas que não toleram mais sua insistência e agressividade. Persistem mirando na certeza de estarem certas, acertam por se manterem um longo tempo firmes enquanto as circunstâncias mudam em torno delas.

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Pessoas ditas agitadas – perturbam todos a sua volta com sua ansiedade, por tentarem adiantar, superar circunstâncias fora de seu controle. Atropelam o andamento das coisas e as pessoas envolvidas, mas em grande parte das vezes são vistas como competentes e motivadas, pois, entre erros e acertos, obtém resultados diferenciados em relação aos outros.

 

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Pessoas ditas sinceras – são muito autocríticas e têm argumentos complexos. Controlam aqueles que sabem que não adianta argumentar com elas. Conseguem colaboração das pessoas que o fazem para se verem livres delas e suas palavras ferinas. Algumas pessoas mais inseguras e frágeis colocam os sincericidas em alta conta por ser culturalmente desejável “falar a verdade”, se tornando “discípulas” dessas pessoas. Mas a verdade dessas pessoas, em grande parte, não passa de conclusões e percepções estritamente pessoais e altamente questionáveis.

Deu pra ter uma ideia da complexidade do comportamento humano, não é?

 

ENTÃO, O QUE FAZER?

Pois não há porque se desesperar! É possível tanto aprender a conviver melhor com pessoas como as citadas acima quanto tais perfis são passíveis de superação dessas características que as encarceram para uma vida mais baseada na conquista positiva de bem estar e felicidade!

  • Não discuta! – o embate verbal deprecia a relação e, como visto acima, nós pensamos como pensamos como resultado de uma interação de muitos fatores.
  • Tenha bem claro quais são os seus limites e desejos – é na sua fragilidade que essas pessoas conquistam aquilo que querem. Voltado para si mesmo, você é capaz de reduzir a pressão exercida pela insistência e agressividade do outro e continuar no SEU caminho.
  • Previna-se – uma breve observação sobre o comportamento de um desses tipos ou uma única experiência diante deles é informação suficiente para que você passe a prevenir encontros e envolvimentos futuros.

A grande dificuldade desses tipos que citei neste artigo, é que eles obtém grandes ganhos frequentes com suas agressões e estão convictos de que só existe uma forma de fazer as coisas. Mas, assim como aprenderam a ser assim, podem aprender a ser diferentes.

A psicoterapia é a melhor opção! Se não podemos mudar os outros, mudamos a nós mesmos. É fundamental que se queria mudar, melhorar. Comece por si mesmo.

Uma frase que adoro:

“Comece de onde você está, com o que você tem, um passo de cada vez”.

Forte abraço*

 

 


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Como usar seu dinheiro para trazer felicidade e para não trazer felicidade

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O site O Segredo publicou um artigo muito interessante e real sobre 5 coisas com as quais gastar e 5 coisas com as quais não vale a pena gastar seu suado dinheiro. O foco é nas experiências e bens não perecíveis, que acrescentam “vida” à nossa existência ou desperdiçam com coisas efêmeras o tempo e saúde que aplicamos à tarefa de conquistar dinheiro.

Confira:

5 coisas com as quais você deve e não deve gastar dinheiro

 

É impressionante notar como gastar com o que o artigo diz que não devemos frequentemente leva pessoas ao consultório, se queixando de “vazio” e “perda do sentido das coisas”.

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ATENÇÃO! Não é apenas dinheiro. É tempo, é vida que você está dando em troca daquilo que compra. O preço não é em cifras, é em vida!

Um forte abraço*

 

 


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Palestra Pomodoro – Público participativo enriquece evento

Uma grande e enriquecedora troca, assim pode ser definida a palestra sobre Administração de Tempo e Foco com a Técnica Pomodoro, realizada pelas psicólogas Sílvia Regina Simões e Raquel Araujo, dia 2 de junho, na biblioteca Municipal Nelson Foot.

O público interessado e expressivo tornou a palestra um grande intercâmbio de experiência e conhecimento. Temas como rotina, reforçamento diferencial, estresse, ansiedade, motivação e autocontrole foram abordados, além da instrumentalização dos presentes para aplicação da técnica Pomodoro.

Veja as fotos do evento:

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A palestra é uma promoção do projeto Psicologia no Cotidiano, parceria entre Biblioteca Municipal e Interanálise Clínica.

 


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PALESTRA GRATUITA – Organize sua rotima, administre melhor seu tempo

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Seja para garantir o máximo de aproveitamento e foco no trabalho, nos estudos ou na rotina dentro de casa, a palestra gratuita apresentada pelas psicólogas Sílvia Regina Simões e Raquel Araujo neste sábado, 2 de julho, vai capacitar o público a fazer mudanças reais e importantes em sua vida cotidiana.

Através da Técnica Pomodoro, as psicólogas abordarão a melhor forma de organizar-se no tempo e nas atividades do dia a dia e ensinar a técnica que ajuda a lidar com as distrações. Conceitos da psicologia permearão a apresentação do conteúdo, contemplando o projeto que promove o evento, chamado Psicologia no Cotidiano.

“Muitas pessoas hoje em dia acumulam diversas atividades e, embora trabalhem ou estudem muito, sentem-se frustradas e aborrecidas com a sensação de baixo desempenho e aproveitamento. A Técnica Pomodoro propõe uma forma de viver o dia a dia que elimina essa sensação e potencializa o desempenho e aproveitamento. E é tudo muito simples, só precisamos de um timer e algumas listas!”, explica a psicóloga Sílvia.

O evento é gratuito e vale como horas complementares para cursos de gradução. Não é necessário inscrever-se antecipadamente. A promoção é da Interanálise Clínica de Psicologia em parceria com a Biblioteca Municipal Nelson Foot.

SERVIÇO

Palestra Gratuita “Técnica Pomodoro na Administração de Tempo”
Hora: 10h
Dia: sábado, 2 de julho de 2016
Local: Biblioteca Municipal Nelson Foot
Endereço: Av. Dr. Cavalcanti, 396, Centro, Jundiaí, SP

 

 


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SEUS DIREITOS, SEUS DEVERES -Justiça condena pai por abandono afetivo

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Nesta semana, o site G1 divulgou a decisão da justiça em condenar um pai a pagar indenização ao filho por “abandono afetivo”. Este tipo de negligência parental está sendo cada vez mais denunciada e o Superior Tribunal de Justiça (STJ) tem entendido como crime que pode resultar na condenação ao pagamento de indenizações, como no caso noticiado no portal.

O abandono afetivo é caracterizado pela indiferença afetiva de um genitor em relação a um ou mais filhos. Mesmo que o pai ou a mãe não pratique abandono intelectual e material (previstos expressamente em lei), pode ser constatado o abandono afetivo.

“Apesar desse problema familiar sempre ter existido na sociedade, apenas nos últimos anos o tema começou a ser levado à Justiça, por meio de ações em que as vítimas, no caso os filhos, pedem indenizações pelo dano de abandono afetivo. Algumas decisões do Superior Tribunal de Justiça (STJ) são no sentido de conceder a indenização, considerando que o abandono afetivo constitui descumprimento do dever legal de cuidado, criação, educação e companhia presente, previstos implicitamente na Constituição Federal”, descreve matéria do site do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A reportagem do G1 descreve a fala da juíza que julgou o caso “Ele detalha as muitas vezes que esperou pelo pai e ele não apareceu; a sempre alegada falta de tempo; o fato de o pai achar ruim sua aproximação da família paterna e tantas outras desfeitas, como: nunca ligar no seu aniversário; nunca estarem juntos em datas festivas; nunca ter ido na casa do pai etc.”

LEIA AQUI A DESCRIÇÃO DOS CRIMES DE ABANDONO NO CNJ.

LEIA AQUI A REPORTAGEM DO G1 SOBRE A CONDENAÇÃO DO PAI POR ABANDONO AFETIVO

Infelizmente, este tipo de abandono chega a ser comum entre pais separados. Geralmente acontece por conta do genitor. A família, por vezes, se sente intimidada a entrar na justiça. Mas o impacto negativo sobre a saúde das crianças é enorme.

Fique atento e reivindique os direitos de seu filho!

 


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Falta de vontade – por que sinto isso e como lidar?

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Apesar das quase infinitas possibilidades de problemas de comportamento apresentados pelas pessoas, uma queixa é praticamente unânime entre as que procuram psicoterapia: falta de vontade, no sentido de desânimo – de sair, de trabalhar, de conversar, de comer, de estudar, de fazer sexo, de sair da cama.

A “falta de vontade” é extremamente limitante e está envolvida com a supressão de comportamentos relevantes no cotidiano da pessoa. Alguém sofre uma diminuição da frequência de certos comportamentos que antes lhe davam prazer pela redução do mesmo ou até mesmo por ser punido em situações em que antes era recompensado.

Pense no seguinte: Você está envolvido em várias atividades todos os dias. De repente, o trânsito no caminho de sempre fica complicado (punição) por causa de uma obra (variável incontrolável), você começa a se atrasar e não dá tempo de tomar aquele café gostoso antes de começar a trabalhar (punição). A frequência com que o telefone toca aumenta (variável incontrolável), pois seu colega que o atendia está de férias (variável incontrolável) e suas tarefas rendem menos (punição).

São várias punições em um pequeno recorte de uma manhã de trabalho!

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A combinação de variáveis incontroláveis (que geralmente você nem parou para analisar e saber que 1º são variáveis determinantes na punição e 2º pensar que são incontroláveis), mais punição decorrente delas é uma poderosa arma anti vontade.

A situação do exemplo pode gerar a falta de vontade de trabalhar ao acordar pela manhã. E aí você não compreende o porquê e vai parando de fazer coisas que traziam satisfação junto das coisas que traziam punição, intensificando essa sensação, aumentando a frequência e abrangência do comportamento “negativo” – remoção de algo que você fazia antes.

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Na psicoterapia, são feitas as análises das relações funcionais que resultam nessa queixa de “falta de vontade”. Reconhecemos as variáveis envolvidas, buscamos alterar as controláveis e buscar alternativas de conduta diante das não controláveis. E, ao se deparar com a consequência das novas relações estabelecidas, a “vontade” volta!

Uma professora minha, a psicóloga Emileane Oliveira, sempre diz “É preciso emitir uma resposta antes, para receber o reforço depois”. Primeiro nos comportamos e depois recebemos as consequências, de preferência recompensadoras, frente ao nosso investimento! Mas também, antes de uma punição, sempre há uma ação ou omissão nossa. Fique de olho!

IMPORTANTE: A falta de vontade em nossa rotina pode ser um sintoma importante relacionado a várias psicopatologias. Caso esteja sofrendo prejuízos decorrentes desse sentimento, procure ajuda profissional com um psicólogo e um psiquiatra.

Um forte abraço*

 

 

 

 


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Mães tóxicas – filhos infelizes

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Ser responsável pelo ser humano que o filho se tornou é uma dádiva, mas também uma maldição. O papel materno é, sem dúvida, o mais importante na vida de um ser humano. Por isso, o comportamento de mãe influencia profunda e amplamente a formação dos filhos.

Aqui, trato por mãe a pessoa responsável pelos cuidados, proteção e criação de outro ser humano. Sabemos que podem ser mulheres que geraram biologicamente seu filho, bem como tias, avós, pais, irmãos, etc. Atribuo o papel de mãe àquela pessoa que assumiu o outro ser humano por função e não por esteriótipos culturais.

Relaciono alguns comportamentos comuns das mães de pessoas que apresentam depressão e ansiedade, a partir de meus estudos e, principalmente, experiência clínica:

  • Mães que deixam de viver para cuidar dos filhos: são pessoas que se esquivam de sua individualidade e todas as demandas sociais e individuais da vida para dedicar-se ao outro. Abrem mão de suas necessidades frequentemente e servem os filhos em tudo de que necessitam. Ensinam, assim, aos filhos, que eles são soberanos e absolutos, são mais importantes que as outras pessoas e que não existe uma relação de troca para obter gratificações (sejam primárias: atenção, alimento, higiene, descanso ou secundárias: colaboração nas atividades, dinheiro, companhia, etc). Não os ensinam a esperar, a colocar suas vontades em segundo plano, pelas necessidades de terceiros.
  • Mães que fazem pelos filhos para obter resultados socialmente desejados: Realizam a tarefa escolar, fazem o meio campo com os amiguinhos, preparam a comida dos adolescentes, dão a comida na boca das crianças que já sabem comer sozinhas. O impacto sobre o desenvolvimento da criança é enorme e negativo. Evita que a criança desenvolva sua autoconfiança e adquira responsabilidade. Torna a pessoa insegura e dificulta a percepção dela dos efeitos, dos impactos de suas ações sobre o mundo, pois não costuma fazer nada sozinha. Evita as pequenas frustrações do dia a dia e isso a torna frágil em seus relacionamentos em todos os níveis sociais.
  • Mães que terceirizam a criação dos filhos: A creche limpa e alimenta, os avós brincam e passeiam, os psicólogos ensinam valores e afetividade. Parece ótimo, mas não funciona. A criança perde a referência de quem cuida e protege, quem fornece segurança e modelo de como atuar sobre o mundo. Ao buscar emitir regras e exigir obediência, a mãe falha, pois não é ela a referência, cuidado e proteção da criança, tais responsabilidades ficam fragmentadas e mal definidas. Cria crianças com dificuldades de aprendizagem, de relacionamentos, de conduta.
  • Mães controladoras e excessivamente críticas: São como veneno frequentemente jogados sobre as sementes (filhos), impedindo seu desenvolvimento em todos os níveis. Geram insegurança, baixa autoestima, dificuldades com autoconfiança e responsabilidade. Os filhos podem tanto se tornarem extremamente competitivos, compulsivos, como frustrados ou embotados, com a sensação de fracasso intransponível. Pode haver frequente impulso de desafiar as regras e valores maternos. A dificuldade de sentir prazer na vida cotidiana pode levar os filhos a comportamento de risco.

O papel da pessoa que nos cria é tão importante e decisivo, pois é quem orienta, dá modelo e cria padrões para no nosso futuro agirmos sobre a realidade. Muitas, vezes, é tratando os pais que reduzimos o sofrimento dos filhos (quando crianças) e proporcionamos uma vida de bem estar e plenitude para eles. No caso de adultos, o tratamento é diretamente com o filho.

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Por que essas mães são assim?

Elas não são assim porque são mães. Elas têm uma história de vida, foram criadas por outras pessoas, enfrentaram muitas coisas e principalmente, muitas vezes ninguém lhes ensinou a ser diferente até então. Antes de mães, as pessoas são seres humanos conciliando muitas influências para viver minimamente bem. Esses comportamentos maternos são apenas a ponta do iceberg e geralmente há muita dor e sofrimento passados permeando isso. 

Se você se encaixa em um dos perfis ou vários ou teve como cuidador alguém com tais características, procure ajuda. A psicoterapia pode fazer muito por você.

Dúvidas? Use a sessão PSICOLOGIA ONLINE!

Um forte abraço!

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